sábado, agosto 22, 2020

Vacina russa apresenta imunidade mais estável que a de Oxford, diz cientista israelense


Vacina russa apresenta imunidade mais estável que a de Oxford, diz cientista israelense
Foto: Reprodução/Print/UOL
A pesquisadora chefe do Centro Médico de Israel Hadassah, que diz ter tido acesso às publicações de resultados dos últimos das vacinas que estão sendo desenvolvidas contra a Covid-19, entre elas a Sputnik V e a de Oxford, afirmou que a vacina russa tende a ter uma imunidade mais prolongada em comparação com as outras. 

De acordo com matéria publicada na revista Forum, a cientista afirmou que as críticas à Sputnik V seriam “de natureza política”, ignorando sua “eficácia para produzir uma imunidade inclusive mais estável que a da vacina de Oxford”. 

“Os russos fizeram algo realmente maravilhoso e conseguiram um grande avanço no campo da ciência, e produziram uma vacina que tende a ter uma imunidade mais prolongada, se comparado os dados entregues pelos russos com os dos pesquisadores de Oxford, por exemplo”, diz Polina Stepenskaya.

A cientista ressalta, no entanto, que não está afirmando que uma vacina é necessariamente melhor que a outra. “Nenhuma vacina é perfeita. A Sputnik V tem a limitante de que só pode ser administrada em pessoas acima de 18, um problema que a de Oxford, ao parecer, não terá, e poderá ser aplicada também em crianças e adolescentes”, analisou. 

Criticou ainda questionamentos sobre a vacina russa, pelo fato de ela ser desenvolvida a partir de um adenovírus, e não de um coronavírus debilitado, como as vacinas mais tradicionais. 

“Foi usado um adenovírus humano, de onde extraíram a parte responsável pela replicação do vírus. Trata-se de um método conhecido e utilizado em todo o mundo”, completou. 
Bahia Notícias

CONDUTAS VEDADAS aos Agentes Públicos Federais em Eleições - 2020

Em aula magna de hipocrisia, Fachin queria reprimir a ação política de pastores evangélicos


Lava Jato e STF: por que Fachin queria tanto ficar na vaga de ...
Edsn Fachin queria inventar o abuso de poder econômico
J.R. GuzzoEstadão
Virou coisa rara, no Brasil, ver os tribunais mais elevados da Justiça tomarem alguma decisão decente e, por isso mesmo, vale a pena aproveitar o bom momento que acaba de nos ser proporcionado pelo Tribunal Superior Eleitoral – ao rejeitar o ataque mais maligno à liberdade religiosa já tentado em tempos recentes por uma autoridade pública.
A autoridade é o ministro Edson Fachin, do TSE e Supremo Tribunal Federal, que pretendia criar a possibilidade de cassar os mandatos de quem cometesse “abuso religioso”, em apoio a uma tentativa nesse sentido feita pelo Ministério Público Eleitoral de Goiás.
UMA IDEIA INEPTA – Do ponto de vista jurídico, a ideia é grosseiramente inepta: não pode haver punição sem que o punido tenha praticado um crime previamente previsto em lei, e não existe nenhum crime de “abuso de religião” previsto em qualquer código legal em vigor neste país.
 Os crimes eleitorais que se pode cometer já estão previstos na legislação existente; o MP e Fachin não podem inventar um delito novo. Do ponto de vista político, a tentativa de cassar mandatos de pessoas eleitas pelo voto popular livre, porque os magistrados não gostam da religião do cassado, é exatamente o que parece: um ataque totalitário às liberdades individuais e à democracia.
Esse episódio é também uma aula magna em matéria de hipocrisia e de falsificação de propósitos.
AÇÃO DOS PASTORES – Fachin e quem embarcou neste bonde não estão minimamente interessados em punir abuso algum – o que querem é reprimir a ação política dos cultos e pastores evangélicos. O ministro não gosta da sua carga conservadora e supostamente governista. Como não pode impedir que os eleitores votem em candidatos de fé evangélica, imaginou que a solução é cassar os mandatos dos que forem eleitos. Qual a surpresa?
Esse mesmo ministro quis, um dia, dar à ONU o direito de anular leis aprovadas pelo Congresso brasileiro; ultimamente, tem dito que a eleição presidencial de 2018 não foi legítima e sugere que a de 2022 também não deveria valer, se a “alienação eleitoral” que a seu ver foi indicada pelas últimas pesquisas de opinião continuar de pé.
Como aconteceu no caso da ONU, o ministro Fachin ficou sozinho nesta sua tentativa de policiar a liberdade religiosa no Brasil e de atribuir a si mesmo o direito de decidir quais são, e quais não são, as religiões politicamente aceitáveis. Há certas coisas que a alta Justiça brasileira ainda não faz. Fachin precisará tentar de novo daqui a mais algum tempo.

Conforme vídeo acima, o Radialista Raimundo Varela no seu Programa de TV denúncia a aglomeração provocada pelo prefeito de Jeremoabo em tempo de pandemia como genocídio.


Charge O TEMPO 21-08-2020



Conforme vídeo acima, o Radialista Raimundo Varela no seu Programa de TV denúncia a aglomeração provocada pelo prefeito de Jeremoabo em tempo de pandemia como genocídio.
Aliás vária cidade criticaram esse ato no mínimo irresponsável.



















nnnnnnnnnnnn

Bolsonaro tem favorecido pobres e ricos, enquanto massacra a classe média


Wilson Vieira - Jornalismo e Cultura: Charge do dia - classe média...
Charge do Leandro Franco (site Charge Online)
Carlos Newton
Entre os eleitores de Jair Bolsonaro, pode-se dizer que muitos milhões votaram nele para corrigir erros da administração pública e pôr fim aos privilégios das elites dos servidores civil e militares. Essas metas estavam implícitas na campanha do Mito, mas jamais foram pretendidas depois que ele se tornou Presidente da República.
Pelo contrário, desde a primeira hora – na reforma da Previdência – ficou claro que o objetivo de Bolsonaro e de sua equipe econômica não era bem o que pensava.
FORA DO PADRÃO – A reforma da Previdência não seguiu o padrão internacional de reduzir a remuneração dos servidores de elite quando se aposentam. Pelo contrário, o governo e o Congresso jamais se preocuparam com isso, jamais tentaram extinguir os penduricalho e as vantagens.
A reforma manteve as altas aposentadorias e beneficiou especialmente aos militares, enquanto dificultava a aposentadoria de trabalhadores e servidores da classe média, reduzindo até as pensões das viúvas em caso de duplo benefício.
Depois, veio a pandemia. cerca de 10 milhões de trabalhadores tiveram o salário reduzido ou o contrato suspenso, já são quase 60 milhões de pessoas assistidas pelo auxílio emergencial, mas não houve nenhum programa eficiente para acudir os comerciantes e prestadores de serviços que tiveram de fechar as portas. Foi mais uma pancada na classe média, que compõe a maioria dos funcionários e comerciantes.
E A REFORMAS? – Depois da decepção com a Previdência, vem aí mais uma desilusão com a reforma tributária, que se tornou um disfarce para elevar os impostos.
Além de recriar a CPMF, a nova tributação do consumo vai elevar as mensalidades escolares no ano que vem, para liquidar de vez os sonhos da classe média, que acaba de ser penalizada com o aumento dos planos de saúde. Para uma inflação de 3%, foram reajustados entre 15% e 26%. Nesta sexta-feira, a Agência Nacional de Saúde suspendeu os novos reajustes, porém manteve os que já tinha sido feitos, vejam a que ponto chega a desfaçatez dessa gente. 
O pior é que todos sabem que os planos de saúde não significam um alto padrão de atendimento. Pelo contrário, os médicos ligam o taxímetro, dão as consultas em altíssima velocidade, e os pacientes que se danem.
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P.S. 1 – A experiência administrativa e econômica das nações demonstra que, para garantir maior desenvolvimento, é preciso incentivar a industrialização como meio de fortalecer a classe média, para aumentar o consumo, distribuir renda e gerar empregos. O Brasil – sabe-se lá por quê? – faz tudo ao contrário. Aqui está em marcha a desindustrialização, que parece inexorável. E o objetivo do atual governom ao que tudo indica, é o massacre da classe média.
P.S. 2 – Na quinta-feira, até Rodrigo Maia se insurgiu contra os planos de saúde, devido aos aumentos abusivos. Mas quem se interessa? O governo não está nem aí. (C.N.)

Ministério Público investiga se FAB transportou garimpeiros para reunião com ministro

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Garimpeiros bloqueiam rodovia por legalização de garimpos e ...
Ministro mandou parar a repressão da PF aos garimpeiros
Washington LuizO Globo
O Ministério Público Federal (MPF) vai investigar o uso de avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para transportar supostos garimpeiros de Jacareacanga, no Pará, até Brasília para uma reunião com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Em documento enviado ao MPF, a própria FAB confirmou que concedeu, em seis de agosto, uma aeronave para levar pessoas até a capital, mas informou que se tratavam de lideranças indígenas.
Indígenas consultados pelo Ministério Público afirmaram, no entanto, que as pessoas transportadas eram defensores dos interesses de garimpeiros que atuavam com a exploração ilegal de minérios no interior da terra indígena Munduruku.
A PEDIDO DO IBAMA – Segundo as apurações, Salles havia se encontrado com os garimpeiros um dia antes, durante visita ao sudoeste do Pará. A FAB informou que enviou as aeronaves por solicitação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), para apoiar uma operação de combate a crimes ambientais dentro das terras Munduruku e Sai Cinza. Porém, a operação não ocorreu.
Ainda de acordo com a resposta da FAB, a determinação para ceder um avião foi acompanhada de ordem para suspender temporariamente a Operação Verde Brasil 2 na região de Jacareacanga.
Para o MPF, a paralisação da operação e o transporte de garimpeiros até Brasília prejudicaram a fiscalização. “Ao transportar criminosos, pode ter se configurado o desvio de finalidade, já que a presença da FAB na região tinha o objetivo de apoiar operação contra os crimes ambientais”, afirma o órgão.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Caramba! A que ponto chega a ousadia dessas autoridades, cuja missão é acabar com o garimpo, ao invés de incentivá-lo. O Brasil parece estar de cabeça para baixo(ou ponta-cabeça, como dizem nossos amigos paulistas). (C.N.)

Lula aciona o STF para obrigar ‘Conselhão’ do MP a julgar Dallagnol por causa da apresentação de PowerPoint


Representação está há quase quatro anos em tramitação no CNMP
Paulo Roberto Netto
Estadão
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu ao Supremo Tribunal Federal que obrigue o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) a julgar na próxima terça, 25, pedido de providência apresentado pelo petista em 2016 contra o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. A ação está sob relatoria do ministro Edson Fachin.
O petista acusa Deltan de utilizar a estrutura da Procuradoria para posicionamentos políticos e jurídicos durante a coletiva de imprensa em que, ao denunciar Lula no caso do triplex do Guarujá, utilizou um power point para promover ‘reprovável julgamento paralelo e antecipado, com afirmações caluniosas e difamatórias’.
ADIAMENTOS – A defesa de Lula apresentou o pedido de providências ao ‘Conselhão’ em setembro de 2016 – um dia depois da apresentação do ‘power point’. De lá para cá, o julgamento foi adiado 42 vezes, segundo o petista. Na última sessão do Conselhão, realizada nessa terça-feira, dia 18, o pedido do petista foi colocado em pauta com pedido de preferência, mas mesmo assim não foi analisado.
Além de Deltan, também respondem ao pedido de providências os procuradores Julio Carlos Motta Noronha e Roberson Henrique Pozzobon, integrantes da Lava Jato em Curitiba. “Ainda hoje, após 42 sessões adiadas, o mérito surpreendentemente não foi julgado, sendo que, injustificada demora, está prestes a acarretar na impunidade dos mencionados procuradores da República pela prescrição que se avizinha, razão pela qual se pede a intervenção jurisdicional”, apontou a defesa de Lula, assinada pelos criminalistas Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Martins.
OUTROS PROCESSOS – Além do pedido de providências de Lula, Deltan responde a outros dois processos no Conselhão por sua atuação na Lava Jato e que pedem sua saída da operação. Ambos foram suspensos na segunda-feira, dia 17, por ordem do ministro Celso de Mello, do Supremo. Os casos miravam a conduta do procurador nas redes sociais, ao criticar a condução da eleição para a presidência do Senado no ano passado, e supostas atitudes de promoção pessoal, como, por exemplo, a tentativa de criar uma fundação com recursos obtidos pela Lava Jato.
Celso de Mello apontou em decisão que a remoção de um membro do Ministério Público ‘deve estar amparada em elementos probatórios substanciais’ e em processo com ‘o pleno exercício do contraditório e da ampla defesa’.
“Sabemos que regimes autocráticos, governantes ímprobos, cidadãos corruptos e autoridades impregnadas de irresistível vocação tendente à própria desconstrução da ordem democrática temem um Ministério Público independente, pois o Ministério Público, longe de curvar-se aos desígnios dos detentores do poder – tanto do poder político quanto do poder econômico ou do poder corporativo ou, ainda, do poder religioso –, tem a percepção superior de que somente a preservação da ordem democrática e o respeito efetivo às leis desta República laica revelam-se dignos de sua proteção institucional”, escreveu Celso de Mello.
ADVERTÊNCIA – Na mesma segunda, o ministro Luiz Fux decidiu que uma advertência aplicada contra Deltan não deveria ser considerada no julgamento dos processos no Conselhão. Na prática, a liminar ‘limpa’ a ficha do procurador da Lava Jato, dando uma espécie de garantia de ‘bons antecedentes’. O CNMP leva em consideração punições passadas aplicadas aos procuradores e promotores que respondem a processos no órgão.
Deltan recebeu a advertência em novembro de 2019 por oito votos a três. O procurador foi punido pelo Conselhão por afirmar em entrevista de rádio que três ministros do Supremo Tribunal Federal formam uma ‘panelinha’ e passam para a sociedade uma mensagem de ‘leniência com a corrupção’.
Além de limpar a ficha de Deltan no Conselhão, a decisão de Fux foi vista nos bastidores como um prenúncio de uma nova gestão no Supremo, quando o ministro se tornar o presidente da Corte em setembro deste ano. Simpático à Lava Jato no combate à corrupção, Fux ocupará a cadeira do atual presidente, ministro Dias Toffoli, que integra a ala que impõe reveses à força-tarefa desde 2017.

sexta-feira, agosto 21, 2020

Após regularização na justiça, Fábio da Farmácia está apto a candidatar-se .


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Nota da redação deste Blog - Há dias atràs publicamos neste Blog que sem normalizar a Filiação perante a Justiça Eleitoral o cidadão Fábio da Farmácia não poderia candidatar-se  a disputar ao cargo de vice´prefeito na chapa do pre-candidato Deri do Paloma, para isso juntamos certidões  oriundas do site do TSE.
Agora a noite recebemos copia da sentença do Exmo. Sr. Dr. Juiz Eleitoral, onde "determina  que o Cartório Eleitoral de Jeremoabo adote providências para que seja COMANDADA no sistema FILIA a reversão do cancelamento da filiação de JOSÉ FÁBIO DOS SANTOS, INSCRIÇÃO ELEITORAL 067923740574 AO Partido PODEMOS  do Município de Jeremoabo, permanecendo a sua filiação a agremiação com data de 27  de setembro de 2011".
Concluindo para que não paire dúvidas nem " disse me disse", antes da DECISÃO da Justiça Eleitoral em Jeremoabo, através do Site do TSE a filiação do aludido cidadão encontrava-se cancelada.


Há dois meses nos EUA, Weintraub mantém ataques às instituições e chama Constituição de ‘porcaria’


Após ter fugido do Brasil, Weintraub vira youtuber e debocha do país
João Paulo Saconi e Juliana Dal Piva
O Globo
Nesta quinta-feira, dia 19, o ex-ministro Abraham Weintraub (Educação) completa dois meses nos Estados Unidos. Ele deixou o Brasil às pressas, pouco após perder o cargo, alegando ser vítima de uma perseguição do Supremo Tribunal Federal (STF), onde era alvo de dois inquéritos. Agora diretor do Banco Mundial, graças a uma indicação do governo do presidente Jair Bolsonaro, Weintraub tem se dividido entre o novo cargo e um hábito pelo qual já é conhecido: o de utilizar as redes sociais para comentar assuntos da política brasileira e, com alguma frequência, criticar e atacar instituições e suas bases.
Os vídeos que o ex-titular do MEC vem publicando no Youtube, destinados a 203 mil inscritos, somaram 2,2 milhões de visualização desde que ele chegou ao exterior. Ele compartilha desde aulas de microeconomia — que incluem reflexões sobre o potencial do dinheiro para trazer felicidade e opções individuais do campo financeiro — a videochamadas com o irmão, Arthur Weintraub, assessor especial da Presidência da República.
“UNBOXING” – Há espaço até para a prática do chamado “unboxing”, muito comum entre influenciadores digitais, que consiste em mostrar ao público os produtos que se compra ou recebe em casa. Em um vídeo publicado em 13 de agosto, Weintraub uniu falas sobre temas econômicos e comentários negativos sobre seu país de origem. Ao justificar os motivos pelos quais brasileiros seriam mais felizes do que a média dos outros países, quando observados em seu comportamento relativo à própria renda, o ex-ministro afirmou:
“O problema é que toda essa porcaria que foi feita no Brasil, Constituição de 1988, todo esse regime totalitarista, de esquerda comunista, com monopólio, oligopólio, socialismo, etc e tal, isso acabou diminuindo a renda per capita do Brasil ao longo do tempo”, diz.
ATAQUES – A utilização do adjetivo “porcaria” para se referir à Constituição se soma ao episódio em que Weintraub chamou Brasília de “cancro” e os ministros do STF de “vagabundos” na reunião ministral de 22 de abril, cujos registros em vídeo foram tornados públicos pelo ministro Celso de Mello. O mesmo magistrado era relator de um inquérito sobre declarações possivelmente racistas contra a China feitas por Weintraub no encontro daquele dia, enviado recentemente para a primeira instância da Justiça Federal do Distrito Federal.
Ainda resta um caso contra o ex-ministro no Supremo: o chamado inquérito das fake nnews, que apura detalhes sobre campanhas de notícias falsas e ataques virtuais contra instituições brasileiras, sobretudo a própria Corte. Weintraub foi incluído na investigação após a divulgação da fala proferida ema abril, quando, além de chamar os magistrados de “vagabundos”, defendeu mandá-los para a prisão.

DECISÃO: OAB e seccionais têm legitimidade para atuar como assistente de defesa em processos contra advogados

21/08/20 12:04

Crédito: Imagem da webDECISÃO: OAB e seccionais têm legitimidade para atuar como assistente de defesa em processos contra advogados
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – Seccional do Estado da Bahia está autorizada a atuar como assistente simples de um advogado em ação penal que tramita na Vara Única da Subseção Judiciária de Jequié/BA. Foi o que decidiu, de forma unânime, a 2ª Seção do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).
O advogado solicitou o suporte da OAB após ter sido denunciado por fatos praticados no exercício da advocacia, o que poderia violar não só as prerrogativas profissionais, mas outros direitos constitucionalmente assegurados. Por ser procurador da prefeitura de Jequié, apresentou documentos indicados pelo prefeito em um processo que investiga fraude na educação do município. Posteriormente, ficou constatado que esses comprovantes eram falsos e por isso o advogado passou a figurar como investigado no processo.
Após confirmar que o defensor virou réu pelo fato de juntar um documento aos autos, a OAB – Seção da Bahia fez um requerimento para participar da ação como assistente de defesa do advogado. A entidade argumentou que a juntada de documento a processos é ato privativo do advogado, nos termos do artigo 1º, I, da Lei nº 8.906/94, conhecida como Estatuto de Advocacia. A Seccional defendeu que a instauração de ação penal contra advogado não levou em conta suas prerrogativas profissionais.
Com a negativa para atuar como assistente no caso, a OAB apelou ao TRF1 sustentando a legalidade da intervenção, com base em dispositivos constitucionais, bem como na Lei º 8.906/94. Tais legislações dão legitimidade aos presidentes dos Conselhos e das Subseções da OAB para agir, judicial e extrajudicialmente, e, especialmente, para intervir, inclusive como assistentes, nos inquéritos e processos em que sejam indiciados, acusados ou ofendidos, os inscritos na OAB.
O relator, desembargador federal Néviton Guedes, ao analisar a questão, reconheceu a legitimidade da possibilidade de atuação da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional do Estado da Bahia, tendo em vista o direito pleiteado, essencialmente vinculado à defesa das prerrogativas da advocacia. "Existe expressa previsão legal estabelecendo a legitimidade para os presidentes dos Conselhos e das Subseções da OAB intervirem, inclusive como assistentes, nos inquéritos e processos em que sejam indiciados, acusados ou ofendidos os inscritos na OAB", destacou.
Processo nº: 1033247-23.2019.4.01.0000
Data do julgamento: 13/05/2020
APS
Assessoria de Comunicação Social
Tribunal Regional Federal da 1ª Região

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