sexta-feira, agosto 21, 2020

Defesa de Mourão pede ao TSE que rejeite apuração do Facebook em análise de cassação de chapa


Defesa diz que solicitação da coligação petista se trata de ‘inconformismo’
Paulo Roberto Netto
Estadão
O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) apresentou pedido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para barrar o compartilhamento de dados do Facebook com a investigação que apura suposto disparo em massa de ‘fake news’ durante as eleições de 2018. A manifestação foi enviada após a coligação ‘Povo Feliz de Novo’ (PT/PCdoB/PROS) solicitar à Corte que determine o envio dos dados da rede social para turbinar o processo.
A investigação conduzida pelo Facebook derrubou 35 contas, 14 páginas e um grupo na rede social e outras 38 contas no Instagram que formavam uma rede de perfis falsos ligados a integrantes do gabinete do presidente Jair Bolsonaro, a seus filhos, ao PSL e aliados do Planalto. As informações foram reveladas pelo Facebook em julho.
GABINETE DO ÓDIO – A plataforma identificou que ao menos cinco funcionários e ex-auxiliares do governo estariam por trás de contas que disseminavam ataques a adversários políticos do presidente. A lista inclui Tercio Arnaud Thomaz, assessor de Bolsonaro e integrante do chamado ‘gabinete do ódio’.
O material publicado nas contas e perfis derrubados incluíam conteúdos relacionados às eleições, memes políticos, críticas à oposição, empresas de mídia e jornalistas. Ao TSE, Mourão diz que a investigação do Facebook não tem relação com o processo que apura disparo em massa de mensagens por WhatsApp, ‘não havendo pertinência’ no pedido de compartilhamento de provas. A defesa do vice-presidente afirmou que a solicitação da coligação petista se trata de ‘inconformismo’ com o resultado das eleições.
A remoção das páginas brasileiras ocorreu em meio à operação do Facebook contra redes de desinformação na plataforma, atingindo também contas nos Estados Unidos, Ucrânia e outros países da América Latina, como El Salvador, Argentina, Uruguai, Venezuela, Equador e Chile. No caso do Brasil, as investigações e remoções começaram a partir de notícias publicadas na imprensa brasileira e referências feitas pelo Congresso no âmbito da CPMI das fake news.
ASSOCIAÇÃO – Ao anunciar a derrubada das páginas, o diretor de cibersegurança do Facebook, Nathaniel Gleicher, afirmou que não era possível ‘afirmar a ligação direta’ de políticos nas campanhas de desinformação, ‘mas podemos afirmar que pessoas associadas a eles e a seus escritórios se envolveram em comportamento inautêntico na plataforma’.
O relatório identificou que o assessor de Bolsonaro, Tercio Arnaud, administrava páginas e contas com ataques a opositores do governo com publicações de teor ‘enganoso’ ou que misturava ‘meias-verdades para chegar a conclusões falsas’.
Em julho, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, atendeu pedido da Polícia Federal e autorizou o compartilhamento de provas do Facebook nos inquéritos sobre ‘fake news’ contra a Corte e sobre o financiamento de atos antidemocráticos em Brasília.
FINANCIAMENTO – Na primeira investigação, Moraes já apontou em maio a existência de indícios de que um grupo de empresários atuou de maneira velada financiamento a disseminação de notícias falsas e conteúdo de ódio contra integrantes do Supremo. O ministro definiu o ‘gabinete do ódio’ como ‘associação criminosa’ e autorizou a quebra de sigilo de empresários bolsonaristas até período que engloba as eleições de 2018.
No caso do inquérito de financiamento de atos antidemocráticos, Moraes quebrou o sigilo de dez deputados e um senador – todos bolsonaristas – e apontou a ‘real possibilidade’ de associação criminosa voltada para a ‘desestabilização do regime democrático’ com o objetivo de obter ganhos econômicos e políticos.

Lula se diz arrependido de ter protegido terrorista italiano Cesare Battisti no Brasil


“Muita gente achava que ele era inocente”, disse o ex-presidente
Deu na Folha
O ex-presidente Lula afirmou em um programa de debates que se arrependeu de ter defendido o ex-terrorista Cesare Battisti. No último dia de seu mandato, o petista concedeu asilo ao italiano, que foi preso na Bolívia em janeiro de 2019 e extraditado para a Itália, onde cumpre prisão perpétua.
“Hoje, acho que, assim como eu, todo mundo da esquerda brasileira que defendeu Cesare Battisti aqui ficou frustrado, ficou decepcionado. Eu não teria nenhum problema de pedir desculpas à esquerda italiana e às famílias do Battisti”, disse Lula em um programa de debates da TV Democracia divulgado na quinta-feira, dia 20, por um canal do Youtube.
INOCÊNCIA –  O ex-presidente alegou que seu então ministro da Justiça, Tarso Genro, assim como outros líderes da esquerda brasileira, estavam convencidos da inocência de Battisti, acrescentando que o italiano enganou “muita gente no Brasil”.
“Não sei se enganou muita gente na França, mas na verdade muita gente achava que ele era inocente. Nós cometemos esse erro, pediremos desculpas”, declarou Lula, que lamentou que o caso tenha “comprometido” suas boas relações com o governo italiano e “com toda a esquerda italiana e a esquerda europeia”.
AUTOCRÍTICA – Genro já havia cobrado uma autocrítica do Brasil depois que Battisti admitiu em março de 2019 a participação em quatro homicídios cometidos no final dos anos 1970, quando era expoente de um dos tantos grupos armados da esquerda (havia também os de direita) que se insurgiram contra o Estado.
Após a prisão do ex-terrorista, Lula foi alvo de críticas de um aliado histórico, o ex-presidente italiano Giorgio Napolitano, ícone da centro-esquerda e que conhece o petista desde os anos 1980. Battisti driblou a Justiça de seu país de 1981 até 14 de janeiro de 2019, quando retornou preso após viver no México, na França e no Brasil. Aos 65, ele está isolado num presídio de segurança máxima na ilha da Sardenha.
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A TRAJETÓRIA DE CESARE BATTISTI
Luta armada
Na década de 1970, envolve-se com grupos de luta armada de extrema esquerda. Entre 1977 e 1979, o grupo PAC (Proletários Armados pelo Comunismo), ao qual ele era ligado, comete os assassinatos do agente penitenciário Antonio Santoro, do joalheiro Pierluigi Torregiani, do açougueiro Lino Sabadin e do agente policial Andrea Campagna. Battisti é condenado pelos crimes.
Fuga 1
Na década de 1980, foge da Itália e passa a maior parte do tempo no México. É condenado à prisão perpétua pela Justiça italiana, acusado de quatro homicídios.
FRANÇA –  Na década de 1990, exila-se em Paris (França), protegido por legislação do governo Mitterrand.
CHEGADA AO BRASIL –  Chega ao Brasil em 2004, fugido da França, onde morava. Em 2007, é detido no Rio
REFÚGIO – Em 2009, o então ministro da Justiça, Tarso Genro, lhe concede refúgio político
ANULAÇÃO – Em novembro de 2009, STF anula o status de refugiado
LULA – Em dezembro de 2010, no último dia de mandato como presidente, Lula garante a permanência de Battisti no Brasil
FRONTEIRA –  Em 2017, o italiano é preso por evasão de divisas em Corumbá (MS), na fronteira com a Bolívia, ao transportar cerca de R$ 23 mil não declarados
TEMER – Em 2018, presidente Michel Temer revoga a condição de refugiado, mas aguarda decisão do STF sobre habeas corpus preventivo para extraditá-lo
FUGA 2 – Em dezembro do mesmo ano, STF determina a prisão. Temer autoriza a extradição para a Itália, mas Battisti não é encontrado pela PF
EXTRADIÇÃO – Italiano é preso na Bolívia, em 12 de janeiro de 2019, e extraditado para a Itália no dia seguinte
CONFISSÃO –  Em março de 2019, preso na Itália, Battisti admite pela primeira vez ter atuado como mandante de dois assassinatos e como perpetrador dos outros dois

Jeremoabo 236 Casos confirmados de COCID-19

Repórter do Programa Jeremoabo Alerta denuncia precariedade de ônibus escolar

Que essas palavras acorde o povo de Jeremoabo,e consigam clarear suas mentes.

Blog da Ma...um pouco de Tudo...: Acorda povo brasileiro...

Precisamos construir uma nova história em nossa cidade

Por: Tauir Wagner

Transformar Paulo Afonso está nas mãos de todos nós. Precisamos fazer com que a transparência pública seja garantida, que as lutas pelos ideais da nossa gente não sejam em vão. Eu sou filho de Paulo Afonso, conheço a nossa gente não é da casa dos políticos, não é de cima dos palanques, eu conheço é na casa do povo. Nós temos que oferecer a Paulo Afonso uma possibilidade, uma chance de libertar nossa gente.
Chegou a hora de não aceitar esse velho debate, é hora de cuidar do futuro das crianças, das comunidades pobres da nossa cidade, colocar na Câmara de vereadores e Prefeitura quem nos enxerga, quem sabe onde dói, que conhece o cheiro da nossa gente. Precisamos assumir um compromisso com o povo de luta da nossa cidade e nosso povo precisa viver esse tempo. Precisamos levar para a gestão, o cheiro de povo, o olhar de gente e o gosto de fazer direito.
Nós precisamos ter essa chance, e quem pode dar essa chance é você minha companheira, é você meu companheiro, abraçando essa luta, conversando na sua comunidade, acendendo essa esperança, pois juntos vamos mudar nossos bairros, povoados e centro. Juntos podemos transformar essa cidade em uma cidade mais justa com dignidade para o nosso povo. Nós temos uma tarefa que é não desanimar, que é ser exemplo, para construirmos um município melhor, entorno de um valor central que é o nosso povo. Ninguém faz nada bom na vida desanimado e nosso povo hoje, está desanimado com a forma como está sendo conduzida a política em nosso município.
Não vamos desistir da nossa cidade, é aqui que vamos criar nossos filhos, é aqui onde temos que criar uma sociedade mais justa. Nós precisamos dizer não a tudo que é imoral, não a corrupção, não as mentiras, não as injustiças que são aplicadas. Para isso precisamos ter coragem para mudar, coragem para dizer não as propostas imorais, coragem para acabarmos com a velha política. Vamos dar início a um novo ciclo, um que tenha a mudança através do conhecimento da verdade, que não está sendo transparente para com a nossa gente. “Precisamos construir uma nova história em nossa cidade”.
Tauir Wagner
Bob Charles
Vamos acordar o pessoal com essas imagens engraçadas e com frases ...

Dossiê sobre ‘antifascistas’ foi encomendado no dia em que Sergio Moro entregou sua carta de demissão


Monitoramento de servidores começou antes de Mendonça
Breno Pires e Rafael Moraes Moura
Estadão
A Secretaria de Operações Integradas (Seopi), do Ministério da Justiça, começou a levantar informações sobre policiais antifascistas no mesmo dia em que Sérgio Moro pediu demissão do cargo de ministro, 24 de abril.
A informação foi revelada pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), em julgamento nesta quinta-feira, dia 20, que analisa a produção de um dossiê contra 579 servidores ligados a grupos de oposição ao governo de Jair Bolsonaro. A maioria da Corte votou por considerar a prática ilegal.
INTERFERÊNCIA – Um pedido de informações foi enviado pela Diretoria de Inteligência da Seopi à Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro no dia 24 de abril. Naquele mesmo dia, Moro convocou a imprensa pela manhã para comunicar que estava deixando a pasta. Na ocasião, acusou Bolsonaro de tentar interferir na Polícia Federal e de cobrar acesso a relatórios de inteligência da corporação.
No pedido enviado ao governo fluminense, a Seopi requisitava informações sobre os movimentos policiais antifascistas naquele Estado. Segundo o Estadão apurou, a busca de informações pedia detalhes como o nível de adesão por categoria, as pauta reivindicatórias e as vinculações políticas dos policiais associados ao movimento.
Procurado, Moro disse, por meio de sua assessoria de imprensa, desconhecer o pedido feito pela Seopi no dia 24 de abril e que ‘causa estranheza’ a requisição de relatório justo no dia da saída. “O trabalho do ex-ministro sempre foi pautado pela legalidade, ética e respeito à Constituição Federal”, disse a assessoria.
INFORMAÇÕES – No dia 27 de abril, houve mais um documento da Diretoria de Inteligência, solicitando informações sobre grupos de agentes de segurança do Rio Grande do Norte. Até aquele momento, portanto, eram pedidos de informação, não relatórios concluídos. Em 28 de abril, houve uma resposta do Rio de Janeiro à demanda.
O ministro Gilmar Mendes, em seu voto no STF, citou esse pedido de detalhamento solicitado pelo governo em 24 de abril. Mendes frisou que o pedido incluía também vinculações políticas de policiais e outros dados considerados úteis.
O atual ministro da Justiça, André Mendonça, foi indicado ao cargo no dia 27 de abril. Já com André no cargo, a Seopi elaborou em junho um dossiê sobre policiais antifascistas, revelado pelo UOL no fim de julho e confirmado pelo Estadão. Além de policiais, o relatório também incluiu professores e defensores de causas relacionadas aos direitos humanos. A maior parte deles havia assinado manifestos públicos antifascistas.
ANTIFASCISTAS – Segundo o Estadão apurou com fontes que tiveram acesso aos documentos da Seopi, foram produzidos dois relatórios de inteligência sobre antifascistas. Um deles foi dirigido ao Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), composto por 42 órgãos. Outro relatório foi enviado às secretarias estaduais de segurança pública dos 26 Estados e do Distrito Federal.
No curto período entre a saída de Moro e a chegada de Mendonça, o responsável pelo Ministério da Justiça foi o delegado da Polícia Federal Luiz Pontel, que era o número 2 da pasta até então.
A Seopi era comandada pelo delegado da PF aposentado Rosalvo Franco, ex-superintendente da corporação no Paraná durante boa parte da Operação Lava Jato. O diretor de Inteligência, na gestão Moro, era Fábio Galvão da Silva Rêgo, delegado da PF. Abaixo dele, o coordenador-geral de Inteligência era Daniel Sá Fortes Régis, delegado de Polícia Civil.
REFORMULAÇÃO – Após Mendonça assumir, como o Estadão mostrou, ele reformulou a secretaria e trocou 9 dos 14 nomes em cargos de chefia. O coronel reformado do Exército Gilson Libório de Oliveira Mendes assumiu a Diretoria de Inteligência, e o delegado aposentado da PF Carlos Roberto Mariath assumiu a Coordenação-Geral de Inteligência. Libório foi demitido após a repercussão sobre monitoramento de antifascistas.
Segundo fontes da gestão atual e da anterior disseram à reportagem, a atividade de inteligência não requer autorização de ministros para pedido de busca de informações. A reportagem pediu informações oficialmente ao Ministério da Justiça, mas não teve resposta até a publicação.
Procurado, o ex-coordenador-geral de Inteligência Daniel Sá Fortes Régis disse que não iria se manifestar. O ex-diretor de Inteligência Fábio Galvão da Silva Rêgo não atendeu chamadas telefônicas da reportagem.

PTB recorre à OEA para tentar barrar inquéritos no STF que investigam fake news e atos antidemocráticos


Charge do Duke (otempo.com.br)
Jéssica Moura e Paulo Cappelli
O Globo
O PTB ingressou com uma ação na Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) em que pede a suspensão dos inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) e investigam a disseminação de fake news e a realização de atos antidemocráticos. Ambos são estão sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes.
No pedido, o partido, comandado pelo ex-deputado Roberto Jefferson, argumenta que o STF violaria “direitos fundamentais e humanos”, já que não seria possível um controle externo do andamento das investigações e despachos, uma vez que os processos tramitam em sigilo. O PTB afirmou que os investigados não conseguem acesso aos documentos atrelados aos inquéritos de que são alvo. “O ministro relator disponibiliza as peças que quer”, diz o PTB.
TOTAL ACESSO – Por isso, além da suspensão dos inquéritos, a legenda ainda quer acesso total aos autos, sem que haja triagem dos documentos. Outra solicitação é a suspensão das decisões nesses processos sejam também percam a validade. O ministro Alexandre de Moraes já havia liberado que os advogados de investigados tivessem acesso ao caso.
Em julho, Alexandre de Moraes determinou ao Facebook e ao Twitter o bloqueio de contas de aliados do presidente Jair Bolsonaro que são investigados no âmbito dos inquéritos, entre eles, o próprio Roberto Jefferson, que criticava os ministros do STF em seus perfis e chegou a pedir o fechamento da Corte. O inquérito das fake news foi aberto no ano passado pelo presidente do STF, Dias Toffoli,  para investigar a publicação de notícias falsas, ofensas e ameaças à corte propagadas pelas redes sociais.
“O Supremo Tribunal Federal instaura um inquérito para investigar crimes contra os membros do próprio Tribunal, sendo ao mesmo tempo vítima, investigador e autoridade judiciária que determina e autoriza diligências para, posteriormente, ser responsável por julgar os possíveis denunciados”, criticou o partido. O PTB alega que as manifestações do Procurador-Geral da República, Augusto Aras, sobre o caso, “são ignoradas”.
FECHAMENTO DO CONGRESSO – Já o inquérito que investiga os atos antidemocráticos foi instaurado em abril a pedido de Aras e apura a ação de organizações e esquemas de financiamento das manifestações que ocorreram naquele mês em apoio ao presidente Jair Bolsonaro e que pediam o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo, o que é inconstitucional. Para o PTB, “Mais uma vez se trata de uma investigação sem objeto claramente delimitado e sem uma indicação de quem são os sujeitos investigados”.
Desde então, blogueiros, ativistas, empresários e parlamentares já foram alvo de busca e apreensão e quebra de sigilo bancário. A extremista Sara Giromini foi uma das pessoas presas temporariamente por ordem de Moraes pela suspeita de captar recursos para atos antidemocráticos.  

Conheça alguns trechos marcantes do livro “It: a Coisa”, de Stephen King


Júlia de AquinoInstagram literário @juentreestantes
“It: a Coisa” é uma obra-prima, que merece destaque em vários sentidos. Por isso, no post da semana passada expliquei que faria uma “Parte 2” sobre o livro, com trechos marcantes que selecionei da obra.
Num mar de mais de 1.100 páginas, selecionei ao menos 25 trechos e torço para que inspirem os que ainda têm dúvidas sobre se devem ou não ler o título.
Vale muito a pena, e algumas passagens mostram a força da narrativa de King:
  • “Em Derry, esquecer tragédias e desastres era quase uma arte, como Bill Denbrough descobriria ao longo do tempo”.
  • “Havia um palhaço no bueiro. A luz ali não era nada boa, mas era boa o bastante para George Denbrough ter certeza do que estava vendo”.
  • “Quando Ben observou que os balões do palhaço estavam voando em sua direção, sentiu a irrealidade tomar conta dele com mais força”.
  • “Ele não sabia, mas acreditava que Derry havia mudado e que a morte de seu irmão sinalizara o começo dessa mudança. Qualquer coisa poderia acontecer em Derry agora. Qualquer coisa”.
  • “Por um momento, ele sentiu uma esperança louca: talvez fosse realmente um pesadelo. Talvez ele fosse acordar na própria cama, banhado de suor, tremendo… mas vivo”.
  • Às vezes, acontecimentos são como dominós. O primeiro derruba o segundo, o segundo derruba o terceiro, e não tem mais volta”.
  • “Ele teve um vislumbre intuitivo: estamos sendo levados para alguma coisa. Sendo escolhidos. Nada disso é acidental”.
  • “Ninguém deve se meter com o infinito” (citação de “Caminhos perigosos”, no início do segundo interlúdio).
  • “Se as rodas do universo forem verdade, então o bem sempre compensa o mal, mas o bem também pode ser terrível”.
  • “Mas eu tinha mais medo de que, independente da forma que a Coisa assumisse, ela aparecesse com o rosto destruído pelo câncer do meu pai”.
  • “E então, vi que tive companhia durante a noite. Fosse o que fosse, foi até mim à noite, deixou seu talismã… e simplesmente desapareceu”.
  • “Preso à minha lâmpada de leitura havia um balcão. Nele havia uma imagem do meu rosto, sem os olhos, com sangue escorrendo das órbitas”.
  • ”O povo de Derry vivia com Pennywise em todos os seus disfarces havia anos… e talvez, de alguma forma louca, tivesse até passado a compreendê-lo. A gostar dele, precisar dele”.
  • “Usar a intuição é uma coisa difícil para adultos, e é o motivo principal de eu achar que pode ser a coisa certa. Afinal, crianças funcionam baseadas nela 80% do tempo”.
  • “De alguma forma, uma parte de nós ainda se lembra… de tudo”.
  • “Ele ergueu o olhar e viu Pennywise, o Palhaço, de pé no alto da escada, olhando para ele. Seu rosto estava pintado de branco. Havia buracos vazios onde os olhos deviam estar”.
  • “Voltar para a cidade onde você cresceu é como fazer uma postura louca de ioga, colocar o pé na própria boca e de alguma forma engolir a si próprio para que não sobre nada”.
  • “É como se um sacrifício monstruoso fosse necessário no final de cada ciclo para acalmar a força terrível que trabalha aqui… para fazer com que a Coisa adormeça por mais um quarto de século”.
  • “Estamos todos juntos agora. Ah, Deus, nos ajude. Agora vai começar de verdade. Por favor, Deus, nos ajude”.
  • “Pensar nisso era coisa de criança, mas parecia que era disso que essa coisa se alimentava: de coisas de criança”.
  • “Algumas coisas precisam ser feitas mesmo quando existe risco”.
  • “Talvez valha a pena morrer por eles, se chegar a isso. Não amigos bons nem ruins. Só pessoas com quem você quer e precisa estar. Pessoas que constroem casas no seu coração”.
  • “PAREM AGORA ANTES QUE EU MATE VOCÊS TODOS. É UM CONSELHO DO SEU AMIGO, PENNYWISE”.
  • “E quando a coisa acorda, ela é a mesma. Mas um terço de nossas vidas se passou”.
  • “A Coisa odiava o medo, e a Coisa só podia matar o medo matando-os”.
  • “A Coisa sempre se alimentou bem de crianças. Adultos poderiam ser usados sem saber que o foram, e a Coisa já se alimentara de alguns. Mas os medos das crianças eram mais simples e normalmente mais poderosos”.
  • “Meu coração está com todos eles, e acho que, mesmo se nos esquecermos uns dos outros, vamos nos lembrar nos sonhos”.
Livro: It a Coisa
Autor: Stephen King
Editora: Suma
Páginas: 1.103

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