terça-feira, maio 19, 2020

Distribuição dos casos confirmados de COVID-19 por local de residência.



LOCAL DE RESIDÊNCIACONFIRMADOÓBITOLETALIDADE
Aracaju2473271,1%
Amparo de São Francisco20
Aquidabã90
Arauá10
Areia Branca210
Barra dos Coqueiros1040
Boquim120
Brejo Grande10
Campo do Brito50
Canhoba
Canindé8112,5%
Capela150
Carira20
Carmópolis6116,7%
Cedro de São João140
Cristinápolis60
Cumbe
Divina Pastora20
Estância9011,1%
Feira Nova20
Frei Paulo10110%
Gararu2150%
General Maynard10
Graccho Cardoso80
Ilha das Flores
Indiaroba50
Itabaiana17910,6%
Itabaianinha10011%
Itabi10
Itaporanga D’Ajuda1616,3%
Japaratuba5120%
Japoatã10
Lagarto3425,9%
Laranjeiras1417,1%
Macambira30
Malhada dos Bois30
Malhador100
Maruim120
Moita Bonita20
Monte Alegre10
Muribeca20
Neopolis
N. Sª Aparecida10
N. Sª da Glória9011,1%
N. Sª das Dores80
N. Sª de Lourdes5120%
N.Sª do Socorro25962,3%
Pacatuba40
Pedra Mole
Pedrinhas10
Pinhão10
Pirambu10
Poço Redondo8112,5%
Poço Verde40
Porto da Folha1715,9%
Propriá16212,5%
Riachão do Dantas2150%
Riachuelo40
Ribeirópolis5120%
Rosário do Catete6116,7%
Salgado70
Santa Luzia do Itanhi20
Santa Rosa de Lima
Santana do São Francisco10
Santo Amaro das Brotas70
São Cristóvão19321%
São Domingos4125%
São Francisco20
São Miguel do Aleixo10
Simão Dias8322,4%
Siriri50
Telha
Tobias Barreto8112,5%
Tomar do Geru20
Umbaúba3837,9%
TOTAL3.967631,6%
Fonte: GAL/SES/DIVEP
Os números de casos confirmados podem sofrer alteração em virtude de constatação de mudança de endereço.

Delegado federal muda depoimento e não lembra mais o que conversou com Bolsonaro



Número 2 da PF, Carlos Henrique Oliveira pede para depor outra vez ...
O delegado Oliveira,  de repente, esqueceu o que tinha lembrado…
Fausto Macedo e Paulo Roberto NettoEstadão
O delegado Carlos Henrique Oliveira, diretor-executivo da Polícia Federal, prestou novo depoimento nesta terça, 19, e afirmou que, diferentemente do que havia informado em sua primeira oitiva, ele foi convidado por Alexandre Ramagem para assumir a cadeira número dois da corporação quando ele foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para diretor-geral.
Oliveira também narra um encontro que teria ocorrido no segundo semestre do ano passado entre ele, Ramagem e Bolsonaro no Palácio do Planalto. Ele, contudo, não soube informar ‘objetivo específico para sua audiência’ com o presidente.
DESMEMORIADO – No último dia 13 de maio, Oliveira informou à Polícia Federal que nenhuma pessoa cogitada pela imprensa para ser o novo diretor-geral o procurou para deixar a superintendência do Rio para assumir a direção-executiva em Brasília.
Em novo depoimento, ele muda a versão e afirma que, ‘na realidade, gostaria de esclarecer que foi procurado no dia 27 de abril do corrente ano pelo delegado de Polícia Alexandre Ramagem, que perguntou para ele, depoente, se aceitaria ser diretor executivo da Polícia Federal durante a sua gestão’.
Oliveira confirma que aceitou o convite no dia seguinte, 28 de abril. A nomeação de Ramagem seria suspensa um dia depois, no dia 29 de abril, pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
LIGAÇÃO PROFISSIONAL – Em depoimento, Oliveira narra que conheceu Ramagem em 2016 quando o delegado coordenou a equipe de segurança de atletas da Olimpíada de 2016 e que seu relacionamento com o delegado é ‘estritamente profissional’.
Em outro trecho, Oliveira relata que no segundo semestre de 2019, a convite de Ramagem, participou de reunião no Palácio do Planalto com o delegado e o presidente Bolsonaro. Segundo ele, o então diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, e o ministro da Justiça, Sérgio Moro, tinham ciência do encontro.
O segundo semestre de 2019 marcou a primeira vez que Bolsonaro tentou emplacar um nome de sua confiança na chefia da Polícia Federal do Rio, após a exoneração do então superintendente Ricardo Saadi. O presidente queria Alexandre Saraiva, do Amazonas, mas o nome indicado pela cúpula da PF era Carlos Henrique Oliveira.
NO PLANALTO – “Nessa reunião o presidente Jair Bolsonaro fez uma explanação geral da trajetória que havia percorrido até a sua eleição e dos desafios que enfrentou; Que perguntado se o presidente Jair Bolsonaro sabia que o depoente havia sido indicado para a Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro, o depoente respondeu que o presidente não disse isso diretamente, mas que isso já era um dado público à época”, afirmou Oliveira.
Oliveira disse que não foi perguntado sobre investigações da Polícia Federal do Rio, mas que esclarece ‘que não foi declarado nenhum objetivo específico para sua audiência com o presidente Jair Bolsonaro’. O encontro teria durado entre 20 a 30 minutos.
Na esteira das revelações do empresário Paulo Marinho sobre suposto vazamento de informações da Operação Furna da Onça, que levou à produção de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que atingiu o ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz, o delegado foi questionado se tinha conhecimento se algum agente próximo da família Bolsonaro.
FILHOS DE BOLSONARO – O número dois da PF disse que se recordava apenas do delegado Márcio Derenne, que hoje se encontra em missão no exterior, na representação da Interpol na ONU. Oliveira, no entanto, disse que ‘segundo tem conhecimento’, Derenne não participou da operação.
“A proximidade conhecida pelo depoente seria entre o DPF Marcio Derenne e os filhos do presidente, não sabendo precisar exatamente qual dos filhos”, afirmou. O diretor-executivo se recorda apenas de Flávio Bolsonaro participar de eventos públicos e sociais promovidos pela Associação de Delegados Federais.
DELEGADO CEDIDO – Segundo Oliveira, Derenne foi cedido ‘em várias oportunidades’ para atuar em outros órgãos, ‘como a Secretaria de Segurança Pública do Rio, o gabinete do senador Lindbergh Farias e para atuar junto ao ministro Picciani Filho’.
Derenne assumiu a posição no exterior, segundo Oliveira, ‘possivelmente’ em 2019. Ele negou que sua indicação ao cargo possa ter ocorrido por interferência política, explicando que se tratou de ‘rigoroso processo seletivo’. “O depoente desconhece qualquer influência política na indicação do PDF para essa função”, afirmou.
Oliveira também confirmou que Ramagem participou da Operação Cadeia Velha, que antecedeu a Furna da Onça, e não soube precisar em qual momento o relatório do Coaf foi produzido.
TRÂMITE DIFERENTE – Questionado sobre a operação Furna da Onça, Oliveira relatou que a expedição dos mandados ‘teve um tramite diferente do habitual’. Segundo ele, o relator da operação, desembargador Abel Gomes, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), levou a decisão para apreciação da Turma Criminal.
O número dois da PF também relatou que, à época da deflagração da Furna da Onça, também havia operações contra Pezão ‘que trouxe consequências na logística e planejamento operacional de tais operações’.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Além da súbita perda de memória no primeiro encontro que até agora teve com um presidente da República, que geralmente é coisa que ninguém esquece, também chama atenção o fato de Oliveira ter confirmado que o delegado Ramagem, o preferido da família Bolsonaro, liderou da Operação Cadeia Velha, que prendeu quatro deputados estaduais e antecedeu a Furna da Onça, que pegou Queiroz e Flávio Bolsonaro. Mas deve ser apenas coincidência, embora haja quem diga que após os 40 anos só otário acredita em coincidências. (C.N.)

Pazuello nomeia nove militares para assessorarem ministro da Saúde que ainda nem foi escolhido

Posted on 


Charge do Adnael (humorpolitico.com.br)
Paula Ferreira e Leandro Prazeres
O Globo
O ministro interino da Saúde, o general Eduardo Pazuello, nomeou nesta terça-feira, dia 19, nove militares para postos do Ministério da Saúde. Além de nomeações para assessoramento do ministro, os militares ocuparam cargos na área de finanças do Fundo Nacional de Saúde, e na área de avaliação do Sistema Único de Saúde (SUS).
Pazuello, que era secretário executivo do ministério antes da saída de Nelson Teich, ocupa o cargo de chefia da pasta enquanto o presidente Jair Bolsonaro não define novo gestor para o órgão. As nomeações feitas por Pazuello foram publicadas na edição desta terça-feira no Diário Oficial da União.
ISOLAMENTO – Uma consulta ao Portal da Transparência indica que os escolhidos por Pazuello são militares ou estão lotados em cargos subordinados ao Comando do Exército. A chegada de militares ao Ministério da Saúde ainda durante a gestão de Nelson Teich foi um dos elementos que causou o isolamento do ex-ministro dentro da pasta.
A nomeação desses quadros para postos de chefia gerou desconfiança no corpo técnico do Ministério da Saúde. Segundo relatos, servidores temiam um ministério “tutelado” por pessoas sem conhecimento amplo sobre o SUS.
NOMEAÇÕES – Para cargos de assessoria,  Pazuello nomeou Alexandre Magno Asteggiano e Luiz Otávio Franco Duarte, sendo o último como assessor especial do ministro. Já para a o Fundo Nacional de Saúde, foram nomeados Giovani Cruz Camarão como coordenador de finanças da coordenação- geral de execução Orçamentária, Financeira e Contábil da Diretoria Executiva do Fundo; André Cabral Botelho como coordenador contábil da mesma área; e Vagner Luiz da Silva Rangel como coordenador geral.
Já Marcelo Sampaio Pereira foi nomeado para exercer a função de diretor de programa da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde; e Angelo Martins Denicoli foi o nome escolhido como diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS. Mario Luiz Ricette Costa foi nomeado como assessor técnico da Subsecretaria de Planejamento e Orçamento.
E Ramon da Silva Oliveira ocupará o cargo de coordenador Geral de Inovação de Processos e de Estruturas Organizacionais. O ministro interino também designou o atual secretário-executivo da pasta, Élcio Franco, como seu substituto eventual.

Câmara Municipal de Jeremoabo em 19.05.2020

Câmaar de Jeremoab em 19.05.20

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