quinta-feira, dezembro 06, 2018

PGR inclui e-mails de Marcelo Odebrecht em inquérito que investiga Renan por corrupção


G1.GLOBO.COM
Para Procuradoria, informações mostram 'atuação concertada' do senador de Alagoas e de Jucá para beneficiar empreiteira. Senadores negam ter atuado para beneficiar Odebrecht.




ABCPOLITICO.ORG
O Ministro Luís Roberto Barroso diz que há uma crença que considera equivocada sobre a corrupção. "A corrupção é um crime violento praticado por gente perigosa". Ele defende que é um equívoco supor que não seja




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Toffoli pede a PF e PGR apuração do caso de advogado que abordou Lewandowski em voo


G1.GLOBO.COM
Advogado foi detido após dizer a ministro num voo para Brasília que STF é uma 'vergonha'. Para Toffoli, Lewandowski foi ofendido; Cristiano Acioli diz que usou 'toda a etiqueta necessária'.

Cúpula da Sefaz decide entregar cargos em rebelião contra PEC de Rui


CORREIO24HORAS.COM.BR

STJ recebe denúncia contra desembargadores acusados de venda de sentenças no Ceará


 
OPOVO.COM.BR
O esquema teria acontecido entre os anos de 2012 e 2013

Até para cometer improbidades precisa de sorte

PF investiga empreiteiras na BA

(Com informações do Correio da Bahia)
Foto: Reprodução

A Polícia Federal investiga a prática de crimes por um grupo criminoso em municípios de Alagoas e da Bahia. A Operação Playground Nordestino, deflagrada na manhã de quarta (5), investiga os crimes licitatórios, peculato, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, de responsabilidade e de associação criminosa.
Somada, as penas por esses crimes ultrapassam 40 anos de prisão. De acordo com a PF, durante as investigações foram identificadas duas construtoras que deixaram obras inacabadas em algumas cidades alagoanas e baianas. O prejuízo aos cofres públicos foi estimado em R$ 1,6 milhão.
No entanto, os investigadores apontam que a cifra pode aumentar, já que os contratos fechados entre as empresas e as prefeituras chegam a mais de R$ 13 milhões. Segundo a Polícia Federal, os municípios afetados são São Miguel, Pariconha e Dois Riachos, em Alagoas; Paulo Afonso, Glória, Chorrochó e Brejo do Cruz na Bahia.



Nota da redação deste Blog - Conforme consta acima, um dos motivos dessa Ação da Polícia Federal foi obras inacabadas em cidades de Alagoas e Bahia principalmente em P.Afonso, Glória, Chorrochó e Brejo da Cruz, já em Jeremoabo, existem inúmeras obras inacabadas e a Federal não passa em Jeremoabo nem de longe.
Aí é onde  digo, até para ser corrupto tem que ser apadrinhado pela sorte.



Irresponsabilidade fiscal domina 85% da Câmara
Num instante em que a conjuntura pede austeridade, a Câmara revelou que o maior déficit do Estado localiza-se mesmo entre as orelhas dos agentes políticos. Na sessão desta quarta-feira, havia em plenário 352 deputados. Foi a voto um projeto que rasga a Lei de Responsabilidade Fiscal nos trechos que impõem sanções aos prefeitos que gastarem mais de 60% da receita com salários. A coisa foi aprovada por um placar avassalador: 300 votos a 46, com cinco abstenções. Repetindo: 85,5% dos presentes autorizaram uma megapedalada fiscal. Apenas 13,1% dos votantes disseram “não” ao despautério. Rodrigo Maia, presidente da sessão, não votou.





Mesmo se tiver maioria no Supremo, Lula não vai conseguir escapar da cadeia


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Charge do Kleber Sales (Estadão)
Carlos Newton
Como todos sabem, sonhar ainda não é proibido nem paga impostos. Os petistas continuam delirando, na expectativa de conseguir libertar Lula da Silva mediante um daqueles repetitivos habeas corpus que a todo momento são apresentados ao Supremo e à Segunda Turma. No momento, há um habeas em aberto, com dois votos contra (Edson Fachin e Cármen Lúcia) e dois possíveis a favor (Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski). Mendes pediu vista para estudar o caso e encontrar algum argumento que convença Celso de Mello a votar a favor da libertação de Lula.
Aliás, convencer Celso de Mello não será nem difícil, pois ele é da turma dos “garantistas” e já libertou um homicida, réu confesso, que matou o sócio e escondeu o corpo, num dos crimes mais conhecidos de Minas Gerais, enquanto Lula está condenado apenas por corrupção e lavagem de dinheiro, não dá nem para comparar.
ATÉ SEM HABEAS – No caso de José Dirceu, foi até fácil, porque Dias Toffoli ainda estava na Segunda Turma, era relator e inventou um argumento maluco de que o ex-ministro não devia continuar ser preso, porque a terceira instância (Superior Tribunal de Justiça) poderia reduzir a pena ou até inocentá-lo… A curiosa e inventiva tese, que não se baseava em nenhum fato concreto ou doutrina jurídica, ganhou entusiástico apoio de Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes, que então deram a Dirceu liberdade total, sem prisão domiciliar e tornozeleira, numa votação de 3 a 2.
O mais interessante e surpreendente é que os advogados de Dirceu nem haviam apresentado habeas corpus. O relator Tofooli é que resolveu criar o habeas “de ofício”, ou seja, por vontade própria. E ainda chamam isso de Justiça…
LULA LIBERTADO? – É claro que agora Celso de Mello pode atender a Gilmar e Lewandowski e mandar soltar Lula. A possibilidade existe, mesmo. Porém, de nada vai adiantar, porque o ex-presidente passaria apenas alguns dias em liberdade e logo estaria de volta à prisão.
O Superior Tribuna de Justiça (STJ) está prestes a julgar o recurso especial de Lula contra a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. O ministro-relator Félix Fischer negou a liminar e os demais integrantes da Quinta Turma agora darão a palavra final. A chance de Lula ser solta é mínima, todas as decisões anteriores da Quinta Turma sobre ele foram por unanimidade: 5 a 0.
Depois disso, o assunto estará encerrado no STJ. Se Lula ainda estiver preso, continuará na cadeia. Se tiver sido solto pela Segunda Turma do Supremo, voltará para a prisão.
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P.S.
 1 – Depois de julgado no STJ, o Supremo não poderá mais libertar Lula, a não ser que haja inconstitucionalidade na decisão, o que “non ecziste”, na visão do famoso Padre Óscar Quevedo.
P.S. 2 – Este é o quadro atual da situação de Lula, sem choro nem vela, como dizia Noel Rosa. A única variável é ele ser solto pela Segunda Turma do Supremo, antes da condenação no STJ, e fugir para algum país amigo, como Cuba, Venezuela, México ou Bolívia, alegando ser preso político. Talvez eles até acreditem nesse papo furado, porque tudo é possível(C.N.)

Só a recuperação da economia pode resolver o problema da Previdência Social


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Charge do Ivan Cabral (ivancabral.com)
Pedro do Coutto         
Um estudo feito por três autores, C. Luque, S. Silber e R. Zagha, edição de ontem do Valor, coloca uma luz forte e lógica a respeito do problema da Previdência Social no Brasil. Ontem focalizamos o fato de a dívida interna brasileira ser 13 vezes maior do que o déficit das contas do INSS. Hoje volto ao tema, de extraordinária importância tanto econômica quanto social, partindo do princípio de que a recuperação da Previdência Social depende da recuperação da economia, e não ao contrário, como acreditam economistas da equipe de Paulo Guedes.
Na minha opinião, o maior adversário das contas previdenciárias é o desemprego, porque a receita do INSS depende da folha de salários. Isso de um lado. De outro, surgiram propostas que repousam num sistema da capitalização custeado pelas contribuições, tanto as compulsórias quanto as facultativas. 
EMPREGADORES – Entretanto, não se pode ver o problema somente da parte dos empregados, pois, no Brasil, a contribuição compulsória das empresas empregadoras é, como recentemente publicou O Estado de São Paulo, quase 9 vezes maior que a dos empregados. O orçamento previdenciário deste ano, por exemplo, na escala de 860 bilhões de reais, é custeado pelas empresas em torno de 500 bilhões, enquanto a parte dos empregados complementa mais uma parcela, em número redondos, de 100 bilhões de reais. O déficit na conclusão da equipe econômica é da ordem de 260 bilhões de reais. 
Os professores Luque, Silber e Zagha, citam inclusive um filme japonês de sucesso, a “Tragédia de Narayama”, o qual coloca o problema do envelhecimento da população e seu reflexo na sociedade japonesa. A questão, com certeza, serve de exemplo para o Brasil. O regime de capitalização individual, seja ele descontado em folha, seja ele depositado num fundo bancário, não se aproxima do volume do desembolso atribuído aos empregadores. É verdade que as empresas deduzem o encargo do Imposto de Renda. Mas esta é outra questão.
OUTROS FATORES – Temos que levar em consideração que, no Brasil, a contribuição máxima dos empregados é de 11% sobre o teto de 5,6 mil reais. Enquanto isso os empregadores recolhem 20% sobre a folha salarial sem limite. Comparando-se os dois fatores verifica-se a dimensão verdadeira que separa as duas contribuições.
Outro fator mais ou menos oculto encontra-se na sonegação existente da parte das empresas, pois são elas as responsáveis pelo recolhimento mensal. Esse é o quadro da realidade. Luque, Silber e Zagha iluminaram uma realidade não muito aparente nas pesquisas econômicas que focalizam a questão previdenciária no país.

Juíza que substituiu Sérgio Moro dá show de competência e de tranquilidade


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Sentenças de Gabriela Hardt são precisas e inquestionáveis
Deu no Estadão
A juíza federal Gabriela Hardt condenou ex-dirigentes da Petroquisa, braço petroquímico da Petrobras, e delatores da Odebrecht, por corrupção e lavagem de dinheiro. A Petroquisa foi alvo de investigação da 46ª fase da Lava Jato deflagrada em outubro de 2017. A sentença foi dada por Gabriela na última sexta-feira, 30. Ela condenou o ex-diretor da Petroquisa Djalma Rodrigues dos Santos a 12 anos, dois meses e vinte dias de reclusão. O ex-presidente da subsidiária Paulo Cézar Amaro Aquino pegou dez anos, oito meses e dez dias de reclusão.
Gabriela Hardt impôs ao executivo Mauricio de Oliveira Guedes nove anos e oito meses de prisão. Glauco Legatti foi condenado a sete anos e seis meses de reclusão.
CORRUPÇÃO – “As propinas foram pagas a Glauco Colepicolo Legatti, Maurício Guedes de Oliveira, Paulo Cezar Amaro Aquino e Djalma Rodrigues de Souza, em decorrência dos cargos diretivos que ocupavam na Petrobras e na Petroquisa, o que basta para a configuração dos crimes de corrupção”, afirmou a juíza.
“Quando a corrupção é sistêmica, as propinas passam a ser pagas como rotina e encaradas pelos participantes como a regra do jogo, algo natural e não anormal, o que reduz igualmente os custos morais do crime.”
A juíza anotou que “a constatação de que a corrupção era rotineira, evidentemente, não elimina a responsabilidade dos envolvidos, servindo apenas para explicar os fatos”.
SEVERIDADE – “Em realidade, serve, de certa forma, para justificar o tratamento judicial mais severo dos envolvidos, inclusive mais ainda justificando as medidas cautelares tomadas para interromper o ciclo delitivo”, registrou.
Quatro executivos da Odebrecht – Rogério Araújo e Márcio Faria, por corrupção e lavagem, e Olívio Rodrigues Junior e César Ramos Rocha por lavagem – foram condenados e vão cumprir penas acordadas em suas delações. Um representante do Banco Société Générale, da Suíça, pegou três anos e oito meses de reclusão por lavagem. A pena foi convertida em prestação de serviço.
A denúncia da força-tarefa da Lava Jato foi apresentada em 27 de abril. A acusação apontou pagamentos de propina que se estenderam até o ano de 2014 e superaram o montante de R$ 32 milhões.
PETROQUÍMICA – Essas vantagens indevidas pagas relacionam-se com contratos firmados pela empreiteira, ainda em 2010, para realização de obras do Complexo Petroquímico Suape, em Pernambuco.
Os pagamentos da soma de R$ 32,5 milhões, segundo a Lava Jato, aconteceram mediante a utilização de diversas contas mantidas no exterior, inclusive no Banco Société Générale, e que estavam em nome de empresas offshores com sede em paraísos fiscais. Um dos denunciados recebeu sozinho R$ 17,7 milhões do Grupo Odebrecht.
Segundo a acusação, os subornos foram repassados a agentes que ocupavam, à época dos fatos, dentre outros, os cargos de presidente do Conselho de Administração da Petroquímica Suape, de Gerente Executivo do Abastecimento, Petroquímica e Fertilizantes, de Diretor de Novos Negócios da Petroquisa e de Gerente Geral e/ou Gerente Executivo ligados à Área de Engenharia da Petrobrás.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – É constrangedor constatar que a geração que está hoje no poder fracassou inteiramente. Mas é animador comprovar que a nova geração de juízes, procuradores, auditores e delegados está passando este país a limpo e dando um raro exemplo de seriedade, competência e dedicação ao interesse público. E a juíza Gabriela Hardt desponta como um dos destaques desta geração, substituindo Sérgio Moro com espantosa eficiência e absoluta tranquilidade. Suas sentenças são claras, precisas e inquestionáveis, parece que ela nasceu para ser juíza. (C.N.)

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