quarta-feira, dezembro 05, 2018

Esse é o Maurício Sá, um sonhador de ver Jeremoabo libertada da incompetência, e não entende porque as massas votam em políticos corruptos.


Mauricio de Sá está em Sergipe.

E lá se vão longos 13 anos,servindo e protegendo a População Sergipana. 
Durante esse largo espaço de tempo,que para mim passou "voando", não vi cores, raças,credos,classes ou origens. Servi e protegi,as pessoas e as leis.
Sorri,chorei,me realizei e também me frustrei em alguns momentos,são os altos e baixos de qualquer profissão. Mas no momento,me encontro bem e disposto, para encarar o restante dessa valorosa e importante jornada profissional!
"Quem não vive para servir, não serve para viver"!
Aos meus valorosos e valorosas colegas que até aqui resistiram,e aos que só em memória estão a nos aguardar,o meus Parabéns pelo nosso importante dia!

Se o gato comeu deixo de informar, apenas falei com o prefeito Deri a respeito desse assunto

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Nota da redação desse Blog - Há um mês atrás recebi um pedido de um leitor desse Blog, implorando que interferisse junto ao prefeito de Jeremoabo em busca de solução, já que tinha servidores passando necessidades e descumprindo com seus compromissos. 
Entrei em contato com o prefeito que gentilmente prometeu sanar esse problema, só não informou com precisão quando.
DEDEMONTALVAO.BLOGSPOT.COM
Respondendo aos professores Author : José Dantas Martins Montalvão Montalvão Published: sexta-feira, novembro 02, 2018 Agora a noite vários professores me procuraram pedindo a minha interferência a respeito do pagamento cujas horas estão vindo a menor, isso a partir de outubro, porque antes j....




Que sirva de alerta aos vereadores de Jeremoabo, principalmente quem aluga veículos para a prefeitura

Gaeco afasta quatro dos 11 vereadores de Mata Grande e cumpre mandados de prisão na cidade

Ex-vereadores e vereadores que já estavam afastados dos cargos e empresários também foram alvo da operação


Ascom - MPE/AL

 Numa operação deflagrada nas primeiras horas desta quarta-feira (5), o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual de Alagoas (MPE/AL) afastou seis dos 11 vereadores da Câmara Municipal de Mata Grande. A ação também fará o cumprimento de dois mandados de prisão, um deles contra o ex-presidente daquele Poder Legislativo, José Júlio Gomes Brandão, que está detido desde setembro último por envolvimento em desvio de recursos públicos.

A operação foi desencadeada depois do Gaeco ter oferecido denúncia contra 20 pessoas acusadas de desviar cerca de R$ 1 milhão dos cofres do Poder Legislativo de Mata Grande. A ação penal foi ajuizada pelos promotores de justiça Antônio Luiz dos Santos Filho – coordenador do Grupo, Carlos Davi Lopes Correia Lima, Luiz Tenório de Almeida, Elísio da Silva Maia Júnior e Eloá de Carvalho Melo.

Foram denunciados José Júlio Gomes Brandão, ex-presidente e ex-vereador da Câmara Municipal de Mata Grande, Joseval Antônio da Costa, José Jorge Malta Amaral, Josivânia Cordeiro Freitas de Oliveira, Dalvino Orlando de Alencar Ferraz, George Ângeles Alencar Tenório Cavalcante e Diana Gomes Brandão Malta – todos vereadores, e Erick Oliveira da Silva, Veroneide Melo Brandão, João Sérgio Oliveira Pereira e Tiara Lou de Sousa, ex-vereadores daquele Parlamento. Os seis vereadores foram afastados do mandato e, os ex-vereadores, estão proibidos de ocupar cargos públicos.

Também foram alvo da denúncia Gerson Klayton da Silva e Eustáquio Chaves da Silva Sobrinho, ambos ex-diretores executivos da Câmara Municipal de Mata Grande, Antônio José Bento de Melo, proprietário da empresa AJBM – Assessoria Técnica em Contabilidade em Administração Pública, Karl Andherson Barbosa da Silva, ex-controlador interno da Câmara de Vereadores, Vivian Climéria Ataíde Ramalho, sócia-proprietária da empresa Transloc – Locação de Máquinas Pesadas & Serviços LTDA, Hermenegildo Ramalho Mota, controlador dessa mesma empresa, Diogo Medeiros de Barros Lima, controlador da empresa Alif Ferreira da Silva, Thiago Carneiro da Cunha França, proprietário da empresa Thiago Carneiro da Cunha França – MEI e Eusébio Vieira de França Neto, proprietário da empresa E.P. Transporte e Serviços LTDA.

As prisões

Todas as medidas cautelares requisitadas pelo Ministério Público foram deferidas pela 17ª Vara Criminal da Capital. Além do pedido de afastamento dos vereadores envolvidos em corrupção, o Gaeco também pediu a prisão de duas pessoas. José Júlio Gomes Brandão, como já está custodiado no sistema penitenciário, será comunicado sobre o novo mandado de prisão expedido em seu desfavor.

O outro mandado é contra Hermenegildo Ramalho Mota, que trabalhava na Transloc, recebia a verba repassada pelo Poder Legislativo de forma fraudulenta e dava a um outro envolvido Gerson Klayton para que esse fizesse a distribuição entre os vereadores. O acusado não foi localizada, mas equipes que fazem parte da ação está fazendo buscas para prendê-lo.

O esquema

Há mais de seis meses o Gaeco vem investigando o desvio de recursos públicos na Prefeitura e na Câmara Municipal de Mata Grande. E, após um acordo de colaboração premiada, foi possível aos promotores de justiça o acesso aos detalhes do esquema. O colaborador relatou como funcionavam as fraudes e a distribuição ilícita de dinheiro público entre os vereadores por meio de contratos fraudulentos com empresas locadoras de veículos. E tudo isso ocorreu no período em que José Júlio Gomes Brandão ocupou o cargo de presidente do Legislativo, entre janeiro de 2013 e dezembro de 2016. “Uma pequena Câmara de Vereadores de uma pobre cidade do sertão alagoano conseguiu desviar quase um milhão apenas do contrato de transporte. Infelizmente, percebe-se que os deficitários serviços públicos prestados pela nação possuem a corrupção como causa específica”, disse o promotor Carlos Davi Lopes, que comandou a operação nesta terça-feira.

Eram poucas as licitações realizadas pela Casa, basicamente para contratação de empresa especializada em locação de veículos e escritório de contabilidade, e todas foram fraudadas. Tais empresas emitiam notas fiscais frias, ou seja, com valores relativos a serviços não realizados ou superfaturados. E a Câmara Municipal pagava essas notas. “O dinheiro desviado percorria o seguinte caminho: saía da conta-corrente da Câmara dos Vereadores para a conta-corrente das empresas, que emitiam as notas fiscais fraudadas de locação de veículos, retinham o percentual de 14% e transferiam o remanescente para a conta-corrente de Eustáquio Chaves da Silva Sobrinho, que era o responsável por sacar a quantia e depositar sem identificação na conta dos vereadores”, diz um trecho da denúncia.

“E antes de o senhor Eustáquio Chaves da Silva Sobrinho assumir o cargo de diretor executivo da Câmara de Vereadores, precisamente no mês de novembro de 2014, quem fazia a repartição dos valores entre os vereadores era Gerson Klayton da Silva, antecessor no citado cargo. Foi ele quem montou uma tabela com especificação dos valores que deveriam ser repartidos”, continua a ação penal.

Ainda de acordo com o Gaeco, a Transloc, por exemplo, jamais prestou um dia de serviço aquele Parlamento: “Ela não disponibilizou carros para os vereadores ou para os serviços administrativos da Câmara, sendo o valor integralmente desviado em proveito dos parlamentares e dos proprietários da empresa. A Transloc servia apenas para emitir notas fiscais fraudadas”, acusam os promotores de justiça.

Sequestro de bens e mandados de busca

Por fim, o Ministério Público requereu o sequestro de bens dos 20 denunciados, o que também foi deferido pelo Poder Judiciário. Já foram enviados ofícios ao Bacen-Jud (Banco Central do Brasil), ao Rena-Jud (sistema on-line de restrição judicial de veículos) e aos cartórios de imóveis.

“A medida assecuratória de sequestro de bens encontra-se prevista no Código de Processo Penal, precisamente nos arts. 125, sendo essencial para o perdimento de bens como efeito da condenação (confisco), e, em caráter subsidiário, para a reparação dos danos ao ofendido”, argumentou o Gaeco no pedido formulado à 17ª Vara Criminal da Capital.
http://www.centraldosertao.com.br



Que essa nota sirva de lição para a prefeitura de Jeremoabo, transparência é isso deixar o cidadão informado

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O Globo diz que Bolsonaro impõe silêncio e dispensa a atuação do vice Mourão


general da reserva Hamilton Mourão
Bolsonaro teria calado Mourão sem lhe dar um telefonema?
Jussara SoaresO Globo
O presidente eleito Jair Bolsonaro impôs recentemente mais uma espécie de “lei do silêncio” ao seu vice, general Hamilton Mourão , em um novo capítulo da disputa interna do futuro governo. A recomendação, repassada ao general por meio de alguns dos mais próximos aliados de Bolsonaro, é que o militar adote uma postura mais discreta e deixe que o presidente eleito concentre os holofotes, sendo o único porta-voz do futuro governo.
Além da trava verbal, o general, que por diversas vezes afirmou que não gostaria de ser um vice figurativo, não deverá ter espaço para atuar no governo, segundo interlocutores do grupo de transição.
ESVAZIAMENTO – Pelo desenho atual da estrutura, a Vice-Presidência não terá nenhuma secretaria subordinada ou atribuição predefinida. Após a vitória em segundo turno, chegou-se a especular que Mourão teria um papel de “gerente” do governo, coordenando os ministérios. Porém, a recomendação é que o vice só responda às demandas específicas de Bolsonaro, quando for solicitado.
Ao contrário de outras vezes em que foi desautorizado por Bolsonaro após declarações controversas, o impasse agora surgiu justamente pelo desempenho de Mourão nas entrevistas para a imprensa. A avaliação é que Mourão, ao construir interlocução com jornalistas, trabalha para sobressair ao presidente eleito.
O vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente eleito, é o que mais tem reagido mal ao vice e insistido para que o pai freasse o general. Na semana passada, a intriga ganhou as redes sociais quando o Carlos, no Twitter, escreveu, sem citar nomes, que morte de Bolsonaro “não interessa somente aos inimigos declarados, mas também aos que estão muito perto. Principalmente após sua posse.”
INDIRETA? – Questionado se a mensagem havia sido uma indireta, Mourão se irritou e disse que caberia a Carlos esclarecer a sua mensagem. “Se eu quisesse ser presidente, teria concorrido a presidente” –  respondeu Mourão ao Globo.
Nesta semana, o general está recolhido e providenciando a sua mudança do Rio para Brasília, onde vai se instalar no Palácio do Jaburu, a partir de Janeiro.
Os atritos no entorno de Bolsonaro e general Mourão surgiram ainda durante a campanha. Como Bolsonaro hospitalizado após levar uma facada em um ato em Juiz de Fora, no início de setembro, Mourão chegou a afirmar que poderia assumir os compromissos eleitorais, incluindo debates, mas foi desautorizado pelo então presidente do PSL, Gustavo Bebianno, que afirmou que Bolsonaro “é insubstituível.”
LIMITAÇÕES – Mourão limitou-se a participar de eventos fechados, mas suas declarações – como a que lares apenas com mães e avós são “fábrica de desajustados” – seguiram repercutindo mal e incomodando o núcleo duro da campanha. O vice foi advertido três vezes para que fosse mais comedido em seus discursos. Na quarta vez, Bolsonaro decidiu por ele mesmo expor a rusga com o companheiro de chapa e foi ao Twitter desautorizá-lo, após o general dizer que o 13º salário e o abono de férias, dizendo que são “jabuticabas brasileiras.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Uma matéria estranha, com informações antigas e requentadas. O objetivo óbvio é esvaziar o vice. Diz que a ordem de se calar foi passada a Mourão “por alguns dos mais próximos aliados de Bolsonaro”. Quer dizer que Bolsonaro deu a ordem através de terceiros? Uma matéria recente do Estadão,  muito depois das gafes do general, disse que a atuação dele seria comandar uma Secretaria antes vinculada à Casa Civil e que analisa e acompanha as políticas governamentais. Seria uma espécie de gerente do governo, liberando o ministro Onyx Lorenzoni para as atividades políticas. A informação parecia procedente, porque na semana passada o general Santos Cruz foi confirmado na Secretaria de Governo, para atender especificamente governadores e prefeitos, também liberando Onyx. Agora vem a notícia do esvaziamento completo do vice Mourão, que não foi ouvido pela repórter. Tudo muito estranho. Vamos aguardar para ver se desse mato sai coelho, como se dizia antigamente. (C.N.)

“Escola Sem Partido é a assombração errada”, afirma o ministro Barroso


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Charge do Mário (arquivo Google)
Mônica BergamoFolha
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal afirmou em uma palestra na procuradoria-geral do Rio, há alguns dias, que “quem pensa que o problema da educação no Brasil é Escola Sem Partido, ideologia de gênero ou saber se 1964 foi golpe ou não, está assustado com a assombração errada”.
“Os problemas são outros: não alfabetização na idade própria, evasão no ensino médio, déficit de aprendizado e capacitação de professores”, disse o magistrado, que é o relator de ações que questionam a implantação da Escola Sem Partido em estados e municípios e concedeu liminar suspendendo as medidas.
NÃO PODE – A escola Liceu Santista, de Santos, proibiu um aluno de criar o perfil no Instagram @MBL_Estudantil_Liceu_Santista. Segundo a instituição, o conteúdo contrariava “o apartidarismo adotado pela escola” e não deixava claro que era feito por alunos.
A criação de perfis em redes sociais é uma das instruções do MBL Estudantil para seus adeptos. O movimento afirma que “organiza de forma independente os alunos de instituições de ensino médio e superior, propondo o debate e a divulgações de livros, ações e ideias liberais” e que pede apenas que os estudantes identifiquem a escola em que estudam.

Gigantes do petróleo são alvo da “Sem Limites”, nova Operação da Lava Jato


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Executivos das empresas são presos pelos agentes federais
Julia Affonso, Fausto Macedo e Ricardo BrandtEstadão
A Operação Sem Limites, 57ª fase da Lava Jato deflagrada nesta quarta-feira, 5, investiga empresas do mercado internacional por suspeita de pagar milhões em propinas a funcionários da Petrobrás em troca de vantagens na aquisição de derivados do petróleo. Na mira, segundo o Ministério Público Federal, estão as gigantes Vitol, Trafigura e Glencore, com faturamento superior ao da estatal.
A Lava Jato suspeita que, entre 2011 e 2014, as três empresas efetuaram pagamentos de propinas para intermediários e funcionários da Petrobrás nos montantes, respectivamente, de US$ 5,1 milhões, US$ 6,1 milhões e US$ 4,1 milhões, relacionadas a mais de 160 operações de compra e venda de derivados de petróleo e aluguel de tanques para estocagem. Além dessas empresas, outras trading companies ainda continuam sendo investigadas por suspeitas de pagamento de propinas para funcionários da Petrobras.
PRISÕES PREVENTIVAS – A Sem Limites apura o pagamento total de pelo menos US$ 31 milhões em propinas para funcionários da Petrobrás, entre 2009 e 2014. A Polícia Federal cumpre 11 mandados de prisão preventiva, 27 de busca e apreensão e 1 de intimação, expedidos pelo Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba.
“As provas apontam que havia um esquema em que empresas investigadas pagavam propinas a funcionários da Petrobrás para obter facilidades, conseguir preços mais vantajosos e realizar contratos com maior frequência”, informa a Procuradoria da República em nota.
“Esses negócios diziam respeito à compra e venda (trading) no mercado internacional de óleos combustíveis (produtos utilizados para geração de energia térmica em fornos e caldeiras), gasóleo de vácuo (produto intermediário utilizado na produção de gasolina e diesel), bunker (combustível utilizado nos motores de navio) e asfalto.”
SETOR DE ABASTECIMENTO – Segundo a Lava Jato, os subornos beneficiavam funcionários da gerência executiva de Marketing e Comercialização, subordinada à diretoria de Abastecimento. As operações de trading e de locação que subsidiaram os esquemas de corrupção foram conduzidas pelo escritório da Petrobras em Houston, no estado do Texas, EUA, e pelo centro de operações no Rio de Janeiro.
Os investigadores relatam que alguns funcionários da Petrobrás corrompidos se referiam à diferença entre o preço de mercado de compra ou venda do petróleo ou derivados e o preço mais vantajoso concedido às tradings mediante pagamento de propina como “delta”. Trata-se de alusão à quarta letra do alfabeto grego “Δ” que, na matemática, é utilizada para representar a diferença entre duas variáveis.
VALOR DA FRAUDE – O “delta”, segundo a Lava Jato, correspondia ao valor da vantagem indevida obtida pela trading, que era dividido entre os beneficiários do esquema, o que incluía os operadores e os funcionários da Petrobras corrompidos. Alguns investigados chegavam a se referir a esse esquema de corrupção como “delta business”, ou negócio gerador de “delta”, em tradução livre.
Esta fase da Lava Jato é resultado do aprofundamento das investigações decorrentes da 44ª fase da operação. Trata-se de nova vertente de apuração em franca expansão.
“As trading companies comercializam de modo maciço e recorrente com a estatal brasileira no mercado internacional. Somente a Trafigura, entre 2004 e 2015, realizou cerca de 966 operações comerciais com a Petrobrás, as quais totalizaram o valor de aproximado de US$ 8,7 bilhões”, aponta a Procuradoria.
FOCO DE CORRUPÇÃO – Para a procuradora da República Jerusa Burmann Viecili, integrante da força-tarefa da Lava Jato no Ministério Público Federal em Curitiba, ‘as operações da área comercial da Petrobrás no mercado internacional constituem um ambiente propício para o surgimento e pulverização de esquemas de corrupção’.
“O volume negociado é muito grande e poucos centavos a mais, nas negociações diárias, podem render milhões de dólares ao final do mês em propina”, afirma.
O procurador da República Athayde Ribeiro Costa ressalta que ‘trata-se de esquema criminoso praticado ao longo de anos, com envolvimento de empresas gigantes de atuação internacional, parte delas com faturamento maior que o da própria Petrobrás’.
HAVERÁ DELAÇÃO – “Foram corrompidos funcionários da estatal, com evidências de que ao menos dois ainda estão em exercício, para que as operações de a compra e venda de derivados de petróleo favorecessem estas empresas. Os ilícitos estão sujeitos a punições no Brasil e no exterior”, declara.
“É do interesse da sociedade conhecer o esquema em toda a sua extensão e recuperar o dinheiro desviado, o que, como no começo da Lava Jato, abre oportunidades para a colaboração de réus e empresas que primeiro se apresentarem. Já há perspectivas reais, aliás, de colaboração, mas não há espaço para todos, sejam corruptos ou corruptores.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Agora a Lava jato chegou realmente ao grande foco de corrupção na Petrobras, que existia desde o regime militar, quando o Brasil era grande exportador. Quando a Petrobras estiver realmente limpa, se tornará uma das maiores petroleiras do mundo, podem apostar(C.N.) 

Denúncia do procurador da prefeitura a respeito da merenda escolar em Jeremoabo não será engavetada

A garapa começou a azedar vem bronca ai.

A garapa começou a azedar vem bronca ai.

Nota da redação deste Blog - A denúncia do roubo da merenda escolar em Jeremoabo tomou outro rumo, agora é oficial, já que o pepino, que...












Hoje pela manhã como sempre os pessimistas falaram que não acreditam que a câmara de vereadores de Jeremoabo dê andamento ao REQUERIMENTO de autoria do cidadão José Mário, concernente a denúncia do procurador do município de Jeremoabo no que diz respeito a fraude com a merenda escolar.
Ponderei para esses pessimistas que asseguro que esse caso já começou a ser apurado, que o presidente da câmara municipal de Jeremoabo não irá engavetar pelos seguintes motivos:
1 - O presidente da Câmara deverá ter conhecimento que esse caso da merenda é mais grave do que o caso da licitação do transporte escolar que eles denunciaram, não poderá agir com  “um peso,duas medidas”, significando ”tratar uns com justiça e outros com injustiça, ter condutas diversas diante de situações idênticas, aplicar a lei ou a regra com mais ou menos rigor de acordo com a conveniência”.
2 - O presidente da câmara não irá se complicar prevaricando, omitindo e sendo conivente com um caso de tamanha gravidade, colocando seu mandado em jogo e arriscando-se a no mínimo responder a processo.
3 - Que esse caso não poderá mais ser abafado, nem jogado para baixo do tapete pelo simples motivo, que já chegou ao conhecimento do Controlador Geral da República, conforme documentos abaixo discriminados:

Em destaque

EDITORIAL: A Lei do Retorno na Política de Jeremoabo – Quem tem Telhado de Vidro não Atira Pedra

                                        Foto Divulgação Por José Montalvão Diante dos recentes e turbulentos fatos que movimentam os bastido...

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