quarta-feira, dezembro 05, 2018

Polícia Federal deflagra operação contra construtoras por crimes em Paulo Afonso e outros municípios


Por REDAÇÃO - PA4.COM.BR | 5 de dezembro de 2018 às 7:52
Policiais federais deflagraram na manhã desta quarta-feira, 5, a fase ostensiva da operação “Playground Nordestino” em cumprimento a 22 mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, Alagoas e Paraíba. Os agentes buscam desarticular quadrilha envolvida com crimes de fraude em licitação, peculato, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, de responsabilidade e associação criminosa.

Na Bahia as ações policiais se concentram nos municípios de Paulo Afonso, Glória e Chorrochó.

De acordo com a assessoria de comunicação da Polícia Federal (PF), 80 agentes estão envolvidos na operação, que envolve ainda os municípios de Pariconha, Dois Riachos e Barra de São Miguel em Alagoas, e Brejo do Cruz, na Paraíba. As penas pelos crimes praticados pelo grupo criminoso podem chegar a 40 anos de prisão.

No decorrer das investigações, segundo a PF, forma identificadas duas construtoras constituídas por interpostas pessoas, que teriam deixado obras inacabadas em algumas cidades alagoanas e baianas. O prejuízo estimado aos cofres públicos seria de 1,6 milhões de reais, contudo as perícias nas obras podem detectar um cenário ainda mais aterrador, tendo em vista que os contratos celebrados com os entes públicos são da ordem de mais de 13 milhões de reais.

Estão sendo cumpridos 22 mandados de busca e apreensão nos Estados de Alagoas, Paraíba e Bahia, e o trabalho policial conta com a participação de 80 policiais federais.

As apreensões decorrentes desta Operação serão devidamente formuladas e juntadas ao Inquérito Policial que está em andamento na Polícia Federal em Alagoas.

Playground nordestino é uma referência a uma área livre para recreação, posto que quadras poliesportivas não foram concluídas.

A qualquer momento novas informações.


Jaguarari: Juíza mantém Everton Rocha afastado de prefeitura


por Francis Juliano
Jaguarari: Juíza mantém Everton Rocha afastado de prefeitura
Foto: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias
Uma decisão da juíza Geysa Rocha Menezes desta terça-feira (4) mantém afastado Everton Rocha (PSDB) do cargo de prefeito de Jaguarari, no Piemonte Norte do Itapicuru. Rocha já foi cassado três vezes pela Câmara de Vereadores, mas conseguiu reverter duas delas. A decisão desta terça confirma uma sessão da Câmara de Vereadores, feita em novembro de 2017, que culminou depois na primeira cassação de Everton Rocha, ocorrida em fevereiro deste ano. A defesa do ex-prefeito tem 15 dias para apresentar defesa. Com o afastamento de Rocha, segue como prefeito da cidade o então vice dele, já adversário, Fabrício D’Agostino (DEM).

Bahia Notícias

Filhos de ex-procurador são alvos de operação que investiga desvio milionário

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G1.GLOBO.COM
Dinheiro teria sido desviado do município de Lajeado. Filhos de ex-procurador são advogados e prestavam serviço para a cidade, localizada na região central do Tocantins.

POR QUE LEWANDOWSKI NÃO MANDOU PRENDER GENERAIS DO ALTO ESCALÃO?

Generais criticaram o STF dezenas de vezes. Por que Lewandowski não mandou prendê-los?
Sobre este site
DIARIODOBRASIL.ORG
Na manhã de ontem, o ministro Ricardo Lewandowski (STF), mandou que a Polícia Federal prendesse um cidadão durante um voo entre São Paulo / Brasília....

Dívida interna já é, pelo menos, treze vezes maior que o déficit da Previdência


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Charge do Júlio Cesar (humorgrafico.com.br)
Pedro do Coutto
Levantamento feito pelo Tesouro Nacional destaca que, sem a reforma da Previdência Social, a dívida interna do país poderá atingir 90% do Produto Interno Bruto em 2022. A matéria foi objeto de reportagem de Adriana Fernandes, edição de ontem de O Estado de São Paulo, traçando um paralelismo entre a receita e despesa do INSS com a evolução prevista para sua percentagem em relação ao PIB do país. Hoje a dívida interna é de 72% do PIB. Como o PIB está projetado para uma escala de 6,6 trilhões de reais, verifica-se que se evidencia uma disparidade entre os números de uma questão e de outra.
O déficit previsto este ano de 2018 para as contas da Previdência Social encontra-se estimadas em 260 bilhões de reais. Enquanto isso nota-se que o Produto Interno Bruto é, pelo menos 13 vezes maior do que a diferença registrada no INSS.
IMPRESSIONISMO – O cálculo do Tesouro Nacional torna-se assim uma matéria impressionista e desfoca os valores comparados, como se a elevação do endividamento pudesse ser evitada com a diminuição dos pagamentos aos aposentados e pensionistas do INSS. A questão, portanto, não surge do espelho tridimensional das contas públicas brasileiras.
O Tesouro sustenta que a dívida interna está situada hoje em 72% do PIB, assim ela atinge praticamente quase 4 trilhões de reais. Sobre esse total incide, como juros, a Taxa Selic de 6,5% ao ano. Os juros, dessa forma, produzem um desembolso quase igual ao déficit da Previdência Social.
PASSE DE MÁGICA – Qual será a mágica adotada pelos técnicos fazendários na tentativa de fazer crer que um corte de despesas sociais pode influir de modo bastante intenso nos encargos da dívida que flutua há vários anos na economia nacional? À primeira vista, não faz sentido a comparação. Mas mesmo assim os números se chocam.
Ampliando a colisão numérica, na mesma edição de O Estado de São Paulo, matéria de Lorenna Rodrigues destaca que a carga tributária do Brasil acaba de atingir o recorde de 32,4% dos preços. Com isso projeta-se uma outra realidade em função do sistema tributário.
Por essas e outras é que a massa salarial recua cada vez mais em todo complexo econômico brasileiro.

Guedes “esnobou” a força-tarefa e ia viajar sem ter pedido para adiar o depoimento


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Charge do Sponholz (sponholz.arq.br)
Carlos Newton
Reportagem de Mariana Oliveira, da TV Globo Brasília, divulgada nesta terça-feira pelo site G1, mostra que o economista Paulo Guedes, futuro ministro da Economia, deu uma “esnobada” nos procuradores, auditores e delegados federais da Operação Greenfield e ia viajar para Europa sem ter pedido para o adiar seu depoimento à força-tarefa, marcado para esta quarta-feira,  dia 5, depois de já ter sido adiado no dia 6 de novembro.
Guedes ia viajar no final de semana para a Espanha e outros países da Europa, a pretexto de participar de eventos para anunciar as reformas a serem feitas pelo governo Bolsonaro, que ainda nem foram decididas. Mas não conseguiu viajar devido a uma infecção respiratória. E somente nesta terça-feira, depois da matéria publicada aqui na “Tribuna da Internet”, é que seus advogados comunicaram à força-tarefa a necessidade de adiar o interrogatório.
FUNDOS DE PENSÃO – Paulo Guedes é alvo de um inquérito que apura prejuízos a fundos de pensão. Segundo uma auditoria feita pela Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar), quatro fundos (Previ, Petros, Funcef e Postalis), aplicaram em dois fundos de investimento administrados diretamente por Paulo Guedes e  em uma empresa por ele presidida, e teriam perdido R$ 200 milhões.
Quando o inquérito foi aberto, a defesa de Paulo Guedes afirmou que a investigação se baseia em um relatório “fragilíssimo”, que tratou de apenas um entre quatro investimentos realizados, omitindo o lucro “considerável” que o fundo teria propiciado aos investidores, com perspectiva de ganhos de mais de 50% do valor investido.
As investigações prosseguiram, a alegação da defesa não se confirmou e a força-tarefa insiste em interrogar Paulo Guedes. Como ele diz ser inocente e vai comandar a economia nacional, sua obrigação seria se apresentar o quanto antes e resolver logo o assunto, mas não é isso que se constata.
BOLSONARO – No último domingo, o presidente eleito Jair Bolsonaro disse que ainda não tinha sido informado sobre o inquérito de Guedes. Instado pelos jornalistas, reafirmou que se a denúncia tiver “robustez”, não terá dúvidas e afastará qualquer ministro envolvido em irregularidades.
Embora a imprensa esteja tratando o assunto com “luvas de pelica”, como se dizia antigamente, o fato é que a acusação é grave, porque Paulo Guedes investiu o dinheiros dos empregados das estatais em uma empresa que ele próprio presidia – a HSM Educacional S/A, vejam a que ponto as coisas chegam aqui no Brasil.
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P.S.
 – Na situação em que a política brasileira se encontra, toda pessoa que ocupa cargo público deveria ser igual à mulher de César. que não precisava apenas ser honesta, mas tinha também de parecer que era honesta. O presidente Bolsonaro devia aproveitar a chance e se livrar logo de Guedes. Um ministro da Economia que já foi banqueiro e se curva ao Deus Dinheiro deveria ser considerado um estranho no ninho, porque é sempre suspeito de estar à venda, como se fosse um produto qualquer na loja de conveniências do Posto Ipiranga mais próximo. (C.N.)

terça-feira, dezembro 04, 2018

TRF-2 eleva a pena de Cabral e diminui a de Adriana, que deve voltar à prisão


Sérgio Cabral está preso desde novembro de 2016; condenações somam quase 200 anos de prisão — Foto: Giuliano Gomes/PR Press
Cabral agora chegou a 198 anos e seis meses de prisão
Gabriel BarreiraG1 Rio
O Tribunal Regional Federal da Segunda Região (TRF-2) confirmou, nesta terça-feira (5), condenações da Operação Calicute de primeira instância e aumentou a pena do ex-governador Sérgio Cabral no processo. No processo, ele havia sido condenado a 45 anos e 2 meses. A nova decisão aumentou a pena para 45 anos e 9 meses.mJá a da ex-primeira dama Adriana Ancelmo diminuiu: era de 18 anos e 3 meses, mas passou a 12 anos e 11 meses.
Após o julgamento de embargos que serão apresentados pelo Ministério Público Federal, ela pode ser presa, segundo o próprio MPF.
QUASE 199 ANOS – Este é o primeiro caso de Cabral julgado num tribunal de segunda instância no Rio. Em Curitiba, ele já havia sido condenado num tribunal de segunda instância.
Agora, o total da pena de Cabral em todas as nove condenações chega a 198 anos e 6 meses. Com o julgamento, as novas penas ficaram assim definidas:
Sergio Cabral – 45 anos e 9 meses; Wilson Carlos – 18 anos e 1 mês; Hudson Braga – 18 anos e 4 meses; Carlos Miranda – 20 anos e 6 meses; Vagner Jordão – 13 anos e 6 meses; Adriana Ancelmo – 12 anos e 11 meses; Paulo Magalhães Pinto – 3 anos e 6 meses; José Orlando Rabelo – absolvido; Luís Paulo Reis 3 anos e 7 meses; Carlos Borges – 3 anos e 6 meses; Luiz Carlos Bezerra 5 anos e 8 meses.
O JULGAMENTO – O relator da Lava Jato no Rio na 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da Segunda Região (TRF-2), desembargador Abel Gomes, foi o primeiro a votar. O magistrado se manifestou pelo aumento a pena do ex-governador Sérgio Cabral (MDB) em processo aberto com base na Operação Calicute.
O aumento da pena, no voto do relator, foi de 7 meses: era de 45 anos e 2 meses na decisão de primeira instância e, no voto dele, passou a 45 anos e 9 meses.
Abel Gomes também pediu pelo aumento da pena de Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral, na Operação Calicute. Antes, era de 18 anos e 3 meses. Mas o desembargador quer que suba para 21 anos e 9 meses.
OUTROS VOTOS – O segundo a votar foi o desembargador revisor, Paulo Espírito Santo. Ele defendeu o aumento da condenação. O magistrado disse que Sérgio Cabral tem “personalidade voltada para o crime” e pediu o aumento da pena na Calicute para 59 anos e 1 mês. “Para mim, esse é o maior caso de corrupção que já vivemos aqui”, defendeu.
O presidente da Turma, Antonio Ivan Athié manteve a pena determinada pelo juiz de primeira instância e fez duras críticas ao esquema de corrupção. “Fatos mostram não compensar a ganância estratosférica. Trevas levam parentes e amigos iludidos por benesses que nem benesses são, quase sempre à custa do sofrimento do povo”.

PF prende quatro suspeitos de desviar dinheiro da merenda escolar em Roraima


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Orçamento neste ano foi de R$ 19 milhões, mas nas escolas estaduais falta merenda para os alunos.

Fux cassa decisão que determinou a retirada de publicações de blog


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