segunda-feira, dezembro 03, 2018

Hospital de Jeremoabo faz parto cesariana e períneo


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AO LER A MATÉRIA INTITULADA:

Os pilantras que sem aparecer
estão mamando nas tetas da viúva
deveriam ter a hombridade
de defender o prefeito.

Entendo que a sua indignação não se prende aos fatos acontecidos, mas àqueles que de alguma forma contribuíam para tal desfecho, é sabido e notório que a gestão da coisa pública está bem distante de falar de caminhão e viagens feitas por este Brasil a fora. Verdade que nos assegura o entendimento de que o barco está sendo conduzido pelo pessoal do porão, sem qualquer conhecimento capaz de garantir o mínimo de navegabilidade para o barco chamado Jeremoabo.
Por ter tido a oportunidade de conviver por algum tempo com alguns dos que hoje ditam as normas, em nada me surpreendo com os fatos acontecidos e/ou que ainda venham a acontecer, princípio alicerçado na ingerência de prováveis financiadores de campanha, razão que me levou a distanciar do grupo ao perceber, que o piloto além de não saber navegar, também havia perdido a voz de comando, ao permitir, que nomeações fossem ditadas por terceiros.
Qualquer um que tenha o mínimo de conhecimento gerencial, sabe que podres podem ser delegados, mas a autoridade jamais. Nesta contramão dos conceitos administrativos o barco ficou à deriva bem antes do motor parar, ora em razão de comandos externos (a justiça), enquanto isso, os porões começam a tomar água, e tomara, assim queira o sobrenatural, ainda seja possível remover essa água antes que os porões sejam totalmente inundados e os motores parem por completo.
Falam as más línguas pelas esquinas da vida que um dos co-pilotos já acena para a embarcação adversária, casa conhecida, pois de lá já veio, assim como tantos outros, pois, afinal, todos tem a mesma origem, não importa se de hoje ou de ontem, todos, sem exceção, em algum momento, juntos já estiveram, o que nos assegura dizer, é uma irmandade só, apenas a oportunidade, o momento e tempo os separa, no mais, nada diferente!
Quando digo que uma TERCEIRA VIA é o que nos falta, reporto-me à necessidade de buscar uma mudança verdadeira, não uma derivação de grupo, assim como sempre ocorreu em Jeremoabo, pois todos são segmentos da mesma origem, todas as oposições foram desvios momentâneos, nunca uma oposição nascida de base independente, sem vínculos com o passado pouco recomendável, ausente de compromissos escusos para acobertar negociatas e falcatruas de momentos passados, essa é a TERCEIRA VIA que ora buscamos, nascida da vontade popular, com fundamentos em uma nova estrutura de governo que não tenha medo de governar com as portas escancaradas, permitindo que qualquer um e a qualquer tempo, possa dispor das informações desejadas.
É preciso que se entenda que todo voto vendido é um câncer adquirido, é preciso que se compreenda que todo voto comprado é mais um câncer implantado no meio da própria sociedade, pois quem vende o voto não possui respeito por si mesmo, já quem o compra, firma o último compromisso com aquele que vende, esta é uma realidade conhecida, não há respeito por quem se vende, pois se vendeu-se uma vez, vira mercadoria de prateleira com tendência a vencer, desvaloriza-se a cada eleição que passa, já que a confiança e credibilidade também se acabam.
A partir de 2005 Jeremoabo tem passado por um período negro, improdutivo, perdeu a direção e o sentido, tem vivido um faz de contas, onde o gerenciamento de coisa pública fugiu do conceito de COLETIVO para o PRIVADO, a visão de gestão pública em Jeremoabo transformou-se em bem de família com direito a seção de herança para os descendentes, mesmo que isso contrarie todas as tendências do momento e daquilo que está por vir.
Dizem que Sócrates, na Grécia Antiga, acendeu uma lamparina em pleno meio dia e saiu pelas ruas da cidade, alguns curiosos vendo aquilo foram ao seu encontro e lhe perguntaram a razão de desfilar com uma lamparina acesa em pelo meio dia, esse apenas respondeu: estou à procura de um cidadão honesto. 

Conta a história que há mais de 2000 anos atrás, quando o filosofo grego Diógenes de Sinope andava pelas ruas de Atenas em pleno dia com uma lanterna acesa, perguntaram a razão para tal atitude, este respondeu: que estava à procura de um Homem Honesto.
Por coincidência ou não, como na atualidade, naquela época existiu na Grécia um Demóstenes…
Mas o que existe em comum entre os dois Demóstenes, o Grego e o Senador?
Ambos atuaram como políticos de oposição ao Governo vigente, e foram reconhecidos como exímios oradores, de discursos incontestáveis. Mas como dizem que a história se repete…
Se um foi condenado e preso por corrupção e fugiu de Atenas para o exílio, o outro teve seu mandato cassado por falta de decoro parlamentar e só a justiça dirá pelo desfecho dos seus atos.
De mais de 2000 anos atrás, da Grécia para o Brasil, ambos veem decair tanto sua reputação quanto influência.
https://maxvisao.wordpress.com/2012/07/15/lanterna-acessa-a-procura-de-um-homem-honesto/

Entre mitos e verdades registradas pela própria história, o texto nos mostra que uma casa sem decoro é capaz de excluir um dos seus membros em razão desse suposto decoro não ter sido respeitado. São os interesses pessoais ditando normas a prejuízo do benefício coletivo, do administrar para o povo.
De tudo isso uma coisa é certa, ninguém se torna ruim de uma hora para outra, o certo é que velhos hábitos apenas afloram no momento oportuno, em razão da oportunidade, assim podemos atribuir como valores a políticos desonestos e sem escrúpulos, respeitadas as mínimas exceções, que por sorte, ainda existentes.
Que nos seja possível materializar essa TERCEIRA VIA, sem glamour, arrogância, prepotência e sem quaisquer princípios de superioridade, mas com a certeza de que é melhor participar do jogo ao seu modo, do que se tornar pedra do jogo e ser conduzido por inescrupulosos e apropriadores contumazes da coisa pública. Estamos certos de que vencer é uma mera possibilidade, mas que importa se conscientes de que um novo caminho está sendo construído para que outros nos sigam.
Que venha a TERCEIRA VIA para que possamos traçar nossos próprios destinos. Se o cego adquiri sua auto-suficiência, não há razão para que necessitemos de guia.
J. M. VARJÃO
Em, 03/12/2018





Nota da redação deste Blog - Pego uma carona nessa matéria de José Mário para registrar que o Hospital Municipal de Jeremoabo realizou  Parto Cesariana  e parece que duas   Cirurgias de Períneo, tudo isso graças a iniciativa do Dr. Célio Fontes quando ainda prestava serviços no Hospital Municipal de Jeremoabo, que  chamou o Dr. Ronaldo para fazer todo levantamento do material do Centro Cirúrgico inclusive abalizando se aquele cento estava em condições de efetuar cirurgias.   
O que era par ser ato de rotina em Jeremoabo tornou-se um caso excepcional, já que há muitos anos nem um parto comum era feito.
No entanto, quero dizer que estou elogiando esse ato realizado no governo de  Deri do Palomo, porém, da mesmo forma que elogio quero alertar que caso esses atos cirúrgicos não estejam sendo realizados com a participação de um ANESTESISTA ESPECIALIZADO,  NÃO PASSA DE UMA IRRESPONSABILIDADE.

Supremo e a Organização Globo são dois grandes vilões nacionais


Resultado de imagem para supremo e globol chargesPercival Puggina
Não hesito em afirmar que STF e Globo disputam o primeiro lugar, tanto num concurso de presunção e arrogância quanto num de antipatia, sendo igualmente rejeitados pela direita e pela esquerda. O Grupo Globo, aqui denominado simplesmente “a Globo”, é rejeitado pela esquerda porque esse segmento político nutre inimizade por qualquer poder que não esteja totalmente subordinado a seus interesses. Vem daí a insistência do discurso petista em favor da “regulação da mídia”. O conhecido blog esquerdista Brasil 247, em matéria do dia 8 de janeiro deste ano, publicou extenso artigo deixando bem clara, desde o título, a importância do tema: “Sem regulação da mídia, não tem saída para a esquerda”.
Blogs de igual orientação, aliás, atacam comumente a Globo acusando-a de golpista em virtude da divulgação que fez dos achados da Lava Jato, da miserável ditadura venezuelana, das relações escusas do governo petista com ditaduras de esquerda na Ibero América e na África Subsaariana.
ÓDIO PETISTA – Como para o PT tudo que pesa contra ele é falso, os petistas desejariam que tais matérias não fossem divulgadas ou, sendo, que o sejam apenas aos insones das altas madrugadas. Daí o ódio … oops – ódio não porque os petistas não odeiam – dedicado à Globo. Para eles, escandalosa não é a corrupção, mas a notícia sobre a corrupção.
Por outro lado, do centro para a direita do leque de abano ideológico, espaço onde estão os conservadores, a Globo é rejeitada tanto em virtude do combate frontal e deletério que dela recebem os valores morais sedimentados na nossa tradição, quanto pelo seu apoio às pautas e causas da esquerda. A essas duas tarefas, inequivocamente, se dedica imensa maioria de seus programas, novelas e atores, jornalistas e comentaristas sistematicamente recrutados para manifestações de apoio político ao partido da estrela e seus cognatos ideológicos.
A posição esquerdista da Globo ficou evidenciada no editorial em que o direção do grupo de empresas se desculpou pelo apoio dado à contrarrevolução de 1964.
CASO DO STF – Com o STF ocorre algo muito parecido. Nosso Supremo é rejeitado pela esquerda e pela direita. Aquela o detesta pela legitimação constitucional que deu ao processo de impeachment de Dilma Rousseff (malgrado a “mãozinha” final proporcionada por Lewandowski) e, principalmente, pelas “traições” de alguns ministros indicados pelo partido no julgamento de ações penais contra petistas, desde o caso mensalão.
Há algumas semanas li, alhures, entrevista em que José Dirceu, referindo-se a isso, afirmou que as indicações para o STF durante os governos petistas foram extremamente rigorosas sob o ponto de vista da afinidade ideológica. No entanto, digo eu, em juízo criminal colegiado é muito difícil para um magistrado votar contra abundantes provas contidas nos autos que todos leram.
Daí a diferença de conduta: o PT tem ampla base de apoio dentro do STF, aprova as pautas petistas que lá chegam e isso lhe causa o repúdio de quem não é de esquerda, mas na hora da ação penal, onde não há alternativa de prescrição ou nulidade viável, não havendo alternativa, condena.
DESCONFORTO – Como a defesa intransigente dos próprios criminosos é uma particularidade esquerdista, as demais condenações pluripartidárias só causam desconforto aos sentenciados.
Logo ali adiante, porém, o STF costuma resolver boa parte desses débitos soltando presos provisórios e condenados com uma liberalidade que restabelece a necessária impunidade sem a qual se corre o risco de acabar com a cadeia produtiva do crime. E aí, claro, a direita estrila.
Como se vê, STF e Globo são dois grandes vilões nacionais pelos motivos certos e, também, pelos errados, o que não deixa de ser um feito.

Era só o que faltava! Olavo de Carvalho se oferece para ser embaixador nos EUA


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Olavo que transformar o Brasil na sucursal dos Estados Unidos
Deu no Correio BrazilienseAgência Brasil
Em sua primeira entrevista à televisão brasileira após as eleições presidenciais, o filósofo, escritor e jornalista Olavo de Carvalho conversa com Moisés Rabinovici no programa Um olhar sobre o Mundo que vai ao ar nesta segunda-feira (3/12), às 21h45, na TV Brasil. Considerado o mentor intelectual do novo governo e de grande parte do movimento direitista que levou Jair Bolsonaro ao poder, Olavo de Carvalho já indicou dois ministros para o presidente eleito. Na entrevista, ele disse que não quis ocupar nenhum ministério, mas que aceitaria ser embaixador do Brasil nos Estados Unidos, onde já reside.
Carvalho afirmou que essa seria uma missão que poderia assumir para contribuir com o Brasil porque é nos Estados Unidos que estão os recursos que o país precisa para se desenvolver.
CONVITES -“O Bolsonaro, em discursos, duas vezes disse que me ofereceu dois ministérios, o da Educação ou da Cultura. Eu informei que não aceitaria nenhum. Então para não dizer que a minha má vontade é total eu disse que, em hipótese, eu aceitaria, a de embaixador nos Estados Unidos”, disse.
“Aceitaria por um motivo muito simples. A coisa que o Brasil mais precisa é dinheiro. E onde está o dinheiro? Está aqui. Então eu posso fazer algo útil para o Brasil. Vou lá e pego os US$ 267 bilhões que o Trump diz que tem para investir no Brasil. Mas isso não quer dizer que eu queira ser embaixador, nunca quis. Não quero mesmo. Acho um horror essa perspectiva. Seria um sacrifício. Se fosse, quero que seja temporário”, assegurou.
DURO COM A CHINA – Em contrapartida a essa aproximação com os Estados Unidos, ele recomenda que o Brasil deve ser duro com a China. “O que você acha melhor se nós estamos numa posição de dependência? O melhor é depender dos Estados Unidos ou depender da China? A China é um país que tem uma prosperidade enorme em cinco cidades. O resto é uma miséria sem fim. É um país que não sustenta nem a si mesmo. Tudo que tem, ele gasta em armas. É o país que tem o maior exército de terra do mundo. Em segundo lugar, a China é obviamente um país imperialista. Vai ver a situação do Tibet. Você prefere ser vizinho dos Estados Unidos ou da China?”
Segundo Olavo de Carvalho, se concretizada uma ameaça da China de retirar os negócios do Brasil, isso acarretaria um prejuízo temporário, que seria depois compensado pelo dinheiro norte-americano. “Mas não me parece que a ameaça deles seja desse tipo. Essa ameaça me parece francamente belicosa. É uma ameaça para saber com quem nós estamos lidando”, argumentou Carvalho. Segundo ele, a China pratica uma economia fascista com um Estado controlador aliado a grandes grupos econômicos.
CONSERVADOR – Ele também falou sobre filosofia, sobre o crescimento da direita no Brasil e no mundo e comentou o resultado das últimas eleições presidenciais com vitória de Bolsonaro. “Vinte anos atrás eu disse: o primeiro candidato que se apresentar com um programa conservador vencerá. Todo mundo achou que era loucura. Está aí: venceu”, afirmou.
Sobre a perspectiva de crescimento da direita em vários países do mundo ele não quis fazer previsões, mas argumentou que a política é sempre pendular. “Aqui nos Estados Unidos você tem democratas e republicanos. Na Inglaterra, você tem conservadores e trabalhistas. E assim por diante. Às vezes a direita está no poder, às vezes a esquerda. Esse negócio é cíclico. Ninguém pode contar com a hipótese de estar no poder eternamente. Agora, no Brasil, só havia a esquerda. Isso durante 50, 60 anos. Todas as pesquisas de opinião mostram que o povo brasileiro é acentuadamente conservador. No entanto, num país de maioria conservadora, você não tinha um partido conservador, um jornal diário conservador, um canal de TV conservador, uma universidade conservadora, nada. Quer dizer, a maioria não tinha canais de expressão. A maioria estava excluída da política.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Olavo de Carvalho pensa que tudo se resolve ideologicamente. É um erro. Não existe ideologia no comércio exterior. Nem os Estados Unidos são “duros com a China”. Trump e Xi Jiping acabam de fechar um acordo comercial que pode prejudicar muito o Brasil. As declarações de Olavo de Carvalho à TV Brasil são uma espécie de recriação do “Samba do Filósofo Doido”, que queria ser embaixador do Brasil. Ah, Sérgio Porto… Se você ainda estivesse por aqui, seria um livro do Febeapá (Festival de Besteira que Assola o País) atrás do outro. (C.N.)

Como fazer “compliance” (dificultar atos de corrupção) na Era de Sérgio Moro


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Charge do Nani (nanihumor.com)
Fábio Medina OsórioFolha
Sabe-se que o conceito de “compliance” remete a categorias amplas e a uma transversalidade disciplinar. Pode-se falar em “compliance multisetorial”, na medida em que essa expressão traduz, em essência, a necessidade de um ajuste do setor, seja público ou privado, ao ambiente normativo complexo, a partir de uma autorregulação organizacional.
Os universos normativos estão cada vez mais sofisticados, pois sugerem integrações nacionais, subnacionais, regionais e internacionais, um autêntico emaranhado normativo a exigir tecnologia para acompanhamento e atualização. Há que se combinar o detalhe e o principialismo, a simplicidade e a sofisticação. A finalidade última de um “compliance” é o ajuste dos comportamentos às regras essenciais a determinadas áreas da organização.
ANTICORRUPÇÃO – Um “compliance” notadamente transdisciplinar é o dirigido anticorrupção, que afeta muitas áreas de qualquer empresa ou entidade. Curioso constatar que a maioria – senão a totalidade – das grandes empresas flagradas na operação “Lava Jato” (tida como a maior operação anticorrupção do mundo) possuía programas de “compliance” em andamento, alguns com forte aparência de robustez.
Muitas delas financiavam eventos e seminários com agentes públicos no Brasil e no exterior, enquanto entabulavam contatos espúrios para confecção de normativas em seu benefício junto aos Poderes constituídos. O “compliance” que possuíam era de “fachada”, tal como definido pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), ou seja, aquela espécie de programa superficial, mascarado, que não é aplicado na cultura corporativa da empresa.
ATOS DE FACHADA… – Será que esse ambiente mudou ou ainda vivemos um espaço de “compliance” de fachada em inúmeras empresas? Penso que o grande teste ocorrerá nesses novos tempos de alta fiscalização e combate à corrupção pública e empresarial que passaremos a vivenciar, a partir do momento em que esta agenda não é apenas do Ministério Público ou das autoridades administrativas independentes, mas também do próprio Poder Executivo, na versão do futuro ministro Sérgio Moro.
A responsabilidade das empresas por organização defeituosa de suas estruturas pode ser aferida em razão da impunidade de quem pratica ilícitos em suas organizações, e isso se torna possível numa perspectiva de múltiplos fatores. Para que as empresas possam ter imunidade frente à responsabilidade objetiva por atos de terceiros, é necessário contar com uma estrutura de “compliance” dotada de independência, autonomia contratual, capacidade operacional e autoridade para imposição de um programa efetivo de integridade.
ATENÇÃO PERMANENTE – É imperioso que a empresa esteja apta a fiscalizar o cumprimento permanente das normativas adequadas, com canais de denúncias ajustados, notadamente voltados à proteção dos denunciantes de boa fé. Nenhuma organização está imune a ato de corrupção praticado por algum funcionário ou fornecedor. O problema é a lacuna da reação ou dos mecanismos de coerção e fiscalização.
O avanço maior da cultura do “compliance” será na fiscalização dos concorrentes e do aperfeiçoamento do mercado. Esse será um passo decisivo das empresas.  O verdadeiro “compliance” pressupõe não apenas a checagem interna, mas do próprio mercado, dos ambientes organizacionais como um todo, eliminando-se carteis e práticas espúrias.
Se uma empresa investe pesado em seu “compliance” interno, é decorrência lógica que fiscalizará seus concorrentes, ou apostará em entidades associativas que façam esse trabalho, pois todo um setor pressupõe ligações recíprocas. Nenhuma empresa suportará a concorrência desleal, muito menos práticas espúrias de seus pares, na medida em que o contágio de um ato ilícito se espalha como um vírus por todo um segmento, podendo manchá-lo perante a comunidade internacional.

É muito cinismo e muito cara de pau

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Na democracia, o papel da oposição é claro: fiscalizar a administração, os atos dos governantes, atuar como agente capaz de aperfeiçoar proposições de governo, ser catalisadora das demandas e insatisfações populares e, de certa forma, ajudar o governo a errar menos e administrar melhor, criticando, apontando equívocos e incongruências, destacando as consequências de desacertos e denunciando erros e omissões. Oposição competente contribui para se alcançar o objetivo da ação política. Além disso, deve ser propositiva e apresentar caminhos diferentes dos atuais para garantir maior eficiência do setor público e possibilitar o constante crescimento nacional.
Na minha vida parlamentar estive nos dois lados, comecei como situação e depois fui oposição, conheci ambos os ambientes e aprendi que estar ao lado do governo não é apenas apoiar sem questionar ou contestar; e ser oposição não é somente ser contra, mas sim debater e também contribuir.Oposição inconsequente, sem critérios e linha política definida perde a credibilidade e acaba agindo contra o país.
(*) Luiz Carlos Borges da Silveira é empresário, médico e professor. Foi Ministro da Saúde e Deputado Federal.
Transcrevi esse texto para mostrar que oposição não é quanto pior melhor, se a administração municipal de Jeremoabo afundar, se for instalado o caos, todos saem perdendo; porém o maior   prejudicado é o povo carente.
Vejo nas redes sociais profissionais da politicagem tentando a todo custo desestabilizar o governo, mostrando-se horrorizados com o problema do transporte escolar, quando eles foram os maiores corruptos e os maiores fraudadores no município de Jeremoabo.
Querem a todo custo menosprezar a inteligência do povo.
Será que a população de Jeremoabo  está sofrendo de amnésia que esqueceu que os cofres públicos do município foram saqueados durante vinte anos. 
Para quem tem a memória curta hoje dia 03.12.2018, existe somente na Justiça Federal em Paulo Afonso, quase 50 ímprobos respondendo processos por cometerem improbidades, fraudarem, praticarem peculato com o erário do município,  só com recursos federais.
Portanto, vamos devagar com o andor que o santo é de barro e  pode quebrar.
Que o cidadão íntegro, o cidadão honesto, critique, condene, desabafe, fique indignado, tudo isso é válido, correto e aceito, agora o corrupto, o desonesto querer pregar a honestidade e os bons costumes, é muita cretinice, muito cara de pau, muito cinismo. 

Guedes queria comandar uma privatização de R$ 1 trilhão, mas pode esquecer…


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Charge do Nico (Arquivo Google)
Mateus CastanhaO Tempo
Assim que foi alçado à condição de “Posto Ipiranga” do então candidato à Presidência Jair Bolsonaro, Paulo Guedes tratou de marcar enfaticamente sua posição em relação às privatizações. Na opinião do economista, o governo deveria vender, literalmente, todas as suas estatais, o que representaria, segundo as contas dele, cerca de R$ 1 trilhão de receitas. Agora, já na condição de futuro comandante do superministério da Economia, Guedes estaria apto a levar seu plano à frente.
Os números, no entanto, já mudaram um pouco. Na última quinta-feira, dados do Tesouro Nacional, apresentados pelo próprio Paulo Guedes, indicavam que a venda de todas as estatais poderia render R$ 802 bilhões à União, e não mais R$ 1 trilhão.
HÁ CONTROVÉRSIAS – Independentemente do valor, a equação é complexa. Bolsonaro não comprou o discurso de seu futuro ministro integralmente e já deixou claro que, pelo menos inicialmente, as privatizações de Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal estão fora do radar do governo. Apenas as duas primeiras empresas, ambas de capital aberto, estão avaliadas hoje em cerca de R$ 477 bilhões – R$ 348 bilhões da Petrobras e R$ 129 bilhões do BB. Ou seja, mais da metade do valor que o futuro ministro poderia levantar.
“Eles (governo) estão soltando dados irrealistas, num cenário muito, mas muito otimista mesmo. Se você tirar, objetivamente, Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica da jogada, acaba sobrando pouca coisa. E o restante é difícil”, opinou Sérgio Lazzarini, professor do Insper e doutor em economia pela Universidade de Washington.
De acordo com o último boletim divulgado pelo Ministério do Planejamento, o Brasil tem hoje 138 estatais federais. Juntas, elas apresentaram um lucro de R$ 37 bilhões nos seis primeiros meses de 2018 – 113,9% a mais do que o mesmo período do ano passado.
E O CONGRESSO? – O professor Lazzarini alerta que, antes de pensar nas privatizações como solução financeira, o governo terá que se articular no Congresso. “No fundo, minha grande dúvida sobre esse novo governo é se ele vai ter capacidade de articulação política. Não só capacidade técnica, mas capacidade de articulação política para mover esses projetos”, disse.
Já o economista e coordenador do curso de administração do IBMEC, Eduardo Coutinho, pondera que as privatizações não podem fazer sentido apenas para o governo. “O que não podemos aceitar é que se troque o monopólio público pelo privado. Não adianta pegar uma estatal, que é fornecedora única de determinado produto ou serviço, e entregá-la, ainda que seja uma boa venda, para o setor privado, que vai continuar tendo o monopólio desse determinado produto ou serviço. As privatizações têm que ser feitas pensando-se também no consumidor”, pontuou.
SECRETARIA – Uma das medidas adotadas por Guedes para fazer um mapeamento completo das estatais e articular a venda das empresas foi a criação da Secretaria de Privatizações. A pasta será comandada pelo mineiro Salim Mattar, um dos donos da Localiza. “Acho bom, acho válido, você tem que ter uma unidade com experiência que vai tocar. Na rodada de privatizações com o FHC, esse papel foi feito pelo BNDES”, lembrou Sérgio Lazzarini.

A reportagem entrou em contato com o futuro secretário de Privatizações, Salim Mattar. O empresário disse que ainda exerce o cargo de presidente do conselho da Localiza e que vai conceder entrevistas somente após o dia 17 de dezembro.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Fernando Henrique Cardoso vendeu esse mesmo peixe podre. Disse que faria privatizações para reduzir a dívida pública, comandou a privataria das estatais, começando pela Vale, e a dívida disparou. Em 1994, no governo Itamar Franco, a dívida correspondia a 30% do PIB; em 1999, com FHC, chegou a 44,5% do PIB; no último ano do segundo governo FHC, em 2002, a dívida já havia alcançado aproximadamente 50% do PIB, e nunca mais parou de crescer. E agora aparece o Paulo Guedes com a mesma conversa fiada. (C.N.)

Operador de Cabral aponta 19 corruptores ainda não denunciados


por Italo Nogueira | Folhapress
Operador de Cabral aponta 19 corruptores ainda não denunciados
Foto: Divulgação
Descrito pelo ex-governador Sérgio Cabral (MDB) como um "amarra-cachorro", "chato" e "sem graça", o economista Carlos Miranda de fato é monótono em seus depoimentos. Com o mesmo tom de voz, relata o vaivém da propina do ex-chefe nas últimas três décadas em ritmo relatorial.

Ainda que sem emoção, a delação do gerente da propina de Cabral promete deixar apreensivos dezenas de políticos e empresários por algum tempo.

Os 81 anexos iniciais da delação de Miranda, homologada há um ano, descrevem 19 fontes de propina que ainda não foram objetos de denúncia contra o ex-governador.  Há também sete ex-secretários de Cabral na mira, além dos cinco já presos --e outros dois da gestão Luiz Fernando Pezão (MDB) também detidos.

Cabral é acusado de pedir 5% de propina sobre grandes contratos do estado. Por esse motivo, já foi alvo de 26 denúncias que descrevem 14 fontes de propina. A delação de Miranda indica que a defesa do emedebista ainda terá muito trabalho pela frente.

São mencionadas na delação dez empreiteiras que ainda não foram tema de acusação formal a Cabral, como a Delta Construções. O dono da firma, Fernando Cavendish, já confessou ter pago propina ao ex-governador. A lista inclui também fornecedores de viaturas para a Polícia Militar e do setor de saúde.

A delação de Carlos Miranda foi uma das bases da prisão de Pezão na última quinta-feira (29). Segundo o economista, o governador afastado era uma das mais de 60 pessoas que recebiam mesada de Cabral, cujos valores variavam de R$ 500 a R$ 150 mil.

O alvo principal da semana passada recebia o maior valor. O economista também ofereceu uma longa lista de políticos ajudados por Cabral com caixa dois de campanha eleitoral. A relação inclui desde o senador Aécio Neves (PSDB-MG) até políticos locais sem mandato.

Segundo Miranda, o tucano pediu ajuda financeira a Cabral na campanha presidencial de 2014, em que enfrentou a ex-presidente Dilma Rousseff (PT). O ex-governador pediu que um empresário de ônibus repassasse R$ 1,5 milhão ao então candidato do PSDB. O senador afirma que "desconhece os fatos citados e considera falsas e irresponsáveis as acusações feitas pelo delator".

Outro personagem conhecido nacionalmente é o ex-secretário de Segurança José Mariano Beltrame, que chefiou a pasta no Rio de 2007 a 2014, nos governos de Sérgio Cabral como de Pezão.

Beltrame é apontado como beneficiário de uma mesada de R$ 30 mil. O delegado federal nega a acusação e disponibilizou seu sigilo bancário para a Justiça.

O núcleo principal da organização criminosa, contudo, já foi alvo das operações. O grande desafio da delação de Miranda é a corroboração de seu relato. No dia em que foi preso, em novembro de 2016, ele jogou o computador em que mantinha sua planilha de pagamentos num lago de sua fazenda no interior do estado.

O Ministério Público estadual recuperou o equipamento no fundo das águas, com ajuda do Corpo de Bombeiros. Mas os dados do HD não puderam ser acessados, mesmo com a ajuda do FBI. Ainda assim, arquivos e planilhas entregues por outros delatores têm corroborado grande parte do relato do economista, que deixou a cadeia no início de novembro, após dois anos preso e pagará uma multa de R$ 5 milhões.

Miranda estudou na mesma escola em que Cabral cursou o ensino médio. Era mais próximo do irmão do ex-governador, o publicitário Maurício Cabral. Contudo, acompanhou a carreira política do emedebista desde a primeira eleição a deputado estadual, em 1990.

Ele relatou à Procuradoria-Geral da República que era uma espécie de contador e portador da propina do emedebista. Deixou de circular com o dinheiro quando teve o nome citado na imprensa em razão da Operação Castelo de Areia, em 2010. Delegou a tarefa a outro amigo de infância, mas permaneceu na gerência da quadrilha.

Sérgio Cabral costuma minimizar a atuação de Miranda a seu favor.  O ex-governador do Rio afirma que o delator cuidava de suas finanças pessoais, bem como organizava o caixa dois de suas campanhas. O emedebista nega que pedisse propina, mas reconhece ter feito uso pessoal de sobra de recursos eleitorais ilegais.
Bahia Noticias

Rui culpa gestões anteriores por déficit de R$ 4 bilhões na Previdência da Bahia


por João Brandão / Rodrigo Daniel Silva
Rui culpa gestões anteriores por déficit de R$ 4 bilhões na Previdência da Bahia
Foto : Tácio Moreira / Metropress
O governador reeleito Rui Costa (PT) culpou gestões anteriores a de Jaques Wagner (PT) pelo déficit de R$ 4,08 bilhões na Previdência, e que pode chegar a R$ 8 bilhões em 2022, segundo a Secretaria da Fazenda. De acordo com ele, os chefes do Executivo, que administraram a Bahia antes do PT, não deixaram recursos no caixa. 

“[Antes de Wagner], governadores usavam o dinheiro para fazer serviços públicos e não guardou. Quando Wagner entrou tinha zero no caixa da Previdência. Portanto, todo dinheiro vem do desconto mensal de [quem está] na ativa. O estado tira da receita corrente para pagar o déficit”, declarou o petista, em entrevista ao radialista Mário Kertész, na rádio Metrópole.

O governador, ainda, indagou para onde foi o recurso da privatização da Coelba. “Não foi parar na Previdência”, frisou. Rui Costa ressaltou que o ex-governador da Bahia, Antônio Carlos Magalhães (que era do PFL), fez um concurso na década de 1990 e não nomeou todos os aprovados.

O resultado, segundo ele, é que os concursados ingressaram na Justiça e “vão se aposentar sem nunca ter trabalhado”. “Sabe quanto é essa conta? R$ 260 milhões”, criticou. 

O governador afirmou que o aumento na contribuição dos servidores à Previdência deve começar a valer a partir de março de 2019, caso a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) aprove a matéria ainda este ano. A alíquota terá um reajuste de 12% para 14%.

“A expectativa é a aprovação das emedas esse ano. A elevação da contribuição é 90 dias depois da aprovação. Só entraria em vigor no final de março de 2019. Isso é importante. É como remédio amargo para o filho”, salientou.

Muritiba: Operador de ex-prefeito, empresário tem liberdade negada pelo TJ-BA


por Cláudia Cardozo / Francis Juliano
Muritiba: Operador de ex-prefeito, empresário tem liberdade negada pelo TJ-BA
Roque Isquem também segue preso/Foto: Divulgação
O empresário Anderson Bela, preso na Operação Adsumus, teve um habeas corpus negado pela Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). A informação é desta segunda-feira (3) do Diário Eletrônico da Corte baiana. Anderson Bela cumpre pena de oito anos e quatro meses por suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele está preso desde 19 de janeiro deste ano.

Segundo a Adsumus (ver aqui), deflagrada pelo Ministério Público do Estado (MP-BA), Bela era operador de um esquema de corrupção na limpeza pública. À época, era a gestão do então prefeito de Muritiba, no Recôncavo, Roque Luiz Dias dos Santos, o Roque Isquem, que também segue preso. Os casos teriam ocorrido entre 2013 e 2015. 

Bahia Notícias

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