05/09/2025
Reclamação dos Feirantes e População de Jeremoabo.
Solução ou Transtorno?
Fonte; JV PORTAL ; JEREMOABO TV
RP: 9291/BA
Feirantes de Jeremoabo manifestaram nesta sexta 5 de setembro sua insatisfação após encontrarem dificuldades para acessar a feira livre com seus carrinhos de mercadorias além do transito livre dos pedestres. Uma corrente colocada em meio à pista impediu a passagem, causando transtornos a quem depende de transitar para a feira e ao comércio local.
A feira é tradição e fonte de renda para muitos trabalhadores do município, e medidas como essa prejudicam não apenas os feirantes, mas também a população que frequenta o espaço em busca de produtos frescos e de qualidade e, fazer suas compras.
Já que perguntar não faz mal a ninguém, fazemos o seguinte questionamento. Como os consumidores que usam os carrinhos e mão para transportar sua feira, irão passar?
Os feirantes e a população pedem compreensão e providências das autoridades competentes, para que o acesso seja garantido e que situações como essa não voltem a acontecer. Afinal, a feira livre é patrimônio cultural e econômico da cidade e merece ser valorizada.
JEREMOABO TV – JUNTO A VOCÊ !!!

Nota da redação Deste blog:
A Feira de Jeremoabo e a Burocracia que Prejudica o Povo
Uma medida polêmica causou transtorno na feira livre de Jeremoabo nesta sexta-feira, 5 de setembro. Feirantes e a população se depararam com uma corrente que impedia a passagem de carrinhos de mão, essenciais para o transporte de mercadorias. A decisão, que parece ter sido tomada por um assessor sem o conhecimento do prefeito Tista de Deda, gerou prejuízos para quem trabalha e para quem frequenta o local.
É inaceitável que uma burocracia sem sentido prejudique o comércio local e o acesso de idosos e de outras pessoas que dependem do auxílio de carrinhos para fazer suas compras. A feira é um espaço de tradição, de cultura e de sustento para muitas famílias, e medidas como essa vão na contramão do bom senso.
Com certeza, o prefeito, ao tomar conhecimento da situação, agirá com bom senso para reverter essa aberração. É preciso que os assessores entendam que suas decisões têm um impacto direto na vida da população e que o diálogo com a comunidade é fundamental para evitar erros como esse.

