domingo, abril 19, 2026

EDITORIAL: Jeremoabo Entre Castas – Quando o Meio da Rua se Torna Terra sem Lei e a Decência é Atropelada

 

Por José Montalvão

Recentemente, publiquei neste espaço uma reflexão dura sobre a omissão de parte da população de Jeremoabo diante da perturbação do sossego. Naquela ocasião, afirmei que o silêncio dos prejudicados alimenta a impunidade. Hoje, porém, recebi um relato que eleva o nível da nossa indignação a um patamar insustentável.

Infelizmente, os fatos nos levam a uma conclusão amarga: em Jeremoabo, parecem existir duas castas. Uma que vive acima da lei, fazendo o que bem entende sem ser incomodada, e outra que vive abaixo da lei, desamparada e obrigada a suportar o insuportável dentro de suas próprias casas.


1. O Relato do Absurdo: Quando a Calçada vira "Motel Ambulante"

O depoimento que chegou a este Blog, vindo de um cidadão de bem, pai de família e contribuinte, é revoltante. Ele descreve como a frente de sua residência foi transformada em um cenário de completa imoralidade. Em suas palavras, o desespero de quem não sabe mais a quem recorrer:

"Hoje, às 5 da manhã, me deparei com cenas de libertinagem explícita encostadas no muro da minha casa. Já é a terceira vez que isso acontece. Na última quarta-feira, minha esposa e minha filha foram surpreendidas por um indivíduo praticando atos obscenos à luz do dia."

O cidadão ainda aponta que a ocupação desordenada de espaços públicos — calçadas, meio da rua e até áreas destinadas à caminhada — por estabelecimentos e eventos sem fiscalização, cria o ambiente perfeito para esse tipo de disparate. Como aceitar que o espaço da família seja violado dessa forma?

2. A Ineficiência que Gera a "Infernagem"

Como ficar calado diante de tamanha degradação? Onde está o poder de polícia? Onde está a fiscalização de posturas do município que permite que o espaço público seja privatizado por interesses particulares, deixando o morador refém da sujeira e da imoralidade?

Quando as autoridades permanecem inertes e os canais oficiais de denúncia não dão resposta, o cidadão sente-se tentado a desistir. É o que chamo de "infernagem": um estado de caos onde o direito ao sossego, à segurança e à moralidade pública são jogados na lata do lixo.


3. A Quem Apelar?

O sentimento de revolta é tão grande que, ironicamente, somos levados a sugerir que, para resolver tamanha falta de respeito, só reste ao cidadão "apelar para a mãe do bispo". É uma expressão de descrença, sim, mas é, acima de tudo, um grito de alerta.

Não podemos admitir que Jeremoabo se transforme em uma cidade sem dono, onde o barulho, a ocupação ilegal das ruas e o atentado violento ao pudor se tornem o cotidiano das famílias. Se o povo é "frouxo" por não denunciar formalmente, a autoridade é "cúmplice" por não agir diante do que acontece debaixo do seu nariz.


Conclusão: Respeito é o Mínimo

Fica aqui o nosso repúdio. A liberdade de um termina onde começa o muro da casa do outro. Se  as forças de segurança não derem um basta nessa situação, Jeremoabo continuará sendo vista como a terra onde o "quem pode mais" chora menos, e o cidadão de bem continua pagando o preço da omissão geral.

Exigimos providências imediatas. A decência pública não pode ser negociada.


Blog de Dede Montalvão: Em defesa da família, do sossego público e da ordem em nossa Jeremoabo.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)


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https://blogportaljv.blogspot.com/2026/04/jeremoabo-lei-nao-chega-moradores_73.html?

EDITORIAL: O Silêncio dos Inocentes – A Omissão do Povo e a Inércia das Autoridades em Jeremoabo

JEREMOABO:  A LEI NÃO CHEGA - MORADORES SOFREM COM DESORDEM

Fonte; JV PORTAL

RP: 9291/BA

Jeremoabo pede socorro. O que deveria ser uma cidade tranquila, de respeito e convivência harmoniosa, começa a dar sinais preocupantes de desordem e falta de autoridade. Situações como a registrada neste fim de semana são inadmissíveis e refletem um cenário que precisa ser urgentemente enfrentado.

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EDITORIAL: O Silêncio dos Inocentes – A Omissão do Povo e a Inércia das Autoridades em Jeremoabo


Por José Montalvão 

Por diversas vezes, o cidadão Jovino utilizou seu espaço para ecoar o que muitos sentem, mas poucos têm a coragem de formalizar: a denúncia contra a omissão do Legislativo, a vista grossa da Polícia e o silêncio perturbador do Judiciário em Jeremoabo. Até aí, estamos no campo da livre expressão. Mas há uma pergunta que não quer calar e que atinge diretamente o cotidiano da nossa gente: até quando a desordem será a regra em nossa cidade?

A perturbação do sossego, com sons abusivos que ignoram o direito ao descanso de crianças e idosos, e a interdição arbitrária de ruas por terceiros — impedindo o sagrado direito de ir e vir — tornaram-se o novo normal. Mas quem é o verdadeiro culpado por esse cenário de terra sem lei?


1. Autoridades Surdas, Cegas e Mudas

É inegável que a primeira parcela de culpa recai sobre as autoridades. É papel das forças de segurança e dos órgãos de fiscalização manter a ordem e fazer cumprir o que está escrito no Código de Posturas e na Constituição. Quando uma rua é fechada sem autorização ou quando um som ensurdecedor vara a madrugada sem que uma viatura apareça, a autoridade prevarica. Onde estão o Ministério Público e as polícias que não enxergam o óbvio?

2. A Covardia do "Gabinete do Ódio" Digital

Porém, precisamos ser honestos e dar um passo além: o maior culpado por esses desmandos é o próprio povo. Vivemos em uma era onde todos são "leões" nas redes sociais. No WhatsApp e no Facebook, chovem críticas, reclamações e revolta. Mas a indignação parece morrer no clique de "enviar".

O povo de Jeremoabo, em sua maioria, permanece inerte. Falta a dignidade e a coragem de sair do campo virtual e partir para a ação administrativa.

  • Omissão Documentada: Poucos são os que se dão ao trabalho de oficiar, por escrito, as autoridades competentes.

  • O Medo de Provocar: Parece haver um temor reverencial, uma covardia institucionalizada de exigir que o servidor público — pago com o nosso dinheiro — faça apenas o seu trabalho.


3. O Direito não Socorre aos que Dormem

No Direito, existe uma máxima: "Dormientibus Non Succurrit Ius" (o Direito não socorre aos que dormem). Enquanto o cidadão jeremoabense preferir o silêncio da conveniência ou o barulho inútil das redes sociais em vez de protocolar denúncias no Ministério Público ou registrar boletins de ocorrência, nada vai mudar.

A omissão de quem sofre é o combustível da folga de quem transgride. Se você não provoca o sistema, o sistema se acomoda. Se você não exige o cumprimento da lei por escrito, a autoridade se sente no direito de continuar surda.


Conclusão: É Hora de Acordar

Está difícil resolver os problemas de Jeremoabo quando a própria população parece ter se acostumado a ser massacrada e humilhada. Não adianta apenas orar e pedir a Deus; é preciso agir.

A liberdade e o respeito aos direitos não são presentes dados pelo Estado, são conquistas diárias de um povo que não aceita ser amordaçado nem pela autoridade omissa, nem pelo vizinho barulhento. Ou Jeremoabo aprende a oficializar sua indignação, ou continuaremos reféns da nossa própria covardia.


Blog de Dede Montalvão: Provocando a consciência, cobrando a autoridade e exigindo respeito para o cidadão.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)

Oposição domina redes e usa contra Lula os combustíveis e o endividamento


Charge do Gilmar Fraga (Zero Hora)

Rafaela Gama
O Globo

Em meio ao anúncio das medidas do governo para o controle da cobrança sobre os combustíveis, a alta dos preços e o crescimento do endividamento dos brasileiros têm sido explorados pela oposição, que domina o embate sobre esses temas nas redes sociais, mostra um levantamento produzido pelo Instituto Democracia em Xeque. Ao longo da última semana, a direita concentrou 53% das publicações mapeadas sobre o assunto, enquanto a esquerda teve 29% das publicações e a imprensa foi responsável por 18% do conteúdo.

O relatório produzido pelo instituto levou em consideração cerca de 3.580 posts reunidos em agrupamentos, denominados “clusters”, e que geraram mais de 56 mil interações. Do lado da direita, se manifestaram sobre o tema o deputado estadual Thomas Abduch (Republicanos-SP), vice-líder do governo de Tarcísio de Freitas na Assembleia de São Paulo, que comparou a atual gestão ao governo anterior.

ÍNDICES – “Jair Bolsonaro passou por pandemia e os preços dos combustíveis não atingiram esses altos índices”. Na publicação, o parlamentar também disse que “espera que nas eleições os eleitores não se esqueçam de que o presidente Lula prometeu tudo e não entregou nada”.

As postagens feitas pela direita relacionadas ao tema também buscaram conectar o aumento dos preços dos combustíveis aos dados de crescimento do endividamento no país, explica o pesquisador Alexsander Dugno Chiodi, coordenador de Relatórios do Instituto Democracia em Xeque.

“O debate passou por um reenquadramento na última semana. O foco, que estava mais concentrado no preço dos combustíveis antes, começa a incorporar seus efeitos sobre o custo de vida, sobretudo no preço dos alimentos. A divulgação de indicadores, como o IPCA, e as ações de fiscalização, como a Operação Vem Diesel, mostram que o tema segue reagindo tanto a dados econômicos quanto a iniciativas do governo. Esse movimento amplia o alcance da discussão, pois conecta o tema a experiências mais diretas da população”, Chiodi afirma.

ENDIVIDAMENTO – Entre os que adotaram a estratégia, o senador e pré-candidato ao Planalto Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse, na legenda de um post feito no Instagram, que “Lula jogou os trabalhadores aos leões, com milhões de brasileiros endividados e negativados”.

Já o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) disse que o presidente “é pior que praga do Egito”, ao comentar o cenário de endividamento, e afirmou que “esse pesadelo acaba esse ano”, em referência à candidatura de Flávio. “O Lula tirou a Janja e o Lulinha da miséria, o restante da população está endividada”, também escreveu o deputado federal Mário Frias (PL-SP).

DESENROLA – O mesmo tema também foi explorado no perfil oficial do PL, que publicou uma ilustração de uma pessoa “afundada em contas bancárias” e criticou o governo pelas consequências que teriam sido deixadas pelo programa de renegociação de dívidas, o Desenrola.

“O que seria a solução, não enfrentou a raiz do problema. Os juros altos, o custo de vida pressionado e a falta de orçamento das famílias fizeram o brasileiro se enrolar cada vez mais. O resultado? Milhões voltando para o vermelho. No papel, alívio. Na prática, o ciclo da dívida continua. Até quando o brasileiro vai pagar essa conta?”, perguntou.

REAÇÃO GOVERNISTA –  Em resposta, perfis governistas têm focado na divulgação de propostas lançadas pelo Planalto e vistas como alternativas para a recuperação da popularidade do presidente. “Lula deu o recado: o povo brasileiro está unido pelo fim da escala 6×1”, dizia a legenda de uma publicação feita pelo perfil oficial do PT no Instagram. A postagem também incluía um trecho de uma entrevista concedida pelo presidente, na qual ele anunciou o envio ao Congresso de um projeto de lei sobre o tema para tramitação em urgência.

Nas publicações feitas por parlamentares de esquerda, também prevalecem comparações entre a atual gestão e Flávio, como um vídeo publicado pelo deputado federal Helder Salomão (PT-ES), que compara falas dos dois. “Enquanto o governo Lula trabalha para reconstruir o país, Flávio Bolsonaro fala em desmontar políticas públicas”, dizia a legenda. Além dele, o senador Humberto Costa (PT-PE) afirmou que o filho do ex-presidente “é igual ao pai e vai perder para Lula, assim como ele”.

Kassab se afasta da campanha de Tarcísio após impasse por vaga de vice

 

Kassab se afasta da campanha de Tarcísio após impasse por vaga de vice

Por Redação

19/04/2026 às 09:30

Foto: Matheus Campos/Arquivo/Divulgação

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Gilberto Kassab

O presidente do Partido Social Democrático, Gilberto Kassab, deve manter distância da campanha à reeleição do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. A decisão ocorre após Kassab ficar fora da chapa, especialmente depois da saída do vice-governador Felício Ramuth do partido. A reportagem é do jornal O Glob.

Segundo aliados, embora o PSD continue formalmente apoiando Tarcísio, Kassab não deve se engajar diretamente na campanha. O distanciamento pode impactar a articulação política no estado, já que o partido possui uma ampla base de prefeitos paulistas, que tradicionalmente atuam como importantes aliados eleitorais.

Nos bastidores, há tentativas de reaproximação entre os grupos, mas Kassab busca maior reconhecimento por sua atuação na campanha de 2022. Enquanto isso, o cenário abre espaço para movimentações políticas, inclusive com interlocução de adversários, em meio à disputa pelo governo paulista.

Politica Livre

Brasil ganha destaque entre investidores estrangeiros em meio a cenário global instável

 

Brasil ganha destaque entre investidores estrangeiros em meio a cenário global instável

Por Redação

19/04/2026 às 09:01

Foto: Marcello Casal Jr./Arquivo/Agência Brasil

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O movimento já se reflete no aumento do interesse por ativos brasileiros

O Brasil tem atraído maior atenção de investidores internacionais em meio às incertezas globais, como a guerra no Oriente Médio e tensões comerciais. Com forte presença no mercado de commodities — especialmente petróleo, alimentos e minerais —, o país se beneficia por estar distante de áreas de conflito e por oferecer recursos naturais estratégicos, além de um amplo mercado consumidor. A reportagem é do jornal O Globo.

O movimento já se reflete no aumento do interesse por ativos brasileiros, incluindo empresas de diversos setores como energia renovável, tecnologia, serviços financeiros e infraestrutura. A participação de estrangeiros na bolsa brasileira também cresceu, enquanto fundos internacionais ampliam aportes e buscam oportunidades, muitas vezes aproveitando o “desconto” dos ativos nacionais em comparação com mercados desenvolvidos.

Apesar do cenário favorável, especialistas apontam que entraves internos ainda limitam o potencial do país. Questões como insegurança jurídica, fragilidade fiscal e juros elevados seguem como obstáculos. Instituições como o Fundo Monetário Internacional destacam que, embora haja oportunidades, o avanço consistente dos investimentos dependerá de melhorias estruturais e maior estabilidade econômica.

Politica Livre

PSB pressiona governo por troca em ministério após impasse em nomeação

 

PSB pressiona governo por troca em ministério após impasse em nomeação

Por Redação

19/04/2026 às 10:30

Foto: Rodolfo Loepert/Arquivo/Prefeitura do Recife

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João Campos

O prefeito do Recife e presidente do Partido Socialista Brasileiro, João Campos, pediu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a substituição do ministro do Empreendedorismo. A solicitação ocorre menos de um mês após a nomeação de Tadeu Alencar, que assumiu o cargo após a saída de Márcio França. A reportagem é do jornal O Globo.

A troca é resultado de um impasse interno no PSB. A cúpula do partido havia indicado o advogado Paulo Pereira para o ministério, mas, devido a uma regra do governo que priorizava secretários-executivos na ausência de consenso, Alencar acabou sendo nomeado. A decisão gerou insatisfação entre lideranças da sigla.

Diante da crise, a expectativa é de que o governo realize a substituição em breve para acomodar o indicado do partido e reduzir tensões internas. Paralelamente, o PSB articula uma solução política para Tadeu Alencar, que pode assumir outro cargo, evitando maior desgaste na base aliada.

Politica Livre

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