quarta-feira, dezembro 31, 2025

Governo Lula acende alerta para possível ingerência dos EUA na eleição de 2026


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Trump descartou Bolsonaro porque ele virou perdedor, diz ex-embaixador dos EUA

Publicado em 30 de dezembro de 2025 por Tribuna da Internet


Caso Master: investigações da PF estão avançando no Amapá e RJ

Publicado em 30 de dezembro de 2025 por Tribuna da Internet

CHARGE ▫ Confira a charge do cartunista Mariosan desta quinta-feira (20). # Charge #OPopular #LeiaAgora

Charge do Mariosan (O Popular)

Lauro Jardim

A Polícia Federal, por meio de suas superintendências regionais, está avançando nas investigações das traquinagens entre o Master e os fundos de previdência do Rio de Janeiro e do Amapá.

No total, esses fundos investiram cerca de R$ 1,5 bilhão no banco.

A propósito, as investigações da CPI do INSS sobre o envolvimento de Lulinha com o Careca do INSS também seguem de vento em popa.

GILMAR DEFENDE – Apenas um ministro do STF até agora veio a público defender Alexandre de Moraes das revelações que se sucedem nas últimas semanas.

Trata-se de Gilmar Mendes, que disse ter “absoluta confiança em relação” a Moraes e que não vê “nenhum problema” em nada do que foi publicado.

Uma declaração favorável, sem dúvida, ainda que sem a veemência costumeira de Gilmar.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Na semana passada, Gilmar convidou um grupo de jornalistas amestrados e armou um café da manhã suntuoso, para dizer que Alexandre de Moraes não fez nada de errado e o contrato de R$ 129,6 milhões está absolutamente dentro da normalidade. Detalhe curioso: nenhum dos jornalistas riu e todos levaram Gilmar a sério, embora ele próprio seja uma colossal Piada do Ano. (C.N.)

Racha na direita em Santa Catarina abre brecha inédita para avanço do PT

Publicado em 30 de dezembro de 2025 por Tribuna da Internet

STF investiga uso de rede social por Filipe Martins e ameaça prisão preventiva


Martins é suspeito de buscar perfis no LinkedIn

Daniel Gullino
O Globo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira que a defesa do ex-assessor presidencial Filipe Martins explique, em 24 horas, um suposto uso da rede social LinkedIn por ele. Moraes afirmou que pode decretar a prisão preventiva de Martins, já que ele está proibido de usar plataformas digitais.

No sábado, Martins passou a ficar em prisão domiciliar, em caráter preventivo, por decisão de Moraes. O ministro apontou o risco de fuga, após condenação no STF, e também determinou a medida para outras nove pessoas consideradas culpadas pela trama golpista.

REDE SOCIAL – Em despacho nesta terça, o ministro afirmou que “foi juntado aos autos notícia de que o réu condenado teria utilizado a rede social LinkedIn para a busca de perfis de terceiros”. Moraes, então, abriu prazo para que os advogados de Martins “prestem esclarecimentos sobre as informações juntadas aos autos, sob pena de decretação da prisão preventiva do réu”.

Entre as obrigações impostas a Martins está a “proibição de utilização de redes sociais próprias ou por terceira pessoa”. O ex-assessor presidencial foi condenado pela Primeira Turma do STF, há duas semanas, a 21 anos de prisão.

Os ministros consideraram que ele elaborou a minuta de um decreto com medidas para reverter o resultado da eleição presidencial de 2022. O documento foi apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aos comandantes das Forças Armadas.

Juiz e delegada se desentendem por causa de perguntas feitas por Toffoli

Publicado em 30 de dezembro de 2025 por Tribuna da Internet

ONG na mira de Toffoli é crítica a decisões do ministro - 05/02/2024 -  Poder - Folha

Toffoli desrespeitou a delegada e mandou suas perguntas

Alvaro Gribel e Aguirre Talento
Estadão

A audiência no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira, 30, sobre investigações de irregularidades no Banco Master começou com duas discordâncias entre a delegada da Polícia Federal Janaína Palazzo e o juiz auxiliar Carlos Vieira Von Adamek, sobre a condução do processo.

Primeiro, Palazzo queria fazer a acareação (confronto de versões), porque essa era a determinação oficial do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, relator do caso, para a sessão desta terça.

SEM DESPACHO – Apesar de a assessoria do STF ter informado que ele havia mudado de ideia, permitindo os depoimentos e deixando a decisão sobre a acareação a cargo da delegada, não houve despacho nesse sentido e, por isso, Palazzo quis seguir o que valia do ponto de vista oficial.

Foi então que Adamek ligou para Toffoli, e o ministro determinou, por telefone, que os depoimentos fossem tomados antes.

Depois, Adamek entregou a Palazzo uma lista de perguntas que deveriam ser feitas pela delegada – o que fez com que ambos elevassem o tom do desentendimento. Ela afirmou que caberia à PF conduzir o interrogatório, e não ao STF.

DELE PRÓPRIO – Adamek, então, ligou novamente para Toffoli, que ordenou que as perguntas fossem feitas como se fossem dele próprio.

De acordo com interlocutores do STF, o juiz auxiliar entregou as perguntas à delegada dizendo que seria uma “sugestão” para o interrogatório dela, mas não interferiu nas perguntas feitas por ela.

Na visão de pessoas envolvidas no processo, as perguntas de Toffoli configuram uma inversão da ordem jurídica, já que o próprio ministro passou a conduzir as investigações, passando por cima da Polícia Federal e do Ministério Público Federal.

NOVIDADE – O procedimento adotado por Toffoli não é comum em apurações criminais na fase de inquérito. No STF, no entanto, o ministro Alexandre de Moraes foi criticado por agir como juiz e investigador. A mesma crítica tem sido feita a Toffoli no caso Master.

Como revelou o jornal O Globo e confirmou o Estadão, na lista de perguntas ao banqueiro Daniel Vorcaro estavam questionamentos sobre o que ele havia achado da atuação do próprio BC sobre a liquidação do Master.

Interlocutores do ministro Dias Toffoli, porém, afirmam que foi a própria delegada quem tomou a iniciativa de perguntar ao banqueiro sobre a atuação do Banco Central no processo de investigação do Master.

OUTROS DEPOIMENTOS – Depois de Vorcaro, deram seus depoimentos o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, e o diretor de Fiscalização do BC, Ailton de Aquino, foi deixado para falar por último

O BC chegou a pedir ao STF para que ele falasse por videoconferência, mas o pedido foi negado pela Corte, sob justificativa que Vorcaro e o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa, falariam presencialmente.


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