Mais uma vez, Vorcaro ameaça com delação bombástica
Robson Bonin Veja (Radar)
Guardião dos podres da República, Daniel Vorcaro enviou recentemente um recado ao STF. Se seu pai, o empresário Henrique Vorcaro, não for colocado em liberdade para tratar graves problemas de saúde — sofre de diverticulite —, ele revelará fatos sobre diferentes poderosos.
Vorcaro, segundo um interlocutor de sua defesa, está convencido de que foi “abandonado para morrer na prisão”, diante de tantos segredos.
COMPROMETIMENTO – Como, na visão dele, há comprometimento da Procuradoria-Geral-da-República, da Polícia Federal e de boa parte do Supremo Tribunal Federal, o banqueiro não acredita que haja um sistema independente para possibilitar sua delação.
O dono do Master teria fotos, recibos de pagamentos e outros papeis que desmentiriam, por exemplo, seu suposto distanciamento de figuras do STF, da PGR e da PF e confirmariam, com detalhes, o que já é público.
“Daniel não tem nada a perder”, diz esse interlocutor ligado aos defensores dele.
### NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A notícia do excelente Robson Bonin, da Veja, sobre o banqueiro Daniel Vorcaro, necessita de tradução simultânea. O pai dele, Henrique Vorcaro, não pode ser libertado, porque há suspeita de que ele seria o verdadeiro chefe da quadrilha e financiador do filho. Aliás, o relator André Mendonça não facilitará as coisas para Vorcaro, porque não teve ligação com o banqueiro e não será atingido pelas novas revelações dele. Pelo contrário, Mendonça torce por uma delação completa, que tire do circuito muitos desses pilantras que infestam Brasília e o próprio Supremo.(C.N.)
Corte enfrenta uma questão que ultrapassa seus ministros
Marcelo Copelli Revista Fórum
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, retirou de pauta o julgamento marcado para 23 de setembro, que trataria da atuação do ministro André Mendonça no caso Banco Master. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (17), sem que uma nova data fosse definida.
O movimento sintetiza um problema que a Corte vem enfrentando há semanas: antes de julgar o mérito de uma disputa envolvendo seus integrantes, o tribunal precisa estabelecer como vai examiná-la. Dois dias antes, o Plenário havia interrompido, por pedido de vista de Flávio Dino, a discussão sobre reunir ou não os procedimentos relacionados a Mendonça e Alexandre de Moraes.
SUSTENTAÇÕES – Na sessão de 15 de setembro, quatro ministros — Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Mendonça — defenderam a tramitação separada das petições. Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Moraes sustentaram o caminho oposto, o da reunião. Nunes Marques declarou-se impedido; Dias Toffoli, suspeito por foro íntimo. Não estava em debate, portanto, se algum magistrado havia cometido falta, mas quem deveria examinar essa pergunta e sob qual rito.
É essa distinção — entre apurar fatos e estabelecer o caminho para apurá-los — que dá ao episódio uma dimensão maior do que a rivalidade entre dois nomes. Ao defender a permanência da relatoria com Fachin, Fux apontou uma lacuna do Regimento Interno para essa hipótese específica. Cármen Lúcia sugeriu que, sem previsão clara, prevalecesse o critério fixado pelo relator.
Gilmar Mendes, em sentido inverso, questionou se existe amparo normativo para que a presidência da Corte concentre determinados processos dessa forma. São divergências jurídicas sobre aspectos processuais, mas expõem um dado relevante: o desenho normativo do STF não oferece uma resposta específica para todas as situações em que o conflito alcança seus integrantes.
COMPETÊNCIAS E FUNCIONAMENTO – A Constituição estabelece as competências do Supremo, enquanto o Regimento Interno disciplina seu funcionamento. Essa arquitetura pressupõe mecanismos de autorregulação que, em situações ordinárias, são acionados sem que a estrutura do Tribunal se torne objeto central do debate.
O teste mais difícil de qualquer desenho institucional, porém, aparece justamente nos casos excepcionais. Um pedido de vista, isoladamente, não configura anomalia: desde 2022 há prazo de 90 dias para devolução, findo o qual os autos retornam automaticamente à pauta. A situação ganha outra dimensão quando vista, adiamento, redefinição de relatoria e discussão sobre competência se acumulam em uma mesma disputa envolvendo ministros da Corte. Nesse ponto, o calendário deixa de ser mero detalhe processual. Cada nova interrupção prolonga a indefinição sobre o destino da tramitação.
PODER EXCESSIVO – Uma pesquisa Datafolha, realizada entre 8 e 10 de setembro com 2.002 eleitores em 125 municípios e margem de erro de dois pontos, ajuda a dimensionar o ambiente em que essa discussão ocorre. Para 76% dos entrevistados, os ministros têm poder excessivo. Ao mesmo tempo, 71% consideram o tribunal essencial à democracia, enquanto 77% afirmam que o STF é hoje menos respeitado do que no passado.
Os números revelam uma percepção menos binária: a importância institucional da Corte permanece reconhecida, ao mesmo tempo em que uma parcela majoritária dos entrevistados considera excessivo o poder atribuído aos seus ministros.
Por isso, o episódio de setembro não deveria ser reduzido a um capítulo da disputa entre Moraes e Mendonça, tampouco convertido em placar entre grupos internos. O ponto central está em outro lugar. O Supremo foi concebido como órgão colegiado, e sua autoridade institucional não se confunde com a atuação individual de seus ministros.
TRANSPARÊNCIA – Quanto mais sensível o caso, maior a necessidade de clareza sobre impedimento, suspeição, distribuição, relatoria e tramitação. Não para satisfazer a opinião pública, mas para que a decisão seja produzida sob regras identificáveis e possa ser compreendida como resultado de um procedimento previsível.
A retirada do julgamento da pauta, na quinta-feira, não resolve a questão. Também não autoriza concluir que tenha havido recuo diante de pressão externa. O que a decisão efetivamente demonstra é a opção de solucionar antes uma questão processual considerada necessária à continuidade do caso. Essa escolha pode ser justificada pela necessidade de evitar decisões incompatíveis em procedimentos relacionados, mas produz uma consequência objetiva: enquanto a questão preliminar não for resolvida, o mérito permanece à espera.
E a espera também produz efeitos institucionais. Quanto mais tempo uma disputa de grande repercussão permanece sem definição sobre seu percurso, maior é o espaço para interpretações externas sobre as razões dessa indefinição. Isso não significa que todo adiamento seja indevido ou que todo pedido de vista represente resistência à decisão. Significa apenas que, em uma Corte cuja atuação alcança temas de elevada sensibilidade política, o tempo processual deixa de ser percebido exclusivamente como uma questão interna dos autos.
REFLEXOS – O Supremo não opera em ambiente politicamente isolado. Suas decisões alcançam relações entre os Poderes, investigações em curso e disputas eleitorais. Na sessão de 15 de setembro, Nunes Marques chamou atenção para possíveis efeitos políticos da discussão ao justificar seu impedimento. O caso mostra como questões processuais internas podem adquirir consequências que ultrapassam o processo.
Quanto mais a Justiça toca a política, maior a importância de procedimentos capazes de oferecer previsibilidade. Não para eliminar a divergência — impossível e indesejável numa democracia —, mas para evitar que o desacordo sobre o conteúdo seja acompanhado por incerteza sobre o método.
É nesse ponto que a discussão deixa de ser sobre dois ministros e passa a interessar à arquitetura do Supremo. Uma Corte constitucional precisa conviver com divergências entre seus integrantes. O que não pode depender das circunstâncias é a definição das regras pelas quais essas divergências serão processadas. Se cada situação excepcional exigir uma nova interpretação sobre competência, relatoria ou tramitação, a instituição corre o risco de produzir, junto com a solução do caso concreto, uma nova discussão sobre o procedimento.
ZONA DE INCERTEZA – O Supremo ainda pode transformar esse momento em uma oportunidade para reduzir essa zona de incerteza. Não necessariamente por meio de uma decisão específica sobre os personagens envolvidos, mas pela construção de parâmetros que possam ser aplicados quando situações semelhantes surgirem novamente. Essa é uma tarefa institucional que não pertence a um ministro ou a um grupo de ministros. Diz respeito à previsibilidade do Tribunal como órgão colegiado.
A pergunta que resta, portanto, não é quem sairá fortalecido da próxima sessão. É se a Corte conseguirá transformar este episódio em parâmetro capaz de orientar situações semelhantes sem depender, a cada novo caso, de uma reconstrução do percurso processual. Ministros mudam. Processos se encerram. Composições se renovam. As regras que atravessam essas mudanças são parte daquilo que sustenta a autoridade institucional de uma Corte constitucional.
É nesse aspecto que o episódio de setembro ganha importância. O Supremo não está apenas diante de processos que precisam ser julgados. Está diante da necessidade de demonstrar que consegue definir, com clareza e previsibilidade, as condições pelas quais julgará questões nascidas em seu interior. O que está em jogo não é saber qual integrante da Corte prevalecerá. É saber se, ao final, permanecerão regras capazes de sobreviver aos ministros que hoje ocupam aquelas cadeiras.
Candidatos disputam eleitores fora da bolha da polarização
Pedro do Coutto
O reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Lula da Silva a poucas semanas do primeiro turno recoloca no centro da campanha uma questão recorrente na política brasileira: onde termina a política social e começa o cálculo eleitoral? O governo elevou em 15,04% o benefício mínimo, de R$ 600 para R$ 691, com custo adicional estimado em R$ 5,8 bilhões em 2026.
A justificativa oficial é fiscal, mas a proximidade com a eleição torna inevitável que a medida também seja interpretada pelo seu efeito político. A oposição levou o caso ao Tribunal Superior Eleitoral, enquanto a Advocacia-Geral da União sustenta que o reajuste recompõe a inflação acumulada e não altera os critérios de acesso ao programa.
SOBREPOSIÇÃO – O ponto central está justamente nessa sobreposição. Benefícios sociais têm impacto concreto sobre milhões de famílias e não podem ser reduzidos a instrumentos de campanha. Ao mesmo tempo, seria ingênuo ignorar o momento escolhido para o anúncio. O Datafolha mais recente mostra Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 36% no primeiro turno, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. No segundo turno, o cenário também é de empate técnico: 46% para Lula e 44% para Flávio. Entre os eleitores com renda familiar de até dois salários mínimos, Lula chega a 46%, contra 29% de Flávio; entre beneficiários do Bolsa Família, a diferença é de 53% a 28%.
Isso ajuda a explicar a importância eleitoral da medida, mas não permite concluir que o reajuste produzirá votos automaticamente. O eleitor de menor renda não constitui um bloco eleitoral programável. Avalia sua situação econômica, emprego, preços, serviços públicos, segurança e a própria percepção sobre o governo. Uma política de transferência de renda pode influenciar preferências, mas não determina, sozinha, o comportamento nas urnas.
PROXIMIDADE – O dado mais relevante talvez esteja na forma como o eleitorado se comporta diante de um eventual segundo turno. Lula e Flávio aparecem próximos, apesar de suas bases serem diferentes. Lula conserva vantagem entre os eleitores de menor renda, enquanto Flávio apresenta maior força em segmentos de renda mais elevada. Ambos também registram rejeição de 47%, segundo o Datafolha.
É nesse ponto que a eleição deixa de ser apenas uma disputa entre candidatos e revela uma disputa entre identidades políticas. O eleitor que rejeita Lula pode estar votando contra o governo tanto quanto aquele que rejeita Flávio pode estar votando contra o campo político associado à família Bolsonaro. O antilulismo, portanto, não deve ser confundido automaticamente com uma preferência consolidada por determinado candidato. Pode funcionar como força de deslocamento: primeiro o eleitor decide quem não quer no segundo turno; depois escolhe o que fazer com a alternativa disponível.
Essa dinâmica explica a importância da disputa pela segunda colocação. Nas pesquisas nacionais mais recentes, Caiado e Zema continuam no jogo, mas aparecem muito atrás de Lula e Flávio. No Datafolha de setembro, Caiado tinha 4% e Zema, 2%, enquanto Flávio chegava a 36%. Isso não significa que o segundo turno esteja definido. Pesquisas retratam momentos específicos e podem mudar até a votação. O que mostram, porém, é o estreitamento da disputa nacional em torno de dois polos.
RELAÇÕES DE VORCARO – A crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal acrescentou outra dimensão à campanha. As revelações relacionadas ao Banco Master e às relações de Daniel Vorcaro com diferentes personagens do mundo político, empresarial e jurídico atingiram a imagem da Corte. O episódio envolvendo André Mendonça e a suspeita sobre o pagamento de ternos tornou-se particularmente simbólico. O ministro apresentou notas fiscais para afirmar que havia pago pelas peças, contestando a versão de que teria recebido os ternos como presente.
Esse detalhe é importante porque uma análise responsável não pode transformar suspeita em fato comprovado. A questão institucional é mais ampla: por que relações financeiras, comerciais ou pessoais entre autoridades e empresários submetidos a investigações passaram a ocupar o centro do debate nacional? E por que episódios dessa natureza produzem dúvidas sobre os limites entre interesses privados e a esfera pública?
ENTORNO DO MASTER – A crise ganhou complexidade porque diferentes ministros passaram a aparecer, por razões distintas, no entorno do caso Master. Dados de conversas de Vorcaro foram encaminhados à Polícia Federal e chegaram a ministros como Cristiano Zanin, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, André Mendonça e Luiz Fux. Mendonça também atua em processos relacionados ao caso e levantou o sigilo de documentos envolvendo pagamentos de Vorcaro.
O problema, portanto, ultrapassou a discussão sobre um ministro específico. O Supremo passou a enfrentar uma situação em que sua própria autoridade institucional está sendo discutida publicamente. Isso é especialmente delicado porque a Corte deveria funcionar como instância de resolução de conflitos, e não permitir que seus conflitos internos se transformem em combustível permanente da disputa política.
DIANTEIRA – No Rio de Janeiro, a dinâmica estadual mostra que o eleitor não necessariamente reproduz a lógica presidencial. Eduardo Paes aparece na frente na corrida pelo governo estadual, enquanto Benedita da Silva lidera a disputa pelo Senado, mas a segunda cadeira permanece aberta. A configuração demonstra que o eleitor pode combinar escolhas diferentes para presidente, governador e senador.
No fim, a eleição não será decidida apenas pela força de uma política social, pelo peso de um sobrenome ou pela crise institucional. Lula possui uma base social importante e a capacidade de produzir políticas com impacto direto sobre o cotidiano. Flávio Bolsonaro consolidou-se como principal nome do campo bolsonarista nas pesquisas atuais. Ambos, entretanto, chegam à fase decisiva com rejeições elevadas e precisam ampliar seus eleitorados.
DISPUTA ACIRRADA – É essa a característica essencial da eleição de 2026. O país não está diante de uma disputa em que um lado simplesmente domina o outro, mas de duas forças reconhecíveis tentando conquistar eleitores que não estão integralmente dentro de nenhum dos campos. O Bolsa Família pode preservar parte da vantagem de Lula entre os mais pobres; a crise do Supremo pode alimentar a rejeição ao governo; o sobrenome Bolsonaro pode consolidar Flávio. Nenhuma dessas variáveis, isoladamente, explica o resultado.
A disputa entrou numa fase em que cada movimento possui simultaneamente dimensão administrativa, eleitoral e institucional. O desafio do eleitor será distinguir política pública de propaganda, investigação de condenação, suspeita de prova e polarização de escolha. É nesse terreno, mais complexo do que as pesquisas de intenção de voto sugerem, que a eleição será efetivamente decidida.
Conselho Regional de Odontologia de Sergipe oferece oportunidades para níveis médio e superior, com vagas imediatas e formação de cadastro de reserva
(Foto: Freepik)
O Conselho Regional de Odontologia de Sergipe (CRO-SE) publicou o Edital nº 1/2026, que regulamenta seu novo concurso público para preenchimento de vagas do quadro de pessoal e formação de cadastro de reserva. A organização do certame será realizada pelo Instituto Consulplan.
O concurso contempla oportunidades para candidatos de níveis médio e superior, com lotação dos aprovados na sede do CRO-SE, em Aracaju. O edital prevê ainda a possibilidade de remoção para outras unidades administrativas do Conselho no Estado de Sergipe, de acordo com a necessidade do serviço.
Entre os cargos disponíveis estão Assistente Técnico Administrativo, Assistente Técnico de Fiscalização, Analista Administrativo e Analista Contábil.
Para o cargo de Assistente Técnico Administrativo, que exige nível médio, o salário inicial é de R$ 2.642,71, além de auxílio-alimentação de R$ 1.000,00, auxílio-transporte ou vale-transporte, auxílio-saúde e possibilidade de progressões por titulação e antiguidade.
Já o cargo de Assistente Técnico de Fiscalização oferece salário inicial de R$ 3.303,39, também acrescido dos benefícios previstos no Plano de Cargos, Carreiras e Salários do CRO-SE. Para concorrer à função, é necessário possuir nível médio e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria B ou superior.
Entre as oportunidades de nível superior, o cargo de Analista Administrativo exige graduação em qualquer área do ensino superior e oferece salário inicial de R$ 3.964,05, além dos benefícios previstos no edital.
Para Analista Contábil, o salário inicial é de R$ 4.504,61. A função exige graduação em Ciências Contábeis e registro regular no Conselho Regional de Contabilidade (CRC), a ser comprovado no momento da contratação.
Além dos salários, os aprovados terão direito aos benefícios previstos no Plano de Cargos, Carreiras e Salários do CRO-SE, incluindo auxílio-alimentação de R$ 1.000,00, auxílio-transporte ou vale-transporte e auxílio-saúde, além de mecanismos de progressão funcional por titulação e antiguidade, conforme as regras estabelecidas pela instituição.
O edital prevê duas vagas imediatas para cargos de nível médio, sendo uma para Assistente Técnico Administrativo e uma para Assistente Técnico de Fiscalização. Para os cargos de nível superior, as oportunidades são destinadas à formação de cadastro de reserva, com previsão de 10 posições para Analista Administrativo e 10 para Analista Contábil.
O concurso também prevê reserva de vagas conforme a legislação aplicável, contemplando candidatos com deficiência, negros, indígenas e quilombolas.
Inscrições
As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, no site www.institutoconsulplan.org.br, das 16h do dia 25 de setembro de 2026 até as 16h do dia 26 de outubro de 2026.
A taxa de inscrição será de R$ 98,00 para o cargo de nível médio e R$ 99,00 para os cargos de nível superior. O edital também prevê possibilidade de isenção da taxa para candidatos que se enquadrem nas hipóteses previstas na legislação, incluindo inscritos no CadÚnico e doadores de medula óssea.
Os candidatos poderão se inscrever para até dois cargos, desde que as respectivas provas sejam realizadas em turnos distintos.
O processo seletivo será composto por provas objetivas e discursivas para todos os cargos. Para as funções de nível superior haverá ainda avaliação de títulos, enquanto os candidatos ao cargo de Assistente Técnico de Fiscalização também serão submetidos a prova prática de condução de veículo.
As provas serão realizadas em Aracaju, podendo ocorrer também em cidades próximas caso a capacidade dos locais disponíveis na capital não seja suficiente para atender ao número de inscritos.
O concurso terá validade e convocações de acordo com as necessidades e a conveniência do CRO-SE, observada a ordem de classificação dos candidatos.
O edital completo, com todas as regras, requisitos, atribuições, conteúdo programático e cronograma, está disponível no site do Instituto Consulplan.
Serviço
Concurso Público – CRO-SE Edital: nº 1/2026 Organização: Instituto Consulplan Inscrições: 25 de setembro a 26 de outubro de 2026 Horário: das 16h do dia 25/09 às 16h do dia 26/10 Taxa: R$ 98,00 (nível médio) e R$ 99,00 (nível superior) Escolaridade: níveis médio e superior Salários: de R$ 2.642,71 a R$ 4.504,61 Local das provas: Aracaju/SE Cargos: Assistente Técnico Administrativo, Assistente Técnico de Fiscalização, Analista Administrativo e Analista Contábil Organizadora: Instituto Consulplan Edital completo: www.institutoconsulplan.org.br
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