domingo, agosto 02, 2026

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Publicado em 2 de agosto de 2026 por Tribuna da Internet

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Duelo dos Seminovos 33 reúne mais de 1.500 veículos em Salvador com descontos de até R$ 10 mil

 


                                     Foto: Pé Quente Publicidade


Feirão acontece de 14 a 16 de agosto, no estacionamento do Assaí Paralela, com 40 lojas participantes, financiamento facilitado e opções de carros a partir de R$ 28,5 mil


Salvador recebe, de 14 a 16 de agosto, a 33ª edição do Feirão Duelo dos Seminovos, um dos principais eventos de comercialização de veículos seminovos e usados da Bahia. A programação será realizada no estacionamento do Assaí da Avenida Paralela e reunirá 40 lojas participantes, com um estoque de mais de 1.500 veículos disponíveis para negociação.


O público poderá encontrar uma grande variedade de modelos, desde carros populares e compactos até hatchs, sedãs, SUVs, utilitários, picapes, veículos elétricos e híbridos. Os preços partem de R$ 28.500 e chegam a aproximadamente R$ 250 mil, atendendo diferentes perfis e faixas de orçamento. Durante o feirão, os descontos podem chegar a R$ 10 mil, de acordo com o veículo e as condições de negociação.


Uma das principais atrações desta edição será a estrutura especial de financiamento. O Bradesco Financiamentos, banco parceiro do evento, terá uma equipe de gerentes de relacionamento de plantão para realizar análises de crédito e apresentar as condições disponíveis aos clientes. As taxas partem de 0,98% ao mês, com diferentes planos de financiamento, inclusive opções com zero de entrada, conforme análise de crédito e condições do veículo.


O evento também terá condições especiais para quem pretende trocar de carro. Os veículos usados levados pelos clientes poderão passar por avaliação diferenciada para negociação, facilitando a troca por um dos modelos disponíveis no feirão. O evento também aceitará cartas de consórcio, ampliando as alternativas para quem deseja adquirir um veículo.


A segurança na compra é outro diferencial. Os veículos comercializados pelas lojas participantes contam com o Selo de Qualidade Assoveba, iniciativa que busca oferecer ao consumidor maior segurança e confiança na negociação com empresas do setor. Além dos carros, o feirão terá motos zero quilômetro e motos seminovas disponíveis para os consumidores.


Mais do que uma oportunidade de compra, a edição de agosto marca um momento especial na trajetória do Duelo dos Seminovos: o evento completa 10 anos de história, consolidando uma década de tradição no mercado automotivo baiano. Ao longo desse período, o feirão construiu uma relação de confiança com consumidores e lojistas, tornando-se uma referência para quem busca variedade de veículos, condições competitivas e segurança na hora de comprar ou trocar de carro.


Mercado de seminovos mantém ritmo forte no Brasil


A realização do Duelo dos Seminovos ocorre em um momento de forte movimentação do mercado brasileiro de veículos usados e seminovos. Segundo a Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), o setor registrou 1.585.208 veículos transferidos em junho de 2026, praticamente no mesmo patamar de maio, quando foram contabilizadas 1.584.806 unidades.


Na comparação com junho de 2025, entretanto, o mercado apresentou crescimento de 10,3% em volume nominal. No acumulado do primeiro semestre, foram 9.078.184 veículos comercializados, alta de 8,7% em relação às 8.350.449 unidades registradas no mesmo período do ano anterior. A média por dia útil também cresceu 9,6%.


Entre os veículos com até três anos de uso, considerados seminovos, o desempenho é ainda mais expressivo. De acordo com levantamento baseado nos dados da Fenauto, esse segmento acumulou aproximadamente 2 milhões de transações no primeiro semestre, com crescimento de 18,9% em relação ao mesmo período de 2025.


O cenário reforça a importância do mercado de seminovos como alternativa para consumidores que buscam variedade, preços mais acessíveis e possibilidades de financiamento. A própria Fenauto mantém a expectativa de um novo recorde de vendas para o setor em 2026.


Serviço:


Feirão Duelo dos Seminovos 33

Data: 14, 15 e 16 de agosto de 2026

Entrada: Gratuita

Local: Estacionamento do Assaí – Avenida Paralela, Salvador

Participantes: 40 lojas

Estoque: mais de 1.500 veículos

Preços: de R$ 28.500 a R$ 250 mil

Descontos: até R$ 10 mil

Financiamento: Bradesco Financiamentos

Taxas: a partir de 0,98% ao mês, conforme condições e análise de crédito

Entrada: opções a partir de zero, conforme aprovação

Veículos: carros, motos zero km e motos seminovas

Diferenciais: Selo de Qualidade Assoveba, avaliação diferenciada para veículos na troca e aceitação de cartas de consórcio

Atrações: parque infantil e presença de super-heróis para as crianças.

Lula se lança à reeleição, diz que não quer ser presidente do Bolsa Família e promete brigar pelo controle de emendas

 

Lula se lança à reeleição, diz que não quer ser presidente do Bolsa Família e promete brigar pelo controle de emendas

Presidente também aposta em soberania e mulheres contra Flávio, ignora desgastes e expõe falha em convenção do PT

Por Caio Spechoto/Catia Seabra/Juliana Arreguy/Folhapress

02/08/2026 às 14:15

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Imagem de Lula se lança à reeleição, diz que não quer ser presidente do Bolsa Família e promete brigar pelo controle de emendas

O presidente Lula e a primeira-dama Jana durante convenção do PT em São Paulo

A soberania nacional, os direitos das mulheres, os programas federais e a disputa pelo controle das emendas parlamentares estiveram entre os principais temas do lançamento da candidatura à reeleição do presidente Lula (PT), 80, neste domingo (2).

O evento ocorreu em São Paulo, durante convenção do PT no Expo Center Norte, na zona norte da capital paulista.

Na fala, durante a convenção nacional do PT, Lula disse que busca mais do que programas sociais ("eu não quero ser o presidente do Bolsa Família") e que vai brigar contra o Legislativo por causa das emendas.

"Vai ter briga com emenda parlamentar. Vai ter briga com o papel que tem o Poder Legislativo", disse.

Mais tarde, afirmou não querer um "Lulinha paz e amor", mas sim um "Lulinha porreta".

O petista travará novo embate contra a família Bolsonaro —desta vez tendo Flávio como adversário, após ter vencido Jair na eleição de 2022. Se ganhar, será seu quarto mandato na Presidência. Na campanha de 2022, ele chegou a dizer que não concorreria à reeleição, citando inclusive a idade avançada, mas recuou ao longo do terceiro mandato.

Lula, que costuma fazer brincadeiras com futebol em seus discursos, disse que embora os craques Lionel Messi, da Argentina, e Cristiano Ronaldo, de Portugal, tenham disputado seis Copas do Mundo cada, ele próprio estará em sua sétima eleição.

"Se eu ganhar essa são quatro Copas. Eu não vou ter chance de tentar o penta", disse o petista, acrescentando que, depois de um possível quarto mandato, vai sair de férias "para namorar mais uns 20 anos".

Embora fosse previsto que Lula discursasse com o auxílio e um teleprompter, o presidente optou por ignorar o equipamento e falar livremente. A fala durou mais de 40 minutos e, antes que ele terminasse de discursar, boa parte do público já tinha ido embora. O evento teve início às 11h e as arquibancadas foram esvaziadas por volta das 13h.

Lula iniciou o discurso já quebrando um dos protocolos e pedindo que a primeira-dama Janja da Silva também discursasse. "Não é possível que a gente tenha esquecido, no principal evento da nossa campanha, de ter colocado uma mulher para falar", disse o petista antes de convidá-la a falar.

Como a ideia é investir mais no primeiro ato de campanha, marcado para o dia 16 de agosto no Estádio 1° de Maio, na Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP), berço político do petista, a convenção reduziu os discursos. Inicialmente, eram previstas apenas as falas de Edinho Silva, presidente nacional do partido, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ex-ministro Fernando Haddad, candidato ao Governo de São Paulo — além do próprio Lula.

Janja falou brevemente sobre mulheres precisarem sempre se afirmar. Ela vestia uma camiseta com uma impressão do rosto de Lula quando criança.

Lula reclamou de não poder pedir votos ainda, já que a Lei Eleitoral só permite que o candidato possa fazer isso a partir do dia 16 de agosto, após o fim do prazo de registro das candidaturas na Justiça Eleitoral. "Eu falei na Bahia, pedi voto e vou ser multado", afirmou.

Neste sábado (1°), Lula pediu votos ao senador Jaques Wagner durante convenção do PT na Bahia. Wagner, que não compareceu à convenção no domingo, foi alvo de operação da Polícia Federal em meio às investigações sobre o Banco Master.

Não houve nenhuma menção ao Caso Master durante a convenção, embora os petistas tenham explorado as denúncias contra Flávio Bolsonaro, que pediu e recebeu dinheiro de Vorcaro para o filme "Dark Horse", que conta a história de seu pai.

Soberania

A soberania nacional foi amplamente defendida pelos aliados de Lula durante o evento. O tema é uma das tônicas do PT nestas eleições diante do tarifaço imposto por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, e do receio de que ocorra algum tipo de intervenção estrangeira na votação de outubro.

O PT tem trabalhado no resgate do uso da bandeira brasileira, que ficou associada à direita, e vem estimulando a militância a aderir ao verde e amarelo. Na arquibancada do lado esquerdo do pavilhão, um grupo ergueu um bandeirão do Brasil, tal qual torcida em estádio de futebol, e no telão a bandeira nacional também foi exibida.

Alckmin, por exemplo, disse que a eleição dele e de Lula ajudou a salvar a democracia. "Se os nossos adversários, perdendo as eleições, tentaram um golpe de Estado, tinham como projeto matar quem foi eleito pelo povo, imaginem se tivessem ganho as eleições", disse ele, lembrando a tentativa de golpe de Estado que levou à prisão de Bolsonaro.

Ele também criticou os ataques às urnas eletrônicas e as relações do clã Bolsonaro com a administração Trump, nos Estados Unidos, e com Javier Milei, presidente da Argentina — e que participou da convenção que lançou Flávio à Presidência.

"Quem não acredita no voto popular não deveria nem ser candidato a presidente. A descrença das urnas é cheiro de fumaça de derrota. A urna eletrônica é tão competente que não aceita voto de argentino e americano", afirmou Alckmin.

O vice-presidente finalizou a fala brincando que, agora, vai repetir "lula com chuchu", uma receita de sucesso, em referência ao apelido que recebeu enquanto governador paulista, de ser "picolé de chuchu". Ao fim do discurso dele, o público presente gritou "chuchu, chuchu".

Edinho Silva, em seu discurso, disse ser necessário rechaçar o entreguismo e escolher a soberania nestas eleições e que, se o país for capaz de enfrentar o fascismo, o mundo também o será. "O Brasil do presidente Lula vai enfrentar o intervencionismo, o autoritarismo", disse.

"O Brasil terá neste ano que fazer uma escolha, muito mais do que uma eleição, de legado para as próximas gerações. Que Brasil vamos construir para as próximas gerações? Quero dizer a vocês que a eleição no nosso país também vai significar o futuro da América do Sul, da América Latina e a eleição do Brasil vai influenciar o que será do mundo democrático daqui para frente", afirmou o presidente do PT.

Haddad disse que "os mesmos problemas que enfrentamos fora, estamos enfrentando dentro do Brasil". Afirmou que o governo Bolsonaro "desorganizou o Brasil em todos os sentidos". Disse que Lula nunca traiu os seus princípios de vida e que governou "sem botar boné de presidente de nenhum outro país, defendendo o interesse nacional independentemente do teor das ameaças que são feitas".

"Num momento como esse, de mar revolto, você precisa de um marujo confiável, experiente", disse.

Houve também uma cerimônia de entrada de bandeiras de todos os estados da federação, anunciados um a um pelo locutor.

Quatro mulheres fizeram uma apresentação na qual falaram sobre questões de gênero, violência, saúde e auxílios conquistados graças ao governo Lula para o eleitorado feminino. No PT, acenos às mulheres têm sido frequentes diante da rejeição enfrentada por Flávio Bolsonaro junto ao segmento.

O próprio Lula dedicou parte de sua fala ao combate à violência contra a mulher. "O cara vai ter que escolher: ou ele vota em mim ou ele bate na mulher. Se ele bater na mulher, não precisa votar em mim", disse.

Segundo a última pesquisa Datafolha, Lula tem 40% das intenções de voto para o primeiro turno contra 32% de Flávio. No cenário mais provável de segundo turno, o petista aparece com 48% contra 43% de Flávio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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