sábado, agosto 23, 2025

Com banheiro, mesa de trabalho e TV, cela aguarda Bolsonaro há 3 meses

Publicado em 22 de agosto de 2025 por Tribuna da Internet

PF prepara cela para eventual prisão de Bolsonaro em Brasília

A cela tem banheiro, mesa de trabalho e aparelho de TV

Débora Bergamasco e Elijonas Maia
da CNN

A PF (Polícia Federal) já tem pronta uma cela especial temporária para o caso de prisão em regime fechado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que atualmente cumpre recolhimento domiciliar. Trata-se de um espaço no térreo da Superintendência da PF no Distrito Federal, localizada no Setor Policial de Brasília.

A cela é, na verdade, uma sala que foi improvisada e preparada, com banheiro reservado, cama, mesa de trabalho, cadeira e televisão, nos moldes da que abrigou o então ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Superintendência da PF no Paraná, em Curitiba, em 2018 e 2019.

PRERROGATIVA – Outro ex-presidente preso, Fernando Collor de Mello, também ficou temporariamente preso em uma sala especial como cela em Maceió (AL) – o gabinete do diretor do presídio estadual. Juristas avaliam que ex-presidentes têm essa prerrogativa em eventuais prisões.

A “cela de Bolsonaro”, como vem sendo chamada por policiais no DF, é para custódia individual e pode ser ocupada por outras autoridades, é claro. Integrantes da PF explicam que ela foi montada há mais de três meses e que não tinha foco específico em Bolsonaro, mas poderia ser usada para qualquer autoridade presa.

Sob reserva, delegados explicaram que avaliam possibilidades, caso o STF (Supremo Tribunal Federal) determine a medida extrema de prisão fechada.

POSSIBILIDADES – Com isso, haveria alternativas de prisão militar, já que Bolsonaro é do Exército; em batalhão da Polícia Militar do DF, como foi no caso do ex-ministro Anderson Torres; ou a própria Superintendência da PF.

Se essa terceira possibilidade for concretizada, a cela especial está pronta para cumprimento do mandado.

A sala foi montada e reestruturada após a cúpula da PF e a Vara de Execuções Penais do DF consultarem a Superintendência para checar se haveria um lugar específico para custodiar o ex-presidente – e esta foi a cela destacada para ele. Na sede da PF não há espaço para acomodação.

NOVO INDICIAMENTO – A possibilidade aumenta porque Bolsonaro foi indiciado em mais um inquérito nesta quarta-feira (20) pela PF por coação no curso de processo e Abolição do Estado Democrático de Direito.

A PF entende que ele e seu filho, deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) atuaram juntos para que os Estados Unidos sancionaram o Brasil e a Justiça brasileira para interromper o processo e julgamento de plano de golpe de Estado, onde Bolsonaro é réu.

Trump e o “tarifaço”: o preço global de uma política econômica unilateral

Publicado em 22 de agosto de 2025 por Tribuna da Internet


Noticiário político é refém das baixarias e insultos entre situação e oposição


Bolsonaro e filho indiciados e Malafaia sob cerco: PF mira o coração da 'resistência' - PlatôBR

Supereducados, os três podem dar aulas de boas maneiras

Vicente Limongi Netto

Patético e medonho, se não fosse trágico, o noticiário político ficou refém do oceano de estupidez e xingamento do clã Bolsonaro, com o pitoresco e inefável pastor Malafaia monitorando o palavrório de esgoto. Dando ordens. Dono da destrambelhada família. Troca de diálogos com palavrões. Tudo mesclado com baixarias de adultos com boca suja.

Duro indicar qual dos personagens do script de insultos é o mais sacripanta. A política brasileira indo para a lixeira dos absurdos, pois situação e oposição é tudo a mesma coisa. Detergente é pouco. O cidadão trabalhador está confuso e enojado. Cada vez acreditando menos na isenção e dignidade dos políticos. 

DEU NO ESTADÃO – Nesse clima, na coluna Fórum, antes da divulgação feita pela PF dos patéticos áudios de baixaria e patifaria entre o clã Bolsonaro e Malafaia, o jornal Estadão transcreveu nesta quarta-feira, dia 20, minha opinião sobre a família de Bolsonaro, que, aliás, não é melhor do que a família de Lula da Silva:

O vereador Carlos Bolsonaro chamou governadores de direita de “ratos”. De ratos e ratazanas de todos os tamanhos, a família Bolsonaro conhece bem. É parceira de ratos oriundos de bueiros, de lixeiras, de terrenos baldios, de esgoto. O chefe dos ratos usa tornozeleira. O filho fujão e rato de lixões é cupincha de outro rato graúdo e topetudo, morador da Casa Branca”, escreveu o Estadão.

DURO DE AGUENTAR – Fiasco anunciado, faz tempo, a COP-30. O espetáculo de horrores é marcado para novembro. Mais um vexame internacional para a conta do Brasil. Absurdos diários são revelados em Belém, envolvendo a iniciativa. Preços exorbitantes de hotéis espantam e mostram a ganância desenfreada. Dos 190 países previstos para participar do medonho evento, apenas 47 confirmaram presenças.

Quem fatura alto é a ONG espanhola OEI, que se apresenta como representante de países ibero-americanos e recebeu do governo, adiantados, R$ 98 milhões para “organizar” a COP30, como se o governo não fosse capaz de fazê-lo, e depois vai recebe outro tanto. Por trás do negócio está dona Janja, que se apresentava como “coordenadora da OEI no Brasil, mas parece que não coordena mais nada…


Derrota inicial na CPMI do INSS expõe o desprestígio de Motta e Alcolumbre

Publicado em 22 de agosto de 2025 por Tribuna da Internet

Oposição articula paralisação do Congresso para pressionar Motta e  Alcolumbre após prisão de Bolsonaro

Motta e Alcolumbre respondem pelos erros do governo

Dora Kramer
Folha

Mais que um fiasco da base governista, a perda do comando da CPI mista do INSS foi uma derrota pessoal dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado. Davi Alcolumbre (União-AP) e Hugo Motta (Republicanos-PB) levaram um passa-moleque inédito e surpreendente para comandantes do Congresso eleitos há poucos meses em situação de quase unanimidade.

EROSÃO DO CAPITAL – Uma acelerada erosão de capital de autoridade que pode ser atribuída tanto a um revide pela posição dos dois no episódio do motim de deputados e senadores quanto à percepção de que se dispuseram a prestar serviço ao Palácio do Planalto na indicação de presidente e relator amigáveis.

O fracasso, sabemos, não tem pai nem mãe, mas no caso a filiação é compartilhada pelo presidente Luiz Inácio da Silva (PT) em sua desatenção ao Congresso neste mandato, pela incompetência de seus líderes no Parlamento e pelo excesso de confiança de Motta e Alcolumbre nos respectivos tacos.

Salto alto, cochilo, imprevidência e o que mais se possa listar para explicar o malogro, fato é que a CPMI começa sob a égide da desorganização do governo. Na tentativa de reduzir o dano, o líder Randolfe Rodrigues (PT-AP) falou em “circunstância regimental” e prometeu reação ao longo dos trabalhos.

BASE AOS PEDAÇOES  – O problema, no entanto, não é de natureza circunstancial, dado não ser a primeira vez que o governo dorme no ponto e subestima a oposição. Chega a ser irrelevante, por impossível, prever o rumo da comissão do ponto de vista substantivo. No adjetivo, está claro que será palco de embates políticos ferrenhos em detrimento da investigação rigorosa e atribuição de responsabilidades.

A questão é que a derrota não foi fruto de acidente, mas resultado de um trabalho malfeito de articulação, de improvisações e de suposições equivocadas.

Se a oposição soube jogar com o regimento, aproveitar ausências de governistas para substituí-los por suplentes e entrar a madrugada organizando a tropa, caberia ao governo detectar os movimentos e se antecipar aos acontecimentos.

Diálogos e suspeitas financeiras agravam a situação de Bolsonaro no STF

Publicado em 23 de agosto de 2025 por Tribuna da Internet

Charge do Cláudio de Oliveira (Folha)

Pedro do Coutto

Nesta semana, veio à tona diálogos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, seus filhos e o pastor Silas Malafaia, o que agravou de forma significativa a situação do ex-mandatário no inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

As conversas, obtidas pela Polícia Federal a partir do acesso a arquivos armazenados em nuvem, revelam uma rede de articulações que vai desde o campo político até movimentações financeiras de alto valor. Diante da repercussão, Moraes determinou que Bolsonaro apresentasse explicações em prazo curto, uma medida que reforça a pressão jurídica e política sobre ele.

DEPÓSITO – Entre os pontos mais delicados está a descoberta de um depósito de cerca de R$ 30 milhões na conta de Bolsonaro, realizados em parcelas cuja origem ainda não foi esclarecida. A Polícia Federal vê nessa operação um indício de movimentação financeira atípica, potencialmente ligada a lavagem de dinheiro. A defesa do ex-presidente terá de explicar não apenas o destino da quantia, mas principalmente a fonte dos recursos, o que coloca Bolsonaro em posição defensiva.

Ao mesmo tempo, veio à tona um rascunho de pedido de asilo político na Argentina, endereçado ao presidente Javier Milei, elaborado em 2024, o que demonstra que Bolsonaro cogitou seriamente deixar o país diante do avanço das investigações. Embora o documento não tenha sido formalizado, sua simples existência adiciona um componente de fragilidade à narrativa de que se vê perseguido politicamente, pois indica que o ex-presidente vislumbrava a fuga como saída.

Outro ponto que chamou atenção foi a inclusão do pastor Silas Malafaia no inquérito conduzido por Alexandre de Moraes. Malafaia teria participado de movimentos para pressionar a Justiça brasileira e influenciar a opinião pública em favor de Bolsonaro, inclusive articulando campanhas internacionais contra ministros do Supremo.

MOBILIZAÇÃO – Além disso, diálogos revelam que Eduardo Bolsonaro, deputado federal que reside nos Estados Unidos, tentou mobilizar autoridades norte-americanas para adotar medidas contra integrantes da cúpula do Judiciário brasileiro, como a suspensão de vistos e o bloqueio de bens. Essa tentativa de internacionalizar o conflito e obter apoio externo para desgastar o Supremo vem sendo interpretada como obstrução de justiça e ameaça à soberania nacional.

O impacto dessas revelações não se restringe ao campo jurídico. Elas acentuam a crise interna no núcleo bolsonarista, expondo divergências e fragilidades na própria família. Combinadas, essas circunstâncias tornam mais difícil a tarefa do ex-presidente de oferecer uma explicação clara e convincente para a sociedade. Bolsonaro se vê, assim, diante de um dilema: ou se pronuncia de forma transparente, assumindo riscos jurídicos ainda maiores, ou opta pelo silêncio, que pode lhe custar ainda mais caro na opinião pública.

De um modo ou de outro, a pressão cresce, e os fatos parecem se consolidar contra ele, num cenário em que a cada revelação as saídas políticas e legais se estreitam.


Novas Provas Apontam para 6 de Julho de 1925 como a Verdadeira Data de Emancipação de Jeremoabo

 

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Nota da redação deste Blog - Novas Provas Apontam para 6 de Julho de 1925 como a Verdadeira Data de Emancipação de Jeremoabo

O debate sobre a data oficial da emancipação de Jeremoabo pode estar perto de um desfecho. O cidadão José Mário Varjão apresentou o que ele considera provas "contundentes e robustas" que comprovam, sem margem para dúvidas, que a data correta da emancipação política e administrativa do município é 6 de julho de 1925.

A revelação de Varjão traz um novo elemento para a discussão histórica que perdura há anos em Jeremoabo. Se a documentação apresentada por ele for validada, pode ser o ponto final em uma longa controvérsia, oferecendo um alicerce sólido para a identidade e a memória da cidade.

O fato de um cidadão comum se aprofundar na pesquisa histórica para trazer à tona informações tão cruciais demonstra um profundo senso de pertencimento e cuidado com o legado de Jeremoabo. Agora, cabe às autoridades e historiadores do município analisar e confirmar a veracidade dessas novas evidências, para que a história da cidade possa ser celebrada com a precisão que ela merece.


Você acredita que o esforço de cidadãos em pesquisar a história de seus municípios pode ser um fator decisivo para resolver questões históricas e culturais?

ivulgação de “provas” quer inflamar o público às vésperas do julgamento


JH: Investigação aponta que Silas Malafaia atuava em linha com o  ex-presidente Jair Bolsonaro

Carolina Brígido
Estadão

Mais do que o conteúdo das mensagens de Jair Bolsonaro, vale atentar para o momento que elas foram divulgadas. A menos de duas semanas do início do julgamento do ex-presidente e outros sete réus da trama golpista, o Supremo Tribunal Federal (STF) revelou nesta quarta-feira, 20, diálogos do capitão com interlocutores próximos – entre eles, o filho Eduardo, que atua nos EUA para tentar salvar o pai.

As mensagens instruem outra investigação em andamento no STF, sobre as artimanhas de Bolsonaro para se esquivar de eventual punição por ter planejado um golpe de Estado. O ministro Alexandre de Moraes decretou neste inquérito medidas cautelares ao ex-presidente e, diante do descumprimento, a prisão domiciliar.

EXISTÊNCIA DA TRAMA – Ou seja, Moraes diz que já tem convicção da existência da trama para livrar Bolsonaro da Justiça. Com o apoio de áudios e transcrições, acha que os fatos se tornam irrefutáveis. Assim, diante da força das provas, o ministro preferiu divulgar as mensagens ao público.

Os celulares usados por Bolsonaro foram apreendidos em 18 de julho e em 4 de agosto – respectivamente, quando foram impostas as medidas cautelares e quando a prisão foi decretada. Ou seja: a primeira leva do material estava com a Polícia Federal há mais de um mês.

A decisão de divulgar as provas agora não parece aleatória. A pouco tempo do julgamento final de Bolsonaro, áudios, transcrições de mensagens e vídeos comovem a opinião pública.

CONDENAÇÃO – Portanto, a condenação do ex-presidente pelo STF é inevitável. Agora, o relator da ação penal lembra os brasileiros dos crimes que Bolsonaro cometeu e prepara o terreno para o julgamento, agendado para iniciar dia 2 de setembro.

Moraes também ressalta, com a divulgação no material, que o réu é o ex-presidente, e não o ministro – que acabou punido pelos EUA, por influência de Eduardo.

sexta-feira, agosto 22, 2025

O Trânsito de Jeremoabo: Propostas Construtivas e a Necessidade de Ação Imediata

 

                   Foto Divulgação JV Portal



O Trânsito de Jeremoabo: Propostas Construtivas e a Necessidade de Ação Imediata

Após a publicação do artigo "O Desafio do Trânsito em Jeremoabo: Uma Questão de Vida ou Morte", um cidadão jeremoabense enviou uma crítica construtiva, oferecendo um diagnóstico preciso e soluções fundamentadas para o caos no trânsito da cidade.

As sugestões do morador vão além do óbvio e abordam os pontos-chave do problema:

  1. Criação de um Porto Seco: A proposta de um espaço exclusivo para carga e descarga de mercadorias seria a solução para o problema crônico na Rua Duque de Caxias e nas ruas centrais, aliviando o fluxo e permitindo a criação de áreas com proibição de estacionamento para melhor circulação.

  2. Ação de Fiscalização: A crítica é direta sobre a necessidade de a Polícia Militar e os agentes de trânsito saírem de sua zona de conforto e atuarem de forma mais ostensiva nas ruas, com fiscalização e aplicação de multas. Para isso, o cidadão sugere que o município regulamente seu poder de multar, uma medida que poderia trazer resultados rápidos e eficazes.

  3. Esforço Conjunto: O morador ressalta que o problema exige um trabalho em equipe entre o Poder Executivo e o Legislativo. A crise no trânsito de Jeremoabo não será resolvida com ações isoladas, mas sim com a colaboração de todos os envolvidos, incluindo a população.

As propostas do cidadão de Jeremoabo são um lembrete importante de que a solução para os problemas de uma cidade não está apenas nas mãos dos governantes, mas também na participação ativa e construtiva da comunidade.


Você acredita que a participação da população na discussão e na busca por soluções para problemas como o do trânsito é crucial para o sucesso das políticas públicas?

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