segunda-feira, março 24, 2025

Rui Costa e Jaques Wagner lideram pesquisa para o Senado; veja os cenários

 Foto: Reprodução/Arquivo

Rui Costa e Jaques Wagner24 de março de 2025 | 10:14

Rui Costa e Jaques Wagner lideram pesquisa para o Senado; veja os cenários

exclusivas

Pesquisa Paraná realizada com eleitores do estado da Bahia, com base em 1.640 entrevistados, divulgada nesta segunda-feira (24), mostrou um cenário competitivo para as eleições ao Senado em 2026. Os dados, divididos entre respostas espontâneas e estimuladas, destacam os nomes de Rui Costa e Jaques Wagner, ambos do PT, como os principais candidatos na disputa.

Na modalidade espontânea, em que os entrevistados citam os nomes sem estímulo prévio, a maioria (85,2%) afirmou não saber ou não opinar sobre os candidatos. Outros 6,6% declararam que votariam em “ninguém”, branco ou nulo. Entre os nomes mais lembrados estão:

Jaques Wagner: 2,0%

Otto Alencar: 1,9%

Rui Costa: 1,2%

João Roma: 0,7%

Os demais candidatos, como ACM Neto, Doutora Raissa Soares e Angelo Coronel, tiveram menções abaixo de 0,5%, indicando que ainda não possuem grande reconhecimento espontâneo entre o eleitorado.

Já na pesquisa estimulada, em que os entrevistados podiam escolher até dois nomes de uma lista pré-definida, o cenário se mostrou mais definido:

Rui Costa: 43,8%

Jaques Wagner: 34,0%

João Roma: 24,6%

Doutora Raissa Soares: 11,2%

Angelo Coronel: 11,0%

Apesar da liderança de Rui Costa, Jaques Wagner aparece como um forte concorrente, enquanto João Roma ocupa a terceira posição, com uma diferença significativa para os demais candidatos. Chama atenção também a presença de nomes como Adolfo Viana (7,4%) e Márcio Marinho (6,7%), além Marcelo Nilo (5,3%).

 

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Política Livre

Exclusiva (Brasília): Ganha força chapa Lula/Helder para 26; Em SP, Haddad sai ao governo com Alckmin ao Senado

 Foto: Reprodução/Arquivo

Lula e Helder na cabeça, pensam petistas sobre 202624 de março de 2025 | 10:58

Exclusiva (Brasília): Ganha força chapa Lula/Helder para 26; Em SP, Haddad sai ao governo com Alckmin ao Senado

exclusivas

A articulação política do presidente Lula (PT) já montou seu plano AAA para a sucessão presidencial e a paulista, em 2026. Em Brasília, a ideia passa pela candidatura à reeleição de Lula com Helder Barbalho (MDB), governador do Pará, na vice.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), sairia à sucessão estadual de São Paulo, tendo como candidato ao Senado na chapa Geraldo Alckmin (PSB), hoje vice de Lula. O movimento é um golpe na concepção de quem acha que o presidente aventa deixar o páreo.

Além de ser do Norte, Helder tem excelentes índices de popularidade no Pará, os quais quer mostrar ao país com a COP30, que acontece em novembro próximo, e teria a vantagem de trazer a linhagem tradicional do MDB, incluindo do pai Jader a Renan Calheiros, para a campanha do petista.

Política Livre

Economia e Segurança puxam avaliação mais negativa do governo Lula


Educação ainda tem melhor desempenho na Esplanada

Pedro do Coutto

O aumento da desaprovação do governo do presidente Lula da Silva entre os eleitores brasileiros reflete-se em diversas áreas da administração federal, conforme apontado por uma pesquisa Ipsos-Ipec divulgada na última sexta-feira. A piora na percepção é generalizada em comparação com o levantamento anterior, realizado em dezembro, e atinge até mesmo a área da educação, sob responsabilidade do ministro Camilo Santana, que até então era a única com avaliação positiva superior à negativa.

Em março, pela primeira vez no terceiro mandato do petista, as avaliações “ótima ou boa” e “ruim ou péssima” na educação empataram, cada uma com 36% da opinião pública. Em dezembro, a diferença entre esses grupos era de três pontos percentuais, com a avaliação positiva à frente. Apesar da queda, a educação continua sendo a única área em que a reprovação não supera a aprovação.

AVALIAÇÃO NEGATIVA – Os dados indicam que o combate à inflação, o controle e a redução de gastos públicos, além da segurança pública, são as áreas com maior índice de avaliação negativa. Nessas frentes, respectivamente 57%, 53% e 50% dos entrevistados consideram o trabalho do governo ruim ou péssimo.

Diante do aumento dos preços dos alimentos, a parcela da população que avalia negativamente a atuação do governo nessa questão subiu dez pontos percentuais em relação a dezembro, enquanto a percepção positiva caiu de 21% para 17%. Já o descontentamento com o controle de gastos teve um aumento menor, de cinco pontos, variação semelhante à registrada na segurança pública, gerida no âmbito federal pelo ministro Ricardo Lewandowski.

DESEMPREGO  – Outras áreas com alta reprovação incluem o desemprego, com 45% de avaliações negativas, e o combate à fome e à pobreza, classificado como ruim ou péssimo por 47% dos entrevistados, mesmo diante de recentes avanços nos indicadores nacionais.

As políticas ambientais, conduzidas pela ministra Marina Silva também registram uma percepção negativa crescente, com 40% de reprovação em março, contra 38% em dezembro. Em setembro do ano passado, esse índice chegou a 44%, após um aumento de 11 pontos em quatro meses, impulsionado por eventos como enchentes no Rio Grande do Sul e queimadas na Amazônia e no Pantanal.

A recente troca de comando no Ministério da Saúde, com a saída de Nísia Trindade e a chegada de Alexandre Padilha não provocou mudanças significativas na percepção pública sobre a gestão da pasta. O índice de avaliação negativa continua em tendência de alta, passando de 44% para 46%, enquanto a aprovação caiu de 26% para 25%, variações dentro da margem de erro.

PERCEPÇÃO – No que diz respeito à avaliação geral do governo Lula, conforme já divulgado na semana passada pelo instituto, 41% dos brasileiros consideram sua gestão ruim ou péssima, enquanto 27% a classificam como ótima ou boa. Outros 30% a veem como regular. Além disso, 51% dos entrevistados afirmam que o governo está pior do que esperavam, um aumento em relação a dezembro, quando essa percepção era de 41%.

A pesquisa Ipsos-Ipec revela um cenário de crescente insatisfação com o governo Lula, refletido na piora da avaliação em diversas áreas da administração pública. Questões como inflação, segurança e controle de gastos se destacam entre as mais criticadas, indicando que a população esperava medidas mais efetivas para solucionar esses problemas.

MUDANÇA – Mesmo setores que anteriormente apresentavam um saldo positivo, como a educação, agora mostram um equilíbrio entre avaliações favoráveis e desfavoráveis, evidenciando um desgaste generalizado na percepção da gestão federal.

Diante desse quadro, o governo enfrenta o desafio de reverter essa tendência negativa e recuperar a confiança da população. Para isso, será necessário não apenas implementar políticas mais eficazes, mas também melhorar a comunicação sobre os avanços realizados. Caso contrário, a insatisfação pode se consolidar, tornando ainda mais difícil a condução do mandato e o enfrentamento dos desafios econômicos e sociais do país.

PLANEJAMENTO E GESTÃO DO TURISMO NO MUNICÍPIO



Nota da Redação deste Blog - PLANEJAMENTO E GESTÃO DO TURISMO NO MUNICÍPIO

Fala-se muito em implantar o turismo em Jeremoabo, mas somente a boa vontade do poder público não é suficiente. O sucesso dessa iniciativa depende também da civilidade e da boa vontade dos moradores. A população precisa contribuir evitando jogar lixo nas ruas e mantendo os animais sob controle. O turista é exigente e busca um ambiente organizado, limpo e seguro.

O que é Turismo? Turismo é uma atividade econômica que envolve transações comerciais de serviços turísticos entre diversos agentes econômicos. Ele ocorre através do deslocamento voluntário e temporário de pessoas para fora de sua área de residência fixa, por diversos motivos, exceto para exercer atividades remuneradas no local visitado. (EMBRATUR, 1992)

O turista é aquele que se desloca para fora de seu local de residência por mais de 24 horas, realizando pernoite, sem a intenção de fixar moradia ou exercer atividade remunerada. Durante sua estadia, ele realiza gastos de qualquer espécie, com renda auferida fora do local visitado. (EMBRATUR, 1992)

Desenvolvimento Sustentável do Turismo O turismo sustentável é um processo contínuo que requer monitoramento constante para minimizar impactos negativos e maximizar os benefícios. Isso exige a participação e o comprometimento de todos os envolvidos, especialmente do Poder Público. (OMT, 2003)

Fatores que Atraem Turistas Para que Jeremoabo se torne um destino turístico viável, é necessário atender a certos requisitos básicos:

  • Facilidade de acesso: Boa mobilidade e infraestrutura para chegar e circular entre os atrativos.

  • Variedade de atrativos: Opções diversificadas de lazer e cultura, evitando a monotonia.

  • Boa infraestrutura: Fornecimento adequado de água, energia, telecomunicações e tratamento de esgoto.

  • Hospedagem e alimentação: Hotéis, restaurantes e bares acessíveis a diferentes públicos e orçamentos.

  • Segurança: Ambiente tranquilo e sem altos índices de criminalidade.

  • Preservação histórica e cultural: Valorizando tradições, patrimônios e costumes locais.

  • Respeito ao meio ambiente: Conservação de recursos naturais e paisagísticos.

Para que o turismo em Jeremoabo se desenvolva de forma eficaz, é necessária uma ação conjunta entre o poder público e a população. O engajamento dos moradores em manter a cidade organizada, limpa e segura é essencial para atrair visitantes e consolidar o turismo como uma importante atividade econômica para o município.

A Arte da Política: Entre a Estratégia e a Sobrevivência



O Asfalto como Alavanca do Desenvolvimento: Uma Nova Realidade para o Bairro Romão

Adeus Buracos: Asfalto no Bairro Senhor do Bonfim Entra  Na Fase Final




4/03/2025

 

RP: 9291/BA

Após intensos trabalhos no Bairro Sr. do Bonfim

 (Romão), temos o prazer de informar que a

 buraqueira do Bairro foi definitivamente

 eliminada com a conclusão da execução do

 asfalto em sua fase final.

A conclusão das obras de asfaltamento
 representa não apenas a eliminação
 dos inconvenientes das antigas 
buraqueiras, mas também um avanço 
significativo para o desenvolvimento 
urbano e a melhoria na mobilidade.
O resultado reflete o empenho e o
 comprometimento das autoridades
 em revitalizar a infraestrutura
 urbana, superando os desafios que
 vinham prejudicando a circulação e
 a qualidade de vida no bairro.

O resultado reflete o empenho e o
 comprometimento das autoridades
 em revitalizar a infraestrutura urbana,
 superando os desafios que vinham 
prejudicando a circulação e a
 qualidade de vida no bairro.


Agora, a população pode usufruir de 
um pavimento renovado e livre dos
 incômodos ocasionados pelos
 buracos, celebrando o marco de
 uma cidade em constante
 transformação. Lama, poeira e o
 raspa raspa, são coisas do passado.



O Asfalto como Alavanca do Desenvolvimento: Uma Nova Realidade para o Bairro Romão

Nota da Redação deste Blog - O Asfalto como Alavanca do Desenvolvimento: Uma Nova Realidade para o Bairro Romão

Antigamente, dizia-se que por onde passa o asfalto, chega o desenvolvimento. Essa afirmação continua valendo nos dias de hoje, pois a pavimentação de ruas e estradas é um dos principais motores do progresso urbano. O asfalto não apenas melhora a mobilidade, mas também amplia o acesso a serviços essenciais, fomenta o comércio, valoriza os imóveis e proporciona mais qualidade de vida e segurança para a população.

Com grande alegria, testemunhamos um importante avanço logo no início da gestão do prefeito Tista de Deda: o recapeamento do Bairro Romão. Essa ação representa um grande benefício para os moradores, que durante seis anos enfrentaram descaso, sofrimento e perseguição. Em apenas uma semana de trabalho, o prefeito conseguiu realizar o que o gestor anterior não foi capaz: devolver a dignidade à comunidade local.

O impacto dessa melhoria é sentido diretamente pelos moradores. Como relatou um residente do Bairro Romão:

“A rua tinha muitos buracos e a gente sofria com o excesso de lama sempre que chovia. Com a pavimentação, todos os moradores vão ser beneficiados, além de ter a área valorizada, assim como os imóveis.”

Agora, com as vias devidamente asfaltadas, cabe ao Secretário do Meio Ambiente trabalhar na arborização do bairro, tornando-o ainda mais agradável e sustentável. O compromisso com a infraestrutura e a qualidade de vida dos munícipes é essencial para que o desenvolvimento de Jeremoabo continue avançando.

Pacote de crédito, aposta do governo Lula, pode reduzir juros em um terço, diz secretário

 Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação/Arquivo

O presidente Lula24 de março de 2025 | 08:16

Pacote de crédito, aposta do governo Lula, pode reduzir juros em um terço, diz secretário

economia

As medidas de crédito em preparação pelo governo Lula, somadas a propostas em tramitação no Congresso que o Executivo quer destravar, têm o potencial de reduzir em um terço a taxa média de juros cobrada das famílias do País, avalia o secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Barbosa Pinto.

As propostas integram a agenda microeconômica da pasta e estão entre as principais apostas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tentar reverter a queda de sua popularidade, que atingiu o nível mais baixo de seus três mandatos.
Hoje, a taxa média dos juros para pessoas físicas está em 33,8%, incluindo o crédito livre, definido pelos próprios bancos, e o direcionado, que tem subsídios do governo. Os dados, coletados pelo Banco Central, são referentes a janeiro, último dado disponível.

“Acho que dá para cortar o spread (custo do crédito) pela metade, levando a taxa média de juros para algo próximo de 20%”, afirmou Pinto em entrevista ao Estadão.

Apesar das frequentes falas de Lula sobre o tema, o secretário não enxerga pressão política do Palácio do Planalto sobre o trabalho técnico da pasta. Ele avalia que o apoio do presidente é um impulso para que propostas no Legislativo que integram essa agenda ganhem agilidade na tramitação.

“Muito pelo contrário: a gente já vem trabalhando nesta agenda, e há vários projetos já em tramitação no Congresso. O apoio do presidente vai ajudar a acelerar a aprovação dessas medidas”, pontua.

Ele avalia que o Brasil já conseguiu promover uma forte inclusão de brasileiros no sistema financeiro, com 190 milhões de contas bancárias, 200 milhões de cartões de crédito ativos e mais de R$ 4 trilhões em crédito concedido para as pessoas físicas. Por isso, diz que a palavra-chave neste momento não é mais inclusão, mas sim autonomia financeira.

“Nos últimos anos, houve um esforço grande e bem-sucedido de inclusão financeira dos brasileiros. Mas isso não é suficiente: é preciso agora dar autonomia financeira, ou seja, ferramentas para que as pessoas tenham acesso a produtos de qualidade e a juros mais baixos”, afirma.

Ele também entende que as medidas de crédito são estruturais e, por isso, refuta críticas de que essa agenda poderá atrapalhar o trabalho do Banco Central de controlar a inflação. Na semana passada, o BC subiu a taxa básica de juros pela quinta vez seguida, para 14,25% ao ano, e já sinalizou uma nova alta em maio.

“Tudo que aumenta a produtividade da economia vai no sentido de ajudar o Banco Central, porque significa aumento de crescimento econômico sem gerar inflação”, avalia. “Responsabilidade fiscal e inflação na meta são condições necessárias pra gente crescer de forma sustentável, mas não suficientes; precisa melhorar a produtividade. Para fazer isso, precisa mexer nesse encanamento da economia”, diz.

Além do novo consignado privado, programa lançado pelo Executivo que teve início na última sexta-feira, o governo prepara junto com o BC uma medida com foco em microempreendedores individuais (MEIs) e micro e pequenas empresas que consiste em permitir que elas usem como garantia o fluxo que têm a receber de Pix, com o objetivo de baixar os juros para esse público. A expectativa é de que o desenho da modalidade seja concluído até o final do ano.

O governo também pretende destravar a tramitação de cinco projetos que já estão no Congresso Nacional e que integram essa agenda: a lei da infraestrutura do sistema financeiro, a lei da proteção ao investidor, a lei da resolução bancária, a lei de falências e a lei da desjudicialização. Nem todas têm efeitos imediatos sobre a economia, mas o secretário avalia que elas promovem mudanças estruturais, com ganhos de produtividade.

Veja os projetos de crédito que estão no Congresso e que o governo quer destravar:

1. Lei de infraestrutura do sistema financeiro: Moderniza o sistema de liquidação, custódia e depósitos de ativos financeiros. Tem por objetivo dar mais segurança e estimular a competição e criação de novos produtos financeiros, reduzindo taxas e custos. Já foi aprovada na Câmara e está em análise no Senado.

2. Lei de proteção ao investidor: Quer facilitar o ressarcimento de investidores em caso de prejuízos por fraudes, informações falsas prestadas pelas empresas, dados contábeis incorretos ou abuso de poder de controle. Também quer estimular o uso de ações coletivas na Justiça, dar mais poder à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e punir com mais rigor administradores. Está em tramitação na Câmara.

3. Lei de resolução bancária: Trata da liquidação e intervenção em instituições financeiras. Prevê a criação de um fundo, com dinheiro dos próprios bancos, para socorrer as instituições financeiras. Hoje, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) protege o dinheiro dos contribuintes, apenas. Esse fundo garantiria os bancos. Por um lado, pode aumentar o spread, já que o risco e o custo do fundo seria compartilhado pelo próprio sistema financeiro. Mas, por outro, aumenta a concorrência e dá segurança ao sistema. Projeto em tramitação na Câmara.

4. Reforma da lei de falências: Pretende facilitar e acelerar o processo de falência de empresas no País. Há o entendimento de que a recuperação judicial é eficaz, mas a falência, não. Tem por objetivo reduzir de dez anos para cinco anos o prazo de falência das empresas e aumentar de 12% para 50% a recuperação de bens. Os credores, hoje, por receio de que a falência não funcione, aceitam condições piores na recuperação judicial. Projeto aprovado na Câmara e está no Senado.

5. Lei de desjudicialização. Muda o processo de cobrança de dívidas no País, diminuindo a execução na esfera judicial. Potencial para reduzir spread de crédito. Projeto prevê que cartórios façam a execução, sob a supervisão da Justiça, e sejam pagos por isso. Entendimento é de que cartórios têm capilaridade por todo o País e podem acelerar o processo. Projeto em tramitação no Senado.

Alvaro Gribel, Mariana Carneiro e Anna Carolina Papp/Estadão Conteúdo

Partidos que formam o Centrão relutam em pedir urgência para a anistia


Deputado Sóstenes Cavalcante durante coletiva | Agência Brasil

Sóstenes Cavalcante precisa da assinatura de outros líderes

Josias de Souza
do UOL

Os partidos do centrão já descartam Jair Bolsonaro (PL) como possível candidato à presidência de República em 2026 e relutam em embarcar no pedido de urgência da votação da anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8/1.

Os presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP) estão cuidando de seus interesses nas eleições de 2026. O deputado precisa se reeleger e o senador, que ainda tem mais quatro anos de mandato, está pavimentando as reeleições dos parlamentares que o conduziram à presidência do Senado.

JOGO DUPLO –Nisso, está inserida uma negociação com o governo e um jogo duplo com Lula. O governo tem que cuidar dos quase dois anos que restam para Lula e precisa do centrão.

 É nesse contexto que se dá a discussão sobre a anistia. O centrão está obviamente acomodando isso em um banho-maria. Ainda que passasse na Câmara, seria brecado no Senado. Não há nenhuma disposição do Hugo Motta em pautar isso na Câmara nesse momento. Pode até ser lá na frente, mas não agora.

Há, sim, um jogo duplo e isso ficou claro na bancada evangélica. Sóstenes ainda não obteve as assinaturas de urgência. Ele repetiu que tem um requerimento pronto, mas as assinaturas ainda não estão lá.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Somente agora o Congresso está retomando os trabalhos. Sóstenes Cavalcante, líder do PL, ainda não tem as assinaturas dos líderes da direita na Câmara para declarar urgência, mas logo terá. O apoio mais difícil de conseguir é o líder dos Republicanos, porque o partido tem candidato próprio e forte (Tarcísio de Freitas) e reluta em dar moleza a Bolsonaro. Todo partido sonha em eleger o próximo presidente, a democracia é assim. (C.N.)


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