terça-feira, março 26, 2024

Na forma da lei, é muito difícil condenar os golpistas, mas Moraes dará um jeitinho


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Charge do Latuff (Frente Brasil Popular)

Carlos Newton

Já explicamos aqui na Tribuna da Internet que, para condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro e demais líderes e participantes do golpe de estado, o ministro-relator-vítima-juiz Alexandre de Moraes terá de usar a mesma criatividade apresentada no julgamento dos pés-de-chinelo presos no episódio de 8 de Janeiro.

Como se sabe, Moraes fez um impressionante contorcionismo jurídico para transformar em terrorista quem deveria ser julgado por invasão e depredação do patrimônio de prédio público.

FÁBRICA DE TERRORISTA – Essa montagem da maior fábrica de terroristas do mundo, digamos assim, foi uma interpretação jurídica tão exótica que despertou incômodo e estranheza até no megaempresário americano Elon Musk, por representar um exagero condenatório verdadeiramente medieval.

Musk nasceu na África do Sul, conheceu o regime do apartheid, mesmo assim ficou surpreso com a Justiça brasileira. E se soubesse que essa severidade somente ocorre na punição aos pobres aqui do lado de baixo do Equador, aí é que Musk ficaria mesmo impressionado.

Agora, Moraes prepara-se para repetir a dose, no julgamento dos líderes do chamado golpe que não houve. Pode-se considerar assim, porque realmente houve a conspiração, isso está mais do que comprovado, mas o relator do processo precisa vencer o desafio de provar que ocorreu concretamente uma tentativa de golpe.

EXISTEM DIFERENÇAS – No Direito Criminal praticado no Brasil e no mundo, há uma diferença enorme entre planejamento, tentativa e execução de crime. Basta conferir a jurisprudência. O comentarista João Batista Pereira se deu a esse trabalho e nos mostra que recentemente, no Superior Tribunal de Justiça, a 5ª Turma negou provimento ao recurso especial ajuizado pelo Ministério Público do Tocantins, que tinha o objetivo de condenar dois réus por tentativa de roubo, com abundantes provas materiais.

Os criminosos forçaram o portão lateral de uma residência, arrebentaram o cadeado de outro portão e estavam tentando abrir a porta, quando avistaram policiais e saíram correndo.

O juiz de primeira instância absolveu os réus, porque tentaram, mas não praticaram o crime de roubo. Ao analisar o caso, o Tribunal de Justiça do Tocantins manteve a sentença, no sentido de que os acusados não praticaram qualquer ato do tipo penal do crime de roubo, apenas quebraram um portão e um cadeado, que são outros delitos Logo, “não houve ataque a nenhum dos bens jurídicos tutelados pelo tipo penal”.

O cadeado e a arma não provaram nada…

RECURSO AO STJ – A absolvição foi contestada pelo MP do Tocantins, para quem os atos praticados mostram a intenção de roubar a casa, inclusive porque um dos réus foi preso portando arma de fogo. Além disso, houve interceptação telefônica, com mensagens que comprovam o planejamento do crime.

No entanto, o relator, ministro Ribeiro Dantas, reconheceu que a caracterização da tentativa exige “o início de prática do verbo correspondente ao núcleo do tipo penal”.

No caso, o artigo 157 qualifica o crime de roubo como “subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa”. E isso não chegou a acontecer.

CRIMES DO 8 DE JANEIRO – Para fabricar terroristas, o ministro Moraes incriminou os réus do 8 de Janeiro em associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

No caso do golpe, fica mais difícil, porque não houve associação criminosa armada, dano qualificado nem deterioração de patrimônio público. Além disso, os planejadores do golpe também não ousaram “tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais” (artigo 359-L, Código Penal). E o derradeiro crime (tentativa de golpe de estado) também não houve, porque se caracteriza por “tentar depor, por meio de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído” (artigo 359-M).

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P.S. –
 Moraes enquadrou ilegalmente os supostos “terroristas’ em todos esses crimes simultâneos, baseado meramente na “violência” demonstrada na depredação, sem haver provas materiais. Terá coragem de fazer o mesmo em relação a Jair Bolsonaro, aos generais e outros militares envolvidos? Tenho cá minhas dúvidas…

P.S. 2 – Mas pode ser que Moraes tente repetir a dose da ilegalidade registrada na cassação de Deltan Dallagnol, quando o TSE inventou a “presunção de culpa”, algo inexistente no Direito Universal e que surgiu da criatividade do ministro Benedito Gonçalves, aquele que tem um filho extravagante e também criativo, que gosta de exibir joias e roupas de grife. Ah, Brasil! (C.N.)

Clube Militar desafia Exército e fará comemoração ao 31 de março de 64

Publicado em 26 de março de 2024 por Tribuna da Internet

1964 | Latuff Cartoons

Charge do Latuff (Arquivo Google)

Deu na Sociedade Militar

O almoço em comemoração ao 31 de março de 1964 vai acontecer esse ano no Clube Militar, a despeito do país ser comandando por um presidente de esquerda, que tem entre seus homens de confiança vários nomes que participaram da luta armada nos anos 60, entre eles José Genoino e José Dirceu.

Há 10 anos uma das comemorações do 31 de março foi palco de uma confusão entre veteranos das Forças Armadas e militantes de esquerda. A coisa terminou com uma queixa na polícia da diretoria do clube contra militantes que cuspiram em oficiais da reserva remunerada.

INSTITUIÇÃO CIVIL – O Clube Militar, apesar de ter entre seus associados vários militares da ativa das Forças Armadas, é uma instituição civil e que funciona independente do Exército Brasileiro, por isso oficiais generais da ativa, do comando do Exército, não tem autoridade para impedir a realização de eventos.

O texto que circula em grupos de militares das  Forças Armadas é esse: “A História que não se Apaga e nem se Reescreve!”… Os presidentes dos clubes militares convidam para relembrar, em um almoço, os 60 anos do movimento democrático de 31 de março de 1964”

SEM INCRIMINAR – O evento vai acontecer nesta quarta-feira, 27 de março. Além do convite para o evento, a instituição divulgou um texto onde deixa claro que na sua visão, se um crime sequer foi tentado, não há como incriminar os militares envolvidos.

No texto o jurista Almir Pazzianotto, ex-ministro de Lula, defende ainda que as declarações e mensagens de oficiais das Forças Armadas, interpretadas como apoio a um golpe militar, na verdade seriam “bravatas”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – As três organizações de oficiais da Reserva (Clube Militar, Naval e da Aeronáutica) sempre espelham o pensamento dos militares da ativa. Se não houvesse manifestação em contrário dos comandantes militares, que atenderam determinação do próprio presidente Lula, é claro que os chefes militares iriam fazer ordens do dia enaltecendo o golpe de 1964. E pode ser até que façam. (C.N.)

Caso Marielle e a estarrecedora relação do poder público com a criminalidade

Publicado em 26 de março de 2024 por Tribuna da Internet

PF aponta que crime foi idealizado e planejado de forma meticulosa

Pedro do Coutto

No último domingo tivemos a notícia de que o assassinato da vereadora Marielle Franco foi idealizado pelos irmãos Brazão e meticulosamente planejado pelo ex-titular da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa, segundo aponta o relatório da investigação da Polícia Federal.

A PF considera que os irmãos Brazão e o delegado de polícia foram os autores do crime, que também matou o motorista Anderson Gomes em 2018 na região central do Rio. Para os investigadores, os irmãos foram os mandantes, e o policial participou do planejamento do assassinato, além de interferir nas investigações.

REPERCUSSÃO – Impressionante o novo episódio deste caso que ganhou uma enorme repercussão, inclusive na mídia internacional, trazendo à tona um novo e trágico aspecto ao revelar, mais uma vez, o sombrio relacionamento entre a política, a segurança pública e o crime no Rio de Janeiro. Os seus reflexos são proporcionais ao estarrecimento que o caso provoca.

Pior dos que a identificação dos mandantes e dos demais envolvidos no assassinato, é o trágico do impacto na administração publica do Rio de Janeiro e o grau de conivência entre a criminalidade e o poder público. O que foi divulgado, como assinalam as reportagens do O Globo, da Folha de S. Paulo e do Estado de S. Paulo, levará a uma inevitável confirmação do relacionamento entre faces que deveriam ser opostas, mas que na realidade, no caso Marielle, acentuou que agentes de Segurança, inclusive, transformaram-se em peças de insegurança.

CONVERGÊNCIA – O caso expõe uma cruel realidade, cuja dimensão, agora, pode ser calculada, influindo no comportamento de uma parcela que ao invés de combater o crime organizado, pelo contrário, une-se a esse segmento e deixa margem para se estimar como é profundo o relacionamento entre o crime e a obrigação de reprimi-lo. Ao contrário, revela uma convergência cuja extensão agora começa a ser trazida à tona e não se sabe ainda ao certo os limites de tal cumplicidade.

O assassinato covarde foi uma bomba que explodiu e cujos estilhaços atingem a consciência do proprio país. O Rio de Janeiro revelou ser uma área em que todas as pessoas estão expostas. Em matéria de segurança pública, as correntes diversas se encontram no episódio com as investigações sendo conduzidas  por verdadeiros porta-vozes do crime. As próximas etapas podem ainda confirmar fatos ainda mais surpreendentes e ficará a cargo das investigações as necessárias providências para que sejam minimizados episódios desse tipo.

Bancada do PT contraria Lula e insiste em criticar os 60 anos do golpe militar

Publicado em 26 de março de 2024 por Tribuna da Internet

Deputado petista fraudou eleições do PT com dinheiro desviado | VEJA

Cunha, líder do PT, já assinou o pedido de sessão especial

Gustavo Zucchi
Metrópoles

Enquanto Lula pede a seus ministros que silenciem sobre o aniversário de 60 anos do golpe militar de 1964 para evitar atritos com as Forças Armadas, o PT pretende fazer barulho na Câmara para lembrar a data.

O partido de Lula quer realizar uma sessão solene e um seminário com o tema “lembrar para que nunca mais se repita”. O pedido da sessão já foi formalizado ao presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).

ESQUECIMENTO – No requerimento, que conta com a assinatura do líder do PT na Câmara, Odair Cunha (PT-MG), os parlamentares petistas dizem que não é “aceitável que o Estado brasileiro atue em favor do esquecimento”.

“Não é admissível que qualquer órgão que compõe o Estado regido por essa Ordem Constitucional comemore, de qualquer modo, ou exalte a ditadura deposta pela Constituição de 1988”, afirmou o líder petista, acrescentando:

“Tampouco é aceitável que o Estado brasileiro atue em favor do esquecimento, afinal, para garantir que o arbítrio não volte a acontecer, é fundamental que a sociedade não esqueça”, afirmam os petistas no pedido da sessão solene.

ÊNFASE AOS 60 ANOS – Já o pedido para o seminário foi feito no âmbito da Comissão de Legislação Participativa da Câmara e está assinado por um único parlamentar: o deputado Leonardo Monteiro (PT-MG).

No requerimento, o parlamentar mineiro defende que, “no atual cenário político do país, é preciso dar ênfase” aos 60 anos do golpe militar no Brasil.

“Assim, propomos a realização de um seminário que possa não apenas rememorar esse triste passado, mas reafirmar a vocação democrática do povo brasileiro”, afirma Monteiro.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– É o fim da picada. Quando o país precisa de pacificação, ocorre justamente o contrário. E Lula fica consciente de que não consegue ser obedecido nem mesmo pela bancada de seu partido. (C.N.)


Análise Detalhada das Falhas no Edital do Concurso da Prefeitura de Jeremoabo, principalmente curto lápso de tempo para realização e exclusão dos garis.

 O (des)governo  municipal deveria pelo menos seguir o DECRETO PRESIDENCIAL Nº 9.739, DE 28 DE MARÇO DE 2019,  O prazo entre a publicação do edital e a data da realização da primeira prova deverá ser de no mínimo 60 dias. Porém, o prazo poderá ser reduzido mediante ato motivado...

Só que em Jeremoabo não existe prazo motivado, quase seis anos de espera.

                                            Fotos: Marcelo Santos/PBH


Análise Detalhada das Falhas no Edital do Concurso da Prefeitura de Jeremoabo:

1. Ausência de Vagas para Gari:

  • Problema: O edital não oferece nenhuma vaga para o cargo de gari, apesar da grande quantidade de garis terceirizados na cidade.
  • Consequências:
    • Impede que garis terceirizados busquem a estabilidade no serviço público.
    • Mantém a maioria da população em situação precária, sem direitos trabalhistas e dependente de indicações para conseguir trabalho.
  • Indicação de Favorecimento: A falta de vagas para gari levanta a suspeita de favorecimento a empresas terceirizadas, perpetuando a precarização do trabalho.

2. Data da Prova Objetiva:

  • Problema: A data da prova objetiva está definida para 05 de maio de 2024, apenas 40 dias após a publicação do edital.
  • Consequências:
    • Prazo extremamente curto para que os candidatos se preparem para a prova.
    • Prejudica candidatos que não possuem condições financeiras de investir em cursinhos preparatórios.
    • Favorece candidatos que já possuem conhecimento prévio do conteúdo cobrado na prova.
  • Indicação de Irrazoabilidade: A data da prova demonstra falta de planejamento e compromisso com a realização de um concurso público justo e transparente.

3. Excesso de Vagas para Cadastro Reserva:

  • Problema: O edital oferece um número excessivo de vagas para cadastro reserva, enquanto há carreiras com apenas uma vaga, como no caso de dentista.
  • Consequências:
    • Dificulta o ingresso de novos profissionais no serviço público.
    • Cria uma falsa expectativa para os candidatos que não serão efetivados.
    • Permite a manipulação da lista de convocação, priorizando candidatos apadrinhados.
  • Indicação de Desorganização: O grande número de vagas para cadastro reserva indica desorganização na gestão de pessoal da prefeitura.

4. Concentração de Cargos Concursados:

  • Problema: O edital concentra a maioria das vagas para cargos já ocupados por servidores concursados, como Ana Eulina, Carlos dentista e Anabel dentistas.
  • Consequências:
    • Limita as oportunidades para novos profissionais.
    • Dificulta a renovação do quadro de servidores públicos.
    • Suscita dúvidas sobre a real necessidade de realizar um concurso público.
  • Indicação de Nepotismo: A concentração de cargos em poucas famílias levanta a suspeita de nepotismo e favorecimento de pessoas próximas ao poder.

5. Ausência de Transparência:

  • Problema: O edital não apresenta informações claras sobre a banca examinadora, critérios de avaliação e recursos contra o resultado.
  • Consequências:
    • Dificulta o acompanhamento do processo por parte dos candidatos.
    • Gera insegurança e desconfiança sobre a lisura do concurso.
    • Limita as chances de contestação em caso de irregularidades.
  • Indicação de Falta de Planejamento: A falta de informações essenciais no edital demonstra falta de planejamento e organização por parte da organização do concurso.

Conclusão:

O Edital do Concurso da Prefeitura de Jeremoabo apresenta diversas falhas graves que comprometem a sua legitimidade e geram dúvidas sobre a lisura do processo. As irregularidades apontadas indicam favorecimento a grupos específicos, precarização do trabalho e falta de compromisso com a realização de um concurso público justo e transparente.

Recomendações:

  • Ampliar o prazo de inscrição para a prova objetiva.
  • Oferecer vagas para o cargo de gari.
  • Reduzir o número de vagas para cadastro reserva.
  • Distribuir as vagas de forma mais equilibrada entre os diferentes cargos.
  • Publicar um edital completo e transparente, com todas as informações relevantes sobre o concurso.

É fundamental que a sociedade civil se mobilize e cobre da Prefeitura de Jeremoabo a revisão do edital e a realização de um concurso público justo e transparente.

Ajude a espalhar essa mensagem e a defender os seus direitos!

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Juntos, podemos fazer a diferença!

Prefeito de Coronel João Sá é acusado de gastar R$ 9,1 mi em empresas fantasmas mesmo após condenação por desvios

 TCM/BA, o Ministério Público e a Polícia Federal estão investigando o caso.

Por: Erica Lima

Atualizada em 26/03/2024 às 07h46
:
Prefeito de Coronel João Sá é acusado de gastar R$ 9,1 mi em empresas fantasmas mesmo após condenação por desvios






O prefeito da cidade de Coronel João Sá, Carlinhos Sobral, está no centro de uma nova polêmica, conforme denúncia feita pelo professor da rede municipal Marcelo Santos Carvalho.

Após uma condenação em 2022 por desvios de verbas do Fundeb, que totalizaram inicialmente R$ 16,5 milhões e aumentaram para R$ 25,5 milhões, o gestor municipal agora é acusado de direcionar cerca de R$ 9,1 milhões para empresas fantasmas.

As acusações feitas pelo professor ganharam destaque após uma análise minuciosa dos gastos da prefeitura, revelando pagamentos suspeitos realizados no ano 2023.

De acordo com os registros, foram destinados R$ 3,5 milhões para empresas de peças e manutenção de carros, R$ 491 mil para material esportivo e surpreendentes R$ 5,1 milhões para supostas compras de gêneros alimentícios para merenda e cestas básicas.

Após a provocação através de denúncia, o TCM/BA, o Ministério Público e a Polícia Federal estão investigando o caso.

Fonte: Informe Baiano 

https://tvnordestebahia.com.br/noticia/239/prefeito-de-coronel-joao-sa-e-acusado-de-gastar-r-9-1-mi-em-empresas-fantasmas-mesmo-apos-condenacao-por-desvios

.Concurso Público em Jeremoabo: Mais um capítulo da novela da desconfiança


Concurso Público em Jeremoabo: Mais um capítulo da novela da desconfiança

A pergunta que não quer calar: Por que o prefeito de Jeremoabo resolveu realizar um concurso público apenas agora, em final de governo e ano eleitoral? A iniciativa, envolta em dúvidas e desconfianças, levanta questionamentos sobre os reais motivos por trás da decisão.

Um histórico preocupante: Durante quase seis anos, a administração municipal ignorou a Constituição Federal e contratou servidores sem concurso público, priorizando o nepotismo e beneficiando familiares e amigos. A gestão ainda é marcada por graves denúncias de fraude em licitações, linhas de ônibus escolar fantasmas, desvio de recursos da educação e da COVID-19, entre outras irregularidades.

Falta de confiança: Diante de um histórico tão questionável, a população de Jeremoabo tem motivos para desconfiar das reais intenções do prefeito. A realização do concurso, neste momento, soa mais como uma jogada política do que uma iniciativa genuína de melhorar a administração pública.

A necessidade de fiscalização: Cabe aos vereadores, aos presidentes de sindicatos e ao povo em geral acompanhar de perto todo o processo do concurso, desde a inscrição dos candidatos até a aplicação das provas e a nomeação dos aprovados. A desconfiança é grande e a fiscalização rigorosa é fundamental para evitar que o concurso seja mais um capítulo da novela da desconfiança em Jeremoabo.

Um exemplo a ser evitado: O concurso para agente de saúde, que se encontra subjudice, é um exemplo do que não deve ser feito. A falta de planejamento, a organização precária e as diversas irregularidades identificadas no processo lançam ainda mais dúvidas sobre a capacidade da administração municipal de realizar um concurso público de forma transparente e justa.

Conclusão: O concurso público em Jeremoabo é mais uma promessa do que uma realidade. A população, cansada de tantas decepções, espera que desta vez a iniciativa seja levada a sério e que o processo seja conduzido com lisura e transparência. O momento é de mobilização e cobrança para que o concurso não se torne mais um capítulo da novela da desconfiança que assola a cidade.

Palavras-chave: concurso público, Jeremoabo, final de governo, ano eleitoral, desconfiança, nepotismo, fraude, desvio de recursos, fiscalização, subjudice..



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