sábado, maio 20, 2023

Conheça as acusações e provas que o Supremo apresenta no processo contra Collor

Publicado em 20 de maio de 2023 por Tribuna da Internet

A ajuda de Collor a enredo milionário da Beija-Flor com verba de Maceió |  VEJA

Collor alega que não existem provas, apenas delações

Daniel Gullino
O Globo

A ação penal que pode levar o ex-presidente Fernando Collor à prisão — já há maioria no Supremo Tribunal Federal (STF) para condená-lo por corrupção passiva e lavagem de dinheiro — vai além das acusações feitas por delatores ao réu. O processo contém uma série de documentos, como registros de entrada em empresas e mensagens trocadas entre os suspeitos, que deverão sustentar a provável condenação do político.

As alegações finais da Procuradoria-Geral da República (PGR) e o voto do relator, Edson Fachin, citam relatos de três delatores da Operação Lava-Jato: o doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró e o empresário Ricardo Pessoa, da UTC. Ressaltam, porém, que as afirmações são comprovadas por outros elementos.

BR DISTRIBUIDORA – O ponto de partida da denúncia é a influência de Collor na BR Distribuidora. O então senador era o padrinho político de diretores da subsidiária, de acordo com Cerveró e Pessoa.

Um dos itens citados é uma matéria do GLOBO de 2010, que revelava as indicações de Collor. Na época, o então ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e o líder do PTB (partido de Collor), Gim Argello, confirmaram a informações.

As indicações também foram relatadas em um diálogo de Léo Pinheiro, ex-dono da OAS e também delator da Lava-Jato, em mensagens que foram apreendidas. Em 2013, um interlocutor diz a ele que foram pedidos “os dois cargos que eram do Collor” da empresa.

DOCUMENTOS -Além disso, a Polícia Federal apreendeu na casa de Collor documentos relacionados à BR Distribuidora, como comunicações de empresas destinadas à subsidiária. “Tal documentação demonstra a proximidade com a qual exercia a ingerência sobre a BR Distribuidora em decorrência do cargo ocupado e da influência política”, afirmou Fachin no voto.

A questão central da denúncia, por sua vez, é um benefício que teria sido realizado em favor da UTC Engenharia. A empresa ganhou quatro contratos em seis meses, e por isso teria pago R$ 20 milhões de propina a Collor, por meio de seus operadores.

A vitória da UTC teria sido possibilitada de duas formas. Primeiro, a empreiteira teve acesso aos orçamentos prévios da BR Distribuidora, o que lhe permitiu apresentar uma proposta melhor. Ao mesmo tempo, empresas menor porte foram excluídas propositalmente da licitação, para evitar que apresentassem propostas mais baratas. O relato foi feito pelo empresário Ricardo Pessoa.

RELATÓRIO DA BR – Para comprovar esse favorecimento, a PGR usou principalmente um relatório feito por um grupo de trabalho instituído pela própria BR no início da Lava-Jato. A equipe identificou que as propostas apresentadas pela UTC tinham, em diversos itens, a mesma variação percentual em relação à planilha de preços da BR Distribuidora. Isso seria “estatisticamente inviável” e demonstraria acesso privilegiado.

O grupo também analisou documentos internos e e-mails que demonstram a exclusão de algumas empresas do processo. As informações coincidem com a delação de Pessoa.

Por fim, também há registros de entrada de Pessoa na BR Distribuidora em cinco oportunidades, “em datas consideradas chaves”, em meio às negociações, ainda segundo o relatório. Como contrapartida ao benefício, a UTC combinou o pagamento de R$ 20 milhões, dividido da seguinte forma: uma “entrada” de R$ 2 milhões e 20 parcelas de R$ 900 mil.

CRONOGRAMA DE PAGAMENTOS – Pessoa apresentou uma planilha com um cronograma de pagamento, que seria relacionado ao andamento das obras. A defesa dos réus contestou a veracidade desse documento, mas tanto a PGR quanto Fachin consideraram que exitem outros elementos que corroboram o relato.

Há registros de entrada de dois funcionários de Youssef — Rafael Angulo Lopez, que também virou delator, e Adarico Negromonte Filho — na sede da UTC, em datas que coincidem com o cronograma de pagamentos. Além disso, foram apreendidos no escritório do doleiro oito comprovantes de depósitos a Collor e uma transferência realizada para uma empresa da qual ele é sócio.

Os dois outros réus, acusados de serem operadores de Collor, Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos e Luis Amorim, também estiveram diversas vezes no escritório de Youssef.

DEFESA NEGA – Mas a  defesa de Collor nega as acusações e diz que ele é inocente. Gabriel Tavares e Paulo Roberto Netto. Os advogados afirmam que não foram produzidas provas que demonstrem que o ex-presidente recebeu os valores da propina. Além disso, alega que as acusações se baseiam em delações.

“Em nenhum desses conjuntos de fatos, o Ministério Público fez provas suficientes ou capazes de gerar a mínima certeza com relação à culpabilidade”, afirmou o advogado Marcelo Bessa.

O plenário do STF formou maioria para condenar Collor por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Votaram pela condenação o relator Edson Fachin, os ministros Alexandre de Moraes, André Mendonça, Roberto Barroso, Luiz Fux e a ministra Cármen Lúcia. O ministro Nunes Marques foi o único a se posicionar pela absolvição. Ainda restam votar os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e a presidente do Supremo, Rosa Weber.


Após homem mostrar pênis juíza encerra audiência trabalhista

 

Após homem mostrar pênis juíza encerra audiência trabalhista

Por Redação

Após homem mostrar pênis juíza encerra audiência trabalhista
Foto: Reprodução/ Redes Sociais

Uma juíza encerrou uma audiência trabalhista, nesta quinta-feira (18), depois que um homem mostrou o pênis, durante chamada de vídeo. O caso, que aconteceu na 18º Vara do Trabalho de Belo Horizonte, teve a ação trabalhista arquivada pela juíza logo após a ocorrência. 

 

Segundo informações do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), o homem que praticou o ato ainda estava de pijama, deitado na cama e ingressou na audiência virtual com o celular voltado para suas partes íntimas, tendo o pênis à mostra. 

 

Após a ocorrência, o secretário da audiência desativou a câmera do autor e a  sessão foi encerrada e arquivada. 

Primeiras ararinhas-azuis nascidas no Brasil são transferidas para o Norte baiano

 

Primeiras ararinhas-azuis nascidas no Brasil são transferidas para o norte da Bahia
Foto: Reprodução / TV São Francisco

As primeiras ararinhas-azuis nascidas em terra brasileira foram transferidas para o Norte baiano. Oito animais da espécie considerada extinta na natureza desde 2000 saíram de um Centro de Reprodução, onde nasceram em Minas Gerais, para o município de Curaçá, na Bahia. As informações são do G1 Bahia.

 

Uma aeronave da companhia aérea Azul foi adaptada especialmente para essa operação e decolou do Aeroporto Internacional de Confins, por volta das 15h desta quinta-feira (18), pousando no Aeroporto de Petrolina as 18h04.

 

As equipes da Bluesky e da Associação para Conservação de Papagaios Ameaçados (ACTP) chegaram ao aeroporto de Petrolina, em Pernambuco, em torno das 16h, com o grupo de patrulhamento tático da Polícia Rodoviária Federal (PRF), onde realizaram o plano logístico e, em seguida, garantiram a segurança das aves no trajeto até o refúgio na Bahia.

 


O comboio com as aves e técnicos foi escoltado pela polícia até o centro de reintrodução, zona rural de Curaçá, onde médicos avaliaram os animais. As aves chegaram bem e estão se adaptando ao novo ambiente, disse Cromwell Purchase, diretor da ACTP Brasil.

 

A ACTP trabalha, junto a outras organizações, com o intuito de reintroduzir a espécie na caatinga brasileira. A Operação Guardiões da Ararinha-azul é um passo importante para a preservação e continuidade da espécie.

“Esse grupo não nos representa”, diz presidente da Amab sobre desembargadores alvos de operações policiais

 

“Esse grupo não nos representa”, diz presidente da Amab sobre desembargadores alvos de operações policiais
Foto: Camila São José/Bahia Notícias

À frente da Associação dos Magistrados da Bahia (Amab) desde fevereiro deste ano, o desembargador Julio Travessa afirma que o objetivo da entidade é recuperar o prestígio da categoria e aproximá-los da sociedade. Em conversa com o Bahia Notícias, durante o Congresso Direito e Sustentabilidade, em Salvador, Travessa criticou a imagem generalizada dos magistrados baianos diante de escândalos criminais, como a Operação Faroeste. 

 

O desembargador reforçou que “a maioria esmagadora dos magistrados e magistradas da Bahia” exerce o trabalho com “respeito e honestidade”. 

 

“Muita coisa é divulgada aí nas redes sociais, nos veículos de imprensa, que eu acho que tem que divulgar, sobre a atuação de alguns magistrados envolvidos em crimes, amealhados por operações aí. Esse grupo não nos representa. Quem nos representa, a Amab, são as magistradas e magistrados da Bahia que agem com honestidade, que é um dever do funcionário público. Ser honesto sendo funcionário público não é uma virtude, é uma obrigação, mas hoje em tempos em que se coloca em dúvida a idoneidade das pessoas, a gente sempre reafirma”, defendeu. 

 

Sem citar especificamente a Faroeste, Julio Travessa falou que o posicionamento da Amab não é uma crítica direta a nenhum desembargador ou juiz.

 

“A Amab não está julgando, criticando nenhum colega, nenhum magistrado que está respondendo a processo criminal. Eles são associados. Nós temos uma estrutura jurídica, em que o associado tem direito, mas o nosso propósito hoje é outro. A nova Amab hoje tem outro viés. O nosso viés hoje é justamente aproximar as magistradas e magistrados da Bahia da sociedade, mostrar que nós não temos receio de nada, que não estamos escondendo nada. Nós estamos querendo aprender com a sociedade para que a gente possa julgar com mais acerto e com mais agilidade, esse é o nosso objetivo”, ressaltou. 

 

Travessa enfatizou que mesmo com condições ruins de trabalho, os magistrados baianos se esforçam nas suas funções. “Estamos aqui representando esses magistrados e essas magistrados que trabalham diariamente, que têm dificuldades de exercer a judicatura em razão às vezes da falta de estrutura, falta de aparelhamento, mas o presidente do Tribunal hoje, o desembargador Nilson Castelo Branco, está sensível a isso, vem nos ajudando muito para que a gente possa transformar o poder judiciário da Bahia, voltar a ganhar aqueles prêmios que nós ganhávamos há oito, nove anos atrás”. 

 

Fundada em 24 de fevereiro de 1965, a Amab hoje representa cerca de 800 magistrados da ativa e aposentados. No âmbito da Operação Faroeste, ao menos cinco desembargadores são investigados, além de juízes. Na Justiça do Trabalho, apurações da Operação Injusta Causa resultaram na aposentadoria compulsória de três desembargadores.

Tribunal derruba audiência e liberação de R$ 35 mi de Palocci decididas por juiz da Lava Jato

 

Foto: Imagem de Arquivo/Agência Brasil
Foto: Imagem de Arquivo/Agência Brasil

O TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) derrubou duas decisões do juiz federal Eduardo Appio que atendiam a pedidos da defesa do ex-ministro Antonio Palocci.
 

Além de cancelar uma audiência na qual Palocci seria ouvido sobre eventuais "excessos e erros" da Operação Lava Jato, marcada pelo magistrado de primeiro grau para ocorrer nesta sexta-feira (19), o tribunal de segunda instância também anulou outra decisão de Appio que liberava R$ 35 milhões de uma conta ligada ao ex-ministro.
 

Desde o início do ano, Appio está à frente da 13ª Vara de Curitiba, responsável pelos processos remanescentes da Lava Jato. Crítico de métodos antigos da investigação, o juiz tem tomado decisões favoráveis aos réus com frequência, revendo posições de outros magistrados.
 

"Considerando o princípio constitucional da presunção de inocência, os bens constritos não podem ficar eternamente sob confisco do Estado brasileiro", escreveu Appio em 12 de maio, ao decidir pela liberação de R$ 35 milhões para Palocci.
 

Ele justificou, ainda, que o cálculo de danos ocasionados pelo acusado, segundo o MPF (Ministério Público Federal), foi "meramente conjectural e não representa a responsabilidade em concreto, especialmente quando se considera o grande número de bens imóveis que podem servir de garantia ao juízo".
 

Por volta das 14h30 desta sexta, o juiz do TRF-4 Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz derrubou a decisão, atendendo a um pedido do MPF.
 

De acordo com os procuradores da República, a conta com R$ 35 milhões estava atrelada a uma ação penal que, por força de uma decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), já foi transferida para a Justiça Eleitoral do Distrito Federal. Além de alegar incompetência da Vara de Curitiba no caso, o MPF também reclama que não foi intimado por Appio sobre o caso.
 

Em ofício encaminhado ao juiz de segunda instância, Appio afirma que "tão somente deu cumprimento à decisão proferida pelo Juízo da 10ª Vara Federal do DF e que o Ministério Público Federal em Curitiba acompanhou e concordou com esta decisão liberatória de valores que são de propriedade de Antonio Palocci Filho e esposa (meação)".
 

Em outra decisão do TRF-4, na qual a audiência de Palocci com Appio foi cancelada, o tribunal de segunda instância também aponta incompetência da Vara de Curitiba.
 

O MPF afirma que assuntos ligados ao acordo de colaboração de Palocci são de competência da 8ª Turma Criminal do TRF-4, o que foi acolhido pelo magistrado de segundo grau.
 

"Acaso a defesa tenha interesse em discutir o acordo de colaboração, cabe a ela provocar esta corte regional em procedimento próprio", escreve o juiz federal de segunda instância Loraci Flores de Lima, em decisão assinada no final da tarde de quinta (18).
 

A reportagem procurou a defesa de Palocci, mas ainda não obteve retorno.
 

Por meio de uma petição apresentada pelo advogado Tracy Reinaldet, Palocci tinha se colocado à disposição de Appio para esclarecer o contexto da sua prisão, do seu acordo de colaboração premiada e também apontar "excessos e erros" da Lava Jato.
 

Sem antecipar fatos específicos, Palocci disse que seu objetivo era contribuir para o aprimoramento do sistema de Justiça penal, para "torná-lo mais democrático e garantista".
 

Ao receber a petição, na segunda (15), Appio determinou no mesmo dia que uma audiência com Palocci fosse realizada nesta sexta, em caráter de urgência. O magistrado escreve, ainda, que o depoimento se justifica "diante do que foi noticiado pelo diligente advogado em relação a eventuais abusos e prática de tortura contra Antonio Palocci".
 

Críticos da Lava Jato, como o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), tem usado a expressão "tortura" para se referir a ordens de prisão que têm por finalidade forçar o acusado a delatar. Appio já se disse garantista e contrário aos métodos de antigas autoridades da operação, como o ex-procurador Deltan Dallagnol.
 

Em decisão assinada na madrugada desta sexta, Appio convocou Deltan para prestar depoimento, na condição de testemunha, no dia 19 de junho. Alega que precisa ouvir o ex-procurador sobre se há "vínculo de amizade pessoal e íntima" com o procurador da República Walter Jose Mathias Junior, membro do MPF que atualmente atua nos processos do advogado e réu Rodrigo Tacla Duran.
 

Ao convocar Deltan, o juiz escreve, ainda, que a audiência deve ser realizada no formato presencial, "haja vista ser fato notório que a referida testemunha não mais ostenta prerrogativa de foro ou os privilégios legais inerentes ao mandato de deputado federal".
 

Eleito deputado federal pelo Podemos do Paraná nas urnas do ano passado, Deltan teve o mandato cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na última terça (16). Ele ainda pode recorrer --a cassação ainda não tramitou internamente na Câmara dos Deputados.
 

Appio destaca que Tacla Duran vê "atuação parcial e eivada de suspeição" de Mathias Junior, por conta de suposta proximidade com o ex-procurador e ex-coordenador da Lava Jato no MPF.
 

Durante audiências, o procurador Mathias Junior já afirmou a Tacla Duran não ter nada pessoal contra o réu e que não possui relação de proximidade com Deltan.
 

Denunciado por crime de lavagem de dinheiro, Tacla Duran alega que seus processos são derivados de "perseguição" de Deltan e do MPF.
 

Em redes sociais, Deltan já chamou Duran de "mentiroso compulsivo, criminoso confesso e lavador de dinheiro profissional" e disse que o juiz Appio, a quem chama de "juiz lulista e midiático", "nem disfarça a tentativa de retaliar contra quem, ao contrário dele, lutou contra a corrupção".
 

A reportagem procurou Deltan nesta sexta sobre a audiência de 19 de junho, mas ainda não obteve retorno.

Nova carteira de identidade será inclusiva e não terá informação sobre sexo

 

Foto: SECOM
Foto: SECOM

O governo federal anunciou que mudará  a apresentação da Carteira Nacional de Identidade (CIN) para tornar o registro mais inclusivo e representativo. O novo documento não terá mais distinção entre nome social e nome do registro civil. Com isso,  passará a adotar o nome ao qual a pessoa se declara no ato da emissão. As informações da Agência Brasil.

 

Segundo o governo, a carteira de identidade será impressa sem o campo referente ao sexo. O decreto que regulamentará a emissão da CIN com as alterações tem previsão de ser publicado no final de junho. A partir da divulgação da norma, todos os novos documentos já serão emitidos no novo modelo.

 

As mudanças no Carteira de Identidade Nacional foram solicitadas pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, com o objetivo de promover mais cidadania e respeito às pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Queers, Intersexos, Assexuais e Outras (LGBTQIA+) e fazem parte do compromisso do governo federal com políticas públicas voltadas a este público. 

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