domingo, março 14, 2021

Segue para sanção Lei do Vereador Jairo do Sertão que autoriza abertura das academias em Jeremoabo

 Luiz Brito DRT/BA 3.913

Foto: Divulgação

A primeira semana do mês de março bateu recorde de contaminações pela COVID na Bahia, com Jeremoabo no meio. Na ultima terça-feira, 8, os vereadores aprovaram  um Projeto de Lei de autoria do Vereador Jairo Varjão (PP). Na justificativa o autor propôs a permissão da abertura das academias, ou seja, institui atividades e serviços relacionados à educação física como serviços essenciais.

Noutras palavras os vereadores que aprovaram o PL tiraram um peso das costas devido à pressão dos donos de academias mandando a conta para o prefeito Derí.

Acredita-se tratar-se de viés negacionista da ciência, ignorando o quadro exposto acima propondo as academias abrirem por força de Lei. Todavia, embora o PL tenha sido aprovado ainda resta uma esperança; a sanção ou não do prefeito Derí do Paloma. O chefe do executivo pode optar pela preservação de vidas ou cometer mais uma contradição, caso decida pela sanção do projeto cujo autor é da sua base aliada.

A aprovação deste PL vai colaborar para que a tragédia que vivemos se agrave. O que a população espera do prefeito é que, em nome da ciência, da preservação e vidas; que este PL seja rejeitado, porque o Executivo tem que também dar a sua contribuição para o combate à pandemia. O bom senso aponta para a rejeição do PL.


Nota da Redação deste Blog - Bob para esse povo vidas é o que menos importa, salve-se quem puder. O que o prefeito queria já conseguiu uma saída para ele honrosa, irá dizer que lava as mãos, que a responsabilidade é dos vereadores  principalmente da oposição.

Já o vereador Jairo para defender seus eleitores apresentou seu projeto, sozinho não aprovaria nada, portanto, no meu entender o maior culpado são os vereadores que se dizem oposição; votaram conscientes da perversidade que estavam impondo ao povo de Jeremoabo.

Engraçado que quando foi para beneficiar o município, principalmente o povo do Sertão, todos votaram contra um outro projeto desse mesmo vereador Jairo.

Você pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas por algum tempo; mas não consegue enganar todas por todo o tempo."

Para aqueles que não são aculturados, estão entendendo muito bem; que infelizmente estamos documentando um desabamento moral gigantesco, levando a uma sensação de descrédito absoluto.


Albert Einstein dizia que duas coisas são infinitas: “o universo e a estupidez humana”. Mas, em relação ao universo, ele dizia que ainda não tinha “certeza absoluta”. O prefeito de Jeremoabo e todos vereadores, exceção Antônio Chaves  que estava ausente da votação faz de conta  exemplificam à perfeição essa estupidez infinita a que se referia o pai da relatividade. Com uma agravante: além da estupidez, o prefeito juntamente com os vereadores  exercitam com essa aprovação o esporte da insensibilidade, descaso com   vida humana.

Por coincidência hoje quando entrei no site Tribuna da Internet, encontrei logo de  primeira um artigo intitulado: 

Conforme Nelson Rodrigues previu, os idiotas já conseguiram dominar a política brasileira.

“Os idiotas vão tomar conta do mundo, não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos. A maior desgraça da democracia é que ela traz à tona a força numérica dos idiotas, que são a maioria da humanidade”, dizia o genial Nelson Rodrigues, acrescentando: “Existem situações em que até os idiotas perdem a modéstia”.

Decisão polêmica de Fachin pode ter evitado um desabamento moral gigantesco

  

Ministro salvou uma situação de absoluto negativismo político e jurídico

Pedro do Coutto

O ministro Edson Fachin, aceitando recurso dos advogados de Lula, ao anular as sentenças de Sergio Moro condenando o ex-presidente, na realidade salvou o país e o próprio Supremo de um desabamento moral gigantesco, levando a uma sensação de descrédito absoluto.

Tem-se a impressão que se trata de um paradoxo , mas examinando-se bem os fatos e também a entrevista de Edson Fachin à Aguirre Talento e Bela Megale no O Globo deste sábado, chega-se à conclusão de que o ministro salvou uma situação de absoluto negativismo político e jurídico.

 ANULAÇÃO – Estava em curso na Segunda Turma do STF uma outra matéria que tem como relator o ministro Gilmar Mendes propondo a anulação de todos os atos do ex-juiz no processo global da Lava Jato. Seria um hecatombe envolvendo aspectos financeiros de pelo menos R$ 4 bilhões que seriam devolvidos à condenados, em quantias resultantes de negócios ilícitos na Petrobras.

Edson Fachin remeteu sua decisão para o Plenário do Supremo, evitando assim a Segunda Turma formada por Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, ele próprio Fachin e Nunes Marques.  O voto de Nunes Marques, ministro há pouco nomeado por Bolsonaro, é um mistério.

À primeira vista tinha-se a impressão de que ele acompanharia os votos no sentido da nulidade. Porém, pensando melhor, eu pessoalmente acredito que ele vai consultar o Palácio do Planalto porque nesta altura dos acontecimentos o que seria melhor para o presidente Jair Bolsonaro? Anular a sentença e habilitar Lula para 2022 ou manter Lula inabilitado para o desfecho das urnas da sucessão?

COMPLEXIDADE – Por aí se vê a complexidade da matéria. Em primeiro lugar, Fachin deslocou o alvo da Segunda Turma. Em segundo lugar, dirigiu o desfecho final para o Plenário, o que demonstra tacitamente a certeza de que seria derrotado na Segunda Turma, mas que poderá sair vitorioso na votação dos onze ministros.

Há um fato surpreendente: reportagem de Marcelo Rocha e Matheus Teixeira, Folha de São Paulo, que inclui declarações de Sergio Moro elogiando amplamente o ministro Edson Fachin, tendo colocado nas redes sociais um texto destacando este aspecto.

Disse Moro: “Repudio ofensas e ataques pessoais ao Ministro Edson Fachin do STF, magistrado técnico e com atuação destacada na Operação Lava Jato. Qualquer discordância quanto à decisão deve ser objeto de recurso, não de perseguição”.

ELOGIO – A impressão do paradoxo é apenas superficial ao meu ver, pois no fundo o ex-magistrado, que teve as suas sentenças anuladas, elogia e destaca o perfil de quem as anulou. Mas o fato mais sensível é que no fundo Sergio Moro ficou favorável à iniciativa de Fachin porque senão todas as suas sentenças anuladas fariam desaparecer a própria operação Lava Jato.

O caso da parcialidade não pode ser aplicado a todos os processos que foram parar em Curitiba. Se assim fosse, não haveria distinção de um processo para outro. Portanto, Fachin anulou os quatro processos específicos de Lula, não todos os processos como se pensou na Segunda Turma, com base no retrospecto de outras sentenças.

MUDANÇA DE PLANO – Um dos reflexos imediatos da candidatura de Lula foi destacado ontem no Estado de São Paulo: o governador João Doria retirou o seu nome na sucessão presidencial e vai disputar sua reeleição em São Paulo.  

É provável, inclusive, que  Doria indique um nome para companheiro de chapa de Lula. Isso não afasta Rodrigo Maia da articulação política ao longo desses dois anos que nos separam das urnas. Vale a pena esperar pela reação de Ciro Gomes e de Luciano Huck.  

Conforme Nelson Rodrigues previu, os idiotas já conseguiram dominar a política brasileira


Frases de Nelson Rodrigues | Amantes do Saber™ AminoCarlos Newton

“Os idiotas vão tomar conta do mundo, não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos. A maior desgraça da democracia é que ela traz à tona a força numérica dos idiotas, que são a maioria da humanidade”, dizia o genial Nelson Rodrigues, acrescentando: “Existem situações em que até os idiotas perdem a modéstia”.

Conheci Nelson Rodrigues em 1966, ele tinha 54 anos e ia toda tarde à redação de O Globo, para escrever suas crônicas no Segundo Caderno e na editoria de Esportes, comandada por Ricardo Serran, um personagem também inesquecível.

SEMPRE DE TERNO – Nelson andava de terno escuro, em tons de cinza, sempre de camisa branca, suspensórios e gravatas discretas, sem colorido.

Fumante obsessivo, acendia um cigarro atrás do outro, era comum naquela época. O pior é que ele escrevia os artigos como se fosse uma locomotiva, com o cigarro pendurado nos lábios, as cinzas caindo sobre as pernas, ele não ligava para nada. Escrevia com uma vagareza exasperante, porque batia à máquina catando milho com apenas um dedo – o indicador direito. A mão esquerda ficava segurando a manivela que trocava de linha.

Era um mito, Nós o adorávamos. Ele sentava em qualquer mesa e conversava com quem estivesse ao lado. De vez em quando, levantava para tomar café e a gente logo o cercava, para conversar sobre futebol.

OS IDIOTAS REINAM – Sempre penso no Nelson Rodrigues quando escrevo sobre as idiotices da política brasileira. Ele realmente tinha razão. Os idiotas são maioria e parecem ter prazer em desmoralizar a democracia. Aqui no Brasil, por exemplo, eles reinam e são mesmo imbatíveis.

Converso muito com Pedro do Coutto sobre a genialidade de Nelson, de quem ele foi amigo íntimo. Assistiam juntos aos jogos no Maracanã, torcendo pelo Fluminense. Eu e Pedro ficamos imaginando o que diria o grande jornalista se visse o Brasil dividido politicamente entre dois idiotas – Jair Bolsonaro e Lula da Silva.

São dos mitos inteiramente desqualificados, sem honra, sem moral e sem ética, mas conseguem ser idolatrados pela maioria dos brasileiros.  Em qualquer país mais civilizado, os dois já teriam sido escorraçados da política e estariam cumprindo pena, sem a menor dúvida.

NÃO FALTAM MOTIVOS – Para tirar os direitos políticos de Lula e Bolsonaro, levando-os a passar uma temporada na cadeia, realmente não faltam motivos.

No caso de Bolsonaro, pelo simples fato de ter mobilizado a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para ajudar os advogados de seu filho Flávio a anular as investigações sobre prevaricação, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Tudo comprovado pela advogada Luciana Pires, que conduz a defesa do senador.

No caso de Lula, por ter criado um cargo público de alto salário para satisfazer a amante, dando-lhe carro com motorista, assistentes, cartão corporativo, e tudo bancado com recursos públicos, ou seja, do povo. Além disso, levou-a consigo em 34 viagens oficiais ao exterior, como clandestina, sem que seu nome constasse da lista de passageiros do Aerolula.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Como os idiotas estão dominando os três Poderes, nada vai acontecer a Lula e Bolsonaro, que têm uma coisa em comum. Ambos se consideram “perseguidos políticos”. E o curioso é que Lula se acha um novo Nélson Mandela, enquanto Bolsonaro se compara a Donald Trump. Como se dizia antigamente, cada louco com a sua mania. (C.N.)

Pesquisa: maioria da população quer candidato que mude a forma de governar o País em 2022


Charge do Amarildo (amarildocharge.wordpress.com)

Adriana Ferraz
Estadão

A maioria dos brasileiros ouvidos pela rodada de março da pesquisa XP/Ipesp expressa uma desejo de mudança em relação à eleição de 2022. Ao todo, 52% dos entrevistados responderam que desejam do próximo presidente uma forma completamente diferente de governar o Brasil.

Para isso, as características principais apontadas como principais nesta escolha são: candidato ser honesto (35%), ser preocupado com os mais pobres (17%), ser competente (16%) e conhecedor dos problemas do País (12%).

COTADOS – A primeira pesquisa realizada após a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, de anular as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, permitindo que ele se candidate novamente, mostra o presidente Jair Bolsonaro à frente do petista na pesquisa estimulada, com 27%.

No cenário com Lula, o petista teria 25%, seguido pelo ex-juiz Sérgio Moro (10%), pelo ex-ministro Ciro Gomes (9%) e pelo apresentador Luciano Huck (6%). Os demais nomes cotados como possíveis presidenciáveis, como o governador paulista João Doria, alcançam juntos 10%.

POTENCIAL CANDIDATO – O fato de Lula ter se tornado elegível para 2022 fez com que ele fosse o potencial candidato que mais subiu na pesquisa de intenção de voto no último mês. Passou de 17% para 25%, na estimulada (quando os nomes são colocados para os entrevistados) e de 5% para 17% na versão espontânea (quando os entrevistados não têm acesso aos nomes).

Em um eventual segundo entre Bolsonaro e Lula, a pesquisa mostra um empate técnico. O atual presidente alcançaria hoje 41% das intenções de voto, enquanto o ex-presidente teria 40%. Em outras simulações de segundo turno, Bolsonaro aparece à frente de todos os demais nomes, como Ciro, Huck e Doria, com exceção de Moro – neste caso, o ex-juiz teria 34% contra 31% de Bolsonaro.

REPROVAÇÃO –  O levantamento feito entre os dias 9 e 11 de março com 800 entrevistados de todas as regiões do País também mostra alta na taxa de reprovação do governo Bolsonaro pelo sexto mês consecutivo.  A fatia da população que considera a gestão “ruim ou péssima” chegou a 45%. Em fevereiro, era de 42% e, em outubro, esse mesmo índice estava em 31%.

Ao mesmo tempo, o porcentual de entrevistados que avaliam o governo como “ótimo ou bom” caiu de 31% para 30%, dentro da margem de erro. A XP/Ipesp mostra que esses resultados negativos para o governo coincidem com a piora na percepção da atuação do presidente frente à pandemia de coronavírus  (a avaliação negativa nessa área específica saltou de 53% para (a avaliação negativa nessa área específica saltou de 53% para 61%) e com um aumento na percepção de risco sobre a doença (parcela que diz estar com muito medo do surto cresceu dez pontos percentuais, de 39% para 49%). com muito medo do surto cresceu dez pontos percentuais, de 39% para 49%).

Também se com muito medo do surto cresceu dez pontos percentuais, de 39% para 49%). Também se com muito medo do surto cresceu dez pontos percentuais, de 39% para 49%). Também se com muito medo do surto cresceu dez pontos percentuais, de 39% para 49%). Também ampliou a parcela que acredita que a economia do País está indo no caminho (63% em março contra 57% fevereiro).

Fachin rejeitou ao menos 10 vezes retirar processos da Lava Jato de Curitiba, mas no caso de Lula…


Fachin e o leito de Procusto

Edson Fachin vem adotando um estilo bipolar e oscilante

Matheus Teixeira
Folha

Antes de anular as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro Edson Fachin se posicionou contra restringir a competência da Lava Jato e retirar de Curitiba investigações sem relação com a Petrobras em ao menos dez julgamentos.

O ministro Gilmar Mendes, por sua vez, hoje principal crítico da operação no STF (Supremo Tribunal Federal), defendeu os superpoderes da Justiça Federal no Paraná quando o tema chegou à corte, em 2015. Na época, a operação que enfraqueceu o governo do PT estava no início e Gilmar respaldava a atuação do então juiz Sergio Moro.

JUSTIÇA VACILANTE – Na visão de especialistas, a discussão sobre os limites da atribuição da 13ª Vara Federal de Curitiba é um exemplo de como os ministros do Supremo oscilam em temas importantes e acabam fomentando a insegurança jurídica, além de passarem a imagem de que atuam de maneira política.

Fachin​ votou a favor de manter sob o âmbito da Lava Jato casos que envolveram importantes nomes da política nacional, como o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB), o banqueiro André Esteves e os ex-ministros do governo federal Guido Mantega (PT) e Geddel Vieira Lima (MDB).

Fachin também mandou para Curitiba a investigação sobre supostas vantagens indevidas recebidas por Aldo Guedes, ex-presidente da Companhia Pernambucana de Gás, na obra da Refinaria Abreu e Lima. Mais tarde, porém, a decisão foi reformada e o caso foi deslocado para Pernambuco.

CASO DO FRIBOI – Na maioria das vezes, Fachin foi vencido. Em 2017, por exemplo, Fachin enviou à 13ª Vara Federal de Curitiba os trechos da delação da JBS que mencionavam Lula e Mantega. Mais tarde, porém, a Segunda Turma do STF acolheu pedido da defesa e revogou a decisão de Fachin. Os ministros Gilmar, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello formaram maioria para remeter a questão à Justiça Federal em Brasília por entenderem que o caso não tinha conexão com os delitos na Petrobras.

O dono da frigorífica, Joesley Batista, e um dos diretores, Ricardo Saud, afirmaram que haviam feito depósitos de US$ 150 milhões em favor de Lula e da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em contas no exterior, em troca de benefícios junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

O mesmo ocorreu em relação à delação da Odebrecht contra Lula. Fachin defendeu o envio dos relatos dos colaboradores sobre supostos crimes cometidos pelo petista para a 13ª Vara Federal de Curitiba, mas a maioria da Segunda Turma do STF preferiu remetê-los à Justiça Federal em São Paulo.

BERNARDO E GLEISI – Na primeira vez em que tratou do tema, o Supremo discutiu o caso do ex-ministro Paulo Bernardo (PT). Na ocasião, as apurações identificaram supostos desvios do petista em contratos do Ministério do Planejamento e havia informações sobre a possível participação de sua esposa, a então senadora e atual deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR).

Como ela tinha foro especial, Moro remeteu o caso para o Supremo. Na corte, devido à importância do tema, a Segunda Turma encaminhou o debate ao plenário.

Por 9 votos a 2, o tribunal manteve a parte referente a Gleisi na corte e rejeitou pedido do Ministério Público Federal para que as provas contra as pessoas sem foro especial, como Bernardo, retornassem a Curitiba.

COMPRA DE APOIO – A tese do Ministério Público Federal era que a Lava Jato tratava de uma investigação sobre compra de apoio político partidário, e não apenas de corrupção na estatal petrolífera. Assim, todos os fatos conexos ao esquema do governo federal deveriam ficar em Curitiba.

Os ministros, porém, entenderam que a atribuição da 13ª Vara Federal de Curitiba se limitava aos crimes da Petrobras e enviaram o processo para a Justiça Federal em São Paulo, onde teriam ocorrido os crimes.

Meses depois, o STF aplicou a mesma tese a investigações vinculadas à Eletrobras e à Eletronuclear e também retirou os casos da alçada de Moro.

DESCULPA DE FACHIN – Ao anular as condenações de Lula na última segunda-feira (8), Fachin alegou que não tomou a decisão antes porque esse entendimento foi aperfeiçoado pelo Supremo ao longo dos anos. O ministro também afirmou que somente agora a defesa do petista apresentou um habeas corpus relacionado diretamente ao tema.

“Embora a questão da competência já tenha sido suscitada indiretamente, é a primeira vez que o argumento reúne condições processuais de ser examinado, diante do aprofundamento e aperfeiçoamento da matéria pelo Supremo Tribunal Federal”, disse por meio de novo logo após proferir a decisão.

Na decisão, o ministro citou como exemplo dessa evolução da jurisprudência do Supremo o fato de, em setembro do ano passado, a Segunda Turma ter retirado de Curitiba até casos vinculados à Transpetro, subsidiária da Petrobras. Fachin ficou vencido ao defender a competência da Lava Jato e afirmou que os crimes estavam “associados diretamente ao esquema de corrupção e lavagem” investigados pela operação.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– As “justificativas” de Fachin não têm cabimento. É uma balela dizer a decisão de anular as condenações de Lula segue entendimento que aos poucos foi adotado pela maioria dos integrantes do STF. No Direito, não se pode desfazer a coisa julgada por causa de entendimento posterior que não se refira ao mérito da questão, podem perguntar a qualquer estagiário de Advocacia. Vamos aguardar como se comportam esses “juristas” de fancaria do Supremo. (C.N.)

sábado, março 13, 2021

Servidores da Segurança Pública convocam carreata e manifestações contra Bolsonaro em Brasília


Servidores se irritaram com atuação do governo na PEC Emergencial

Camila Mattoso
Folha

Delegados, peritos, agentes da Polícia Federal, policiais rodoviários federais e outras 20 carreiras da segurança pública estão convocando carreata e manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro a partir da próxima semana.

Na quarta-feira, dia 17, eles planejam uma carreata pela Esplanada dos Ministérios, saindo do estádio Mané Garrincha. Na segunda-feira, dia 22, os funcionários de Segurança Pública deverão fazer manifestações em frente às unidades em que trabalham.

TRAIÇÃO – Integrantes da UPB (União dos Policiais do Brasil), eles se dizem traídos pelo presidente Jair Bolsonaro, que teria prometido apoio aos pedidos das categorias na votação da PEC Emergencial e consideram que não foram contemplados. Os policiais não aceitam a proposta apresentada pelo presidente de retirar apenas a promoção e a progressão na carreira da mira dos congelamentos previstos na PEC.

Categorias de Segurança Pública civil, como a PRF, Polícia Federal e policiais civis, reclamam da promessa não cumprida pelo presidente de deixá-las de fora do ajuste fiscal. Eles dizem que essa é a terceira traição de Bolsonaro. A primeira foi a reforma da Previdência e a segunda foi a lei complementar 173, que também trouxe vedações à categoria.

Tiro o chapéu para o prefeito Deri do Paloma, soube esperar com tranquilidade para dar o xeque mate nos vereadores da oposição


Mesmo não concordando com a maracutaia que armaram para aprovar o Projeto de Lei permitindo que em pleno pico do COVID-19 permitissem que  as academias pudessem funcionar em Jeremoabo, que F...todos, quero por um questão de imparcialidade e justiça parabenizar o prefeito Deri do Paloma pela sua jogada de mestre, dando um xeque mate nos vereadores da oposição, ao tempo em que demonstrou que sabe fazer politicagem, e também sabe esperar para agir na hora certa.

Prestem bem atenção como o Deri jogou os vereadores da oposição com exceção de (Antônio Chaves), no mesmo balaio "respirando o mesmo ar e bebendo a mesma bebida."

Os vereadores da oposição foram até o hospital, gravaram um vídeo, denunciaram que naquele nosocômio não havia medicamentos para hipertensão, diabetes, nem testes para Covid-19.

Denunciaram que não tinha lençol descartável, copo descartável, nem  o local para atender os pacientes do Covid-19 funcionava.

Demonstraram que são eficientes e sabem fiscalizar; no entanto, Deri do Paloma depois de tanto apanhar, resolveu puxar a corda, e cortar o mal pela raiz.

Deve ter combinado com o Vereador Jairo para jogar a isca, dar corda  e não perder o lance.

Para esculachar sem pena e sem dó, foi apresentado um Projeto de Lei, que além de ser imoral, ilegal, que com certeza irá contaminar muito mais gente em Jeremoabo, aumentando consequente o número de mortos, mesmo assim não quis tomar conhecimento dos meios, mas dos fins, ou seja conseguiu fazer com que os vereadores da oposição, menos Antônio Chaves, aprovasse por unanimidade a liberação das academias, como realmente conseguiu.

Com isso conseguiu fazer com que todos seus acusadores, entrassem em contradição com todo que foi dito da tribuna daquela casa, contra o Hospital Municipal de Jeremoabo, ou seja, desmentiram a eles mesmos.

Para entender de forma cristalina, como é que os vereadores denunciam que no hospital nada funciona e nada tem, e no dia seguinte aprovam um fajuto Projeto de Lei, expondo e submetendo a  a população e se tratar nesse hospital que não funciona.

Se o povo vai frequentar a academia, há possibilidades de se contaminar, e contaminar quem fica em casa,   contaminando-se tem que procurar o hospital sucateado, já que em quase todo Brasil não existe mais vaga.

Mas a jogada de mestre de Deri do paloma, também atingiu indiretamente a ex-prefeita Anabel, que mesmo  sendo possuidora de personalidade, sincera e leal ao governador, irá ter que no mínimo por questão de honra e honestidade se justificar perante aquela autoridade por esse ato de traição, embora nada tenha a ver com isso.

É isso Deri de um lance só você fez dois gol; o Projeto oo1 e 002/2021.

Manda quem pode, obedece quem tem juízo.


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