quinta-feira, fevereiro 28, 2019

Paulo Preto reza ao “Anjo Protetor Gi” para libertá-lo toda vez em que é preso


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Charge do Aroeira (Portal O Dia /RJ)
Ricardo Brandt, Luiz Vassallo e Julia AffonsoEstadão
A Operação Lava Jato aprendeu na casa do ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, acusado de ser o operador de propinas do PSDB, um diário do período em que esteve preso pela primeira vez, em abril de 2018, em que registrou os pedidos ao “Anjo Protetor Gi”, em trechos em que cita o habeas corpus requisitado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. Para a força-tarefa, a frase se refere ao ministro. Aliados do ex-diretor da Dersa afirmam, no entanto, que seria um ente querido que teria morrido há anos.
Os registros são do dia 10 de maio e 11 de maio, dias que antecederam a ordem de Gilmar Mendes para soltar o operador do PSDB pela primeira vez. Ele havia sido detido no dia 6 de abril por ordem da juíza federal Maria Isabel do Prado, da 5ª Vara Federal Criminal de São Paulo. No dia 30 daquele mês, ele seria preso novamente pela Lava Jato de São Paulo – e solto outra vez por ordem de Gilmar.
ANJO PROTETOR – Na data de 10 de maio, o diário de Paulo Preto registra: “Fui informado sobre HC Limiar ao Ministro Gilmar Mendes e fui à missa pedir ajuda se possível do meu Anjo Protetor Gi, para relaxamento da minha prisão, por motivos da injustiça impetrados pelo MPF/SP e Juíza Maria Isabel, foi minha 1ª Comunhão na Igreja da Penitenciária”.
Os procuradores da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, que prenderam Paulo Preto pela terceira vez no dia 19, alvo da fase 60 que apura ligação do ex-diretor da Dersa com lavagem de dinheiro para o ex-ministro e ex-senador do PSDB Aloysio Nunes Ferreira, querem saber mais detalhes das anotações. “No trecho acima, observa-se a referência ao habeas corpus então impetrado pela defesa de Paulo Vieira de Souza junto ao eminente Ministro Gilmar Mendes, e a busca de ajuda do ‘Anjo Protetor Gi’”, escreve o MPF.
TACLA DURAN – Os procuradores anexaram ao processo petição nesta terça-feira, 26, em que pede que Souza “preste esclarecimentos sobre a menção” a fatos e pessoas investigados na Ad Infinitum, como sobre o operador financeiro Rodrigo Tacla Duran, “bem como para que explique as conversas cifradas acima colacionadas”.
Outro trecho do diário do cárcere do operador do PSDB é do dia 11 de abril, quando Gilmar Mendes concedeu liberdade pela primeira vez a ele. Era sexta-feira, e Paulo Preto registra ter recebido duas cartas “sentidas” das filhas. “Porém só fui ler após tomar banho e receber a notícia (após minha comunhão na igreja da Penitenciária de Tremembé II) e pedido para Gi interferir com Deus a respeito de acalentar a minha Mini Family, Big Family e Amigos”.
“No trecho acima, observa-se a referência à possibilidade de Paulo Vieira de Souza ‘fazer uma delação’, e ao pedido ‘para Gi interferir com Deus a respeito de acalentar a minha Mini Family, Big Family e Amigos’”, anota o MPF.
APELO ATENDIDO –  “O criador atendeu o meu pedido e logo as 19h00 o ministro Gilmar Mende aceitou o HC de liminar, por uma ameaça falsificada pelo MPF/SP e Juíza Maria Isabel do Prado”, registra o suposto diário.
O documento foi apreendido no endereço de Paulo Preto em São Paulo e anexado aos autos da Lava Jato nesta terça-feira. Vieira de Souza já é réu de duas ações penais da Lava Jato em São Paulo. No processo que trata de desvios de R$ 7,7 milhões em obras de reassentamento do Rodoanel, Aloysio Nunes foi arrolado como testemunha de defesa de Tatiana, filha de Paulo, também ré na ação. No dia 13 de fevereiro, Gilmar Mendes atendeu um pedido da defesa de Paulo Vieira de Souza e adiou o fim deste processo.
100 MILHÕES – O Ministério Público Federal afirma que o operador disponibilizou, a partir do segundo semestre de 2010, a fortuna de R$ 100 milhões em espécie ao operador financeiro Adir Assad, no Brasil. Assad entregou os valores ao Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, aos cuidados do doleiro Álvaro José Novis – que fazia pagamentos de propinas, a mando da empresa, para vários agentes públicos e políticos, inclusive da Petrobrás.
Em contrapartida, relata a investigação, a Odebrecht repassou valores, por meio de contas em nome de offshores ligadas ao Setor de Operações Estruturadas da empreiteira, ao operador Rodrigo Tacla Duran.
A Procuradoria da República afirmou ainda que o ex-diretor da Dersa manteve R$ 131 milhões em quatro contas no banco Bordier & CIE, de Genebra, em nome da offshore panamenha Groupe Nantes SA, da qual o operador é beneficiário econômico e controlador. As contas foram abertas em 2007 e mantidas até 2017.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Como ressalvavam antigamente os filmes de Hollywood, trata-se de mera coincidência o fato de o “Anjo Protetor” atender por “Gi”, e o ministro salvador se chamar Gilmar. “That’s all folks” (“E ponto final, galera” em tradução livre). (C.N.)

Mais um capítulo da Castanhola do Hospital.

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Quando surge alguma matéria polêmica esse Blog escuta a opinião do povo, de quem entende do assunto, eliminando os fanáticos e os puxa-sacos 
Recebemos as fotos e inúmeros comentários da população a respeito da derrubada ou assassinato da Castanhola do Hospital.
Respaldado na informação de um servidor da Secretaria de Infra-instrutura, solicitei ao companheiro José Mario Varjão, que elaborasse uma matéria aula, ou parecer como queira a respeito do assunto.
Porque José Mário, porque tem experiência como funcionário público, está terminando o curso de Engenharia Civil e tem demonstrado que não precisa puxar saco para agradar quem quer que seja.
Após essa introdução, quero dizer que o comentário mais sensato. é, de um cidadão independente, que nunca votou em DERI DO PALOMA, que em todas eleições usa o rádio ou redes sociais para pedir votos para o grupo de Anabel., portanto, considero o seu comentário como independente e apartidário.
Estou publicando sem autorização, apenas explorando a confiança. 

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Delação da OAS acusa Rodrigo Maia, Paes, Cabral, Lindbergh e Índio de caixa dois


O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral (MDB-RJ) e o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes (DEM-RJ) Foto: Arquivo / Agência O Globo
Como diria o genial Plínio Marcos, três pedidos numa política suja
Aguirre TalentoO Globo
Em acordo de delação premiada homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ex-executivos da OAS citam repasses de caixa dois a diversos políticos do Rio, entre eles o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral e o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes . Os delatores também citam pagamentos relacionados à campanha do ex-senador do PT Lindbergh Farias e do ex-deputado Indio da Costa (PSD-RJ).
O atual presidente da Câmara dos Deputados é acusado por um dos ex-executivos do setor de propina da OAS, o delator Adriano Santana, de ter recebido repasse de caixa dois da empreiteira para abastecer sua campanha eleitoral à Prefeitura do Rio de Janeiro em 2012. Santana afirma que houve um acerto da OAS com Maia para o repasse de R$ 250 mil, via caixa dois, sendo que apenas R$ 50 mil teriam sido efetivamente pagos.
Responsável pelo setor de caixa dois e propina da OAS na região Nordeste, Adriano Santana teria participado do episódio porque o pagamento para a campanha de Maia teria sido feito em dinheiro vivo em Salvador, operacionalizado pela filial da OAS na capital baiana.
INVESTIGAÇÃO – Segundo o delator, o repasse foi feito ao irmão de um assessor da campanha de Maia, enviado a Salvador para cuidar do assunto. Com base no relato de Santana, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, solicitou a abertura de uma investigação preliminar sobre o caso envolvendo o pagamento de caixa dois a Rodrigo Maia. O procedimento foi autorizado pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no Supremo.
Maia também já é alvo de um inquérito envolvendo repasses da OAS e benefícios concedidos por ele à empreiteira no Congresso Nacional. A Polícia Federal apontou indícios de corrupção passiva envolvendo o deputado, por causa da captação de doações de R$ 1 milhão para a campanha de seu pai, César Maia, ao Senado em 2014, em troca de sua atuação no Congresso Nacional. O caso está nas mãos da procuradora Raquel Dodge, que, no entanto, ainda não apresentou denúncia ao Supremo.
PAES EM 2012 – A delação dos executivos atinge ainda o ex-prefeito Eduardo Paes e o ex-governador Sérgio Cabral. Responsável pela contabilidade paralela da OAS na região Sudeste, o executivo José Ricardo Breghirolli disse em sua delação premiada que operacionalizou pagamentos de R$ 25 milhões para abastecer o caixa dois da campanha de Paes à Prefeitura do Rio de Janeiro em 2012. Naquele ano, Paes foi reeleito prefeito no primeiro turno, com 64% dos votos.
Breghirolli afirmou que, desse total, R$ 20 milhões foram pagos em dinheiro vivo. As remessas, no valor de R$ 300 mil, teriam sido entregues a emissários da campanha de Paes em shoppings do Rio de Janeiro. Outros R$ 5 milhões, repassados mediante depósitos em uma conta no exterior que abasteceria a campanha eleitoral.
CABRAL EM 2010 – Breghirolli também disse ter operacionalizado vultosos repasses de caixa dois à campanha eleitoral de Sérgio Cabral em 2010. Segundo ele, a OAS pagou aproximadamente R$ 10 milhões a fornecedoras da campanha de Cabral e de seus aliados naquele ano.
Também foram relatados, por outro delator,  Marcelo Thadeu da Silva, pagamentos de propina – sem especificar os destinatários – em algumas obras da gestão de Paes, como a construção do BRT Transcarioca, a reforma na Praça da Bandeira e a Fábrica de Escolas. Segundo ele, as obras foram superfaturadas pela OAS para gerar recursos destinados ao pagamento de políticos e agentes públicos.
LINDBERGH E ÍNDIO – Outro delator da OAS, Mateus Coutinho de Sá, contou ainda ter feito pagamentos de R$ 400 mil à empresa do publicitário João Santana para cobrir despesas de publicidade do então senador petista Lindbergh Farias em 2012.
O caso também foi relatado na delação premiada de Mônica Moura, mulher de João Santana e responsável pela gestão financeira do casal, igualmente já homologada pelo STF. Segundo ela, Santana foi contratado naquele ano para fazer inserções publicitárias com o objetivo de alavancar a imagem de Lindbergh no Rio de Janeiro. Mateus Coutinho diz ter feito os pagamentos em dinheiro vivo com entregas em um hotel no Rio de Janeiro e na residência do próprio Lindbergh.
O delator José Ricardo Nogueira Breghirolli também relatou, em um dos seus anexos, que repassou “valores espúrios no total de R$ 1 milhão” a campanha eleitoral do ex-deputado Indio da Costa em 2010. Naquele ano, ele foi candidato a vice-presidente do tucano José Serra.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Em notas enviadas por suas assessorias, todos negam acusações de uso de caixa dois e de ter beneficiado a OAS. (C.N.)

Túlio Gadêlha 'desafia' Bolsonaro a cantar hino nacional - Blog de Jamildo O deputado federal Túlio Gadêlha (PDT-PE) foi à tribuna da Câmara nesta quarta-feira (27) para criticar o presidente Jair Bolsonaro (PSL). O parlamentar

NE10
O parlamentar afirmou que a “presepada” da semana foi do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, ao recomendar às escolas perfilar os alunos para cantar o hino nacional e gravar em vídeo o momento.
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O deputado federal Túlio Gadêlha (PDT-PE) foi à tribuna da Câmara nesta quarta-feira (27) para criticar o presidente Jair Bolsonaro (PSL). O parlamentar

Veja Como Será Cálculo Para Aposentadoria De Servidor Público

Como calcular quando o servidor público vai se aposentar, caso a proposta de reforma da Previdência enviada pelo governo seja aprovada? O texto prevê mudanças na idade mínima e no tempo de contribuição.

PGR recebe representação por improbidade e peculato contra Bolsonaro

Diario de Pernambuco
10 h
A Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu uma representação contra o presidente Jair Bolsonaro, por suspeitas de peculato e improbidade administrativa. Os documentos foram enviados ao órgão pelo procurador da República do Distrito Federal, Carlos Henrique Martins Lima. Existem indícios de que o chefe do Executivo tenha mantido uma funcionária fantasma em seu gabinete quando era deputado federal.

Morre em Recife a ex-vereadora Francisca Barros

Texto/Fonte: Assessoria de Comunicação - CMPA - Luiz Brito DRT/BA 3.913

Foto: Maciel 
A ex-vereadora de Paulo Afonso, Francisca Barros de Souza Siebert, 81, morreu nesta quarta-feira, 27. A parlamentar exerceu um mandato na cidade, entre 1983 a 1989. O presidente da Câmara Municipal, Pedro Macário Neto, vereadores e funcionários lamentaram a morte de Dra. Francisca.
Macário em contato com a família da ex-vereadora, disponibilizou o plenário da Casa para o velório, todavia, foi informado de que o corpo será cremado na capital pernambucana, Recife. O presidente decretou luto oficial por três dias.

A médica Francisca Barros de Souza Siebert concorreu à primeira eleição no ano de 1983, sendo que foi eleita, atuando no poder legislativo de 1983 a 1989. Nesse período também chegou a ser presidente da Câmara Municipal e vice-prefeita na gestão Jose Ivaldo de Brito Ferreira.  Em 2004 concorreu novamente a uma cadeira ficando como suplente. Na ocasião ela obteve 1.036 votos.

Operação da PRF reforçará fiscalização nas rodovias federais da Bahia durante Carnaval


Operação da PRF reforçará fiscalização nas rodovias federais da Bahia durante Carnaval
Foto: Divulgação / Polícia Rodoviária Federal
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizará a Operação Carnaval 2019, na próxima sexta-feira (1) até a quarta-feira de cinzas (6). Nos seis dias de operação, a estratégia da PRF é reforçar o policiamento nos locais e horários de maior incidência de acidentes graves e de criminalidade.

Conforme as informações da PRF, o período do Carnaval é marcado pelo aumento do fluxo de veículos e circulação de usuários nas rodovias federais, sendo o abusivo de álcool uma das principais preocupações da instituição. Desde novembro de 2016, a embriaguez ao volante além de infração gravíssima, é crime punido com detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo.

Ainda, o uso do cinto de segurança, dos dispositivos de retenção para crianças, o uso do capacete e fiscalizações específicas de motocicletas e condições de conservação dos veículos, também serão focos das equipes da PRF. Além do policiamento nas rodovias, serão promovidas ações educativas, com o intuito de sensibilizar o usuário das rodovias acerca do seu papel na construção de um trânsito mais seguro.

RESTRIÇÕES DE TRÁFEGO
A fim de promover a fluidez do trânsito em grandes feriados, quando há maior movimentação nas estradas, foi editada a Portaria nº 200 de 10 de dezembro de 2018, que define os tipos de veículos que sofrerão restrição de tráfego durante feriados nacionais e regionais no ano de 2019.

A restrição abrangerá apenas os trechos rodoviários de pista simples, com exceção dos trechos específicos estabelecidos no Anexo da Portaria e o descumprimento constitui infração de trânsito de natureza média (5 pontos) e multa de R$ 130,16, sendo que o motorista só poderá voltar a circular após o término do horário da restrição.

No feriado de carnaval, os dias e horários de restrição serão:
01/03/2019 (sexta-feira) – 16:00 às 22:00
02/03/2019 (sábado) – 06:00 às 12:00
05/03/2019 (terça-feira) – 16:00 às 22:00
06/03/2019 (quarta-feira) – 06:00 às 12:00

Nestes dias e horários estarão proibidos o trânsito de Combinações de Veículos de Cargas (CVC), portando Autorização Especial de Trânsito (AET), de Combinações de Transporte de Veículos (CTV) e Combinações de Transporte de Veículos e Cargas Paletizadas (CTVP), portando ou não a AET, bem como o trânsito dos demais veículos portadores de AET
Bahia Notícias

Planalto irrita partidos ao indicar vice-líderes do governo sem consulta prévia


Planalto irrita partidos ao indicar vice-líderes do governo sem consulta prévia
Foto: Reprodução / EBC
A fim de melhorar a articulação política no Congresso Nacional, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) apostou na indicação de vice-líderes do governo na Câmara. No entanto, a empreitada surtiu o efeito contrário.

Segundo informações do blog Painel da Folha de S. Paulo, siglas como o PR e o Solidariedade (SD) não foram consultadas e souberam da indicação pela imprensa. Com isso, o presidente do SD, o deputado federal Paulinho da Força (SD), chamou o deputado Lucas Vergílio (SD-GO) e recomendou que ele avisasse ao Planalto que não iria assumir uma das 14 vagas de vice-líder do governo.

Já o presidente do PR, Valdemar da Costa Neto (PR), ficou contrariado com a indicação de Capitão Augusto (PR-SP) para o cargo. Ao blog, um aliado dele disse que o tiro saiu pela culatra.
Bahia Notícias

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