quinta-feira, fevereiro 28, 2019

Com R$ 4,5 milhões, dez candidatas do PRB e imprimiram 18,6 milhões de santinhos

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Dez candidatas do PRB receberam R$ 4,5 milhões Foto: Divulgação
O mais incrível é que as prestações de contas foram aprovadas
Igor Mello e Juliana CastroO Globo
Em meio a investigações sobre possíveis candidaturas laranjas em pelo menos 13 estados, um levantamento do Globo mostra que dez candidatas do PRB — que tiveram entre 161 e 3.158 votos — foram alvo da generosidade do partido. Juntas, elas receberam mais de R$ 4,5 milhões em recursos dos diretórios estaduais e nacional da legenda.
Com os recursos, elas imprimiram pelo menos 18,6 milhões de santinhos e outros materiais de campanha. Em diversos casos, dirigentes locais do PRB foram beneficiados pelos impressos encomendados pelas candidatas. O mesmo padrão de repasses e gastos foi registrado em candidatas do PSL no Ceará e em Pernambuco, como O Globo mostrou na última sexta-feira .
UM EXEMPLO – É o caso de Kelly Brasil, que tentou se eleger deputada estadual em Goiás. A jornalista, que atuou como assessora de imprensa do partido no estado, recebeu apenas 348 votos, mas foi agraciada com mais de R$ 348 mil do PRB. Com o dinheiro, contratou R$ 214,6 mil em pessoal para a campanha — como cabos eleitorais e coordenadores de campanha.
Além disso, adquiriu mais de R$ 3,1 milhões de santinhos, colinhas e adesivos. Quase todos em “dobrada” com o deputado federal João Campos (PRB-GO), que se reelegeu.
O vínculo com o parlamentar, que teve mais de 106 mil votos e é o presidente estadual do partido, vai além: Kelly pagou R$ 9,5 mil a título de assessoria jurídica para o mesmo advogado de Campos na campanha. João Campos afirmou que o profissional atua nas campanhas do PRB há muitos anos. Já sobre os santinhos, disse que a divulgação “foi feita, quase sempre, de forma conjunta com os candidatos que integraram a coligação”.
FICOU SURPRESA – Kelly disse ao Globo que era apresentadora de TV e, como candidata em 2014, teve mais de 900 votos. Afirmou que, na ocasião, não teve apoio financeiro. E que recebeu a promessa de financiamento para a eleição do ano passado. Sua votação, no entanto, foi pior na última disputa.
“Fiquei surpresa com a votação. Procurei fazer um bom trabalho e foi aquém” — disse ela, afirmando ainda que só fez dobradinha com João Campos.”Já houve aprovação de contas no Tribunal Regional Eleitoral do estado” — completou.
Em Rondônia, Sângela Rocha obteve modestos 252 votos. O insucesso eleitoral contrastou com a pujança financeira da campanha: ela levou mais de R$ 188 mil do partido, gastos principalmente com gráficas. A candidata imprimiu 1,3 milhões de santinhos e adesivos, número superior aos 1,1 milhões de eleitores aptos a votar no estado. “Vou dar a resposta se a Justiça me chamar” — afirmou ao Globo, dizendo que cada centavo gasto na campanha está registrado na prestação de contas.
MAIS UMA – Outra candidata de Rondônia apresenta números parecidos. Josefa Lourdes Ramos teve 163 votos e recebeu R$133,9 mil da direção nacional durante a campanha. Segundo ela, sua campanha foi feita em sinais de trânsito “das 6h ao entrar da noite”.
“Tem que perguntar para o eleitor (o motivo da votação ruim), porque voto eu pedi“ — disse, completando: “O dinheiro foi aplicado dentro daquilo que tinha que ser aplicado”.
 No interior de São Paulo, a ex-prefeita de Cruzeiro, Ana Karin Dias de Almeida Andrade, transformou os R$ 353,8 mil que recebeu do PRB em apenas 1.319 votos. Os recursos foram usados para pagar R$ 80 mil a uma empresa de consultoria, enquanto R$ 208 mil pagaram o pessoal que trabalhou na campanha com remunerações generosas. Dois coordenadores de campanha levaram pagamentos de R$ 30 mil e R$ 35 mil. A ex-prefeita atribuiu o mau desempenho nas urnas ao fato de ter feito boa parte da campanha com seu registro de candidatura considerado inapto pela Justiça Eleitoral. Ela disse não ver exagero em seus gastos durante o pleito.
“O que é R$ 300 mil para uma campanha no estado inteiro?” — afirmou, antes de garantir: — “Tudo que nós fizemos foi dentro das orientações legais” .
MAIOR DISCREPÂNCIA – A maior discrepância entre gastos e desempenho eleitoral do grupo ficou por conta de Marisa Regina Duarte Teixeira. Candidata a deputada estadual no Maranhão, ela teve apenas 161 votos, embora tenha recebido R$ 585 mil do partido — um gasto de R$ 3.633 por eleitor. Todo esse dinheiro ajudou a custear R$ 540 mil em adesivos e outros materiais impressos. Os 6,4 milhões de santinhos, bottons, cartazes e afins superam em muito os 4,5 milhões de eleitores maranhenses.
Ao “Jornal Nacional”, da TV Globo, ela admitiu o exagero na quantidade de material de campanha.”Se você está mensurando a quantidade do Maranhão, pode-se dizer. Mas na hora a gente não trabalha somando, é a mesma coisa do santinho” — disse Marisa à TV Globo.
Em nota, a Executiva Nacional do PRB negou haver irregularidades na distribuição de recursos. Segundo a sigla, a verba foi repassada “às executivas estaduais e estas ficaram responsáveis por repassar os recursos aos candidatos, de acordo com a estratégia de cada estado”.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Conforme informamos diversas vezes aqui na TI, quem distribui verbas a candidatos é a direção estadual. Por isso, era leviana a acusação de que Gustavo Bebianno, como presidente nacional do PSL, teria repassado recursos diretamente a candidatas laranjas(C.N.)

Nova líder do governo, Joice Hasselmann leva jeito, mas não tem experiência


Deputada  Foto: Agência Câmara
Joice Hasselmann (PSL-SP) foi indicada por Maia e Alcolumbre
Daniel Gullino
O Globo
A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) será a líder do governo no Congresso. O anúncio foi feito pela própria Joice, após uma reunião do presidente Jair Bolsonaro com líderes partidários no Palácio da Alvorada. De acordo com a deputada, seu nome foi indicado pelos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e apoiado pelos demais líderes.
— Logo que abriu a reunião, o ministro Onyx (Lorenzoni, da Casa Civil) fez a abertura dos trabalhos da reunião e já imediatamente anunciou que, por uma indicação conjunta dos presidentes da Câmara e do Senado, o meu nome era unanimidade entre os dois, e que o presidente da República havia acatado a sugestão. Já participei dessa reunião como líder do governo no Congresso Nacional.
ESTREANTES – Joice está no seu primeiro mandato como deputada federal, assim como o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-SP), que tem enfrentado críticas pela falta de articulação. Ela não acredita que o fatos dos dois serem do PSL, partido do presidente, cause problemas na composição da base, porque seu nome teria sido referendado por outras legendas. No Senado, o governo é representado por Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).
— A indicação foi de consenso, do presidente da Câmara com o presidente do Senado, e os líderes todos ali estavam em consenso com essa indicação. Foi interesse porque é do DEM, do PSDB, do PPS, do PSC, todos parabenizando e dizendo que estão juntos nesse consenso dessa indicação. Foi uma indicação e fato do Congresso Nacional como um todo.
UM CONSELHO – O líder do PPS, Daniel Coelho (PE), afirmou que o governo precisa sair do “ambiente de combate” e buscar consensos:
— É claro que o governo vai precisar se articular melhor, conversar melhor, até sobre o conteúdo das matérias. Acho que é importante também que o governo saia do Fla x Flu. A eleição acabou. O governo não pode continuar em um ambiente de combate, de querer destruir quem pensa diferente. É hora do governo entender que é hora de buscar consensos. A oposição pode em alguns momentos querer fazer confusão, o governo é que não pode entrar nessa.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– A indicação é só para constar, o verdadeiro líder do governo no Congresso chama-se Rodrigo Maia, que manda e desmanda em Davi Alcolumbre. Quanto à deputada Joice Hasselmann, tem muita disposição, mas nenhuma experiência. Se não atrapalhar, já está de bom tamanho. (C.N.)

Mais um que salta fora do barco

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Nota da redação deste Blog - José Antonio, mais conhecido como "Toinho Contador  " mais um dos que PEDE EXONERAÇÃO do Cargo de Assessoramento  do atual gestor.
Acredito que os senhores ainda lembram do Programa Conexão Verdade, pois bem, o Toinho era um dos principais coordenadores que comandava a contabilidade.
Pelo  visto, da turma que deu duro, que lutou para ajudar a eleger o atual prefeito, não ficará um.
Sem mais nada a comentar, os senhores que tirem suas conclusões.

A politica e a conveniência, o câncer que destrói o desenvolvimento!


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Foto reprodução

Por: Marcelo do Sindicato

Por diversas vezes presenciamos no meio politico candidatos e, eleitores outrora aliados passando a se acusarem ou até mesmo se agredirem, enquanto inimigos partidários de décadas, de uma hora para outra se tornam aliados, através de um acordo passam a fazerem alianças e se dão as mãos num gesto de amizades, conduzindo também nos caminhos do faz de conta, alguns de seus eleitores mas fantásticos, que também eram antigos rivais e vítimas da suja política partidária. Mais o que os levam a tais mudanças?

A conveniência da politica com a possibilidade de mudarem de opinião ou politica da conveniência, conforme interesses próprios? 
É bem verdade que como ser racional o homem está sempre em constantes transformações, adaptações e susceptível mudanças de juízo. Isso é natural. Mas infelizmente essa não é a realidade da politica brasileira. O que vemos rotineiramente, infelizmente, são artimanhas pra permanecerem no poder a todo custo, um vergonhoso jogo sujo de interesses e deslealdade com os valores para com os ideais defendidos e com a própria população que lhes confiou o mandato.
Acompanhando algumas postagens de alguns poucos eleitores convenientes com o atual sistema local, pude perceber os ataques contra a honra e a dignidade do Sr. e cidadão jeremoabense "JOSÉ DANTAS MONTALVÃO, POPULAR DEDÉ MONTALVÃO" . Antes esse mesmo cidadão era admirando e aplaudido por esses senhores " PUXA-SACOS", que hoje por conveniências proprias não mais defendem ou admiram " O MONTALVÃO ". 
Observando essa mudança rápida de pensamento e opiniões, chego a conclusão de que : eu tenho muita pena daqueles que se dizem líderes ou que acham que são líderes ou até mesmo Reis, mais que são guiados pelos cegos e mentiroso "puxa- sacos"; que não servem pra nada a não ser pra conduzirem os pobres coitados lideres através das estradas largas e planas, ao fracasso, a perdição e, até mesmo ao comprometimento vitalício com os tribunais de justiça.
Eu próprio carrego comigo um pensamento que jamais me apartarei do mesmo, depois de Deus é claro, que é o seguinte: Prefiro um inimigo mortal ao meu lado ao invés de conviver com um puxa-saco. O inimigo me proporcionará sabedoria, pois o mesmo me obrigará a viver sempre com cuidados e olhos bem abertos, pelo fato de o mesmo ser meu inimigo declarado. Já o puxa-saco esse nunca dirá a mim mesmo que eu estou errado ou prestes a cometer um erro, a menos que eu esteja ausente dele. PENSE NISSO!!!

Nota da redação deste Blog - Prezado Marcelo,agradeço sua atenção, mas estou bem tranquilo com as as bizarras idiotices dos sem caráter, o Blog não para, estão atitando pedras porque está produzindo bons frutos.
Quanto velo esses sem culturas, esses desclassificados querendo aparecer a todo custo, lembro-me da frase pronunciada pelo grande e saudoso brasileiro Dr. Ulysses Guimarães, segundo a qual “o MDB é como pão-de-ló, quanto mais bate, mais ele cresce”.  
Da mesma forma é o Blog que já tornou-se  a " voz do povo", quanto mais mentem, e caluniam o mesmo, ai é o CIDADÃO DE BEM DE JEREMOABO APOIA.                   

quarta-feira, fevereiro 27, 2019

Jean Roubert lamenta morte de Dra. Francisca Barros

Assessoria Parlamentar


Foto: Reprodução
“É com profundo pesar que recebi a triste notícia do falecimento da ex vereadora, Dra Francisca Barros de Souza, ocorrido na manhã dessa quarta-feira, 27/02, em decorrência de problemas de saúde. A mesma estava internada em Hospital de Recife -Pe”.

Francisca Barros de Souza Siebert, 81 anos, foi vereadora e ocupou à presidência da Câmara de Vereadores de Paulo Afonso, de 01 de março de 1984 a 31 de dezembro de 1985. 


Nota da redação deste Blog -  Lamenta a perda pois trabalhemos junto durante todo tempo que estive no INSS em Paulo Afonso, onde a mesma era credenciada pelo INPS depois INAMPS.   Apresento meus pêsames aos amigos e familiares

Justiça manda prender tesoureiro de Rollemberg e o neto do presidente Figueiredo


Paulo Figueiredo conseguiu passar a perna em Donald Trump.
Jailton de CarvalhoO Globo
O Tribunal Regional Federal da 1º Região decidiu na noite desta terça-feira mandar de volta para prisão Ricardo Leal, o ex-tesoureiro do ex-governador de Brasília Rodrigo Rollemberg , e outros investigados na Operação Circus Máximos. A 3ª Turma do tribunal também derrubou o habeas corpus que mantinha em liberdade o empresário Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho, neto do ex-presidente João Batista Figueiredo .
Paulo Figueiredo teve a prisão decretada logo no início do mês , mas escapou de ser preso porque estava nos Estados Unidos no último dia 13, quando começou a fase pública da operação. Mesmo fora do país, Figueiredo obteve um habeas corpus para responder ao inquérito em liberdade. Ontem à noite, o habeas corpus foi derrubado. Não há informação ainda se a ordem de prisão já foi cumprida.
TRUMP TOWER – Leal, Figueiredo e outros empresários e servidores públicos são investigados por supostas fraudes relacionadas ao LHS Lifestyle, o ex-Trump Tower no Rio de Janeiro e recursos de fundos de pensão administrados pelo BRB, o banco estatal do Distrito Federal. Figueiredo é suspeito de participar da lavagem de parte do dinheiro supostamente desviado do financiamento destinado ao LHS Lifestyle. O Ministério Público Federal também suspeita que parte do dinheiro abasteceu a campanha de Rollemberg ao governo do DF em 2014.
Também tiveram habeas corpus derrubados os investigados Felipe Bedran Calil, Vasco Cunha Gonçalves e Henrique Domingues Neto. Outros casos ainda estão em análise. A Circus Máximus é um desdobramento da Operação Greenfield.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– No Brasil, não se salva nem filho de presidente, vai todo mundo junto no balaio da corrupção. Estamos numa era sinistra, de trevas. Mas o céu parece que está abrindo. Ou será apenas impressão minha? (C.N.)  

OAS pagava propinas e caixa dois a Jaques Wagner e “mesada” a Sergio Gabrielli


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Jaques Wagner e Sérgio Gabrielli estavam no esquema da OAS
Aguirre TalentoO Globo
Executivo da OAS responsável pelas entregas de recursos na região Nordeste, Adriano Santana afirmou em sua delação premiada, homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ter montado uma sistemática de pagamentos de caixa dois e propina para o grupo político do então governador da Bahia Jaques Wagner, hoje senador. Santana disse que pagou R$ 1 milhão em propina a Wagner, entre 2012 e 2013, período em que o petista ocupava o Palácio de Ondina.
No documento obtido pelo Globo, os ex-executivos da OAS citam repasses de caixa dois associados a Wagner nos anos de 2010 e 2012, mas não há o valor que foi repassado.
INTERMEDIÁRIO – Segundo Santana, o intermediário de Wagner no recebimento de propina e caixa dois junto a OAS era o empresário Carlos Daltro, ex-funcionário da empreiteira. O delator da OAS citou Wagner em dois anexos.
Em um deles, descreve a utilização de um contrato fictício com uma empresa de Pernambuco para repassar, em 2013, a propina de R$ 1 milhão a Carlos Daltro, que seria operador de Wagner.
Procurado, o senador não quis comentar a delação: “A defesa do senador Jaques Wagner informa que não comentará uma informação que desconhece, sobre uma suposta delação premiada à qual sequer teve acesso”, disse Wagner, por meio de sua assessoria.
FACHIN LIBERA – A pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin autorizou que os depoimentos sobre Wagner e seus aliados fossem enviados para o Ministério Público Federal e a Polícia Federal na Bahia. Como os fatos são anteriores ao seu atual mandato, ele não tem mais direito a foro privilegiado. E a defesa do empresário Carlos Daltro afirmou que não tem conhecimento da delação dos executivos da OAS e por isso não comentaria.
Além do ex-governador petista, o ex-presidente da Petrobras e ex-secretário de Planejamento do governo baiano José Sérgio Gabrielli é apontado pelo ex-executivo Ramilton Lima como beneficiário de uma mesada de R$ 10 mil paga pela empreiteira depois que ele deixou a estatal, em 2012. O dinheiro teria sido repassado ao petista, em espécie, na filial da construtora em Salvador, durante todo o ano de 2013, totalizando R$ 120 mil.
O ESQUEMA – Com contratos bilionários no Brasil e no exterior, a OAS distribuiu entre 2010 e 2014 cerca de R$ 125 milhões em propinas e repasses de caixa dois.
De acordo com os delatores, a influência de Jaques Wagner teria feito a empreiteira realizar repasses de caixa dois para seus aliados na Bahia. Segundo Adriano Santana, o deputado federal Nelson Pelegrino (PT-BA) recebeu da OAS R$ 1 milhão, via caixa dois, em 2012, quando disputou e perdeu a eleição para a Prefeitura de Salvador.
Principal aliado de Wagner na Assembleia Legislativa da Bahia durante os governos do petista, o atual deputado federal Marcelo Nilo (PSB-BA), que presidiu o parlamento estadual quatro vezes, recebeu, segundo Santana, “vantagem indevida” da OAS. Os valores variavam de R$ 50 mil a R$ 400 mil e teriam sido pagos entre 2012 e 2013. Marcelo Nilo rechaçou a acusação:
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Todos os acusados negam, dizem que jamais receberam dinheiro algum, não conhecem ninguém, não viram nada. Mas a delação apenas está confirmando tudo o que já se sabia(C.N.)

Delação da OAS envolve diretamente Aécio, Serra, Lobão e muitos outros políticos


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Aécio e Serra cobravam propinas em suas obras em Minas e São Paulo
Aguirre TalentoO Globo
Embora tenha crescido durante a gestão petista no governo federal, a OAS manteve boas relações com tucanos de alto escalão. Executivos do setor de contabilidade paralela delataram pagamentos de caixa dois para campanhas eleitorais de Aécio Neves (MG) e José Serra (SP), além de superfaturamento de obras em suas gestões estaduais.
Sobre Aécio, que atualmente exerce mandato de deputado federal, o executivo Ramilton Lima Machado Júnior afirmou que a OAS pagou “vantagem indevida” de R$ 3 milhões à campanha presidencial do tucano em 2014 e também operacionalizou caixa dois ao diretório nacional do PSDB naquele mesmo ano, por meio de contrato fictício com uma empresa de consultoria. Essa empresa posteriormente teria repassado os valores via doação oficial ao diretório nacional do partido.
SEDE DO GOVERNO – A delação da OAS também traz acusações em relação a uma das principais obras da gestão de Aécio no governo de Minas Gerais: a construção da Cidade Administrativa, nova sede do governo mineiro, que custou R$ 1,7 bilhão. Executivos da Odebrecht já afirmaram que foi formado um cartel de empreiteiras para fazer a obra e pagar propina a Aécio.
A OAS complementa o relato. O executivo José Ricardo Nogueira Breghirolli relatou pagamentos de propina a um representante do governo de Minas “como contrapartida aos benefícios concedidos à construtora OAS na obra”.

ESQUEMA ILEGAL – Com contratos bilionários no Brasil e no exterior, a OAS distribuiu entre 2010 e 2014 cerca de R$ 125 milhões em propinas e repasses de caixa dois. Em delação, oito ex-funcionários explicaram como atuavam na “Controladoria de Projetos Estruturados”, o departamento clandestino da OAS que cuidava das propinas
Os delatores revelaram os nomes dos políticos e as campanhas financiadas irregularmente. Em troca das propinas e repasses de campanha, os políticos atuavam pelos interesses da empreiteira
O esquema ilegal da construtora envolvia o superfaturamento de obras emblemáticas, como: Estádios da Copa de 2014; Transposição do Rio São Francisco; Porto Maravilha, no Rio;  Ferrovia de Integração Oeste-Leste; Empreendimentos no exterior.
RODOANEL EM SP – Ramilton Junior contou ainda que operacionalizou pagamento de R$ 1 milhão de caixa dois para José Serra. Os recursos, segundo o delator, foram pagos ao ex-deputado Márcio Fortes, apontado como intermediário de Serra no recebimento dos valores.
Outro delator, Mateus Coutinho, dá detalhes sobre um esquema de pagamentos de propina a agentes públicos envolvendo a obra do Rodoanel Sul na gestão de José Serra no governo de São Paulo. Os recursos teriam sido repassados por meio de empresas do operador financeiro Adir Assad. O material foi enviado para a investigação que corre sobre o caso no Ministério Público Federal em São Paulo.
Na lista do políticos delatados estão Aécio Neves, Edison Lobão, Eduardo Cunha, Eduardo Paes, Eunício Oliveira, Fernando Pimentel, Índio da Costa, Flexa Ribeiro, Geddel Vieira Lima, Jaques Wagner, José Sérgio Gabrielli, José Serra, Lindbergh Faria, Marco Maia, Marcelo Nilo, Nelson Pelegrino, Rodrigo Maia, Rosalba Ciarlini, Sérgio Cabral, Valdemar Costa Neto e Vital do Rego.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Como canta o grupo “Exporta Samba”, que lançou o sucesso “Reunião de Bacana”, dos portelenses Ari do Cavaco e Bebeto Di São João, “se gritar pega ladrão, não fica um, meu irmão”. É a sabedoria da voz do povo. (C.N.)

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