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SOCIAL: O Tempo Voa – João Calixto Montalvão Celebra a Chegada dos seus 15 Anos





Por José Montavão


No próximo dia 19 de abril, o coração deste blogueiro bate em um ritmo diferente. Não se trata de uma denúncia ou de um editorial político, mas sim da celebração da vida. Meu filho, João Calixto Montalvão, completará seus 15 anos — um marco inesquecível que transforma a casa, a família e os nossos sentimentos.

A cada ano que passa, percebemos com uma ponta de saudade que aquela criança vai ficando guardada na memória, nas fotos e nos abraços pequenos, para dar lugar a um jovem cheio de vida, com a personalidade florescendo e um horizonte repleto de sonhos e caminhos pela frente.


A Magia dos 15 Anos: Transição e Descoberta

Completar 15 anos é muito mais que mudar de idade; é celebrar a transição da infância para a juventude. É uma fase de fortalecer laços, sentir gratidão e olhar para o futuro com coragem e otimismo.

  • Novos Caminhos: João entra agora em uma idade cheia de energia, ideal para abraçar novas experiências e construir a sua própria história com a firmeza de quem sabe de onde veio.

  • Memórias Preciosas: O tempo realmente passa rápido, e essa rapidez nos lembra o quanto cada momento ao seu lado é precioso. Hoje, celebramos não apenas o jovem que você é, mas o homem que você está se tornando.


Um Desejo de Pai

Nem preciso dizer o quanto sua família deseja que você conquiste cada um dos seus sonhos — tanto aqueles que você já carrega guardados no peito, quanto aqueles que a vida ainda irá te apresentar. Que a sua jornada seja guiada pela ética, pela força e pela alegria que você sempre trouxe para as nossas vidas.

"Celebrar os seus 15 anos é ver a construção de uma nova etapa com um futuro brilhante pela frente. É um momento de intensa gratidão para todos nós."


Parabéns, João Calixto!

Que este dia 19 seja o início de um ciclo repleto de descobertas e felicidades. Que você continue sendo esse jovem de luz, honrando as suas raízes e voando alto em busca dos seus objetivos.

Com todo o amor, do seu pai, Dede Montalvão, e de toda a sua família.


Blog de Dede Montalvão: Celebrando a vida, a família e o futuro da nossa gente.

José Montalvão Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública, Pós-Graduado em Jornalismo. Membro da ABI (C-002025)

Reino Unido rejeita bloqueio proposto por Trump no Estreito de Ormuz

 

Por

Publicado em 13/04/2026 às 12:54

Alterado em 13/04/2026 às 12:55


Estreito de Ormuz é passagem estratégica do Golfo Pérsico Foto: Ansa

Por Lucas Pordeus León - O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, rejeitou participar do bloqueio naval anunciado pelo presidente dos Estados Unidos (EUA),Donald Trump, no Estreito de Ormuz, após a Casa Branca dizer que outros países participariam da missão.

"Minha decisão foi muito clara: qualquer que seja a pressão, e tem havido uma pressão considerável, não vamos ser arrastados para a guerra", afirmou Starmer à BBC, nesta segunda-feira (13).

Abra o Link e Leia Matéria Completa
https://www.jb.com.br/mundo/2026/04/1059278-reino-unido-rejeita-bloqueio-proposto-por-trump-no-estreito-de-ormuz.html

Trump bloqueia estreito de Hormuz; Irã desafia a medida

 

Trump bloqueia estreito de Hormuz; Irã desafia a medida

Por Igor Gielow/Folhapress

13/04/2026 às 12:55

Foto: Reprodução/Instagram/Arquivo

Imagem de Trump bloqueia estreito de Hormuz; Irã desafia a medida

Donald Trump

A confusa ordem do presidente Donald Trump para o bloqueio naval do estreito de Hormuz fez cessar o tráfego que já era mínimo na via que, antes da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, escoava 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mercado.

O bloqueio começou às 11h desta segunda-feira (13), no horário de Brasília. Antes dele, segundo monitores de tráfego marítimo, apenas 2 navios ligados ao Irã tentaram fazer o trânsito na região, ante 4 na véspera e até 140 antes do conflito que vive um incerto cessar-fogo desde a terça passada (7).

No domingo (12), o presidente americano determinou a medida para qualquer navio que tenha pagado o pedágio imposto pelo Irã na semana passada. Em vez de reabrir a passagem como havia sido combinado na trégua, Teerã estabeleceu uma rota que diz evitar minas colocadas pela teocracia e passa por suas águas territoriais.

Com isso, um petroleiro precisa pagar em criptomoedas US$ 1 por barril de óleo transportado, por exemplo. Diante do fracasso da rodada de negociações diretas entre EUA e Irã no Paquistão no fim de semana, Trump então anunciou o bloqueio.

Já quem irá executá-lo, a Marinha sob o Comando Central das Forças Armadas dos EUA, disse que irá interceptar navios de quaisquer países que estejam vindo ou indo a portos iranianos, que é algo diferente de um hipotético petroleiro de bandeira panamenha com produto do Kuwait que tenha aceitado pagar a taxa do Irã.

Em uma segunda postagem sobre o tema nesta madrugada de segunda, Trump falou em bloqueio envolvendo portos iranianos. Nesta manhã, nota da Marinha a navegadores disse que "o bloqueio não vai impedir o trânsito neutro pelo estreito para ou de destinações não iranianas".

Segundo os EUA, navios neutros ora em portos iranianos poderão deixar a área "por um período limitado" sem serem importunados.

Na prática, navios de guerra dos EUA patrulham áreas de trânsito e avisam, por rádio, que estão interditadas. Se a embarcação comercial não parar ou der meia-volta, ela pode ser abordada por lanchas e helicópteros e apreendida. Em casos extremos, uso da força pode ocorrer.

Trump escreveu nesta manhã, sempre em sua rede Truth Social, que se alguma lancha de ataque iraniana que tenha sobrevivido às cinco semanas de combate tentar atacar um navio americano, será "eliminada".

Do ponto de vista legal, o bloqueio é previsto em caso de conflitos caso não puna a população civil. A questão é que os EUA estão em uma trégua com o Irã, o que torna nebulosa sua ação sob o direito internacional.

Em tempos de paz, cerca de 90% da produção de petróleo iraniana é destinada à China, que tem no país seu terceiro maior fornecedor por meio de esquemas para driblar sanções internacionais, intermediando as compras pela Malásia e outros. É incerto quanto óleo iraniano conseguiu deixar a região desde o início da guerra.

Trump disse que teria ajuda de outros países em seu bloqueio, sem os nominar. O Reino Unido e a França farão uma reunião para debater a situação, mas o premiê britânico, Keir Starmer, voltou a dizer "esta não é nossa guerra" e que não irá participar de missões ofensivas.

O republicano, que busca deixar a impopular guerra que iniciou em 28 de fevereiro, disse que o cessar-fogo está valendo, exceto que os iranianos ataquem algum navio "pacífico" ou americano. Ele disse que "não se importa" se haverá ou não novas negociações com o Irã, abrindo uma janela para deixar o conflito congelado.

Já a Marinha de Teerã disse, em comunicado, considerar o bloqueio ridículo e que manterá o esquema com sua rota ilegal com pedágio. A Força reafirmou que irá considerar qualquer movimentação militar em Hormuz uma violação do cessar-fogo.

E assim segue a disputa narrativa, com ambos os lados buscando dizer estar em vantagem. O controle de Hormuz é a principal ficha de barganha de Teerã no conflito, devido ao impacto nos preços globais de energia.

Na vizinhança imediata de Hormuz há pelo menos dois navios de guerra americanos, os destróieres USS Frank E. Peterson e o USS Michael Murphy.

No sábado, os EUA disseram que ambos os navios navegaram por Hormuz com apoio de drones subaquáticos, visando identificar e destruir minas. O Irã não comentou a afirmação, e o fato é que não se sabe quais as atuais capacidades costeiras do país após os intensos bombardeios a que foi submetido.

Há pelo menos outros seis navios deste tipo, armados com sistemas antimísseis, na região próxima do lado "de fora" de Hormuz, o golfo de Omã, que leva ao oceano Índico. A Marinha iraniana em si parece ter sido dizimada pelos EUA, que afirmaram ter destruído cerca de 160 de suas embarcações.

Mas o perigo para navios está nas minas e no emprego de drones e mísseis pelos iranianos. Os aviões robôs podem fazer grandes danos em petroleiros e cargueiros civis, mas são os modelos de cruzeiro antinavios que preocupam os rivais: eles mal foram vistos em ação na guerra, o que faz supor que Teerã os guardou.

O alcance máximo dos modelos iranianos do tipo é 700 km, e em médio atingem alvos a 300 km. Isso levou o grupo do porta-aviões USS Abraham Lincoln, operando na guerra, a se proteger mais ao sul da costa de Omã, por exemplo.

Enquanto a novela naval se desenrola, a guerra continua na frente libanesa, onde Israel não incluiu o combate ao Hezbollah no cessar-fogo. Nesta segunda, houve bombardeios que mataram ao menos nove pessoas no país vizinho, e as forças de Binyamin Netanyahu anunciaram que irão tomar controle da cidade de Bint Jbeil, perto da fronteira.

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