quarta-feira, julho 30, 2025

Má Gestão: O Verdadeiro Desperdício de Recursos e o Preço da Incompetência na Gestão Municipal

A corrupção é um flagelo que drena bilhões dos cofres públicos, mas há um inimigo ainda mais silencioso e devastador: a má gestão. Estima-se que a má gestão, oriunda de projetos mal concebidos, mal executados e fora de sua finalidade, represente cerca de um quinto do desperdício de recursos públicos. Isso se traduz em bilhões de reais em obras inacabadas, um capital que não atende à sua finalidade social nem contribui para o desenvolvimento da nação, e que poderia ter sido utilizado para áreas cruciais como saúde e educação.

A gestão municipal é a linha de frente do desenvolvimento e do bem-estar de uma comunidade. Quando um prefeito é ineficaz ou, pior, incompetente, as consequências podem ser devastadoras, comprometendo seriamente todos os aspectos da vida urbana.


Os Impactos da Incompetência na Gestão Municipal

Um prefeito incompetente gera uma cascata de prejuízos:

  • Desperdício de Recursos: O dinheiro público é gasto de forma ineficiente, sem planejamento ou priorização. Obras mal executadas, serviços de baixa qualidade e a falta de investimentos em áreas essenciais são a prova visível desse descontrole.

  • Desvio de Função e Corrupção: A falta de planejamento estratégico e de execução de projetos eficazes pode abrir portas para desvios de recursos, corrupção e uma completa ausência de transparência na gestão pública.

  • Prejuízos à Infraestrutura: Obras importantes são abandonadas ou mal planejadas, causando danos irreparáveis à infraestrutura da cidade, resultando em ruas esburacadas, falta de saneamento básico e um transporte público precário.

  • Aumento da Desigualdade Social: A ausência de políticas públicas eficazes e direcionadas agrava a desigualdade social, deixando áreas da cidade ainda mais carentes de serviços essenciais e oportunidades para seus moradores.

  • Desmotivação da População: A falta de resultados positivos e a percepção de incompetência geram desmotivação e descrédito na população, minando a participação cidadã e o senso de pertencimento à comunidade.

  • Danos à Imagem do Município: Um gestor incompetente pode manchar a imagem do município perante outras cidades e potenciais investidores, criando barreiras significativas para o desenvolvimento econômico e social.

  • Dificuldades em Atrair Investimentos: A falta de confiança na gestão municipal afasta investidores, o que impacta diretamente a geração de empregos e renda para a população.

  • Problemas na Gestão de Crises: Em momentos críticos, como desastres naturais ou emergências de saúde pública, um prefeito despreparado pode não conseguir lidar com a situação de forma eficaz, amplificando os danos à população.

Em resumo, a gestão de um município exige competência, planejamento estratégico e um compromisso inabalável. Um prefeito que não possui essas qualidades pode trazer consequências negativas profundas para a cidade, afetando diretamente a qualidade de vida da população e comprometendo o futuro do município.

O exemplo da falta de manutenção é gritante: se um prefeito não zela por um colégio e o deixa em ruínas, o custo para reerguer esse imóvel pode ser equivalente ou até maior do que construir um novo. Esse mesmo cenário se repete com veículos, maquinários e outros bens públicos, evidenciando que a negligência na gestão custa caro e compromete o desenvolvimento sustentável da na nação.



Prisão de Zambelli joga pressão sobre fila de ameaçados de cassação na Câmara

 Foto: Vinicius Loures/Arquivo/Câmara dos Deputados

Plenário da Câmara dos Deputados30 de julho de 2025 | 06:40

Prisão de Zambelli joga pressão sobre fila de ameaçados de cassação na Câmara

brasil

A prisão da deputada Carla Zambelli (PL-SP) na Itália, nesta terça-feira (29), joga pressão sobre a lista de parlamentares da esquerda e da direita sob risco de perda do mandato em algum período nos próximos meses.

Zambelli, André Janones (Avante-MG), Glauber Braga (PSOL-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP) estão sob ameaça por motivos variados e com a tramitação dos respectivos casos também em estágios diferentes.

O risco mais iminente é relativo à deputada do PL, bolsonarista de primeira hora que acabou sendo abandonada por boa parte dos pares e se encontrava foragida da Justiça brasileira.

A deputada foi condenada por unanimidade pela Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) a dez anos de prisão e à perda do mandato, em 14 de maio, por invasão ao sistema do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e falsidade ideológica.

De acordo com a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República), Zambelli planejou e comandou juntamente com o hacker Walter Delgatti uma invasão aos sistemas institucionais do conselho com o objetivo de emitir alvarás de soltura falsos e provocar confusão no Judiciário.

Zambelli se licenciou do mandato no final de maio e, no começo de junho, anunciou ter fugido para a Itália. Nesta terça, ela foi presa no apartamento onde morava, em Roma, em uma ação da Polícia Federal brasileira em parceria com policiais italianos.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), havia dito inicialmente que a Mesa da Câmara homologaria a ordem de cassação imediatamente, mas recuou após pressão do PL e mandou o caso para análise da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

Nesta terça (29), o presidente da Câmara escreveu em suas redes sociais que não cabe à Câmara deliberar sobre a prisão, apenas sobre a perda do mandato da parlamentar.

Zambelli apresentou sua defesa no dia 2 de julho. A peça, assinada pelos advogados Fábio e Pedro Pagnozzi, argumenta que a condenação se deu com base na palavra de um “delator de credibilidade altamente questionável” e que foi revestida de vícios processuais e cerceamento de defesa. Além disso, os advogados apontaram perseguição política.

“Percebe-se uma quantidade de parlamentares sendo alvos de investigações e penalizações”, diz a peça. “Criou-se uma percepção de que qualquer mobilização popular, muitas vezes necessária, é confundida com o movimento golpista e violento. Essa associação tem levado a um cenário onde qualquer posicionamento mais assertivo se torna alvo de investigações e condenações, muitas vezes sem distinção clara entre a defesa de ideais e a adesão a atos ilícitos.”

Na semana que vem caberá ao relator na CCJ, o oposicionista Diego Garcia (Republicanos-PR), anunciar seu plano de trabalho, se pretende adotar alguma diligência e se vai atender ao pedido da defesa de que sejam ouvidos Zambelli (por videoconferência), Delgatti e mais quatro testemunhas.

Não há prazo para essa fase de instrução. Após isso, ele tem ainda cinco sessões para apresentar seu parecer. Caso a CCJ aprove a perda de mandato, o caso fica liberado para votação no plenário da Casa, com data a ser definida por Motta. Para haver a cassação, é preciso o apoio de ao menos 257 dos 513 deputados, em votação aberta.

Nos bastidores da Câmara, há parlamentares afirmando que em nome de um “equilíbrio político interno”, o destino de Zambelli (a cassação ou a manutenção do mandato) será o mesmo do reservado a Glauber, que habita o campo político oposto ao da parlamentar.

Glauber teve a recomendação da cassação do mandato aprovada pelo Conselho de Ética da Casa em abril por agressão a um militante do MBL (Movimento Brasil Livre). No mesmo dia, ele iniciou uma greve de fome só encerrada após compromisso de Motta de não pautar a votação do caso em plenário no primeiro semestre.

Glauber disse que, no caso da agressão, se exaltou após o militante do MBL ofender a sua mãe, que estava em estágio avançado de Alzheimer e viria a morrer dias depois. Afirmou ainda ser vítima de perseguição política patrocinada nos bastidores pelo ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), que nega.

Recurso do parlamentar do PSOL contra a decisão do conselho foi rejeitado pela CCJ e o seu caso está pronto para votação em plenário, bastando para isso apenas Motta marcar uma data.

Assim como Glauber, André Janones é um dos principais desafetos do bolsonarismo e de parlamentares do centrão. No último dia 15, ele teve o mandato suspenso por três meses devido a uma confusão que se envolveu com oposicionistas durante um discurso de Nikolas Ferreira (PL-MG).

O PL de Bolsonaro promete entrar com novo pedido de cassação de seu mandato devido ao caso das “rachadinhas”.

Embora Janones tenha sido absolvido pelo Conselho de Ética da acusação de ter praticado o ato em seu gabinete, a oposição diz que ele confessou o crime ao fazer acordo com a PGR (Procuradoria-Geral da República) para pagar R$ 131,5 mil à Câmara dos Deputados como reparação de danos pelo caso das “rachadinhas” e, assim, não ser processado criminalmente. O parlamentar sempre negou ter praticado irregularidades.

O PL diz dar como certa a cassação de Janones apostando na antipatia angariada pelo parlamentar com deputados de centrão, frequentes alvos de seus ataques. Recentemente, por exemplo, ele encampou nas redes sociais uma campanha contra colegas e andou pela Câmara vestindo uma camisa com os dizeres “Congresso inimigo do povo”.

Assim como Janones, o bolsonarista Gilvan da Federal (PL-ES) está suspenso do mandato por três meses devido a ofensas contra a ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais). Não há, porém, movimentação para que ele seja cassado após retornar da punição.

Já Eduardo Bolsonaro está na mira do PT. A legenda apresentou pedidos de cassação por quebra de decoro parlamentar.

O filho de Jair Bolsonaro está nos EUA desde o primeiro trimestre do ano e comemorou nas redes sociais o fato de Donald Trump ter anunciado uma sobretaxa de 50% ao Brasil, citando como motivação, inclusive, uma “caça às bruxas” ao seu pai. O STF (Supremo Tribunal Federal) tem inquérito aberto sobre sua atuação nos EUA e supostas coações ao processo que investiga o pai.

Eduardo também pode ser cassado por faltas, caso deixe de comparecer a um terço das sessões de votação do ano. De acordo com as regras da Câmara, porém, a análise da assiduidade de 2025 só poderá ser feita a partir de 2026.

Ranier Bragon/FolhapressPolitica livre

Tarifaço dos EUA: líder do governo no Senado descarta conversa entre Lula e Trump até 1º de agosto

 Foto: Andressa Anholete/Arquivo/Agência Senado

O senador Jaques Wagner30 de julho de 2025 | 07:09

Tarifaço dos EUA: líder do governo no Senado descarta conversa entre Lula e Trump até 1º de agosto

mundo

O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, descartou a possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, antes da entrada em vigor das tarifas de 50%, prevista para a próxima sexta-feira, 1º de agosto.

“Não vamos resolver isso até o dia 1º. É sexta-feira. O encontro de dois presidentes da República não se prepara da noite para o dia”, disse o senador, a jornalistas, nesta terça-feira, 29, em Washington.

O líder do governo no Senado afirmou que está transmitindo as informações das reuniões ao presidente Lula, mas deve se encontrar com ele para debater a missão aos EUA. Para ele, é importante o encontro dos presidentes brasileiro e americano.

‘Desmistificar preconceitos de parte a parte’

“Eu sempre acho importante substituir o meio magnético virtual. Olho no olho é diferente, e o presidente Lula é campeão disso”, afirmou. “Eu não posso dizer o que vai acontecer se houver esse encontro. Se depender da minha opinião, esse encontro, para mim, sempre será produtivo para desmistificar preconceitos de parte a parte”, acrescentou Wagner.

Segundo ele, o objetivo da missão foi “plantar”, e “não colher” os frutos. “Eu vim aqui plantar, estamos plantando. Eu não vim aqui com a pretensão de colher”, reforçou Wagner.

Aline Bronzati/Estadão Conteúdo

Coronel diz que plano golpista era hipotético e dependia de fraudes na eleição

Publicado em 29 de julho de 2025 por Tribuna da Internet

Tenente-coronel Hélio Ferreira Lima

Lima diz que não houve fraude e o golpe se esvaziou

Mariana Muniz
O Globo

Réu na ação penal que apura a tentativa de golpe de Estado, o tenente-coronel Hélio Ferreira Lima afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o plano encontrado pela Polícia Federal, com sugestões de prisão de ministros da Corte, foi um exercício interno de simulação elaborado no âmbito da inteligência do Exército no Rio Grande do Sul — e não uma proposta operacional. O militar tem formação em Forças Especiais e integra o grupo chamado de “kids pretos”.

No interrogatório feito nesta segunda-feira, o militar disse que o chamado “Desenho Operacional Luneta”, encontrado em um pen drive apreendido em sua casa, fazia parte de um trabalho desenvolvido dentro da 6ª Divisão do Exército, em Porto Alegre. Segundo ele, tratava-se de uma antecipação de cenários, caso houvesse algum indício de fraude nas eleições presidenciais de 2022.

EM CASO DE FRAUDE — Se amanhã sair um relatório ou um pronunciamento falando ‘atenção, teve fraude sim’, eu não posso deixar meu comandante ser surpreendido. Eu tenho que ter alguma coisa para que a gente comece a discutir com o Estado-Maior — afirmou.

O documento previa, entre outras ações, a prisão de ministros do Supremo “considerados geradores de instabilidade” e a neutralização da atuação do ministro Alexandre de Moraes. O plano também mencionava a criação de gabinetes de crise e a realização de novas eleições.

Para Ferreira Lima, no entanto, a interpretação feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) é equivocada.

MISSÃO PROSPECTIVA – O tenente-coronel sustenta que sua função na área de inteligência envolvia justamente a produção de cenários prospectivos — e que o plano nunca foi validado por seus superiores.

— É um cenário totalmente hipotético. Ele não fala em eliminar ninguém. É amparado por normas legais — disse. — Eu não estava fazendo nada oculto. Surgiu de uma conversa com meu comandante. Quando fui apresentar para ele, a prioridade já era outra. Ele mandou eu abandonar isso. Nem abriu o computador.

De acordo com o militar, o plano foi deixado de lado após determinação do chefe da inteligência da 6ª Divisão, que teria orientado o foco para outras demandas, como o acompanhamento das manifestações em frente ao quartel em Porto Alegre.

É PROVA OU NÃO? – A PGR, por outro lado, afirma que o documento é prova de que havia planejamento prévio para a atuação do núcleo militar da tentativa de golpe. A denúncia sustenta que a proposta fazia parte de uma articulação maior, que ia da contestação do resultado eleitoral à execução de ações de ruptura institucional.

Ferreira Lima também afirmou ao STF que não despachou o plano com superiores e que qualquer eventual aplicação dependeria de chancela de um general, o que, segundo ele, nunca ocorreu.

Com formação em Forças Especiais, o tenente-coronel é apontado como integrante do grupo conhecido como “kids pretos”, formado por oficiais da ativa próximos do ex-ajudante de ordens da Presidência Mauro Cid. Ele virou alvo da Polícia Federal após a descoberta de mensagens consideradas golpistas trocadas com Cid.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – As Forças Armadas engolem Lula da Silva muito a contragosto. Desde o início, apoiaram o golpe, caso ficasse provado que a eleição de Lula foi fraudada. Não se provou nada e assim o golpe simplesmente feneceu. Quase três anos depois, ainda se perde tempo e dinheiro discutindo esse golpe que nunca existiu. E chamam isso de justiça. Haja saco! Às vezes me  dá uma nostalgia do Brasil que eu amava(C.N.)

No palanque, Lula desdenha, ironiza e vê chegando a derrota arrasadora das tarifas

Publicado em 29 de julho de 2025 por Tribuna da Internet

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao lado de Geraldo Alckmin empunha a bandeira do Brasil em palanque de evento do governo federal

Lula explora a bandeira de uma forma constrangedora

Eliane Cantanhêde
Estadão

Ao dizer, quatro dias antes do “dia D”, que vai esperar a sexta-feira para decidir sobre medidas de socorro aos setores e empresas mais duramente atingidas pelo tarifaço de Donald Trump, o presidente Lula deixou uma pergunta que não quer calar: o que ele está esperando? O resultado de alguma negociação sigilosa? Um recuo nos 50%, que Trump nega? Ou simplesmente o tsunami chegar?

Lula não desce do palanque, e não para de fazer provocações e ironias contra Trump e os EUA, desde que a Genial/Quaest com a ameaça de tarifaço e as cartas mal-ajambradas do presidente norte-americano. Logo, uma segunda dúvida é onde Lula quer chegar. À sexta-feira, com uma negociação bem-sucedida, ou às eleições de 2026, numa posição confortável? Uma coisa pode estar condicionada à outra…

NEGOCIAÇÕES INVISÍVEIS – Enquanto o chanceler Mauro Vieira, o vice Geraldo Alckmin, empresários brasileiros e americanos e a comissão de senadores que foi aos EUA conversam muito, articulam muito, não se vê um único sinal, à luz do dia, de que haja reais negociações e, portanto, chances de reduzir os 50%.

Essas negociações e chances deveriam ser até naturais, já que esse percentual é mais que o dobro na guerra de Trump contra o mundo, e o Brasil, apesar de estar no topo das sanções, é deficitário no comércio com os EUA, como Lula está rouco de tanto repetir.

Em tese, o tarifaço é para superavitários, não para deficitários. Se seriam tão naturais, por que inexistem negociações e ninguém acredita em recuo, por mais que Trump, que é um jogador, venha sempre baixando as tarifas no “dia D” com os demais países?

 
BRIGA POLÍTICA – Porque a birra com o Brasil não é por causa de comércio, mas sim de política: o processo contra Bolsonaro, bigtechs, o apoio de Lula a Kamala Harris, a camaradagem de Lula com China e Rússia, o Brics como adversário de Washington…Em sendo assim, nem Trump quer ceder, nem Lula age diplomaticamente. As portas e os ouvidos se fecham.

Antes de ir para Nova York, numa derradeira busca de pragmatismo e bom senso, o chanceler Mauro Vieira enviou um embaixador aos EUA para abrir canais.

 Até a noite de segunda-feira, porém, não havia motivos para comemoração, só para preocupação com o PIB, os exportadores, os produtos e os empregos.

CUSTARÁ CARO – Os 50% são arrasadores e estão chegando, com Lula saltitante, em campanha, e o Brasil cara a cara com uma derrota que vai lhe custar muito caro.
Na reta final, o único consolo é que sexta-feira não será o fim do mundo. A guerra continua e há muito o que negociar, se Trump e Lula adotarem o tom e a disposição de estadistas que não tiveram te agora. É possível? Só vai se saber depois do “dia D”.

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