quarta-feira, abril 16, 2025

A vergonha de ser honesto": uma reflexão urgente para o Brasil de hoje

 Por`redação

A vergonha de ser honesto": uma reflexão urgente para o Brasil de hoje

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."
— Ruy Barbosa

Estamos em 2025, e por ironia do destino — ou talvez por um chamado da consciência — somos levados a recordar o passamento de Ruy Barbosa, ocorrido em 1º de março de 1923. Há mais de um século, esse gigante da inteligência brasileira — jurista, parlamentar, diplomata, e sobretudo um incansável defensor da ética e da justiça — já apontava com precisão os males que continuam vivos em nosso país e em nossa Jeremoabo.

Ruy foi um homem à frente do seu tempo. Na Conferência da Paz em Haia, em 1907, representou o Brasil com uma eloquência que ecoou entre as nações, defendendo a igualdade e a dignidade dos povos. Já em 1889, ao publicar um artigo severo contra a monarquia, mexeu com as estruturas do poder. Tão poderoso foi o texto que Benjamin Constant afirmou: “Foi o artigo de Ruy Barbosa que derrubou o Império.”

Mais de 100 anos depois, as palavras de Ruy seguem proféticas. Vivemos ainda em um Brasil e em Jeremoabo onde nulidades continuam a ocupar cargos de destaque, onde a desonra é premiada, onde a justiça é seletiva, e onde a honestidade é vista como ingenuidade.

E não é só em Brasília ou nos grandes centros. A injustiça também se manifesta em lugares como Jeremoabo. Sim, mesmo nos rincões do nosso interior, onde o povo clama por dignidade, continuam a se repetir os mesmos vícios: perseguições políticas, impunidade, desvio de recursos públicos, assistencialismo que mascara a ausência de políticas reais, e o enfraquecimento das instituições que deveriam proteger o cidadão.

Quantos homens e mulheres de bem, em Jeremoabo e em tantos outros municípios, desanimam da virtude ao verem os maus sendo exaltados, os corruptos sendo protegidos, e os justos sendo silenciados ou ignorados?

O que era um alerta no tempo de Ruy Barbosa, hoje se impõe como denúncia. Mas também como convite à resistência. Ainda é possível — e necessário — reacender a coragem de ser honesto. Honrar quem trabalha com seriedade. Valorizar a ética na vida pública, nos governos, nas câmaras municipais, nas escolas, nas igrejas e nas famílias.

Neste 2025, ao lembrar o centenário da morte de Ruy Barbosa, que não seja apenas uma lembrança protocolar. Que seja um compromisso vivo com o seu legado. Que sua voz continue ecoando, inclusive em Jeremoabo, para inspirar aqueles que ainda acreditam que vale a pena lutar por um país — e uma cidade — onde a virtude, a honra e a justiça voltem a ser motivo de orgulho.




terça-feira, abril 15, 2025

Nova 1ª vice-presidente da Assembleia Legislativa, Fátima Nunes lembra de origem humilde como mulher do campo

 Foto: Política Livre

A nova 1ª vice-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputada Fátima Nunes15 de abril de 2025 | 18:10

Nova 1ª vice-presidente da Assembleia Legislativa, Fátima Nunes lembra de origem humilde como mulher do campo

exclusivas

Em outubro de 2023, a deputada estadual Fátima Nunes (PT) causou polêmica ao subir à tribuna da Assembleia Legislativa e fazer um discurso na qual se autointitulou uma mulher “preta” e “pobre”, mesmo tendo se autodeclarada branca nas eleições de 2022 e recebendo um salário de mais de R$ 34 mil como parlamentar de sexto mandato. Hoje (15), depois de ser eleita 1ª vice-presidente da Casa, ela destacou novamente da origem humilde em conversa com os jornalistas.

“Nascer no sertão de Paripiranga, ser filha de um trabalhador muito simples, plantador de batata e criador de pequenos animais… não era permitido naquele tempo pessoas assim participarem da política. E estou no sexto mandato parlamentar com a força do nosso povo, das associações, dos movimentos sociais, dos prefeitos que ajudamos a eleger no decorrer do caminho. É um brilho ser a 1ª vice-presidenta desta Casa”, declarou a petista.

Fátima Nunes afirmou que o “orgulho é ainda maior por ser vice da deputada Ivana Bastos (PSD), atual presidente da Assembleia. A Casa terá, pela primeira vez na história, duas mulheres ocupando os principais cargos de poder. “Juntas, vamos fazer o Parlamento baiano funcionar bem. Agradeço de coração a cada deputado e deputada que foram solidários e nos apoiaram para que isso fosse possível”.

Questionada pelo Política Livre se dialogou, antes da eleição, com o deputado Júnior Muniz (PT), que também colocava o nome na disputa pelo mesmo cargo na Mesa Diretora, mas não participou da disputa ao optar por uma viagem à China, Fátima Nunes deu uma resposta curta. “Conversamos bastante com Muniz e ele disse que estava tudo tranquilo, que iríamos vencer”.

A nova 1ª vice-presidente da Assembleia disse, ainda, que o deputado estadual Marcelino Galo assume, a partir desta quarta-feira (16), a liderança da bancada do PT na Casa, função que era exercida pela parlamentar.

Política Livre

Nada garante que o Supremo pretenda mesmo diminuir penas do 8 de Janeiro


Débora, presa por pichar estátua em frente ao STF, durante os atos do 8 de Janeiro

Classificar Débora como terrorista é um erro insano

André Marsiglia
Poder360

Não se enganem. Não houve recuo do Supremo no caso Débora e a comoção de setores progressistas, advinda do desespero público da moça que pichou uma estátua, não resistirá ao tempo.  Pareço pessimista? Tenho cinco boas razões para isso.

1) Moraes não recuou, não revogou sua prisão, embora devesse, pois a moça não preenche mais nenhuma condição exigida para a prisão preventiva. Trocou Débora de cativeiro apenas. Deixou-a em casa, longe do clamor público, em uma prisão sem grades. Ela não pode receber visitas, sair, usar redes sociais e dar entrevistas. São medidas cautelares inconstitucionais, pois o próprio STF, quando Lula esteve preso, considerou censura impedir a imprensa de falar com o atual mandatário do país.

2) Recuo seria se Moraes revogasse a prisão preventiva de Débora e, em seguida, de boa parte dos presos do 8 de Janeiro, soltasse-os enquanto aguardam julgamento, pois, em sua maioria, são réus primários que portavam estilingues, bolas de gude, e batons, que agiram com violência branda e sem intenção de golpe. E, se intenção havia, inviável seu desejo se realizar nestas circunstâncias. Não eram criminosos, mas manifestantes. 

3) Advogados progressistas e outros personagens que se sensibilizaram com o caso logo voltarão para a toca. Isso porque não há como defender que as penas daqui para frente sejam menores que a de Débora, sem aceitar que os réus do 8 de Janeiro não tentaram golpe. Veja, golpe de Estado tem pena média de 10 anos de prisão, somada à de vandalismo, temos os 14 a 17 anos que, de baciada, estão sendo impostos a todos, indiscriminadamente.

4) A única forma de diminuírem as penas será admitir que aquelas pessoas não tentaram golpe. Mas se a esquerda admitir que o dia 8 não foi tentativa de golpe, como condenar Bolsonaro como mandante do dia 8? A humanidade ocasional da esquerda em relação à Débora não é maior do que o desejo político de prender Bolsonaro e extirpar o bolsonarismo do tabuleiro político de 2026.

5) E a vontade de alguns ministros exporem sua dissidência não é maior que o receio de que sua dissidência exponha Moraes, a Corte e, em efeito dominó, os próprios ministros dissidentes. A discordância, se houver, neste momento delicado e, às vésperas das eleições presidenciais, será mínima, ainda que por um sentimento de autopreservação.

No Brasil, o errado é permanente e poucas solidariedades são sinceras, tudo se resume a interesses políticos e, claro, os interesses políticos se resumem a interesses pessoais e privados. A institucionalidade, no Brasil, é uma lenda urbana. Quem puder, faça as malas e peça o quanto antes asilo à Venezuela. Lá, o futuro não é diferente do nosso, mas é menos incerto.

Motta afirma que vai consultar líderes partidários sobre o projeto da anistia

Publicado em 15 de abril de 2025 por Tribuna da Internet

Quem é Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados | Política | Valor  Econômico

Motta não esperava que os deputados aprovassem urgência

Lucas Pordeus León
Agência Brasil

Um dia após o pedido de urgência para o projeto de lei (PL) que prevê anistia aos golpistas envolvidos no 8 de janeiro ser protocolado na Câmara, o presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu que é o colégio de líderes que define as votações do plenário.

“Democracia é discutir com o Colégio de Líderes as pautas que devem avançar. Em uma democracia, ninguém tem o direito de decidir nada sozinho”, afirmou Motta, acrescentando que é preciso ponderar os riscos que cada pauta tem para a estabilidade institucional do país.

“É preciso também ter responsabilidade com o cargo que ocupamos, pensando no que cada pauta significa para as instituições e para toda a população brasileira”, completou o parlamentar em uma rede social.

PEDIDO DE URGÊNCIA – A fala de Motta ocorre após o líder do Partido Liberal (PL), Sóstenes Cavalcante (PL/RJ), protocolar, nessa segunda-feira (14), pedido de urgência para o PL com assinatura de 264 deputados, mais da metade da Câmara, sendo a maioria de partidos da base governista.

Como o PL não vinha tendo apoio do colégio de líderes, o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de liderar o movimento golpista, usou a brecha do regulamento da Câmara que permite a apresentação de pedidos de urgência com a assinatura de, pelo menos, 257 parlamentares.

Questionado pela Agência Brasil sobre a posição do Motta, o líder do PL, Sóstenes Cavalcante, disse que não comenta postagens em rede social. “Para mim política é feita olho no olho, conheço bem o presidente que ajudamos a eleger”, comentou.

PRESSÃO TOTAL – Ainda na segunda-feira, o líder do PL pressionava Motta a pautar o tema. “O presidente da Câmara foi eleito para servir ao Brasil — não para obedecer recados do Planalto. Quem tem palavra, cumpre. Quem tem compromisso com o Parlamento, respeita os deputados”, disse Sóstenes.

Se aprovada a urgência, a matéria será analisada diretamente no plenário da Câmara, sem precisar passar pelas comissões. A decisão de pautar, ou não, a urgência do tema depende do presidente da Câmara, Hugo Motta.

Deputados contrários à anistia defendem que existem outros 2,2 mil projetos tramitando com urgência e que não há por que privilegiar o PL da Anistia.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O presidente da Câmara tem de obedecer ao Regimento, que não fala em consulta aos líderes. O artigo 155 diz que o requerimento assinado pela maioria absoluta dos deputados tem de ser votado em plenário, para confirmação. Se o requerimento for aprovado de novo em maioria absoluta, o projeto entra imediatamente em discussão e votação. O máximo que o presidente Hugo Motta pode fazer é alegar o adiantado da hora e transferir para o dia seguinte a “urgência urgentíssima”. Quem manda na Câmara é o Regimento e os líderes não podem ser contra as normas existentes. No Congresso, não é proibido espernear, mas isso não muda nada. (C.N.)


Fila do INSS é fator de desgaste para governo


Mais de dois miulhões de requerimentos aguardam análise 

Pedro do Coutto

Entre os inúmeros problemas com os quais o governo Lula se defronta, destacam-se a violência urbana, sobretudo no estado do Rio de Janeiro, e a fila de espera INSS que fechou o último ano com 2,042 milhões de requerimentos por benefícios sociais e da Previdência.

Os dados fazem parte do boletim com informações sobre requerimentos e novas concessões de benefícios de dezembro, que só foi publicado agora, em abril. O documento é organizado pelo Ministério da Previdência.

PROMESSA – É o maior número de requerimentos aguardando análise em todo o governo Lula da Silva, que na campanha prometeu acabar com a fila. Dessa forma, os dados mostram um crescimento na fila, já que em novembro eram 1,985 milhão. Não foram atualizados o número de requerimentos na fila, janeiro, fevereiro e março.

Um dos motivos para o aumento da fila do INSS em 2024, foi a greve de servidores. O Atestemed (atestado on-line) também serviu para ampliar o número de requerimentos, embora tenha ajudado a reduzir a despesa.

O mecanismo dispensa a realização de perícia médica para afastamento até 180 dias e com isso, o INSS não precisa pagar o benefício de forma retroativa à data do pedido. Em dezembro de 2023, a fila estava em 1,545 milhão. Em junho do ano seguinte, baixou para 1,353 milhão e depois voltou a subir. Em dezembro do ano passado, acabou o sistema de bônus a servidores, criado no governo Bolsonaro, para reduzir a fila. O benefício não foi renovado este ano.

DESLOCAMENTO – Em julho de 2023, o governo Lula permitiu deslocar funcionários para unidades com maior carência no atendimento e recriava o bônus de produtividade aos servidores e médicos peritos. Segundo o INSS, isso fez a fila cair nos primeiros meses do programa. Porém, voltou a aumentar a partir de julho de 2024 até superar a barreira de 2 milhões. O número representa uma fila interminável. Impressionante examinar-se tal fato para se ter a certeza de que zerar essa força de pressão será uma tarefa para os próximos anos.

O problema parece insolúvel para quem espera um benefício ou aposentadoria a que tem direito por lei. A burocracia estatal precisa prestar atendimento digno a quem necessita de seus serviços, sobretudo quando há relação direta com a renda das famílias.

Os gastos previdenciários em 2024 somaram R$ 111 bilhões, ou R$ 29,9 bilhões acima do estimado. Com o envelhecimento da população, a tendência se agravará. Mas isso justifica não a qualidade sofrível do serviço prestado. O governo precisa dotar o INSS de condições aceitáveis no atendimento. É preciso rever rotinas e sistemas para ganhar eficiência. Tanto para incluir quem precisa receber os benefícios a que tem direito quanto para excluir quem não tem mais direito, mas continua recebendo.

Advogados se excedem e Moraes não intimará as testemunhas de acusação


A imagem mostra uma sessão judicial com três pessoas. À esquerda, um homem calvo, vestido com uma toga preta e gravata, está falando. Ao centro, uma mulher com cabelo grisalho, também vestida com toga, escuta atentamente. À direita, um homem com cabelo curto e óculos, vestido com uma toga preta e camisa branca, observa. Ao fundo, há uma bandeira do Brasil e várias pastas de documentos sobre a mesa.

Advogados pretendiam intimar Lula e o próprio Moraes

Cézar Feitoza
Folha

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), adotou como procedimento para os casos do 8 de janeiro a intimação só das testemunhas de acusação, obrigando as defesas a levar os depoentes para as audiências no tribunal.

A prática tem causado receio entre os advogados dos acusados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de articular um golpe de Estado após a eleição de Lula (PT) em 2022.

INÍCIO DO PROCESSO – Na sexta-feira (11), a ação penal do núcleo central da trama golpista foi aberta pelo tribunal, após a publicação do resultado (acórdão) da sessão da Primeira Turma que aceitou a denúncia da PGR. São réus nessa ação o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete pessoas. O ato dá início ao andamento do processo penal, fase que inclui a oitiva de testemunhas de defesa e acusação.

Cinco advogados disseram à Folha que a falta de intimação de testemunhas pode inviabilizar depoimentos considerados cruciais para os acusados.

A estratégia de Moraes ainda pode frustrar os planos de alguns denunciados de tumultuar o processo, com a inclusão de testemunhas sem relação com a trama golpista.

ATRASAR OS PROCESSOS – Três ministros do STF ouvidos sob reserva afirmaram que o procedimento adotado por Moraes, mesmo não sendo o mais convencional, é um antídoto válido contra as defesas que tentam arrastar o processo por longos períodos.

A DPU (Defensoria Pública da União) questionou a falta de intimação das testemunhas em processo de uma ré pelos ataques de 8 de janeiro e pediu a mudança de procedimento.

“Tem-se, de fato, um tratamento desigual entre acusação e defesa, uma vez que a exigência de apresentação de testemunhas vem pesando sobre as defesas em geral, mesmo quando indicam servidores públicos para serem inquiridos”, disse o defensor Gustavo Zortéa da Silva ao Supremo.

MORAES REJEITA – O ministro negou o pedido: “As testemunhas arroladas deverão ser apresentadas pela defesa em audiência, independentemente de intimação”.

O procedimento é descrito por Moraes nas decisões de abertura das ações penais do 8 de janeiro. Ele define que as testemunhas devem ser levadas pela defesa no dia do depoimento do réu, mesmo sem intimação, e devem falar antes do acusado.

“Fica indeferida, desde já, a inquirição de testemunhas meramente abonatórias, cujos depoimentos deverão ser substituídos por declarações escritas, até a data da audiência de instrução”, acrescenta o ministro.

ADVOGADO EXTRAPOLA – O advogado Sebastião Coelho, defensor do ex-assessor da Presidência Filipe Martins, arrolou 29 testemunhas e incluiu o próprio Alexandre de Moraes e seu ex-assistente no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Eduardo Tagliaferro.

Jeffrey Chiquini, advogado do tenente-coronel Rodrigo de Azevedo, incluiu o presidente Lula (PT) e o ministro do STF Flávio Dino na lista de testemunhas. A defesa de Marcelo Camara elencou os delegados da Polícia Federal responsáveis pela investigação.

O Código de Processo Penal estabelece em seu artigo 401 que, na instrução do processo, poderão ser inquiridas até oito testemunhas da acusação e oito da defesa. Esse número, porém, pode ser ampliado por decisão do juiz, considerando a complexidade do caso e a quantidade de réus e de crimes imputados.


Por que só publico notícias boas do prefeito Tista de Deda? Simples: é porque são fatos

 


Por que só publico notícias boas do prefeito Tista de Deda? Simples: é porque são fatos.

Muitas pessoas que acompanham este Blog de vez em quando perguntam: “Por que você só publica notícias boas do prefeito Tista de Deda?” A resposta é muito simples: porque minhas publicações são baseadas em fatos reais e provas concretas, não em boatos, bajulações ou politicagem.

Um exemplo fresquinho aconteceu entre ontem e hoje no Hospital Geral de Jeremoabo, onde nasceram quase uma dezena de crianças. As mães, com seus bebês nos braços, estavam radiantes — não apenas pela alegria da maternidade, mas porque pariram com dignidade, em sua própria cidade, sem precisar correr atrás de favores de vereador, sem depender de clientelismo, sem humilhações.

E o mais importante: ninguém viu o prefeito Tista de Deda fantasiado de enfermeiro, invadindo áreas hospitalares, colocando mães e recém-nascidos em risco de contaminação, apenas para se autopromover com fotos populistas às custas da dor ou da alegria alheia. Isso não acontece mais em Jeremoabo. O tempo do espetáculo vazio acabou. Agora, o trabalho é silencioso, respeitoso e eficaz.

Outro exemplo marcante foi durante a distribuição do peixe na Semana Santa. O alimento chegou à mesa das pessoas mais carentes sem exigência de voto, sem fila humilhante, sem expor ninguém ao ridículo, sem propaganda com número de partido. O peixe chegou, e ponto. Isso é respeito. Isso é dignidade.

Esses são apenas dois exemplos recentes. Poderia citar muitos outros — na saúde, na educação, na limpeza urbana, na organização da gestão pública. Mas o ponto é este: quando o povo é tratado com respeito, os fatos falam por si.

E é por isso que este Blog noticia o que é bom: porque o que é bom virou regra em Jeremoabo. Quando houver falha, erro, omissão, também será noticiado — com provas. Mas, até agora, o que temos visto é um prefeito que não precisa se pendurar em palco nem posar com número de partido para mostrar serviço. O trabalho fala mais alto.

Jeremoabo está mudando. E quem quiser negar isso, que traga os fatos.



Liberdade de Imprensa: A Verdade Sempre Prevalecerá

 

                               Foto Divulgação - Instagram


Liberdade de Imprensa: A Verdade Sempre Prevalecerá

Por Redação

Nos últimos vinte anos, este Blog tem sido um verdadeiro bastião da democracia, um escudo da verdade e uma espada contra as injustiças. São mais de 11 milhões de visualizações que atestam a confiança do nosso povo, que encontrou aqui uma trincheira firme contra a improbidade, o silêncio imposto e a perseguição — principalmente àqueles servidores públicos que dedicam suas vidas ao bem comum.

Ao lado de parceiros sérios e comprometidos, como o caro amigo José Mário, sempre publicamos matérias baseadas em fatos, pesquisa séria e responsabilidade. Nunca nos pautamos pelo sensacionalismo barato, nem pelo desejo de aplausos fáceis. A verdade não precisa de maquiagem, nem de curtidas compradas. A verdade, por si só, ilumina.

Se nossas palavras incomodam, é porque tocam em feridas abertas pela má gestão, pela politicagem rasteira e pelos que tentam usar o poder público para fins pessoais, eleitorais ou familiares. A carapuça, como dizem os antigos, só serve a quem tem a cabeça moldada para ela. E se alguém a vestiu, não foi por nossa culpa.

Não somos psiquiatras, tampouco psicólogos. Não analisamos consciências — apenas mostramos o espelho. E, se o reflexo choca, é sinal de que a imagem precisa mudar.

Nossas matérias nunca foram pessoais. Foram e continuam sendo verdadeiras aulas de ética, de cidadania e de conhecimento técnico — especialmente em áreas como licitação, gestão pública e direitos do povo. Combatemos, sim, mas com argumentos. Enfrentamos, sim, mas com provas. E isso incomoda, porque não somos bajuladores nem marionetes de ninguém.

Ao longo dessas duas décadas, muitos tentaram calar este espaço. Tentaram — e fracassaram. Porque calar este Blog é calar a imprensa livre. É atentar contra a democracia. É querer devolver Jeremoabo ao tempo do silêncio imposto, da mordaça e do medo. Mas aqui, liberdade é princípio. E a liberdade não se vende, não se negocia, não se entrega.

Nos posicionamos firmemente contra as Fake News, contra o discurso de ódio, contra a intolerância religiosa e racial, contra o fascismo travestido de "ordem". Também não nos curvamos diante do assédio judicial, da tentativa de censura, da perseguição.

A chama que nos move é acesa todos os dias por leitores atentos, por cidadãos indignados com as injustiças, por servidores calados à força, por jovens que ainda acreditam em um futuro melhor. É essa gente que nos inspira. É por eles que seguimos.

Jeremoabo é maior do que seus problemas momentâneos. É maior que qualquer grupo político. Porque, como bem dizia o velho ditado: “Os cães ladram, mas a caravana passa.” E esta caravana é feita de luta, de fé, de coragem e de amor à verdade.

Aos que tentam apagar nossa voz: tentem de novo. Porque a nossa resposta será sempre a mesma — uma boa matéria, embasada, corajosa, honesta. E isso, nem os poderosos de plantão conseguem silenciar.

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