segunda-feira, outubro 21, 2024

Após provocar pânico no mercado de bitcoin, Musk prevê “falência” dos EUA

Publicado em 21 de outubro de 2024 por Tribuna da Internet

Elon Musk prevê que inteligência artificial tornará todos os empregos  obsoletos | CNN Brasil

Musk diz que o governo dos EUA está se endividando demais

Fabio Lucas Carvalho

Site CPG

Nas últimas semanas, o bilionário e CEO da Tesla, Elon Musk, voltou aos holofotes não apenas por suas polêmicas, mas por gerar um alerta sobre a economia dos Estados Unidos. Em meio a uma série de acontecimentos recentes envolvendo o mercado de bitcoin, Elon Musk lançou uma advertência direta: o EUA estaria caminhando para a falência devido a gastos excessivos do governo.

Mas por que essas declarações de Musk chamaram tanto a atenção? E qual a conexão entre isso e a recente movimentação do bitcoin pela Tesla? Vamos explorar os detalhes dessa situação e explicar de forma clara e objetiva o impacto dessas questões.

OUTROS ATIVOS – A Tesla, que em 2021 comprou uma grande quantidade de bitcoin, voltou a agitar o mercado ao mover 750 milhões de dólares em criptomoedas para novos endereços, gerando especulações sobre uma possível venda dos ativos.

Essa movimentação causou pânico entre os investidores e contribuiu para a recente queda no preço do bitcoin, que anteriormente estava próximo de seus picos históricos, na casa dos 70 mil dólares.

Além disso, Elon Musk usou sua rede social X (antigo Twitter) para reiterar seus alertas sobre a economia americana.

FORA DE CONTROLE – Ele destacou que os gastos desenfreados do governo podem levar o país à falência. Musk enfatizou que 500 bilhões foram adicionados à dívida nacional apenas nas últimas três semanas, criticando o que ele chama de “gastos governamentais fora de controle”.

O impacto dessas declarações vai além das fronteiras das redes sociais. Stanley Druckenmiller, um renomado investidor bilionário, também emitiu um aviso sobre as consequências das políticas monetárias do Federal Reserve.

Com os Estados Unidos enfrentando uma inflação crescente e uma dívida nacional que ultrapassa os 34 trilhões, a economia do país encontra-se em uma posição delicada. E segundo Elon Musk, a falência governamental pode ser uma realidade se nada for feito.

RITMO ALARMANTE – Analistas do Bank of America alertaram que a dívida dos Estados Unidos (quantia de dinheiro que o governo federal toma emprestado para cobrir despesas operacionais) está crescendo a um ritmo alarmante, com projeções de aumento de US$ 1 trilhão a cada 100 dias.

Segundo Michael Hartnett, estrategista-chefe da instituição, essa escalada pode elevar a dívida nacional para US$ 36 trilhões até o final de 2024.

Em nota aos clientes, Hartnett destacou que esse cenário tem impulsionado o debate sobre “desvalorização da dívida“, refletido em máximas históricas nos preços do ouro e do bitcoin, que podem alcançar US$ 2.077 por onça e US$ 67.734, respectivamente.

SINAL DE ALERTA – O crescente endividamento dos EUA acende um alerta para os mercados financeiros, com investidores buscando ativos considerados seguros, como o ouro.

A crise também afeta diretamente o mercado de criptomoedas. O bitcoin, que há alguns meses parecia prestes a atingir novos patamares devido ao apoio de gigantes como BlackRock e o interesse crescente da China, perdeu fôlego.

Essa volatilidade, no entanto, pode ser vista como uma oportunidade para alguns investidores, especialmente aqueles que acreditam que o bitcoin pode se beneficiar da desvalorização do dólar e dos temores sobre a economia tradicional.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Musk tem razão. A situação é verdadeiramente preocupante, porque o dólar antes era  garantido em ouro, agora não tem mais garantia alguma, a não ser a conversa fiada de governantes irresponsáveis. O certo é que vivemos num mundo muito louco. (C.N.)


Partidos veem eleição com avanço de caixa 2, compra de votos e infiltração de facções

 Foto: José Cruz/Arquivo/Agência Brasil

Urna eletrônica21 de outubro de 2024 | 06:30

Partidos veem eleição com avanço de caixa 2, compra de votos e infiltração de facções

brasil

Dirigentes partidários e políticos da esquerda à direita afirmam que as eleições municipais de 2024 registraram, na percepção deles, um volume inédito de caixa dois, de compra de votos e de tentativa de infiltração do crime organizado na política.

Indicativos dessas ilegalidades aparecem em registros da Polícia Federal e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), foram abordados em discursos na Câmara e no Senado e têm como pano de fundo as bilionárias verbas públicas envolvidas tanto nas campanhas —R$ 6,2 bilhões— como nas emendas parlamentares que abastecem estados e municípios —mais de R$ 50 bilhões em 2024.

“Aproveito o momento para denunciar desta tribuna a maior derrama de dinheiro no processo eleitoral do Brasil. Nunca houve no nosso país uma eleição com tanta compra de votos, malas de dinheiro em todos os Estados da Federação”, discursou no plenário da Câmara o deputado federal José Nelto (União Brasil-GO), dois dias após o primeiro turno das eleições.

“Caros colegas, eu subo a esta tribuna para falar do show de horror que vimos nas eleições. Compra de voto, bandidagem. (…) É vergonhoso o uso de dinheiro público com essa bandidagem. É vergonhoso vermos pessoas que, além de venderem emenda parlamentar aqui, ali, nesta instituição e na outra, ainda vão cobrar a fatura”, afirmou a deputada Adriana Ventura (Novo-SP), na mesma sessão.

Secretário nacional de comunicação do PT, o também deputado federal Jilmar Tatto (SP) vai na mesma linha.

“Tivemos relatos principalmente de cidades do interior que não estavam acostumadas a esse tipo de comportamento, muitos relatos de distribuição de dinheiro vivo. No dia da eleição, um dia antes”, diz o parlamentar.

“A Polícia Federal apreendeu dinheiro vivo, isso é fato, em várias campanhas pelo Brasil. Você tem casos concretos revelados de que o PCC está entranhado em contrato público. Eu suponho que eles estão em campanha eleitoral também”, diz o deputado federal Kiko Celeguim, presidente estadual do PT de São Paulo.

Nenhum dos parlamentares citou nomes ou casos específicos, mas dirigentes partidários ouvidos pela Folha fazem relatos similares, em caráter reservado ou publicamente.

Em entrevista à Folha, o líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), já havia falado do caixa dois registrado em campanhas, afirmando que o dinheiro de empresas “corre livre” nas eleições.

O caixa dois eleitoral consiste no uso de dinheiro pelos candidatos e partidos sem que haja declaração à Justiça Eleitoral.

De acordo com a Polícia Federal, em 2024 foram apreendidos R$ 50,4 milhões relacionados a crimes eleitorais, sendo R$ 21,8 milhões em dinheiro vivo.

Esses valores superam tanto os registrados nas eleições gerais de 2022 (R$ 10 milhões, sendo R$ 5,5 milhões em espécie) como nas de 2020, ano das últimas eleições municipais (R$ 6 milhões, sendo R$ 1,5 milhão em espécie).

Como mostrou a Folha, por exemplo, áudios sugerem ter havido uso de caixa dois cobrado de empresários em troca da oferta de contratos futuros nas eleições de Camboriú e Balneário Camboriú, em Santa Catarina.

Já em relação à infiltração de grupos criminosos com o processo eleitoral, o senador Davi Alcolumbre (AP) disse na quarta-feira (16), em sessão da Comissão de Constituição e Justiça, que há envolvimento direto “das facções criminosas em partidos políticos no Brasil, em candidaturas no Brasil, sejam de vereadores, de vice-prefeito ou de prefeitos”.

Alcolumbre é favorito para voltar a comandar o Senado a partir de fevereiro do ano que vem.

“As facções criminosas estão imperando nos rincões do Brasil e, infelizmente, também nos grandes centros. Isso é uma constatação. (…) Estamos vivendo no Brasil a permanente infiltração das facções criminosas no Estado brasileiro. Sejam participando de procedimentos licitatórios com empresas laranja para lavar dinheiro, sejam participando de episódios na política diretamente com candidaturas.”

A presidente do TSE, Cármen Lúcia, já havia manifestado preocupação com o tema. Em entrevista ao jornal O Globo, disse avaliar a situação como sendo “bastante grave”.

“Especialmente considerando a ousadia do crime de querer ser o formulador de leis. Há um risco real de que esse comportamento se estenda às instâncias estaduais e até nacionais. É grave esse atrevimento criminoso.”

Atualmente, as eleições são financiadas majoritariamente com dinheiro público. Neste ano foram R$ 5 bilhões do Fundo Eleitoral e R$ 1,2 bilhão do Fundo Partidário.

Já as emendas parlamentares são recursos do Orçamento federal enviados pelos congressistas para estados e municípios. Totalizando mais de R$ 50 bilhões, essa verba é alvo frequente de suspeita de desvios, em especial as chamadas “emendas pix”, que entram nos caixas de governador e prefeito sem necessidade de projeto ou destinação específica.

Alguns políticos têm usado o argumento de descontrole sobre o caixa dois eleitoral como argumento de defesa da volta do financiamento empresarial das campanhas, proibido pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em 2015, na esteira da Operação Lava Jato.

As investigações apontaram que algumas dessas contribuições eram feitas pelas empresas a partidos e candidatos com o objetivo de obter vantagens em contratos públicos.

Randolfe Rodrigues e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, foram alguns dos que defenderam publicamente o retorno do modelo. O líder de Lula no Congresso afirmou que apresentará uma Proposta de Emenda à Constituição para retomar o modelo.

Apesar do apoio em parte do mundo político e também em ministros do próprio STF, esse ponto encontra resistência em setores do Congresso e dos partidos, mediante a avaliação de que ele tem potencial muito maior de corrupção e de relações espúrias entre políticos e empresários.

Cabe ressaltar ainda que brechas na legislação mantém o financiamento das empresas até hoje, embora em menor volume, por meio da pessoa física de seus executivos.

Ranier Bragon e Danielle Brant/FolhapressPoliticalivre

Luiz Roberto corre contra o tempo e Emília conta os dias das eleições

 em 21 out, 2024 7:56

Adiberto de Souza


A menos de uma semana para o 2º turno das eleições de Aracaju os dois prefeituráveis vivem situações diferentes: Luiz Roberto (PDT) corre contra o pouco tempo na tentativa de virar o jogo contra a favorita Emília Corrêa (PL), enquanto esta conta nos dedos os dias para o início da votação. Na frente de todas as pesquisas, a candidata do PL sabe que não pode cometer qualquer erro nessa reta final da disputa. Muito por isso, a fidalga tem evitado os debates com o adversário, embora a sua assessoria garanta que ela comparecerá ao confronto verbal da TV Sergipe, agendado para a próxima quinta-feira. Por sua vez, Luiz Roberto não só intensificou a campanha de rua como tem comparecido a todas as entrevistas promovidas pelas rádios e emissoras de TV. O pedetista sabe que nestes últimos cinco dias precisa convencer os eleitores de Aracaju, particularmente quem ainda está indeciso, que ele possui a melhor proposta para governar a cidade. O marketing do pedetista tem feito das tripas coração para desgastar a imagem de Emília, que se defende dos ataques alegando ser vítima de fake News. Portanto, o pouco tempo que resta para as eleições será usando por Luiz Roberto e Emília visando convencer o eleitorado de que as suas propostas são as melhores para os aracajuanos. Marminino!

Prisão proibida

A partir de amanhã, os eleitores de Aracaju e demais cidades com segundo turno não podem ser presos. As exceções se aplicam a casos em flagrante, cumprimento de sentença judicial por crime inafiançável ou em razão de desrespeito a salvo-conduto. A regra, que começa cinco dias antes do pleito, marcado para o próximo domingo, segue até o dia 29 deste mês. Em caso de detenção, o preso será imediatamente conduzido à presença do juiz competente que, se verificar a ilegalidade da detenção, a relaxará imediatamente. Home vôte!

Apagou velinhas

E quem apagou 54 velinhas, ontem, foi o vereador e candidato a vice-prefeito de Aracaju, Fabiano Oliveira (PP). Nem precisa dizer que os amigos e correligionários fizeram questão de parabenizá-lo por mais um ano de vida. O governador de Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD) foi um deles: “Seu trabalho e dedicação no setor de eventos, na geração de emprego e na política têm sido fundamentais para o desenvolvimento da cultura e do entretenimento em nossa região”, afirmou o pessedista. Nem precisa dizer que o presente sonhado por Fabiano é a sua eleição no próximo domingo. Ah, bom!

Socorro caro

A maioria dos consumidores usa o cartão de crédito em supermercados (62%) e em farmácias (49%). Segundo o SPC Brasil, a terceira maior utilização é para abastecer os veículos (30%), seguido da aquisição de roupas, calçados e acessórios (29%), idas a bares e restaurantes (28%) e recargas para celular pré-pago (20%). É bom o consumidor ficar atento, pois se optar pelo rotativo ou parcelamento, arcará com uma taxa de juros que pode chegar a mais de 400%. Cruz credo!

Matando a saudade

O ministro Márcio Macêdo (PT) aproveitou a passagem para Aracaju para matar a saudade do pastel da tradicional lanchonete da Rua Lagarto, centro de Aracaju. Antes, o distinto prestigiou o café da manhã na sede do PCdoB e participou de uma caminhada pela periferia da cidade com o prefeiturável Luiz Roberto (PDT). A fome bateu e Márcio deu com os costados na lanchonete para degustar o pastel de carne com um geladíssimo suco de mangaba, que, segundo ele, aprecia desde quando tinha apenas 14 anos de idade. Supimpa!

Cerca de 51% dos brasileiros dizem que filmes e programas televisivos incentivam o desrespeito e o assédio a mulheres em ambientes de trabalho. Cerca de 73% acreditam que as mulheres são mostradas de maneira exageradamente sexualizadas no cinema e na TV, “reduzidas a seios e bundas”, com poucas roupas e pouco inteligentes. Feita pelo Instituto Geena Davis, a pesquisa revela que 63% dos entrevistados se preocupam com os padrões de beleza mostrados no cinema e na televisão, por serem irreais. Só Jesus na causa!

Eleição disputada

A eleição para presidente da Câmara de Vereadores do município de General Maynard será muito disputada, pois o futuro presidente daquele Legislativo deverá assumir a Prefeitura. É que, se o Tribunal Superior Eleitoral confirmar o indeferimento da candidatura de Marcondes Melo (PSD), por vinculo socioafetivo com o atual prefeito Valmir de Nira (PSD), será realizada uma nova eleição majoritária. Como não haverá tempo para um novo pleito ainda este ano, o futuro presidente da Câmara será empossado prefeito interino. Esta informação foi publicada pelo jornalista César Cabral no site Radar Sergipe. Aff Maria!

Vão às urnas

Os deputados estaduais vão às urnas, esta semana, para reeleger a Mesa Diretora da Assembleia. O novo pleito atende uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que anulou a eleição realizada pelo Legislativo sergipano em junho de 2023 para o biênio 2025-2027. O magistrado discordou do Regimento Interno da Alese permitindo que a eleição para o segundo biênio ocorresse a qualquer momento do primeiro biênio da legislatura. O novo pleito visa apenas obedecer a decisão do ministro e elegerá a atual Mesa Diretora, presidida pelo deputado Jeferson Andrade (PSD). Então, tá!

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Transporte AJU: 4 ações judiciais. Sem decisão mérito prol Prefeitura

 em 21 out, 2024 3:56

Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça

        “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

 A Licitação do Transporte de Aracaju tem quatro ações judiciais que ainda tramitam sem julgamento do mérito, inclusive a decisão do STF do Ministro Barroso, declara que a matéria do recurso do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe não é de competência do STF e sim do STJ, não havendo apreciação da matéria no recurso.

O Ministério Público do Estado de Sergipe ajuizou Ação Cível Pública contra a Licitação, apontando diversas irregularidades, inclusive a possibilidade do prefeito responder por improbidade administrativa, em outras ações pareceres do MP foram no mesmo sentido. O Tribunal de Contas do Estado de Sergipe emitiu parecer técnico reconhecendo as irregularidades entre elas ausência de dotação orçamentária.

Decisões judiciais em liminares proferidas por Juíza do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe reconhecem irregularidades, bem como parecer da Procuradoria Geral da República confirma as ilegalidades apontadas pelo Tribunal de Contas de Sergipe, não existindo decisão de mérito favorável ao município ou reconhecendo a legalidade do Edital de Licitação, contrariando declarações de empresas participantes da licitação e do Município de Aracaju, ambos com evidente interesse na validação da licitação.

 

Eleição OAB/SE Uma candidatura de situação, o projeto de reeleição do advogado Danniel Alves Costa, mais outras 3 candidaturas de oposição – Ana Lúcia Aguiar, Clara Machado e Eduardo Roberti – e temos aí o cenário político definitivo das eleições para novos dirigentes e conselheiros da OAB Sergipe, em 19 de novembro. Situação forte e unida, oposição confusa e dividida. Eleitoralmente nada está decidido, mas o cenário inicial da campanha OAB parece favorecer o atual presidente da entidade, Daniel Alves Costa e o seu agrupamento.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Enquadrado na Lei Maria da Penha, Marcos Franco, secretário de Turismo de Sergipe, sofre derrota no STJ Deu no Hora News: Em decisão da sexta-feira, 18, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Reynaldo Soares da Fonseca, negou pedido liminar em recurso em habeas corpus feito em favor do secretário de Estado do Turismo de Sergipe, Marcos Franco. No recurso, a defesa de Marcos Franco buscava a retirada das medidas protetivas de urgência impostas pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Aracaju. Dentre essas medidas, o secretário está proibido de se aproximar da ex-esposa e testemunhas por menos de 50metros, bem como se afastar do domicílio conjugal.

Habeas corpus negado no último mês de agosto E finaliza matéria do Hora News: A defesa então fez um pedido de habeas corpus para o Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE) que foi negado em agosto deste ano. Após isso a defesa apresentou recurso para o STJ buscando a revogação das medidas. Na decisão que negou o recurso, o ministro Fonseca afirma que não vislumbra nenhuma ilegalidade nas medidas impostas ao secretário sergipano. “Em um juízo de cognição sumária, não visualizo manifesta ilegalidade no ato ora impugnado a justificar o deferimento da medida de urgência”, conclui o ministro em decisão que o Hora News teve acesso. O ministro ainda solicitou informações adicionais ao TJ-SE sobre o caso.

Puxa-sacos não informal ao governador o tamanho do desgaste que ele tem entre as mulheres  O governador Fábio Mitidieri tem atualmente no secretários 8 (oito) mulheres, entre elas a primeira-dama, Érica Mitidieri, na pasta da assistência social. Porém, este caso envolvendo o secretário Marcos Franco e a denúncia da ex-esposa dele tem provocado um enorme desgaste não só ao governo, mas a figura pessoal do governador. Ninguém entende que o governo que se diz progressista assiste passivo um auxiliar perder sucessivas vezes na Justiça, num caso de violência contra mulher, e não toma as devidas providências. 2026 bate às portas e a omissão será cobrada.

Entrega O governador Fábio Mitidieri participa, nesta segunda-feira, 21, de mais uma inauguração de obra da Educação. Segundo o Governo do Estado, esta já é a 56ª obra da pasta entregue em apenas 21 meses de gestão, o que mostra o empenho do governador em buscar melhorias para a classe estudantil. Desta vez, será entregue a quadra de esportes com vestiários da Escola Estadual 8 de Maio, do bairro Porto Dantas, zona norte da capital, bem como toda a climatização da unidade.

Legislativos Em alguns estados brasileiros, a antecipação de eleições para mesas-diretoras de Câmaras e Assembleias foram anuladas pelo STF. Para realização dessas eleições antecipadas, a lei exige que o prazo seja estabelecido em torno de 3 meses antes do início do novo período legislativo. Câmaras e Assembleias, entretanto, fizeram eleições cerca de 2 anos antes da hora marcada, configurando casos de “flagrante e cristalina inconstitucionalidade” – sentenciou o ministro Dias Toffoli, em um processo do Tocantins. Vereadores e deputados estão passando agora por constrangimentos desnecessários. Ainda segundo o ministro, foram desatenção, incompetência e até falta de bom senso de algumas assessorias que fatos assim ocorreram Brasil a fora. Com a presente anulação do Supremo Tribunal Federal, a solução do problema passa a ser de natureza política: novas eleições já podem ser realizadas para as Mesas-Diretoras do Poder Legislativo, agora rigorosamente dentro do prazo legal.

Globeleza tensa O contrato de afiliação à rede, entre TV Globo e TV Sergipe deve ser renovado agora em outubro, sem maiores problemas. Entretanto, uma concorrente não esconde o antigo desejo de trocar de  prefixo conduzir. Grupos empresariais de Minas, São Paulo e Paraíba também parecem interessados em adquirir o controle acionário de uma TV local e se movimentam nos bastidores. Um escândalo de repercussão nacional (fornecimento de Hds e outras peças digitais à prefeitura de Aracaju) pode estar sendo usado para turbinar e tentar implodir relações empresariais no reino da globeleza.

Decisão da Justiça Federal mantém eleições virtuais na OAB/SE A Justiça Federal de Sergipe indeferiu o pedido de tutela de urgência e manteve a modalidade 100% on-line para a realização das eleições da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Sergipe (OAB/SE), marcada para o dia 19 de novembro, conforme autorizado pelo Provimento 222/2023 do Conselho Federal e Resolução nº 07 da OAB/SE, publicada em julho de 2024.

Segurança necessária garantida O pedido, que foi impetrado por uma advogada, solicitava à Justiça a retomada das eleições presenciais através da urna eletrônica, alegando falta de segurança no processo eleitoral da instituição. Na decisão, o juiz federal Edmilson Pimenta indeferiu a liminar por entender que a modalidade on-line e a empresa contratada oferecem segurança necessária à advocacia e ao pleito.

Segurança necessária garantida II “A segurança da eleição online é garantida por votos criptografados, o que impossibilita a sua adulteração, além de permitir a verificabilidade individual, pelo eleitor, e universal por auditoria externa. Assim, o objetivo da eleição online é dar maior legitimidade e representatividade à chapa eleita, além da diminuição dos custos com a logística do pleito, a neutralização do assédio praticado na boca de urna, possibilitando uma maior participação da advocacia e um processo mais célere, inclusive evitando as filas”, diz o magistrado na decisão.

 Conquista O juiz entendeu ainda que a modalidade on-line para a eleição da OAB/SE, assim como já acontece em outras seccionais, é uma conquista para advocacia. “Assim, vê-se que as eleições online são um marco para a OAB/SE e representam um avanço significativo no processo eleitoral da instituição, promovendo a participação ativa de toda advocacia sergipana”.

Transparência e legitimidade A decisão da Justiça Federal confirma a transparência e legitimidade da eleição on-line na OAB/SE, tendo em vista que reafirma a plena legalidade, transparência, integridade e confiabilidade do modelo de votação on-line, além de chancelar a segurança e a auditabilidade do sistema disponibilizado pela empresa credenciada pelo Conselho Federal da OAB, que inclusive, realizará as eleições em outros 15 (quinze) Conselhos Seccionais.

 Eleições on-line Essa é a primeira vez que a OAB/SE irá realizar uma eleição 100% on-line. Além da seccional Sergipe, outros 15 estados escolherão as suas diretorias e conselheiros para o triênio 2025-2027 de forma virtual.  O voto on-line ocorre remotamente através de uma plataforma de votação virtual e os advogados e advogadas poderão votar de qualquer lugar, através do seu tablet, celular ou computador conectado à internet. A OAB/SE irá disponibilizar à advocacia 12 pontos fixos de votação distribuídos em todo Estado, que irão funcionar durante o horário da eleição.

Eleições on-line II O voto online conta com sistema de segurança, com fatores avançados de autenticação e, assim como as urnas eletrônicas, é protegido por assinatura digital e criptografia, o que impede qualquer tentativa de invasão e corrupção. A empresa responsável pela condução da eleição on-line da OAB/SE deste ano é a Webvoto, empresa brasileira, com mais de 10 anos de mercado, especializada em votação eletrônica de diversas instituições e órgãos de classe. Em 2021 a empresa realizou a votação on-line das seccionais do Distrito Federal, Maranhão, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Tribunal de Contas fará encontro com prefeitos eleitos e equipes de transição O Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE) fará no próximo dia 30 de outubro, em seu auditório, a partir das 9h, o lançamento oficial do projeto “Transição Responsável e Transparente”, voltado aos prefeitos eleitos, gestores em final de mandato e integrantes das equipes de transição.

 Boa gestão pública A ação tem finalidade pedagógica e visa fornecer informações essenciais à boa gestão pública, além de informar sobre as competências de cada um neste momento que antecede o início das novas administrações municipais. “Nosso objetivo é contribuir para que as transições de gestão nos municípios sergipanos ocorram de forma harmônica, sem prejuízo para a população”, afirma a presidente do TCE, conselheira Susana Azevedo.

 Ferramentas do TCE No encontro, os futuros gestores conhecerão as ferramentas utilizadas pela Corte de Contas no exercício do controle externo e também receberão diagnósticos dos seus municípios com números alusivos a diversas áreas estratégicas.   Ainda no âmbito das transições municipais, o TCE enviou esta semana ofício em caráter de alerta, direcionado aos prefeitos em final de mandato, que trata sobre os prazos previstos pela Resolução TC Nº 338/2020, que institui as Comissões Mistas de Transição.

Obrigatoriedade dos prefeitos Neste caso, o intuito foi chamar atenção sobre as obrigações que lhes são atribuídas ao final do mandato, para que não haja embaraços legais e os serviços públicos não sejam prejudicados.  No documento, o Tribunal detalha as obrigatoriedades dos prefeitos ao final do exercício do seu mandato, a exemplo da designação de servidores para repassar informações e documentos à equipe do futuro gestor, além da garantia de acesso a documentos e informações sobre programas, projetos e contas públicas.

Viva Inquérito O Ministério da Saúde está realizando em Sergipe uma pesquisa sobre o perfil de pacientes vítimas de violências, sejam interpessoais ou autoprovocadas, e de acidentes, como de trânsito, quedas, queimaduras atendidas em unidades de urgência e emergência. A coleta de dados faz parte do levantamento Viva Inquérito e está sendo realizada nos municípios de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro, Boquim, Estância, Itabaiana, Itaporanga d’Ajuda, Lagarto, Nossa Senhora das Dores, Poço Redondo e Porto da Folha.

 Viva Inquérito II “Trata-se de um estudo que vai traçar o perfil epidemiológico dos atendimentos de urgência e emergência por acidentes e violências. Por meio dessa pesquisa vamos descrever os atendimentos, o perfil do provável autor da agressão enquanto se trata de violência, o perfil epidemiológico das vítimas dos acidentes, além de caracterizar os aspectos demográficos, os tipos de ocorrência, a circunstância, a natureza da lesão, identificar fator de risco ou até mesmo fator de proteção associado à ocorrência”, destacou o supervisor do ‘Viva Inquérito’ em Sergipe, Allan Dantas.

Eleições Clube Sportivo Sergipe: Júnior Torres e Diogo Resende venceram os  veteranos com quase 80% dos pontos Com 637 pontos, o Clube Sportivo Sergipe elegeu a chapa: “Sergipe de todos nós” para compor a nova diretoria do time, escolhendo Clístenes Guedes Souza, o Júnior Torres, como o novo presidente, e Diogo Resende para o cargo de vice-presidente. A eleição reuniu  membros, sócios e conselheiros, e  a votação transcorreu com tranquilidade,  entre 8 e 18h do último sábado, 19, na sede do clube,  no Estádio João Hora.

Agradecimento “Pela primeira vez o sócio pode escolher entre mais de uma chapa. Agradeço muito a nossa torcida por ter sido o primeiro presidente eleito nestes termos, agradeço aos amigos que estiveram juntos conosco nessa caminhada”, reconheceu Júnior Torres, que prega união dentro do clube para reconduzir a trajetória do “Gipão” a partir de 1° de novembro,  data prevista para a posse da nova diretoria. Num universo de 823 pontos, entre sócios  e conselheiros, apenas 186 pontos foram creditados na chapa: “Por amor ao Sergipe”, que tinha Moisés como presidente e o ex-conselheiro do TCE/SE, Clóvis Barbosa, como vice.

Transição Júnior Torres informa que já tomou a iniciativa de procurar a atual diretoria do Sergipe para deflagrar o processo de transição. Com o respaldo de quase 80% da massa colorada, Júnior Torres e Diogo Resende chegam ao comando do time com a missão de oxigenar a administração, inovar nas práticas  e construir resultados, visando aos desafios futuros, já que 2024 frustrou a torcida com o clube estagnado na 4a Divisão do Brasileirão. Em julho passado, a massa alvirrubra  assistiu à goleada sofrida pelo Clube diante do Retrô-PE,  o que tirou qualquer chance dele se classificar para o mata-mata da Série D do Campeonato Brasileiro. Foi a terceira vez seguida que o Sergipe terminou a primeira fase da quarta divisão nacional fora do G-4.

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O Fim da Impunidade: A Queda do Desgoverno de Deri do Paloma em Jeremoabo

Qualquer semelhança do que está acontecendo em Jeremoabo  é mera coincidência?

Será?.

O texto reflete sobre o fim da impunidade na administração do prefeito de Jeremoabo, Deri do Paloma, usando como referência a discussão de Lilia Schwarcz sobre a necessidade de "impunidade zero" para todos. A autora enfatiza a urgência de combater a impunidade, que é descrita como um problema estrutural no Brasil, com raízes históricas profundas, como denunciado pelo padre Antônio Vieira no século 17. O texto critica a prática de corrupção e os abusos de poder que atravessam gerações e se manifestam nos tempos atuais, sugerindo que a gestão de Deri do Paloma se enquadra nesse contexto.

O termo "impunidade", que deriva do latim "impunitas", representa a ausência de punição para atos ilícitos. No caso de Jeremoabo, a gestão de Deri é acusada de nepotismo, promoção pessoal e corrupção, práticas que, por muito tempo, teriam sido realizadas sem que os responsáveis fossem penalizados. O texto sugere que, nos primeiros anos de governo, a sensação de impunidade prevaleceu, com as ilicitudes sendo ignoradas ou toleradas, o que acabou por estimular a perpetuação desses crimes, de acordo com o princípio de que "a impunidade estimula a delinquência".

No entanto, essa fase de aparente imunidade chegou ao fim quando surgiram denúncias e processos contra o prefeito e seus aliados, incluindo secretários e apadrinhados. A perda das eleições por Deri é vista como um marco desse desfecho, pondo em risco até mesmo a elegibilidade de alguns vereadores do seu grupo, devido a suspeitas de fraude com a manipulação de cotas eleitorais. O texto, portanto, sugere que a derrota eleitoral e o aumento das ações judiciais representam um ponto de inflexão, marcando o fim de uma era de impunidade na política local de Jeremoabo.

A crítica se estende à ideia de que a impunidade, quando tolerada, mina a legitimidade das instituições e incentiva o comportamento delinquente. A reflexão proposta é que a ausência de punição nos casos de corrupção e abuso de poder não apenas compromete o presente, mas também perpetua um ciclo histórico de desigualdade e injustiça, onde poucos enriquecem à custa do bem-estar público. A mensagem central é que a luta contra a impunidade deve ser constante e aplicada a todos, sem distinção, para garantir a justiça e a integridade das instituições democráticas.

Fonte: Lilia Schwarczé professora da USP e global scholar em Princeton.  (https://www.nexojornal.com.br/reformar-a-republica-e-impunidade-zero-para-todos-nos)

Governo de Lula falha grotescamente por ser capaz de enxergar só até 2026

Publicado em 20 de outubro de 2024 por Tribuna da Internet

Simone Tebet afirma que gastos sociais não são problema no orçamento |  Radioagência Nacional

Governo não aproveita os planos que Simone Tebet cria

Diogo Schelp
Folha

O governo federal inicia este semestre a elaboração de um plano para orientar as políticas públicas de longo prazo para o Brasil. Com o nome de Estratégia Brasil 2050, o documento receberá contribuições de todos os ministérios, do BNDES, de Estados e municípios e da sociedade civil, sob coordenação do Ministério do Planejamento, com foco em temas como clima, infraestrutura, macroeconomia e transição demográfica.

A intenção é ótima. Como bem disse a ministra Simone Tebet no mês passado, ao dar o pontapé na iniciativa em reunião com representantes das outras pastas, “o Brasil não tem tradição de planejar a longo prazo”.

ERRO HISTÓRICO – A incapacidade de planejar o futuro explica em parte o fato de o País ter tanto potencial desperdiçado. Perdemos a janela demográfica, fase propícia a um salto no crescimento econômico graças à existência de uma parcela da população economicamente ativa maior do que as de crianças e idosos; falhamos em construir uma educação básica de qualidade, apesar de recursos garantidos na área.

Além disso, seguimos permitindo a destruição dos nossos biomas, apesar de há anos vigorar o consenso de que sua exploração econômica imediata não paga pelos prejuízos futuros em termos de impacto no clima, na agricultura e nas populações.

E fracassamos também em aumentar de forma significativa o índice de produtividade do trabalho, ainda ocupando uma das piores colocações nesse quesito dentre os países com renda média; e, apesar de possuirmos todas as condições naturais para ser uma potência energética, temos uma das tarifas de eletricidade mais caras do mundo em proporção à renda da população.

NEM MÉDIO PRAZO… – Governos após governos provam-se incapazes até mesmo de se ater a projetos de médio prazo, como o Plano Plurianual, instrumento previsto na Constituição que define metas de quatro anos. Objetivos mais distantes caem no esquecimento com ainda mais facilidade.

Um exemplo disso é o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans), criado em 2018 com o compromisso de reduzir pela metade os óbitos nas ruas e estradas do país até 2030. Muitas das premissas do Pnatrans encontraram resistência no governo de Jair Bolsonaro e foram abandonadas. Como resultado, o total de mortes no trânsito voltou a crescer depois de vários anos de quedas graduais.

O governo Lula não é muito diferente em sua dificuldade em enxergar para além da duração do próprio mandato – motivo suficiente para não ser muito otimista com o que será feito do plano que está sendo elaborado sob a batuta de Tebet com resultados a serem colhidos em 2050, quando Lula terá 105 anos. Basta ver alguns exemplos de sua gestão até aqui.

PARADOXO – O setor elétrico vive um paradoxo de ter abundância de geração, mas conviver com tarifas elevadas e riscos de apagão. Praticamente todas as empresas geradoras, transmissoras e distribuidores concordam que é necessário fazer com urgência uma reforma no setor, mirando em redução de tarifas, liberdade de consumo, segurança no sistema e transição energética para as próximas décadas.

Mas o governo só consegue agir quando é para aprovar medidas pontuais, com benefícios momentâneos nas contas de luz, trazendo ainda mais insegurança e jogando os custos para o futuro. Ou seja, quando mexe nas regras, aumenta o caos.

A regulação das apostas online segue a mesma lógica. Como mostrou o Estadão, a preocupação sempre esteve centrada na busca por uma nova forma de arrecadação, sem um estudo aprofundado de impacto na economia, no combate à lavagem de dinheiro, nas finanças familiares e na saúde pública. Resultado: em poucos meses os problemas já começaram a aparecer e o governo e o Congresso correm para remendá-los.

OS MESMOS ERROS – A miopia do governo aparece mesmo em áreas para as quais já existem metas ambiciosas, como as de redução de queimadas, ou em políticas que já deram errado no passado, como a ideia de abrir os cofres do Tesouro Nacional para turbinar a disponibilidade de crédito do BNDES para aquecer o PIB.

Nesses e em outros casos, Lula não enxerga além de 2026, quando se submeterá a uma eleição com caráter plebiscitário, ou seja, na qual os eleitores dirão se o presidente melhorou ou não sua vida nos quatro anos anteriores.

Planejar para 2050, como pretende a ministra Simone Tebet? Quem nos dera.


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