domingo, julho 30, 2023

Lula criará problemas para Haddad, se ficar nomeando companheiros como Pochmann

Publicado em 29 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

Tribuna do Sertão - Compromisso com a verdade

Simone Tebet nem foi avisada, mas soube assimilar o golpe

Merval Pereira
O Globo

O presidente Lula tem o direito de nomear quem ele quiser – nomeou a ex-presidente Dilma para a presidência do banco dos BRICS e está claramente recompensando os companheiros que não o abandonaram. Mas ao fazer isso, está repetindo os erros que levaram o país a uma crise brutal. Esse é o perigo.

O pessoal que não entrou no início do governo e está ali na beira do campo para entrar, sem dúvida, pensa de maneira diferente ao que está sendo feito pelo ministro Haddad, como pensava diferente do ex-ministro Palocci, no início do governo, e que estava dando muito certo.

REPETIR O ERRO – Só que acabou dando errado no primeiro governo, porque, quando se sentiu forte, com crescimento econômico e popularidade, Lula começou a botar em prática as teses do PT.

E agora, parece querer repetir essa história, colocando em postos importantes pessoas de sua confiança, que pensam diferente do que está sendo feito, que está dando certo.

E no momento em que se sentir mais seguro, voltará a tentar uma política econômica populista, desenvolvimentista, sem nenhum tipo de controle, sem equilíbrio fiscal. É o que a Dilma dizia, “gasto é vida”.

TIPO MANTEGA – O perigo é que no fundo, no fundo, Lula não gosta do que está acontecendo. Está dando certo, mas vai voltar a fazer a política econômica que ele acha que é a melhor, que é a nova matriz econômica do Mantega, do BNDES antigo.

Então, é um sinal de alerta para o futuro, porque não sinaliza a continuidade da política econômica e nem garante a unidade da equipe econômica. As mesmas pessoas, o mesmo pensamento.

Nada mudou, todos continuam pensando da maneira que levou o Brasil a perder o grau de investimento e entrar numa crise econômica da qual só agora, 10 anos depois, estamos nos recuperando.


Atacar a ampliação da refinaria Abreu e Lima é um preconceito contra o Nordeste


Petrobras investirá US$ 1 bilhão até 2026 para concluir refinaria Abreu e Lima - InfoMoney

Ampliação é vital para reduzir importação de combustíveis

Pedro Campos
O Globo

Certas críticas à Refinaria Abreu e Lima dão a entender que o empreendimento veio do nada, mera decisão política, sem base técnica. Enorme equívoco. A implantação de uma refinaria de petróleo em Pernambuco era sugerida havia décadas em estudos sérios. A meta era qualificar a infraestrutura e atrair indústrias para gerar empregos, oportunidades de negócio e, com isso, alterar o quadro de desigualdade regional brasileira.

O estudioso francês Louis-Joseph Lebret foi uma dessas vozes. Ele publicou, em 1954, seu “Estudo sobre o desenvolvimento e a implantação de indústrias, interessando a Pernambuco e ao Nordeste”, no qual sustenta que uma refinaria no Recife “contribuiria de modo decisivo para o desenvolvimento da região”.

EFEITOS POSITIVOS – Felizmente, a Refinaria Abreu e Lima veio e produz efeitos positivos desde 2014, claro, se somando a outros grandes investimentos em educação pública (técnica e superior) e infraestrutura (estaleiros, polo petroquímico), ação do presidente Lula nos dois primeiros mandatos.

Mesmo impactados pelas crises (política, financeira etc.) e por decisões de Bolsonaro, aqueles projetos legam avanços que só podem ser contestados com “má-fé cínica” ou “obtusidade córnea”, como diria meu conterrâneo Nélson Rodrigues.

É fato: o valor do rendimento médio das famílias nordestinas cresceu 5,6% ao ano, quando a média nacional foi de 4,5% e no Sudeste essa taxa foi de 3,9%, rompendo a tendência de que o Nordeste tinha sempre o ritmo mais lento de crescimento. E precisamos, novamente, fazer a região crescer mais do que o Sudeste e acima da média brasileira. Pelo bem dos nordestinos, pelo bem do Brasil.

PRECONCEITO E MIOPIA – As críticas à Abreu e Lima revelam preconceito — contra o Nordeste — e miopia política. Afirmar que seria desnecessária, como alguns dizem, é ignorar estudos que alertam sobre uma crise na oferta de combustíveis no horizonte de curtíssimo prazo, com riscos de um apagão de derivados de graves consequências para o país.

Aliás, ainda não passamos por isso ainda graças à Abreu e Lima.

Note-se que há projetos privados para a construção de duas refinarias no Nordeste. E que a planta de Suape foi 100% financiada pela Petrobras para atender à demanda do mercado e também para estruturar a economia de uma região onde vive um em cada três brasileiros, que tem contribuído para o país ao longo dos séculos.

ANTOLHOS POLÍTICOS – Voltando a Nélson Rodrigues e seu chiste contra as visões deformadas, geralmente, por antolhos — aquelas paletas laterais usadas para reduzir o campo de visão de burros e cavalos, por exemplo. Em política, esses antolhos são os preconceitos ideológicos que levam alguns a mirar o inatacável para proteger o indefensável.

Com isso, acabam desconsiderando outra genial dica rodriguiana, que é prestar atenção ao óbvio, que não para de ulular ali na esquina.

Investir na ampliação da Abreu e Lima, em vez de erro, é ação apoiada na racionalidade econômica — precisamos aumentar a capacidade de refino com urgência! — e na compreensão, política, de que o Estado brasileiro deve olhar e atender o país como um todo, sem relegar à condição de cidadãos de segunda classe os que vivem no Nordeste ou em qualquer outra região.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Pedro Campos, engenheiro, é deputado federal (PSB-PE). Pode-se retrucá-lo por ser nordestino, mas é preciso reconhecer que a Abreu e Lima é uma das mais avançadas refinarias do mundo e precisa ser ampliada o mais rápido possível, para reduzir a importação de combustíveis, especialmente o diesel(C.N.)


Bolsonaro recebe R$ 17 milhões de doações por Pix e diz: “Sobra pra comer um pastel”

Publicado em 29 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

Declaração foi feita durante evento do PL Mulher em Florianópolis, Santa Catarina -  (crédito: Reprodução)

Em Santa Catarina, Jair Bolsonaro agradece as doações

Sarah Paes
Correio Braziliense

Neste sábado (29/7), o ex-presidente Jair Bolsonaro agradeceu as doações que recebeu em Pix — e que somaram R$ 17,2 milhões segundo o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) — durante evento do PL Mulher em Florianópolis, Santa Catarina.

“Muito obrigada a todos aqueles que colaboraram comigo no Pix esta semana. Mais do que o valor depositado, quase 1 milhão de pessoas colaboraram. De um centavo a 20 reais em média, muito obrigado”, disse ao lado da esposa Michelle Bolsonaro.

CONTAS E PASTEL – Bolsonaro ainda brincou que, com o valor arrecadado ele deve conseguir pagar contas e, com o que sobrar, ainda levar a esposa para comer um pastel.

“Dá pra pagar todas as minhas contas e ainda sobra dinheiro aqui pra gente tomar um caldo de cana e comer um pastel com a dona Michelle”, acrescentou.

De acordo com relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu quase R$ 17,2 milhões via transação por Pix, nos primeiros seis meses de 2023 e aplicou esse valor em fundos de renda fixa.

DURANTE EVENTO – O agradecimento foi realizado no evento liderado por Michelle, que é a presidente nacional da organização. E, de acordo com uma publicação do partido, o evento foi realizado com o objetivo de “debater e incentivar a participação feminina na política de forma efetiva” e apresentar o programa Mulher que Faz Acontecer.

As doações começaram a ser recebidas após apoiadores do ex-presidente pedir ajuda a seus eleitores nas redes sociais para que ele conseguisse pagar multas impostas pela justiça. Bolsonaro acumula duas aposentadorias: a de capitão reformado do Exército e a de deputado federal, com valores mensais de R$ 11.945,49 e R$ 35,223, respectivamente, em valores de maio.

Além disso, recebe salário de R$ 42 mil como presidente de honra no Partido Liberal, partido no qual é filiado.


Suprema Corte de Israel deveria servir de exemplo para corrigir erros do nosso STF

Publicado em 30 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

TRIBUNA DA INTERNET

Charge do Bier (Arquivo Google)

Demétrio Magnoli
Folha

Em Israel, o poder político avança sobre as prerrogativas e a independência da Suprema Corte. A sociedade israelense reage, em defesa da democracia ameaçada. No Brasil, temos um problema quase oposto com o STF, que opera há tempos como protagonista político. Contudo, desviamos o debate substancial para a esfera das guerrilhas identitárias. A sucessão de Rosa Weber é uma oportunidade para enfrentá-lo.

“In Fux we trust”, replicou Sergio Moro a uma mensagem de seu fiel escudeiro Dallagnol, em abril de 2016. Não era só Luiz Fux: o juiz político podia confiar na maioria do STF. Ao longo daqueles anos, o tribunal superior funcionou como câmara de eco do partido clandestino da Lava Jato.

ATUAÇÃO POLÍTICA – O STF militava. Embriagado pelos aplausos da opinião pública, fabricava leis implícitas de exceção. Então, suspendeu mandatos parlamentares, legalizou a prisão em segunda instância e referendou os acordos espúrios de delação premiada firmados pelo Ministério Público. A inflação do poder do tribunal refletia a desmoralização do Executivo e do Congresso.

Na etapa seguinte, premido pelas nuvens sombrias do bolsonarismo, o STF mudou de foco, mas continuou a se embrenhar na selva da política. Os fins eram nobres: proteger as instituições democráticas, inclusive a própria corte suprema.

Os meios, inventados no calor da batalha, eram improvisações legais: um inquérito de ofício com horizonte indefinido e alvos mutáveis, ordens de censura prévia e de cancelamento de contas em redes sociais.

VIROU DOUTRINA – O STF militava novamente, agora enfrentando um Executivo subversivo e um Congresso imobilizado pelo feitiço do orçamento secreto. No fim, suas ações heterodoxas revelaram-se eficazes, talvez decisivas, na resistência aos impulsos golpistas de Bolsonaro e sua trupe cívico-militar. O problema é que o triunfo sedimentou-se como teoria: no lugar de um parêntesis, uma doutrina.

O nome da doutrina, emprestada impropriamente da Alemanha, é “democracia militante”. À sombra dela, o STF prolonga as exceções jurídicas para além do período de excepcionalidade política, encerrado com a prisão dos vândalos do 8 de janeiro.

Prova mais recente: a ordem de busca e apreensão contra indivíduos sem foro especial acusados de ofender e agredir Alexandre de Moraes e seus familiares no aeroporto de Roma. Nesse caso, tenta-se justificar a intervenção do tribunal superior sob a alegação imaterial de conexão com um movimento golpista derrotado.

Segunda réplica – O protagonismo político do STF tende a esculpir as indicações presidenciais de magistrados da corte. Bolsonaro indicou dois juízes partidários, desmatando uma vereda que Lula começa a seguir: Zanin, o advogado particular, foi uma primeira réplica lulista a Mendonça e Nunes Marques.

Sobram indícios de que o presidente cozinha uma segunda réplica, contrariando mais uma vez sua promessa eleitoral de abster-se de conduzir “amigos” à corte suprema.

Engajados na defesa de sua Suprema Corte, os sindicatos de Israel articulam uma greve geral, os reservistas declaram boicote às convocações militares e os partidos de oposição revelam-se dispostos a deflagrar uma crise constitucional. Por aqui, nada disso é necessário, pois a democracia não está em jogo.

POLITIZAÇÃO INDEVIDA – Mesmo assim, não temos o direito de ignorar a crônica politização e a crescente partidarização do Supremo.

O “lulismo partidário” choca-se com o “lulismo identitário”. Na hora da sucessão de Rosa Weber, os contestadores organizam-se em torno das bandeiras de gênero e cor. “Uma mulher!, uma mulher-negra!” – clamam os sacerdotes da política identitária.

Alguns deles vão além, convertendo seus espaços de opinião na imprensa profissional em manifestos lobistas por nomes específicos: a “justiça histórica” tem mil e uma utilidades. Na algazarra inócua, enterramos os dilemas verdadeiros sobre a função do STF e o equilíbrio de Poderes.

 

Flávio Dino boicota a CPMI do 08/01 e nega acesso a imagens das câmeras

Publicado em 30 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

Após ser chamado de “obeso”, Dino espera retratação • Blog do Jorge Aragão

Flávio Dino é exibicionista e se sente cheio de poder

Eduardo Gayer
Estadão

O ministro da Justiça, Flávio Dino, negou pedidos da CPMI do 8 de janeiro para ter acesso às imagens das câmeras de segurança da pasta no dia dos atos golpistas em Brasília. Dino alegou que os arquivos não podem ser divulgados para preservar as investigações criminais em andamento.

“Esta decisão administrativa visa preservar a autoridade do Poder Judiciário no que se refere ao compartilhamento de provas constantes de Inquéritos com eventuais diligências em curso”, afirma o Ministério da Justiça em resposta a ofícios enviados por deputados e senadores do colegiado.

MORAES AUTORIZOU – A CPMI, porém, é um órgão investigativo com poder de polícia. As imagens das câmeras de segurança do Palácio do Planalto no dia dos atos golpistas foram disponibilizadas à imprensa e ao Judiciário por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após um vazamento parcial dos arquivos que levou à queda do ex-ministro Gonçalves Dias, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

As câmeras mostram o militar, então nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para fazer a segurança do Palácio, circulando inerte pela sede do Executivo e sem reagir aos invasores.

STF TERIA NEGADO – No despacho, o Ministério da Justiça ainda destaca que a presidente do STF, ministra Rosa Weber, igualmente negou pedido da CPMI para compartilhamento de arquivos de inquéritos hoje em tramitação na Corte.

À Coluna, Flávio Dino afirmou que o pedido de acesso às imagens deve ser feito à polícia. “As imagens estão em inquéritos policiais. Tem que cumprir o artigo 20 do Código de Processo Penal. Basta pedir para quem preside o inquérito. Portanto, não há negativa”, defende o ministro.

O artigo 20 do Código de Processo Penal diz que “a autoridade assegurará no inquérito o sigilo necessário à elucidação do fato ou exigido pelo interesse da sociedade”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO MUNDO
 – Há muito não se via um ministro tão exibicionista quanto Flávio Dino. É um pavão de grande porte, que gosta de se exibir. Sabe que a CPMI tem poder de polícia, mas finge não entender o que isso significa. E que ganha com tal comportamento? Ora, ele não ganha nada, apenas sente uma ligeira e fugidia sensação de poder, que pode ser chamada de soberba. Mas que logo passa e ele percebe que na verdade nada o distingue dos demais. É apenas um pouco mais volumoso, digamos assim. (C.N.)

sábado, julho 29, 2023

A prefeitura de Mundo Novo versus Jeremoabo não passa de amador, de aprendiz.

É Junior de Santinha, você está falando de prefeitura da cidade de Mundo Novo e se assustando com  esse pequeno ato de malversação com o dinheiro público porém não precisa ir longe porque Mundo Novo em comparação a Jeremoabo não passa de "aprendriz", de um amador em comparação que que vem acontecendo no Municipio de Jeremoabo, que até gatos da energia é feito, talvez por isso que a adminsitração de Jeremoabo esteja com fantasmas nos laranjais.

Mesmo não sendo de Jeremoabo o insensato prefeito deveria respeitar a cultura, o sentimento e a história do povo


Nota da redação deste blog - A atitude do prefeito ao cortar uma árvore centenária, um pé de juazeiro, parece causou indignação e preocupação na comunidade tato que reside em Jeremoabo quanto noutos esatdos, a revolta é grande. A ação é interpretada como insensata, iresponsável e criminosa, demonstra uma falta de sensibilidade em relação ao valor histórico e cultural que a árvore representava para o povo.

Árvores centenárias muitas vezes têm uma conexão profunda com a identidade cultural de uma comunidade, sendo testemunhas de gerações passadas e guardiãs de memórias históricas. Ao cortar uma árvore com essa idade, pode-se perder parte da história local e da conexão com as tradições do povo.

Além disso, ao tomar tal decisão sem considerar o impacto sobre a comunidade, o prefeito pode ser percebido como parcial ou omisso em relação à defesa dos direitos de cidadania da população. A falta de consulta pública ou debate sobre a ação pode gerar a sensação de que as vozes e preocupações dos cidadãos não estão sendo levadas em consideração.

Preservar áreas verdes e árvores antigas é crucial para a sustentabilidade ambiental e o bem-estar da comunidade. Ações como essa podem prejudicar a qualidade de vida, o equilíbrio ecológico e a identidade cultural das pessoas.

Nesses casos, é essencial promover a conscientização sobre a importância da preservação ambiental e cultural e garantir que as decisões sejam tomadas considerando o interesse e o bem-estar da população como um todo. O diálogo entre governantes e comunidades é fundamental para evitar ações insensatas e garantir que decisões importantes sejam tomadas de forma mais inclusiva e sustentável.

Considerando o ditado popular de origem religiosa que Deus escreve certo por linhas tortas, que quer dizer que, apesar de tudo, Deus tem um plano, Ele sabe o que faz. Se aconteceu alguma coisa ruim ou indesejada, não se deve desesperar. Deus nunca erra, Deus escreve certo por linhas tortas!

Com isso chego a conclusão que o Juazeiro foi sacrificado para abrir os olhos do povo de Jeremoabo, para entender o inferno que está medito, e que poderá aumentar ainda mais já que esse é apenas o começo.

Em destaque

INTIMAÇÃO PESSOAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL

  TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL SECRETARIA JUDICIÁRIA COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO   RECURSO ESPECIAL ELEITORAL (11549) - 0600425-35.2024.6....

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