segunda-feira, julho 24, 2023

Suspeito de agredir Moraes também quer requisitar imagens do aeroporto de Roma

Publicado em 24 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

Suspeitos de hostilizarem Alexandre de Moraes entregam vídeo da confusão -  O Liberal

Advogado explica que a defesa precisa ter acesso às provas

Deu no Correio Braziliense

 O advogado da família investigada por hostilizar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), avalia também pedir à Justiça da Itália o acesso às imagens do aeroporto de Roma para checagem do que ocorreu na confusão.

Segundo a defesa, representada pelo advogado Ralph Tórtima Stettinger Filho, o material precisa estar em mãos das duas partes no processo. “É justo que ambas as partes recebam o material, em igual tempo, podendo analisá-lo na sua plenitude”, diz Tórtima, por meio de nota.

SEM RECEBER – A própria Polícia Federal (PF) brasileira ainda não recebeu os vídeos do sistema de câmeras do aeroporto italiano para avaliar a conduta de todos os envolvidos no caso. O conteúdo só pode ser encaminhado ao Brasil após liberação da Justiça Italiana.

A Polícia Federal tem em mãos apenas o vídeo gravado do celular de um dos suspeitos de hostilizar o ministro Alexandre de Moraes no Aeroporto de Roma, Itália.

Fontes da corporação afirmaram ao Correio que o material apresentado pela defesa do empresário Alex Zanatta passou por edição, como corte ou interrupção, e que, por isso, os investigadores solicitaram a íntegra da gravação.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – É uma chatice. Enquanto as autoridades italianas não enviarem as gravações das câmeras do aeroporto, vai continuar esse ramerrame, que não leva a nada. O pior é que, se realmente tiverem sido praticados crimes, são tão insignificantes que nem vale a pena gastar recursos públicos na tramitação judicial. Mesmo se for culpado e condenado, Roberto Mantovani Filho não passará um só dia na prisão. O empresário está gastando dinheiro com advogado, mas fica barato em relação à fama que está desfrutando e que pode levá-lo a ser prefeito de Santa Bárbara d’Oeste, como o homem que enfrentou o Xandão. (C.N.)

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Por um jornalismo humano

 

Por um jornalismo humano


Há alguns meses, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) me pediu para fazer um vídeo sobre o futuro do jornalismo. O convite era intrigante, em especial porque eu, como sabem todos que estão me lendo, não tenho a menor ideia de como será o meu próprio futuro daqui a cinco anos – ainda mais em um momento em que as temperaturas batem recorde há mais de vinte dias, adiantando um pesadelo que estava marcado pra o final da década. Que dirá o futuro do jornalismo. 

Mas confesso que me diverti com a ideia de sair por aí adivinhando futuros e achei por bem começar, claro, perguntando ao Chat GPT qual seria o título de uma palestra sobre o futuro do jornalismo. O robozinho me sugeriu o seguinte: “A reinvenção do jornalismo: explorando novas tecnologias e modelos de negócios”. 

Obviamente não nos interessa, aqui, nem novas tecnologias e novos modelos de negócios – não é esse meu objetivo numa reflexão mais profunda sobre para onde estamos indo. 

E, como tenho pensado sobre a questão da inteligência artificial, achei importante começar por aí. Afinal, quando robôs conseguem inventar títulos e subtítulos de maneira surpreendente – e malandra – mais do que nunca, pensar o futuro do jornalismo implica olharmos para dentro. 

Há algum tempo as tecnologias da informação deixaram de nos trazer esperanças para, em vez disso, criar angústias. É o que acontece com os jornalistas hoje em dia. A nossa redação aqui na Pública, como todas as redações do mundo, tem sido palco de acaloradas discussões sobre se, e como, devemos abraçar a inteligência artificial (IA). E, por outro lado, a dúvida sincera sobre o que vai sobrar do jornalismo que entendemos hoje depois da popularização das ferramentas de IA. 

Minha resposta tem sido: muito pouco – e por nossa própria culpa. 

Nos últimos anos, a internet se plataformizou. O que isso significa? Que poucas corporações conseguiram abocanhar um pedaço tão grande do mercado online, que transformaram a internet numa praça pública controlada por um punhado de empresas. Você sabe bem quem são elas: Google, Facebook/Meta, Amazon, Twitter, TikTok, hoje são verdadeiros atravessadores de tudo o que é falado entre seres humanos. 

Como a relação é mediada pelas plataformas, nós, jornalistas, passamos a adotar modos de escrever, de elencar conteúdos, de mostrar imagens, que respondem às demandas das plataformas. Aprendemos avidamente a palavrinha magica, SEO, para deixar nosso conteúdo mais quadrado, mais curto, mais detectável por robôs. 

Passamos a deixar de lado o texto autoral, a delícia da descoberta, a inventividade, a explicação empática, a alegria do texto bem escrito, para trabalhar para robôs. Perdemos a conexão com nosso público. E seguimos sem ouvir nossa audiência, com uma ligação que cada vez é mais frágil, mais mediada e menos humana. 

Esse eu acho que tem sido o maior erro estrutural do jornalismo nos últimos anos: entregar-se aos robôs e deixar de lado o que é essencialmente o nosso trabalho: contar histórias. 

E temos sempre que lembrar que os algoritmos, esses robôs que hoje controlam as comunicações humanas, não são neutros, mas são máquinas de prender a atenção e fazer dinheiro através do ódio, da raiva, etc. 

Assim, nos acostumamos a trabalhar para robôs, modificando o nosso jornalismo ao que exigem os algoritmos, que, insaciáveis, hoje em dia querem mandar não só no título, mas no tema, nas fotos para rodar em redes sociais e até no tamanho dos parágrafos. 

E porque nos tornamos – como cordeirinhos – escravos dos robôs que, em troca, não nos dão nenhuma previsibilidade, a maneira mais óbvia de usarmos e inteligência artificial será empregá-la em tudo o que somos obrigadas a entregar para satisfazer a sua fome. Ou seja: colocar o chat GPT, Bard e qual mais seja para fazer resumos, tags, títulos em SEO, mil versões de tweets ou posts para redes sociais. Deixar os robôs trabalhando para robôs. E nos livrarmos de uma vez disso. 

Será preciso nos livrarmos dessas tarefas repetitivas para redescobrirmos, afinal, o que faz do nosso jornalismo humano, demasiado humano. 

O impacto da inteligência artificial terá de ser necessariamente o barateamento de tudo o que é óbvio – como o chat GPT prever que o futuro do jornalismo está no passado, naquilo que nós já fizemos. 

 

Num mundo em que robôs entregam o que já foi escrito, é a criatividade humana, a voz única, a originalidade na ideia e no texto que terá valor. É aquilo que robô nenhum é capaz de imaginar. 

  

Estamos entrando numa era em que o texto autoral, o olhar único do repórter, a escuta ativa e curiosa do que o público tem a dizer, serão os melhores guias para as redações. Precisamos buscar o que sempre fez do ser humano um ser que constrói, conta e aprende com as histórias. Temos que relembrar porque, cinco mil anos depois dos primeiros humanos terem desenvolvido a linguagem, nós ainda somos arrebatados ao escutar uma boa narrativa ao redor de uma fogueira ou na mesa de um bar. 

Como enxergamos ou queremos enxergar o mundo? Como nós, jornalistas, temos errado ao descrever o mundo, ajudando no fenômeno do “news avoidance”, os brasileiros que cada vez mais evitam ler as notícias? Onde temos errado e por que nossa indústria é tão aferrada a uma nostalgia de um tempo que acabou? Como podemos recontar o mundo, permitir aos mais jovens experimentar a alegria de descobri-lo e criar novas soluções e novos rumos da história? Onde termina a utilidade da tecnologia e quando ela nos escraviza? 

Essas são algumas das questões existenciais que vamos enfrentar daqui em diante. 

Teremos que ser capazes de ouvir nossa audiência, sim, de engajá-la no nosso fazer jornalístico, mas mais do que isso: temos que ser capazes de entregar um jornalismo tão humano, tão original, que não poderá ser substituído. 

A resposta para automatização do espaço público não é produzir mais e mais roboticamente; é produzir menos, é apostar na descoberta das conexões invisíveis que regem a sociedade e nas histórias que explicam de maneira mais profunda por que, afinal, faz sentido essa existência humana, esse espaço da terra que se chama Brasil. 

Não existe e nem existirá robô que vai ser capaz de responder isso; afinal, a inteligência artificial será, sempre, adivinhadora de passados. E o jornalismo do futuro está ainda por ser inventado.


 


Natalia Viana
natalia@apublica.org
Diretora Executiva da Agência Pública

Centrão é um pêndulo fisiológico entre o poder de ontem e o poder de hoje


Charge do Gilmar Fraga (https://gauchazh.clicrbs.com.br)

Pedro do Coutto

Numa entrevista a Sérgio Roxo, O Globo deste domingo, o ministro Flávio Dino afirma que é importante o apoio do Centrão ao governo Lula da Silva na medida em que funciona para ampliar a base parlamentar do Planalto principalmente em seu projeto de reformas estruturais que sustentam o programa de recuperação da economia e desenvolvimento social.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, a meu ver, não deixa de ter razão, sobretudo porque, no fundo, o Centrão não pode ser considerado um bloco parlamentar conservador, pois na verdade representa uma corrente voltada para a ação fisiológica cujo conteúdo nem sempre diverge da ideia política do atual governo.

MAIOR ESPAÇO – O Centrão busca sempre maior espaço e presença nas decisões administrativas que resultem em votos e também na defesa dos interesses econômicos de várias colorações decorrentes dos impulsos da máquina pública. Até hoje, na verdade, como se constata facilmente,  o presidente Lula não perdeu nenhuma votação no Congresso Nacional.

Todos os seus projetos foram aprovados, inclusive os de reforma constitucional que exige um quórum especial de maioria de três quintos, tanto na Câmara quanto no Senado Federal. O último exemplo está na reforma tributária, com o apoio de Arthur Lira, presidente da Casa, que alcançou 380 no total de 513 votos. O governo assim navega em águas mansas do quadro político e, portanto, não tem razões para se preocupar.

Há uma lógica no posicionamento do Centrão que lembra o antigo PSD de Ernane do Amaral Peixoto e Benedito Valadares. Uma vocação irresistível para o poder, mas cujo apoio no Poder Legislativo assegurava equilíbrio no panorama nacional. O PSD era um partido de sólida base rural e um fator de equilíbrio com o avanço no PTB nas áreas urbanas do país, reflexo da industrialização desencadeada em larga escala pelo governo Juscelino Kubitschek que modernizou o Brasil, alterando seu perfil econômico.

MAIORIA – Para governar, princípio sempre defendido por Amaral Peixoto, é preciso alcançar-se maioria parlamentar. Ela faltou a Getúlio Vargas na crise de 1954 e o resultado foi a tragédia de 24 de agosto. Mas ela não faltou ao homologar de bate pronto na renúncia de Jânio Quadros. Renúncia é um ato de vontade pessoal, não pode estar sujeita à apreciação partidária. Mas isso pertence ao passado.

No momento, a realidade política é diferente da realidade dos tempos em que a política era debatida em outros níveis. Hoje, como deixa claro Flávio Dino, a política é de resultados nas superfícies e não em sua maior profundidade. Há conservadores, como é o caso de Arthur Lira, mas o conservadorismo que tem sua base em redutos eleitorais, não impede que seus representantes votem a favor de matérias reformistas. O Centrão, portanto, desempenha um papel essencial no panorama político, inclusive porque  com a sua oscilação pendular, ele termina conduzindo o conservadorismo para áreas restritas ocupadas pelos extremistas.

Exemplo máximo de tal situação, encontra-se no 8 de janeiro de 2023. Uma investida subversiva para desfechar um golpe contra o governo Lula e a democracia brasileira. Tal colocação diretamente funciona para permitir que integrantes de correntes moderadas da oposição terminem se aliando à situação. O argumento ajusta-se ao pleno equilíbrio institucional, sobretudo porque com uma ditadura o Centrão perderia a sua razão de existir.

8 DE JANEIRO –  Gabriel Saboia e Eduardo Gonçalves, O Globo deste domingo, publicam reportagem importante destacando que pelo menos oito órgãos do governo foram alertados às vésperas do drama do 8 de janeiro através de informação da Agência Brasileira de Inteligência que havia recebido bases concretas sobre o que se encontrava em curso. A revelação deixa muito mal os titulares de setores do sistema de Segurança, levantando a hipótese de omissão e conivência.

De fato, penso, não é possível que um movimento que se baseou no transporte de milhares de pessoas para Brasília, a convergência de ônibus à capital do país, e na violência transmitida aos passageiros das rebeldias e das inconsequências pudessem ter sido ignorados de sua origem até a concretização do vandalismo.

A reportagem, sem dúvida, ilumina as sombras que poderiam estar ocultando as lideranças do imundo episódio voltado para a destruição através da violência física, buscando criar um falso clima que pudesse ser capaz de fazer o governo desmoronar. O desmoronamento, ao contrário, atingiu os seus idealizadores e executores.  

 

Ex-bombeiro é preso em nova operação que investiga morte de Marielle Franco


 

Ex-bombeiro envolvido no caso Marielle tem pena aumentada | Enfoco - O seu  site de notícias

Ex-bombeiro é miliciano e cumpria pena em regime aberto

Camila Zarur e Fabio Serapião
Folha

O ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa foi preso, nesta segunda-feira (24), em uma nova operação da Polícia Federal do Ministério Público do Rio de Janeiro que investiga a morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Também foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão na capital e na região metropolitana.

Conhecido como Suel, o ex-bombeiro já havia sido preso sob suspeita de envolvimento no crime e obstrução das investigações. Ele cumpria a pena em regime aberto. A reportagem ainda não conseguiu contato com a defesa de Maxwell na manhã desta segunda.

DUPLO HOMICÍDIO – Marielle e Anderson foram assassinados a tiros no dia 14 de março de 2018. Eles voltavam de um evento na Lapa, e seu carro foi alvejado enquanto passavam pelo Estácio, também na região central do Rio.

Um ano após a morte, os ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz foram presos. O primeiro, acusado de ter sido o autor doS disparos, e o segundo, de ter dirigido o carro usado no crime.

Maxwell, por sua vez, também é suspeito de ter emprestado o carro utilizado para guardar o arsenal de Ronnie, entre os dias 13 e 14 de março de 2019, para que o armamento fosse, posteriormente, descartado em alto mar.A primeira prisão do ex-bombeiro foi em junho de 2020. Recentemente, em março deste ano, o Tribunal de Justiça do Rio aumentou a pena de Maxwell pela condenação por obstrução das investigações sobre o assassinato. A sentença aumentou de quatro para seis anos e nove meses, que ele cumpria em regime aberto.

DEUSA DA ESPERANÇA – A operação desta segunda-feira recebeu o nome de Élpis, que na mitologia grega representa a deusa da esperança.

A prisão de hoje acontece na primeira fase da operação, que investiga ainda sobre o crime em si.

Cinco anos após o assassinato de Marielle, ainda não foi esclarecido quem foram os mandantes do crime e quais as motivação para matar a vereadora.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Aqui no Rio, ex-bombeiro é sinônimo de miliciano. As mortes de Marielle e Anderson foram cometidos por milicianos de luxo, que moravam no mesmo condomínio de Jair Bolsonaro. Cinco anos depois, é impressionante que a Polícia ainda não tenha chegado aos mandantes. (C.N)

Temer percebe que pagou mico e apaga a postagem com referência ao filme da Barbie


Perfil em rede social do ex-presidenteTemer adere a terno rosa e brinca com filme da Barbie

Michel Temer só faltou colocar uma melancia na cabeça

Deu em O Globo

Após 2,9 milhões de visualizações, a publicação do ex-presidente Michel Temer (MDB) a lá “Barbie” foi apagada das redes sociais, neste domingo. A postagem ficou no ar, no Twitter e no Instagram, por menos de 24 horas.

Na montagem, o emedebista aparecia de paletó rosa e era chamado de “Ken Temer”, em uma comparação com o boneco interpretado por Ryan Gosling no filme lançado esta semana e protagonizado pela atriz Margot Robbie.

“BARBIE-ME-EI” – A postagem também lançava mão da expressão “Barbie-me-ei”. Durante seu governo, entre 2016 e 2018, Temer ficou conhecido pelos discursos com uso da mesóclise.

A publicação movimentou as redes sociais na noite deste sábado. Além dos comentários descontraídos, o conteúdo foi alvo de críticas e piadas. Parte dos internautas ironizou a montagem como “Barbie golpista”.

Barbie bateu recorde de arrecadação no Brasil, como mostrou o colunista Lauro Jardim. Somente nesta quinta-feira, a comédia arrecadou cerca de R$ 22,9 milhões e foi assistida por 1,18 milhão de pessoas, segundo dados inéditos da Comscore. O longa teve a segunda maior estreia dos cinemas brasileiros da série histórica, desde 2002.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – É constrangedor ver um ex-presidente da República fazer papel gaiato na internet, em busca de mais 15 minutos de fama. No Brasil os homens públicos querem aparecer a todo custo, não importa se a situação é positiva ou negativa. Esse lance do Temer foi deprimente, ele mostra que não tem o menor senso do ridículo. Seu filho Michelzinho deve estar envergonhado. (C.N.)  


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