sexta-feira, maio 19, 2023

Entre mentiras e crimes, as redes sociais temem punição por discursos que publicam

Publicado em 19 de maio de 2023 por Tribuna da Internet

Charge "Fake News", por Daniel Paz - Clipping - SINDICONTAS/PR

Charge do Daniel Paz (arquivo Goggle)

Demétrio Magnoli

Sempre que leio os argumentos dos que se opõem ao PL das Fake News, torço pela sua aprovação. Quando, porém, leio os argumentos dos defensores do PL, torço pela sua rejeição. Se escrevo um texto criminoso neste espaço, a Folha partilha o ônus jurídico; se uma rede social difunde o mesmo texto, sofro sozinho as potenciais consequências, enquanto a plataforma contabiliza os lucros.

As plataformas de internet temem, acima de tudo, o núcleo correto do projeto: a corresponsabilização por discursos criminosos que publicam.

DISCURSO EXTREMISTA – O modelo de negócio delas organiza-se em torno do impulsionamento da palavra que acirra emoções primitivas – ou seja, no mais das vezes, o discurso extremista. Por isso, rejeitam as leis de responsabilidade que regulam a imprensa. E os oponentes do projeto alargam o conceito de liberdade de expressão até fazê-lo abranger o crime.

O Facebook foi o veículo principal da campanha de limpeza étnica conduzida pelos militares de Mianmar contra os muçulmanos Rohingya. Foi, igualmente, o megafone da campanha de ódio do governo nacionalista hindu de Narendra Modi contra os muçulmanos indianos.

Discursos extremistas circulam nas redes, mirando judeus, cristãos, negros e uma infinidade de outros grupos. No Brasil, as plataformas serviram à campanha antivacinal de Bolsonaro e à articulação dos atos golpistas do 8/1.

IMPUNIDADE ETERNA – O que é crime fora das redes, é crime nas redes. Os inimigos do projeto almejam perpetuar a “liberdade” de disseminar discursos criminosos.

Mas queremos criminalizar o crime ou a mentira? No seu texto, acertadamente, o PL limita-se ao primeiro. Já seus defensores mais entusiasmados clamam pela eliminação da “mentira”, da “desinformação”. As freiras imaculadas esqueceram que a inverdade é parte do discurso político desde (pelo menos) os debates no Senado Romano no século anterior à Era Cristã?

O episódio Google evidenciou a extensão da ira santa. O Google violou a confiança de seus usuários ao transformar a página neutra de busca em suporte de um link editorial.

GESTO ANTIÉTICO – Foi um gesto antiético de uma empresa na sua relação privada com os consumidores. Ela plantou a semente da desconfiança sobre seu bem mais precioso, que é o mecanismo de busca, mas não cometeu um crime contra a ordem pública.

Segundo a lógica do PL, o Google deve ser tratado como veículo de imprensa. Nesse caso, o que ele produziu foi, apenas, um editorial. As freiras reagiram enrolando-se no sagrado pendão auriverde e invocando nada menos que a Pátria e a Soberania (maiúsculas, aí).

Juízes sem freios entraram no jogo, anunciando sanções preventivas e exigindo uma “imparcialidade” que não figura em nenhuma lei. Por algumas horas, o Brasil vestiu-se com as fantasias da China, da Rússia, do Irã ou da Arábia Saudita…

O QUE PUNIR? – Banir a “desinformação”? Prenderemos o bolsonarista que qualificar o AI-5 como um instrumento da “guerra ao comunismo”? Encarceraremos o arauto brasileiro de Putin que justifica a invasão da Ucrânia pelo “combate ao nazismo”? Também sentenciaremos Lula por classificar um impeachment fiscalizado pelo STF como golpe de Estado?

As freiras histéricas não escondem sua utopia mais perigosa: entronizar a Verdade (com maiúscula). Entretanto, como se sabe, o Reino da Verdade é, invariavelmente, o outro nome do totalitarismo. A democracia recusa a verdade oficial. Nela, o que existe são verdades, no plural – e, justamente por esse motivo, admite-se a liberdade partidária e exigem-se eleições competitivas.

O projeto tem defeitos óbvios, como a cláusula vergonhosa que permite à casta parlamentar a produção de discursos vedados aos demais e as ambiguidades sobre a fonte e natureza de um indefinido órgão regulador. Seus inimigos, contudo, encontraram um ponto mais frágil, que se situa fora dele: o discurso de seus defensores. É que, de fato, muitos deles sonham com a Censura do Bem.


Se Joseph Goebbels não foi capaz, não será aqui que uma propaganda mentirosa irá prosperar...


Neste momento de anarquismo tido como sendo de liberdade permissiva a tudo que se opõe aos preceitos de uma sociedade decente, contradizer conceitos óbvios, é hoje, ser ignorante e defensor de atos antidemocráticos, enquanto que aqueles com o dever de apenas praticarem atos republicanos, prostituem a nossa constituição, defecam cobre o Congresso Nacional e limpam a bunda com as páginas da nossa chamada Carta Magna.

Já não me surpreende se aqui na ponta da linha, prefeito medíocre, arrogante/ignorante, desprovido de bom senso e discernimento administrativo para compreender o que há

entre o certo e o errado, possa se utilize dos mesmos princípios, para sobrepor-se aos preceitos da Justiça e dos respectivos regramentos jurídicos, acreditando tudo poder.

Mais ignorante seria eu se não entendesse que a omissão e a conivência de certas autoridades em Poderes distintos, contribuam de forma constante para que vivamos esta realidade, não obstante, exista permanente manifestação do contraditório sobe os mesmos atos e fatos, por parte da nossa sociedade, com uso dos recursos ao seu alcance.

Não importa se aqui ou ali, fato é que os mesmos atos se repetem, independente das fronteiras que delimitam estados e municípios desta nação tupiniquim, nos levando a crer que não apenas a parte, mas o todo, deteriorou-se e apodreceu sem que considerável parte desta manipulada sociedade, tenha se apercebido contra esta realidade perniciosa e nefasta ao desenvolvimento de uma sociedade saudável, da qual todos necessitam.

Não faço da minha opinião uma âncora para que outros se fundamentem, mas entendo como sendo necessária para que outros leiam e reflitam, sem que presente, estejam os ensinamentos e conceitos de Joseph Goebbels, responsável pela propaganda nazista, quando dizia:

“A essência da propaganda é ganhar as pessoas para uma idéia de forma tão sincera, com tal vitalidade, que, no final, elas sucumbam a essa idéia completamente, de modo a nunca mais escaparem dela. A propaganda quer impregnar as pessoas com suas idéias.

É claro que a propaganda tem um propósito. Contudo, este deve ser tão inteligente e virtuosamente escondido que aqueles que venham a ser influenciados por tal propósito NEM O PERCEBAM.

Não vou aqui me referir a quem quer que seja ou a qualquer lugar que possa dar conotação direta com o salafrário que irá se identificar diretamente com esta abordagem, pois a carapuça só serve para quem entende o que estou dizendo e que a verdade reflete sobre ele ou ela. Fato é que a premissa da lei de Murphy ou a lei do retorno um dia se fará presente, não importando o tempo e ou quanto se tenha apropriado, a verdade é que o custo a ser pago, será sempre superior a tudo que tenha sido obtido indevidamente.

Cobrança essa que inexoravelmente chegará no momento de maior fragilidade do infrator, quando sequer, o mais companheiro dos ratos, também já terá abandonado o porão do bardo e se lançado ao mar, deixando que o seu capitão naufrague sozinho, já que no instinto dos RATOS, o primordial é salvar a própria vida.

Aquele que presenciou e não aprendeu com os erros alheios há de pagar os custos totais dos próprios erros, pois essa é uma conta para a qual não há herdeiros...

JMVarjão – 19/05/21

Nota da redação deste Blog ´ Se todos  a cabeças pensantes  dedicassem todo seu potencial  para  fazer com que seus respectivos  partidos políticos funcionassem  e  os  corruptos  que  transitam  em todos eles  fossem banidos  com certeza  não estaríamos    vivenciando  esse espetáculo  degradante  onde  o  povo  é o expectador  marionete . 

Desde  criança aprendemos que “corrupto” era o mesmo que ladrão, com o passar do tempo passamos a chamar  de “corruptos” os políticos, sendo os demais ladrões chamados apenas de ladrões mesmo.
"Quem disse que o povo sabe escolher?
Lembremo-nos da  época  em que o povo num plebiscito condenou Cristo, um homem que  defendia  a justiça e a igualdade  social   e  libertou um ladrão.    
Você acredita que a consciência popular evoluiu para níveis desejáveis de lá pra cá?  Tenho minhas dúvidas...Passados  dois mil anos  podemos  constatar que  o povo continua  ovacionando corruptos e carregando  nas costas, como mulas de carga, os seus algozes  e em contrapartida   trata  com desdém os cidadãos de bem .  Talvez  ao ler esse texto  você  comece a se questionar  com relação  ao seu papel  nesse contexto e  se não é você   mais um  babaca  que leva nas costa um corrupto de  plantão  ou  contribui com seu voto para  perpetuá-lo  no poder .  
Por que  as pessoas honestas são expurgadas da meio social e da politica? A resposta é simples, no seio do povo ainda prevalece os interesses escusos, o oportunismo e a tendência a ladroagem que continua  sendo a lógica  seguida  nas eleições,  levando ao poder aqueles que refletem  nada mais ,nada menos que os "anseios" dessa sociedade que na sua maioria  é composta por corruptos anônimos  ou  aspirantes  a corruptos .   Sabemos que  jamais existiria político corrupto  numa  sociedade honesta.

Hoje associamos a palavra  “corrupto”  a “político” – na prática, as duas palavras podiam ser usadas intercambiavelmente." (ACENTELHA)


Numa cultura polarizada, não existe lugar para a ironia, tudo é mortalmente literal


Inclusão educacional de autistas em escolas militares de Minas Gerais

Tirinha do Armandinho, por Alexandre Beck

Luiz Felipe Pondé
Folha

Na Alemanha, a crítica cultural é largamente reconhecida —Kulturkritic. Entre nós, ela também o é, mas com menos amplitude. Um dos objetos mais presentes na prática dessa disciplina é a análise das transformações históricas — o que em si implica impactos sociais, políticos e psicossociais — dos comportamentos, das instituições, das visões de mundo e dos produtos culturais.

A pressão pela mercantilização do mundo — o que significa que tudo vira mercadoria — é um dos marcos dessa disciplina, no mínimo, desde Theodor W. Adorno (1903-1969).

INDÚSTRIA CULTURAL – Um fundamento da crítica cultural como método está no olhar sobre a indústria cultural enquanto determinante dos comportamentos ao longo dos séculos 20 e 21. Hoje, a indústria cultural não está apenas nas mãos da mídia profissional, ela está na sua mão: no celular, nas redes e na internet.

Muito do meu trabalho ao longo desses anos nesta Folha tem sido fazer crítica cultural. Já voltei a questões que discuti em outras oportunidades, ao longo dos anos, a fim de torná-las mais claras.

Hoje, volto a uma dessas questões: a crítica que fiz a uma série de TV na coluna de 28 de agosto de 2022. Muitos leitores se comunicaram comigo na época, leitores que me seguem e reconhecem o contraponto que faço ao coro dos contentes que impera no debate público atual. Dedico essa coluna a esses leitores.

FORA DA REALIDADE – Aquela coluna foi inspirada numa série da Netflix que à época fazia muito sucesso — “Uma Advogada Extraordinária”. Minha discussão ali, como sempre, era uma crítica cultural — uma série é um produto da indústria cultural — e não um debate acerca de diagnósticos psiquiátricos do autismo, uma vez que não sou da área, embora tenha alguns bons amigos nela.

O foco da crítica era a transformação de um quadro de grande sofrimento de famílias e pessoas numa personagem que parecia viver facilmente um roteiro de sucesso, distanciando-se assim da realidade sofrida no dia a dia.

Esse tipo de procedimento cultural produz ainda mais sofrimento pois se caracteriza por uma representação alienante da vida concreta das pessoas que experimentam o real.

IDENTIDADE AUTISTA –  Como analogia ao processo de transformação cultural da representação do autismo em nossa época, fiz referência à “moda” que a identidade melancólica sofreu ao longo dos séculos, na história da medicina, na literatura e no cinema.

Dentro do procedimento de crítica cultural referido acima, apontava na série que inspirou a coluna o fato de que traços da identidade autista eram facilmente representados pelo capitalismo como “ativos cognitivos” — foco, concentração e similares.

Em momento nenhum fiz referência a capacitismos ou discriminação de comportamento algum. Não era esse o foco da discussão e, sim, a crítica cultural da representação do autismo no ambiente contemporâneo.

COMPORTAMENTO DA PLATÉIA – Mesmo a referência à teoria do médico psicanalista inglês D.W. Winnicott (1896-1971) —teoria esta largamente reconhecida e praticada por profissionais da área da saúde mental no mundo inteiro, inclusive na China, conhecida por suas escolhas pragmáticas— exemplificava a reação à dita teoria por parte de uma plateia irada com a ideia de que uma falha ambiental —falha da mãe, do pai, da família em geral — pudesse ser tomada como uma causa em questão. Logo, o foco era o comportamento da plateia, mais uma vez, e não uma discussão sobre procedimentos diagnósticos.

CRÍTICA CULTURAL – Enfim, o objeto da coluna era uma crítica cultural da representação contemporânea do autismo em curso de instalação, não uma controvérsia diagnóstica — deixo isso para os profissionais da área da saúde.

Mas um pecado capital eu cometi. Apesar de ter avisado no texto em questão, usei de ironia, e, numa cultura polarizada como a nossa, não há lugar para a ironia. Tudo é mortalmente literal.

Leitores que se identificaram como autistas, via e-mails e nas redes, me agradeceram por finalmente apontar um grande equívoco no modo de representação das suas vidas reais. Ao contrário da série que inspirou o artigo, nada há de hype no autismo e, sim, alguém tentando sobreviver ao mundo que não é fácil para ninguém.


Moro teve audiência com Moraes na hora do discurso de despedida de Dallagnol

 

Sergio Moro cogita renunciar e deixar o Brasil, diz jornal - Hora Brasília

Sérgio Moro tinha marcado a audiência antes da cassação

Roseann Kennedy e Julia Lindner
Estadão

Um dia depois da cassação do mandato de Deltan Dallagnol (Podemos-PR), o senador Sergio Moro (União-PR), encontrou-se com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na sede da Corte. A reunião ocorreu sem nenhum alarde.

Curiosamente, por causa do encontro com Moraes, Moro faltou à despedida de Deltan da Câmara dos Deputados. O ex-procurador fez um pronunciamento. A ausência do aliado foi a mais notada, já que os dois são colegas de Estado e Operação da Lava Jato.

CONFIRMADO – Mas, a equipe do senador fez mistério sobre os compromissos da tarde desta quarta, 17. “O senador está cumprindo uma agenda externa, tentou chegar a tempo, mas não conseguiu”, informou a assessoria.

Mas a Coluna do Estadão confirmou que Moro esteve no STF e conversou com Moraes no intervalo da sessão do plenário.

Procurada, a assessoria do Supremo disse que a audiência com o senador foi uma das quatro que o ministro teve nesta tarde. “Todas (foram) marcadas desde a semana passada. Assunto com Moro: PL sobre segurança pública”, disse.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Embora se tratasse de uma audiência marcada para outro assunto, é possível que Sérgio Moro também tenha conversado com Moraes sobre a cassação de Dallagnol, mas ninguém sabe, ninguém viu(C.N.)

Farsantes do Supremo condenam Collor sem provas, baseados em “delações” deploráveis


STF abre novo inquérito contra Fernando Collor | VEJA

Fernando Collor pergunta quais são as provas contra ele

Vicente Limongi Netto

Baseado em meras delações premiadas, encaminhadas pela pornográfica e serviçal Procuradoria-Geral da República, o obsceno Supremo Tribunal Federal formou maioria para condenar Collor de Mello por corrupção. 

Ultrajante, inacreditável, mesquinha, covarde e injusta punição ao ex-presidente da República que tirou o Brasil das amarras do atraso. Que honrou o Senado e as importantes comissões técnicas que presidiu. Que deixou leis que continuam úteis e servindo aos brasileiros.

DISSE FHC – Em entrevista ao site Consultor Jurídico, há dois anos, o ex-presidente FHC enfatizou que as metas do plano econômico do governo Collor foram fundamentais para a criação do Plano Real. Collor foi o primeiro chefe da nação eleito, com mais de 40 milhões de votos, depois da almejada redemocratização do Brasil, construída no mandato do presidente José Sarney.

A decisão de prender Collor amesquinha de vez e deslustra o STF e os delirantes ministros que tiveram o descaramento, a torpeza e a leviandade de punir o ex-presidente. Fantasiados de semideus inatacáveis, petulantes e arrogantes, perderam completamente o respeito dos brasileiros.

Os narcisistas ministros do STF são conhecidos pela população como coveiros das leis e da democracia. Adoram sentar em cima do bom senso e da isenção. 

VAIADOS E XINGADOS – Moraes, Fachin, Fux, Carmem Lúcia, Barroso e demais juristas de plástico, não conseguem andar nas ruas. São vaiados e xingados pelos brasileiros. Circulam em carros blindados, com seguranças.

Condenando Collor, em julgamento marcado por falhas jurídicas, e com sangue de ódio nos olhos, a Suprema Corte e seus ministros carrascos, perderam de vez a compostura e a vergonha. Grotescos e empolados que não têm espelho em casa.  Farsantes e desprezíveis cretinos com capas pretas.

Anões de barro que enfeitam jardins são mais admirados pelos brasileiros do que o timeco decadente e espúrio dos ministros do STF. Vão arder no inferno. Com todas as pompas de grotescos magistrados.

FIM DE AMIZADES – Pena que exista tanta gente, a grande maioria com boa-fé e honesta, que perCa tempo e jogue fora amizades fraternas e até familiares, por causa de políticos e partidos. É o fim da picada. São profissionais malandros da política voltados para seus interesses pessoais.

Esses espertalhões não fazem a menor ideia quem são, de onde vieram, quais os nomes daquelas entusiasmadas pessoas que passam o dia na internet fazem a defesa deles. Se por acaso o dedicado admirador encontrar na rua ou no restaurante algum politico que tanto admira, não vai merecer a menor atenção. Tirar selfie com ele, nem pensar. É capaz até de o admirador ser agredido pelo segurança.

Nessa linha, devo dizer que acho perda de tempo seguir políticos nas redes sociais, compartilhar pessoas ou grupos que adoram clicar uns para os outros, distribuindo ofensas piadinhas ou insultos infames a desafetos, ameaças próprias de valentões de araque. Me poupem. Quando quero concordar ou discordar de algum texto que entra no meu face, procuro ser breve no meu comentário.  Não alimento apetites alheios de rancor, ódio ou intolerância.


Daniel Estulin: “Nunca duvide da veracidade das informações dos donos do mundo, duvide apenas de seus objetivos”.

 Qualquer semelhanção com o que está acontecendo em Jeremoabo poderá até ser mera coicidência.


Não basta dizer que somos idiotas,  prefreito Deri do Paloma e seu conluio faz  questão de provar através do Instagram e agora através do Programa de Radio pago  com o dinheiro do povo para divulgar Fake Newa, propaganda enganosa e promoção pessoal.

Hoje no programa de rádio chegou ao cumulo da desfaçatez quando falou em alavancar a cultura em Jeremoabo, cujo incetivo que ele doou a cultura  até agora aos artesãos foi o despejo   do espaço da cultura que ficava em frente à delegacia sem dar outra alternativa. Não há hoje um espaço destinado ao comércio, produção ou capacitação de mais de 100 artesãos conhecidos no município.

Hoje, segundo os mesmos, não existe este espaço. Cada um se vira da melhor forma comercializando em suas casas ou mesmo em espaços públicos,

Definitivamente os idiotas dominam o mundo. Se não fosse trágico seria cômico vermos  milhões de pessoas espalhadas pelo Brasil
Ferrenho defensor do regime monárquico e crítico fervoroso da Revolução Francesa, o filósofo francês Joseph-Marie Maistre (1753-1821) escreveu seu nome na história ao lançar a expressão “cada povo tem o governo que merece”. Datada de 1811, a frase registrada em carta, publicada 40 anos mais tarde, faz referência a ignorância popular, na visão do autor a responsável pela escolha dos maus representantes. Contrário a participação do povo nos processos políticos, Maistre acreditava que os desmandos de um governo cabiam como uma punição àqueles que tinham direito ao voto, mas não sabiam usá-lo. Passaram-se exatos duzentos anos e a expressão do francês permanece atemporal por estas bandas.





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