sábado, junho 11, 2022
Operação cavalo de Troia: Moro pode ser candidato na última hora?
Quando acaba a guerra?
O mais obsceno faroeste à brasileira
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| Sergio Moro e Deltan Dallagnol |
Postado há 7 hours ago por Brasil Soberano e Livre
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Mais de 100 pessoas foram presas durante a quinta fase da Operação Unum Corpus
Sexta, 10 de Junho de 2022 - 22:00

A Operação Unum Corpus prendeu 110 pessoas na quinta fase, realizada nesta sexta-feira (10). Na ação, foram executados 79 mandados de prisão e 31 autos de prisões em flagrante. A operação foi deflagrada pela Polícia Civil, por meio do Departamento de Polícia do Interior (Depin), e contou com equipes das 26 Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior (Coorpins), que também cumpriram 145 mandados de busca e apreensão, em diversos municípios baianos.
As pessoas presas estavam envolvidas com homicídios, latrocínios, estupros, furtos, roubos, tráfico de drogas e violência doméstica. Heloísa Campos de Brito, delegada-geral da Polícia Civil da Bahia, ressaltou que o órgão vai seguir trabalhando para combater a criminalidade. “Considerando os festejos juninos em diversas cidades do interior da Bahia, esta fase da Unum Corpus vem para também proporcionar mais tranquilidade nas regiões onde acontecerão estes eventos. Contudo, a Polícia Civil continuará trabalhando focada no combate a criminalidade em toda a Bahia”, disse.
Nesta sexta-feira (10), também foram apreendidas 38 armas de fogo, sendo um fuzil, espingardas e pistolas de diversos calibres, além de mil munições e aproximadamente nove quilos de drogas. Durante as cinco fazes da operação, faram retirados 516 criminosos das ruas, 353 mandados de prisão cumpridos, 163 prisões em flagrante, 442 mandados de busca e apreensão, além da apreensão de 85 armas de fogo, 35 quilos de drogas e 10 veículos com restrição de roubo.
Bahia NOtícias
Com mesma língua e semelhanças, Portugal atrai cada vez mais alunos de Direito
Sábado, 11 de Junho de 2022 - 00:00
por Alexandre Brochado

Alguns estudantes de Direito têm visto Portugal como um país promissor para dar continuidade aos estudos e até mesmo fazer uma especialização. Para brasileiros, o país oferece a facilidade da língua, além de proporcionar de maneira prática o entendimento do perfil do Direito internacional, com uma nação que possui similaridades jurídicas com o Brasil.
Em entrevista ao Bahia Notícias, o Mestre Forense pela Universidade de Coimbra, Roberto Matheus Matos, relatou que viu Portugal como “uma luz” para realizar um mestrado. “Eu olhei para o universo dos valores de mestrado privado no Brasil, e para os requisitos para entrar em um mestrado público no Brasil. Eu não conseguiria me dedicar suficientemente para ser aprovado na seleção das universidades públicas, porque é necessário uma dedicação, um conhecimento específico de um língua estrangeira, e eu não conseguiria desenvolver isso no período que eu achava necessário para ter o mestrado no meu currículo. Então eu olhei para Portugal como uma luz nesse sentido”.
De acordo com Roberto, o custo dos estudos de mestrado no país europeu, apesar de ser um pouco caro para os estrangeiros, era um custo menor para ele em relação ao mestrado privado no Brasil diante também de um período de tempo que acabaria sendo mais rápido, já que ele tinha como objetivo de se tornar professor.
Para os interessados em fazer uma graduação em Portugal, é preciso inicialmente verificar se cumprirá os requisitos do percurso que deseja. “A pessoa que pretende iniciar uma licenciatura, que seria o bacharelado, pode fazer o exame nacional com um ano de antecedência para poder se preparar ou fazer o Enem [Exame Nacional do Ensino Médio] e aplicar para as universidades portuguesas”, explica o advogado.
Ainda conforme Roberto, outra motivo de atenção são os documentos, já que cada faculdade terá uma exigência. Mas ele dá uma dica para quem quiser já ficar preparado: “Para quem quer mesmo vir para Portugal, uma coisa que precisa ter sempre em mente é que existe uma forma de autenticação para documentos internacionais que se chama 'apostila diária'. Sugiro que as pessoas deem uma lida inclusive sobre esse apostilamento, porque a depender do estado em que você faça o apostilamento no Brasil é mais caro ou barato, porque é regulado pelo Tribunal de Justiça de cada estado”.
Aos interessados em fazer mestrado em Portugal, além dessas dicas relacionadas a documentação, é importante ficar atento se a carga horária de bacharelado cursado no Brasil é suficiente para o curso português.
O professor de Direito Internacional da Faculdade Baiana de Direito, Thiago Borges, na sua época de estudante, foi um dos alunos que optou por adquirir experiência acadêmica em Portugal. Porém, no caso de Borges a modalidade usada foi um programa de intercâmbio da própria Baiana.
“Para mim foi uma experiência de vida muito importante em termos de amadurecimento, em termos de morar em outro país e conhecer outra cultura, não só no que se refere aos aspectos do direito mesmo como também os aspectos de vida. Nós aprendemos muito morando em outro país, acredito ser um iniciativa muito válida do ponto de vista pessoal. Já do ponto de vista profissional, você também ganha muito morando em outros país, especificamente em Portugal, porque você vê outra abordagem do direito. Não só do direito acadêmico da faculdade, mas também da forma profissional de lidar com o direito, que é um pouco diferente da forma que lidamos no Brasil”, declarou Thiago.
Em relação a esse programa da Baiana de Direito para estudar no país europeu, que é diferente da forma que o Roberto nos explicou no início da reportagem, o professor e coordenador de extensão da universidade, Fernando Leal, informou que a parceria é feita diretamente com a faculdade de Lisboa, possibilitando que estudantes brasileiros possam estudar até dois semestres na universidade portuguesa, além dos alunos portugueses também terem a oportunidade de vir ao Brasil realizar o mesmo tipo de intercâmbio.
“O grande objetivo nosso de viabilizar esse tipo de intercâmbio não é só internacionalizar a Faculdade Baiana de Direito - que é muito importante, é um elemento obrigatório das instituições de ensino superior -, mas também dar oportunidade aos nossos estudantes de conhecerem uma realidade bem diferente da nossa. No caso, vivenciar a experiência do ensino universitário no continente europeu. E Portugal é uma porta de entrada tranquila para os nossos estudantes, não tem a barreira da língua, tem as relações históricas com o Brasil, o que no nosso entender facilitou bastante”, apontou Fernando.
Bahia NOtícias
Ministro da Defesa diz que TSE menospreza as dúvidas dos militares sobre urna eletrônica
Publicado em 10 de junho de 2022 por Tribuna da Internet

Ministro da Defesa exige que Fachin respeite os militares
Igor Gadelha e Gustavo Zucchi
Metrópoles
O ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, enviou novas considerações sobre as urnas eletrônicas ao TSE na tarde desta sexta-feira (10/6). Em ofício obtido pela coluna, o general manda uma série de recados para os ministros da Corte. No trecho mais forte, Nogueira chega a afirmar que as Forças Armadas não estão se sentindo prestigiadas por seu trabalho no grupo de transparência das eleições.
“Até o momento, reitero, as Forças Armadas não se sentem devidamente prestigiadas por atenderem ao honroso convite do TSE para integrar a CTE”, afirma Nogueira no ofício.
DIVERGÊNCIAS – O ofício é um novo capítulo das divergências entre a Justiça Eleitoral e os militares, convidados pelo então presidente do TSE, Edson Fachin, para participar da Comissão de Transparência Eleitoral (CTE).
Desta vez, além do Ministério da Defesa enviar novas sugestões, que não foram divulgadas até o momento, faz também uma série de reclamações. Em especial sobre a forma com que o TSE conduz os debates sobre a segurança do pleito.
Nogueira diz que a Justiça Eleitoral parece não querer “aprofundar” a discussão “técnica” sobre a segurança das urnas eletrônicas, principal reclamação do presidente Jair Bolsonaro. “Até o momento, não houve a discussão técnica mencionada, não por parte das Forças Armadas, mas pelo TSE ter sinalizado que não pretende aprofundar a discussão”, afirma.
NOVAS RODADAS – No documento, Nogueira ainda pede novas rodadas de discussões entre as equipes técnicas dos militares e do TSE.
“Neste ponto, assinalo que as divergências que ainda persistam podem ser dirimidas com a pretendida discussão entre as equipes técnicas”, explica. “Reitero que as sugestões propostas pelas Forças Armadas precisam ser debatidas pelos técnicos”, afirma, acrescentando que não interessa “concluir o pleito eleitoral sob a sombra de desconfiança dos eleitores”.
“Por fim, encerro afirmando que a todos nós não interessa concluir o pleito eleitoral sob a sombra da desconfiança dos eleitores. Eleições transparentes são questões de soberania nacional e de respeito aos eleitores”, diz.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O ministro da Defesa, encarregado constitucionalmente de colocar ordem na casa, a meu ver demorou muito até enviar esse duro recado ao TSE. O fato concreto é que o TSE deveria estar aproveitando esse diálogo com as Forças Armadas para desmontar as acusações de Bolsonaro. Ao invés disso, o TSE vazou informações de que as dúvidas dos especialistas militares eram infantis e cometeu erro ainda maior, ao responder, no mesmo ofício, a sete questionamentos técnicos das Forças Armadas e também a uma delirante denúncia de Bolsonaro sobre uma “sala escura” onde se fraudam as eleições.
Fachin esqueceu que as Forças Armadas são uma coisa e que Bolsonaro é outra, completamente diversa. Esqueceu também que as Forças Armadas foram convidadas pelo TSE a participar da fiscalização. É por isso que o general Paulo Sérgio Nogueira registrou no ofício que as Forças Armadas não se sentem “prestigiadas” pelo TSE.
Em tradução simultânea, Fachin é uma besta quadrada. Além de inventar jurisprudência para devolver Lula à política, agora menospreza as Forças Armadas, como se funcionassem como braço político do Planalto, mas isso rigorosamente não é verdade. Fachin está provocando os militares sem a menor justificativa. (C.N.)
Decisões da Lava-Jato tiveram anulação ‘formal’, mas o dinheiro desviado era verdadeiro, diz Fux
Publicado em 10 de junho de 2022 por Tribuna da Internet
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Fux esqueceu de falar claro que Lula nunca foi “inocente”
André de Souza
O Globo
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luiz Fux, destacou nesta sexta-feira que “ninguém pode esquecer” que houve corrupção no Brasil e que decisões judiciais na Lava-Jato anulando processos foram tomadas por questões formais. Sem citar nomes, ele mencionou, por exemplo, as malas com R$ 51 milhões, pertencentes ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, em um apartamento em Salvador, e os 98 milhões de dólares que o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco confessou ter desviado e depois devolveu.
— Tive a oportunidade, nesses dez anos de Supremo Tribunal Federal, de julgar de casos referentes a corrupção, que ocorreu no Brasil. Ninguém pode esquecer que ocorreu no Brasil, no mensalão, na Lava-Jato, muito embora tenha havido uma anulação formal, mas aqueles 50 milhões das malas eram verdadeiros, não eram notas americanas falsificadas. O gerente que trabalhava na Petrobras devolveu 98 milhões de dólares e confessou efetivamente que tinha assim agido — disse Fux em evento ocorrido em Belém em homenagem aos 75 anos do Tribunal de Contas do Pará.
CONDENAÇÕES DE LULA – Fux não citou em seu discurso, mas entre as decisões anuladas da Lava-Jato estão as condenações impostas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em março do ano passado, o relator dos processos da operação no STF, o ministro Edson Fachin, anulou as decisões. Ele considerou que os casos envolvendo Lula não tinham relação com a Petrobras, que era o foco da Lava-Jato. Isso livrou o ex-presidente da Lei da Ficha Limpa e abriu caminho para ele ser candidato.
Lula havia sido condenado pelo então juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelos processos da Lava-Jato, no processo do tríplex do Guarujá (SP).
Em 2018, após a confirmação da condenação pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), foi preso. Em 2019, graças à decisão do STF que estabeleceu o cumprimento da pena apenas após o trânsito em julgado, quando não é mais possível apresentar recurso, foi solto, mas continuava inelegível.
DINHEIRO DESVIADO – No evento em Belém, Fux também disse que a corrupção tira dinheiro da merenda e dos hospitais.
— Às vezes falta uma percepção importantíssima. Cada ato de corrupção é um colégio que fica sem merenda para as crianças. Cada ato de corrupção é um hospital sem leito. Cada ato de corrupção é um lugar onde não há saneamento. E onde não há saneamento, não há saúde — disse Fux.
Ele defendeu ainda uma atuação mais ampla dos tribunais de contas:
— O Tribunal de Contas intervém quando, em um determinado local, se pretende construir um campo de futebol ao invés de hospital público. Isso é uma tarefa do Tribunal de Contas que não está verificando contas, está atuando segundo os princípios constitucionais: moralidade no uso do dinheiro público, eficiência.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A afirmação de Fux é importante e oportuna, quando a todo momento se diz que Lula é inocente e foi perseguido pelo juiz Sérgio Moro. Mas é sempre bom lembrar que, na votação que cancelou as condenações de Lula, o ministro Fux votou contra, mas sem a menor veemência. Deveria ter feito como Adaucto Lucio Cardoso e denunciado que a decisão favorável a Lula era inepta e irregular, ao invés de apenas votar contra. Naquele momento crucial, faltou coragem e determinação a Fux, que deveria ter puxado pelo colarinho o procurador Augusto Aras e exigido que ele invocasse o rigor das leis para evitar aquela vergonhosa manobra política no Supremo. Mas Fux se omitiu. (C.N.)
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