domingo, maio 30, 2021

Código de Processo Penal pode permitir prisão após segunda instância, mas não atinge Lula


PT diz que Lula é inocente, mas há controvérsias

Géssica Brandino
Folha

O substitutivo do novo Código de Processo Penal (CPP) apresentado em abril na comissão especial que analisa o tema na Câmara dos Deputados tem gerado novos e antigos debates sobre alterações que afetam todo o rito dos processos criminais no país.

Uma das mudanças do substitutivo que divide opiniões é a validação da prisão após condenação em segunda instância. No final de 2019, o STF (Supremo Tribunal Federal) mudou entendimento vigente desde 2016 e passou a proibir a execução antecipada da pena.

MEDIDA POLÊMICA – Quem defende essa alteração destaca que ela contribui para a diminuição da impunidade. Entre os que criticam, a avaliação é a de que a mudança via CPP é inconstitucional.

Novamente dividindo opiniões, o substitutivo retoma a figura do juiz das garantias, criada pelo pacote anticrime aprovado no Congresso, porém suspensa em janeiro de 2020 por decisão liminar do ministro do Supremo e atualmente presidente da corte, Luiz Fux.

Apresentado pelo deputado João Campos (Republicanos-GO), o texto conseguiu ainda uma crítica unânime entre representantes do Ministério Público, delegados e acadêmicos ouvidos pela Folha em relação à retirada da primeira fase do processo do Tribunal do Júri. A avaliação é que a mudança retira o filtro técnico do julgamento e contribui para o aumento da impunidade.

TRAMITAÇÃO ARRASTADA – A proposta para modernizar o código foi apresentada em 2009, pelo então senador José Sarney (PMDB-AP). Na Câmara, o texto passou a tramitar em 2011 e foi debatido em audiências públicas realizadas pela comissão especial criada em 2016 para apreciar o tema.

A discussão foi interrompida pela pandemia, e um texto substitutivo, que incorpora 372 propostas apresentadas por deputados desde 1997, foi apresentado em abril para avaliação do colegiado.

O ponto mais criticado coloca o papel investigativo do Ministério Público como subsidiário, vista como um retrocesso em relação à interpretação dada pelo Supremo, de que a investigação do Ministério Público tem caráter amplo. O Ministério Público também critica o artigo 34, que estabelece um teto de 720 dias, o equivalente a quase dois anos, para conclusão de um inquérito criminal, para evitar que haja prescrição dos crimes.

SEGUNDA INSTÂNCIA – O substitutivo retira do CPP o trecho que estabelecia entre as hipóteses para prisão a condenação criminal transitada em julgado, ou seja, após o fim dos recursos. A mudança de interpretação gerou movimentação no Congresso, onde tramitam propostas de emenda à Constituição sobre o tema.

Outra mudança feita no CPP é a inclusão de um artigo que determina que o início da execução da pena poderá ocorrer após “concluído o julgamento colegiado, do qual não caiba recurso ordinário de decisão condenatória ou de confirmação de condenação”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Mesmo que fosse aprovado logo o novo Código, a volta da prisão após segunda instância não prejudicaria Lula, porque mudança na lei não pode afetar os direitos adquiridos pelos réus. (C.N.)

De olho em 2022, Bolsonaro viaja mais para regiões onde sofre maior rejeição

Publicado em 30 de maio de 2021 por Tribuna da Internet

diante de aglomeração Foto: Alan Santos / PR

Sem máscara, Bolsonaro faz selfie para um apoiador

Dimitrius Dantas
O Globo

De olho na reeleição, o presidente Jair Bolsonaro tem privilegiado nas viagens ao redor do país regiões em que sua rejeição aumentou, de acordo com as últimas pesquisas de intenção de voto. Levantamento feito pelo GLOBO com base em agendas oficiais desde agosto do ano passado indica que Bolsonaro elegeu como destino locais onde tem maior reprovação de sua gestão.

Desde o início da pandemia, Bolsonaro tem mantido uma média de seis viagens por mês. Em março, com os números de casos e óbitos por Covid-19 em alta, Bolsonaro só deixou Brasília uma vez.

RITMO DE CAMPANHA – Em abril, mês mais letal desde o início da pandemia, o presidente voltou a viajar com frequência: foram seis viagens no mês. Em maio, o ritmo se intensificou ainda mais: até o final do mês, serão dez viagens, inclusive uma para o exterior.

A região que mais entrou no itinerário do presidente foi o Nordeste. Nos últimos cinco meses de 2020, 23% das viagens de Bolsonaro tiveram como destino a região. Nos primeiros cinco meses de 2021, a proporção aumentou para 36%.

Em paralelo ao aumento de viagens, o Nordeste também foi a região em que a rejeição mais cresceu desde agosto do ano passado: 51% dos eleitores ouvidos pelo Datafolha em maio dizem que o governo é ruim ou péssimo. Em agosto, 35% dos eleitores reprovavam a gestão.

FIXAÇÃO EM LULA – Em suas visitas, Bolsonaro tem tratado cada vez mais de assuntos eleitorais. Um dos alvos preferenciais é o ex-presidente Lula. Em viagem ao Alagoas, por exemplo, acompanhado do presidente da Câmara, Arthur Lira, e do ex-presidente Fernando Collor, Bolsonaro chamou o petista de “ladrão de nove dedos”.

Como o GLOBO mostrou na última semana, Bolsonaro não apenas aumentou suas viagens, mas também as agendas com tom de campanha, como os passeios como motociclistas que realizou tanto em Brasília como no Rio de Janeiro. No último dia 15, o presidente também convocou uma manifestação com produtores rurais na Esplanada dos Ministérios.

Internamente, o presidente já começou a montar sua equipe de campanha e encarregar alguns de seus auxiliares mais próximos de coordenar sua campanha em cada região. No Nordeste, por exemplo, o ministro do Turismo Gilson Machado deverá liderar a campanha do presidente.

REJEIÇÃO EM ALTA – A crise do coronavírus levou a rejeição do presidente a aumentar em todo o país desde agosto, mas em ritmos diferentes. Em agosto, por exemplo, o Sudeste era a região em que mais eleitores consideravam o governo ruim ou péssimo, com 39%. Mas, se no Nordeste a rejeição cresceu 16 pontos percentuais, o índice subiu 8 pontos percentuais no Sudeste, indo a 47%.

A diferença se refletiu na quantidade de viagens feitas ao Sudeste. De agosto a dezembro, quase metade das 39 viagens de Bolsonaro foram para a região. Nos cinco meses seguintes, a cada 4 viagens do presidente, apenas uma foi para o Sudeste.

O presidente também aumentou sua frequência de viagens para o Norte e o Centro-Oeste. Em suas pesquisas, o Datafolha trata as duas regiões como apenas uma. A proporção de viagens de Bolsonaro ao Norte ou ao Centro-Oeste foi de 17% nos últimos cinco meses de 2020 para 28% entre janeiro e maio deste ano.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– A presença de Lula na campanha leva à loucura a troupe de Bolsonaro. Será um desastre se qualquer um dos dois for eleito. É melhor a gente se mudar para um país mais sério, como o Paraguai(C.N.)

Pedido de Bolsonaro ao comandante para que não puna Pazuello amplia a crise militar


Igor Gielow
Folha

Jair Bolsonaro disse ao comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, que não quer ver o ex-ministro Eduardo Pazuello (Saúde) punido por participar de um ato em favor do presidente no Rio de Janeiro domingo passado (23).

A sinalização foi dada ao comandante durante a viagem de ambos a São Gabriel da Cachoeira (AM), onde Bolsonaro foi inaugurar uma ponte de menos de 20 metros e fazer uma visita de dois dias a partir de quinta (27).

PEDIDO INOPORTUNO – A proteção a Pazuello amplia muito a crise entre a Presidência e o Planalto. O ato de Pazuello gerou irritação no Alto-Comando do Exército, colegiado de 15 generais de quatro estrelas encabeçado por Paulo Sérgio.

O grupo defendeu a punição a Pazuello. Pelo regimento militar, que veta manifestações políticas de quem está fardado, é inegociável a situação: ele pode ser advertido verbalmente, receber uma repreensão por escrito ou pegar 30 dias de cadeia em um quartel.

No Alto-Comando, a repreensão, vista como desonrosa, parecia de bom tamanho. Menos que isso é contratar, nas palavras de um de seus generais, a anarquia — em especial na eleição polarizada de 2022 à frente.

PASSAR PARA RESERVA – A ideia de Pazuello ir à reserva para atenuar a crise, por sua vez, já é vista como insuficiente entre os fardados.

O ex-ministro deixou vazar sua linha de defesa, entregue na sexta (28) ao Exército. Ela foi considerada, segundo a Folha ouviu de generais, como “uma desfaçatez”. Basicamente, ele diz que não pode ser punido porque apoiava o cidadão Bolsonaro, não o presidente em um ato político.

Chegou a alegar que o fato de o presidente não ser filiado a um partido despolitizaria todo o evento. O conceito foi dado pelo próprio Bolsonaro em uma live na quinta (26).

PUNIÇÃO IMPERIOSA – Por absurda, a argumentação reforçou a crítica inclusive à hipótese de Pazuello ir à reserva para proteger a instituição. Para militares ouvidos, mesmo que o ex-ministro fizesse o gesto, a linha já foi cruzada e a punição se faz imperiosa.

A crise traz de volta o impasse. Paulo Sérgio não é um favorito de Bolsonaro. Ao contrário, dias antes de o presidente intervir no Ministério da Defesa e levar à demissão coletiva dos três comandantes de Força, ele havia concedido entrevista que irritou o Planalto ao defender medidas contra a Covid-19.

Como se sabe, Bolsonaro reza pela cartilha do negacionismo na pandemia. Mas ao ver os comandantes de saída, o presidente resolveu os demitir, na maior crise militar desde 1977.

ANTIGUIDADE – Para acalmar os ânimos, encaminhou substituições que respeitaram critérios de antiguidade, o que ungiu Paulo Sérgio no comando.

Segundo um interlocutor do comandante do Exército, ele se vê num beco sem saída. Se acatar o desejo do chefe e poupar Pazuello, abrirá a porta da politização das Forças Armadas de forma inequívoca e ainda perderá a autoridade ante seus pares que são contrários a isso.

A questão é uma fantasma que acompanha os militares desde que, de forma geral, adotaram Bolsonaro como um candidato capaz de dar vazão a seus sentimentos antipetistas e anticorrupção na esteira da Operação Lava Jato, em 2018.

BENESSES AOS MILITARES – Uma vez eleito, muitos aceitaram integrar o governo, inclusive oficiais da ativa, emprestando seu prestígio. Tal movimento hoje é ressentido por oficiais-generais que apoiaram a ideia, apesar das benesses obtidas, como um plano de carreira e Previdência generoso sob Bolsonaro.

Por outro lado, se punir Pazuello, Paulo Sérgio poderá se ver numa situação em que a permanência no cargo será insustentável, levando à segunda crise militar em dois meses.

Alguns observadores fardados, notadamente fora do Exército, acreditam que é exatamente isso o que Bolsonaro quer, visando gerar um ambiente de instabilidade para que possa sacar sua usual carta de “vou chamar meu Exército” para resolver a crise.

O general Paulo Sérgio tem uma semana para decidir o que fazer com o ex-ministro da Saúde.


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Salles é alvo de devassa do MP paulista após salto de R$ 7,4 milhões em patrimônio

 Por Folhapress

30/05/21 às 09H26 atualizado em 30/05/21 às 09H35


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Alvo de inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) que envolve suspeitas sobre a movimentação financeira do escritório de advocacia do qual é sócio, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, enfrenta na Justiça de São Paulo uma devassa em suas contas e em seu patrimônio.

À espera de informações bancárias de todos os envolvidos para dar andamento à apuração que busca esclarecer indícios de enriquecimento ilícito de Salles, investigadores no Ministério Público paulista avaliam que a frente aberta pela Polícia Federal no inquérito do STF, ainda que relativa a outros fatos, ajudará a impulsionar o caso.

Por determinação da Justiça de São Paulo, o ministro do Meio Ambiente, a mãe dele, Diva Carvalho de Aquino, e o escritório de advocacia tiveram os sigilos bancário e fiscal quebrados.

Ao Supremo a PF apontou operações financeiras suspeitas de Salles a partir do mesmo escritório durante o período em que exerce o cargo de ministro do Meio Ambiente no governo de Jair Bolsonaro.

As operações ocorrem em meio à suposta prática de crimes na exportação de madeira ilegal.

Entre 2012 e meados do ano passado, o escritório de advocacia movimentou R$ 14,1 milhões, mostrou um relatório do Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras) enviado ao STF.

Cerca de R$ 2,8 milhões foram transferidos pelo escritório para a conta pessoal do ministro do Meio Ambiente entre 2012 e 2017.

Em nota à Folha, a assessoria de imprensa de Salles rebateu as suspeitas de irregularidades na conduta do ministro e na contabilidade pessoal e de seu escritório.

"A evolução patrimonial e seus honorários foram declarados pelo próprio ministro em seu Imposto de Renda, não havendo nenhuma irregularidade", afirmou.

A Promotoria de São Paulo destrincha um salto patrimonial de R$ 7,4 milhões de Salles em um intervalo de seis anos.

A variação ocorreu entre 2012 e 2018, período em que ele alternou a advocacia e cargos no governo Geraldo Alckmin (PSDB) – foi secretário particular do tucano e secretário do Meio Ambiente.

Para dar início à apuração, a Promotoria avaliou informações sobre o que foi recebido por ele tanto do seu escritório como do governo paulista. Concluiu que os dados eram insuficientes para explicar o ganho de patrimônio e foi à Justiça para pedir as quebras.

Salles se candidatou ao cargo de vereador em 2012 e declarou na época à Justiça Eleitoral ter R$ 1,4 milhão em bens. Não se elegeu.

Exerceu o cargo de secretário particular de Alckmin de março de 2013 a dezembro de 2014. Em seguida atuou como advogado e voltou ao governo em julho de 2016, então como secretário de Meio Ambiente. Deixou o cargo em agosto de 2017.

No ano seguinte, Salles se candidatou novamente. Concorreu a uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Novo, mas não obteve êxito. Na ocasião, declarou à Justiça Eleitoral ter um patrimônio de R$ 8,8 milhões.

A apuração sobre as finanças de Salles em São Paulo partiu de denúncia em que foi acusado de ganhos incompatíveis com sua renda declarada, obtidos mediante tráfico de influência e exploração de prestígio para atender a interesses empresariais dada a proximidade à cúpula do governo paulista.

A responsável pelo pedido de investigação foi a empresa Sppatrim Administração e Participações, pertencente à família de Luiz Eduardo Bottura, engenheiro e empresário que tem travado disputas com Salles nos tribunais nos últimos anos.

À Justiça Salles afirmou que é vítima de perseguição por parte de Bottura. Argumento que seria prematura a violação do seu sigilo bancário e fiscal porque seus rendimentos também decorreram do exercício da advocacia, não limitados à representação judicial de seus clientes.

O ministro explicou ainda que, dos R$ 8 milhões declarados à Justiça Eleitoral, R$ 6 milhões eram referentes a um duplex valorizado, após a aquisição, por conta de uma reforma e desdobro.

De acordo com o ministro, o duplex foi comprado por permuta por R$ 2 milhões, passou por reforma de R$ 800 mil e, ao final, foi desdobrado em duas unidades. Cada uma passou a valer R$ 3 milhões no mercado, segundo ele.

"Realmente, o aumento patrimonial pode ter decorrido de consultorias e/ou de advocacia extrajudicial, ou não. Para essa verificação faz-se necessária mais apurada investigação", diz trecho da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que afastou o sigilo bancário e fiscal de Salles.

No ano passado, a pedido do Ministério Público, a Justiça estendeu a medida ao escritório de advocacia ligado ao ministro e à mãe dele.

O conjunto de informações recebido pela Promotoria ainda não está completo. Procurado pela reportagem, a promotoria afirmou que não poderia comentar o caso em razão do sigilo, mas informou que ainda são aguardados dados bancários dos investigados.

Salles, o presidente do Ibama, Eduardo Bim, e outros servidores vinculados à pasta do Meio Ambiente são investigados na operação que tramita no STF.

Segundo as investigações, há "fortes indícios de envolvimento" do ministro em esquema de facilitação ao contrabando de madeira ao exterior.

A PF fez uso de relatórios de inteligência financeira produzidos pelo Coaf. A decisão de Moraes cita esse material, mas sem detalhamento.

Sobre o RIF (relatório de inteligência financeira) relacionado a Salles, a polícia disse existir "conteúdo bastante interessante". O RIF "aponta para operações suspeitas, realizadas nos últimos dois anos, por intermédio do escritório de advocacia em que o ministro Ricardo Salles é sócio com sua genitora".

"Obviamente a obtenção dos respectivos anexos e dados mais completos dependerá da autorização judicial emitida por esse STF, mas cremos que a confirmação da simples existência de operações suspeitas a cargo do ministro Salles, no mesmo período dos fatos em apuração, com os demais elementos, permitem que sejam apreciados os pedidos", afirmou a PF.

Moraes autorizou a polícia a ter acesso à íntegra do RIF referente a Salles.

Advogado de Salles, Fernando Augusto Fernandes disse que há uma mistura de fatos anteriores com fatos que não são criminosos. "Há um claro propóstio político para induzir o STF ao erro."

"A competência do STF guarda relação com atos praticados no exercício da função de ministro, de modo que, agora, misturam-se fatos anteriores, já esclarecidos, com fatos que não constituem delitos, se revelando um claro propósito político que tem como objetivo de induzir a erro o Supremo Tribunal Federal", afirmou Fernandes, em nota enviada em 21 de maio.

No dia em que a polícia cumpriu as medidas autorizadas pelo STF, Salles disse que a operação o surpreendeu e a classificou como exagerada e desnecessária. "O Ministério do Meio Ambiente, desde o início desta gestão, atua sempre com bom senso, respeito às leis, respeito ao devido processo legal."

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