segunda-feira, abril 12, 2021

Em conversa gravada, Bolsonaro diz que teria que “sair na porrada” com senador que pediu CPI da Covid


Bolsonaro chamou o senador Randolfe Rodrigues de “bosta”

Daniel Carvalho
Folha

Em conversa gravada com o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) na noite de sábado, dia 10, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chamou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) de “bosta” e afirmou que teria que “sair na porrada” com o autor do requerimento de criação da CPI da Covid-19.

“Se você [Kajuru] não participa [da CPI], vem a canalhada lá do Randolfe Rodrigues para participar e vai começar a encher o saco. Daí, vou ter que sair na porrada com um bosta desses”, afirmou Bolsonaro em áudio divulgado por Kajuru na manhã desta segunda-feira, dia 12, na Rádio Bandeirantes.

DIVULGAÇÃO DE CONVERSA – No domingo , dia 11, Kajuru havia divulgado gravação de uma conversa telefônica entre ele e Bolsonaro. No trecho que veio a público, Bolsonaro pedia ao senador que ampliasse o escopo da CPI para que atingisse também prefeitos e governadores.

Bolsonaro disse que, se os senadores não mudarem o escopo da CPI, ampliando para investigar as ações de governos regionais também, será investigado apenas o governo federal e seus aliados. Segundo ele, vão ouvir “só gente nossa” para produzir “relatório sacana”.

“Se não mudar a amplitude, a CPI vai simplesmente ouvir o Pazuello, ouvir gente nossa, para fazer um relatório sacana. Tem que fazer do limão uma limonada. Por enquanto, é um limão que tá aí. Dá para ser uma limonada”, disse ao senador.

CRÍTICA – Na manhã desta segunda-feira, ao conversar com apoiadores, Bolsonaro condenou o registro e a divulgação do diálogo, sugerindo que não sabia que estava sendo gravado. Kajuru, então, concedeu uma entrevista à Rádio Bandeirantes para explicar ao apresentador José Luiz Datena.

À rádio Kajuru disse ter avisado a Bolsonaro às 12h40 de domingo que, em 20 minutos, divulgaria o áudio da conversa. De acordo com o senador, todos sabem que ele grava conversas telefônicas e que já divulgou outros diálogos que teve com Bolsonaro.

Além disso, disse o senador, em nenhum momento o presidente pediu que ele não publicasse o áudio. “No caso do presidente Bolsonaro, eu avisei ontem [domingo], 12h40, ao ligar para ele para contar sobre o requerimento feito, que eu subscrevi, do senador Alessandro Vieira, nós dois somos do mesmo partido, o Cidadania. Que é exatamente o quê? É estender a CPI para governadores e prefeitos”, disse Kajuru.

DESABAFO – “Falei ‘presidente, vou colocar agora, uma hora da tarde, a nossa conversa, que vai ser importante’. Porque foi um desabafo dele. Então, eu considerei que aquilo, para mim, como várias vezes eu já conversei com ele e coloquei no ar falas dele, eu voltei a fazer isso porque para mim foi uma proteção a ele para mostrar ao Brasil inteiro que ele está se sentindo prejudicado e, repito, usou a palavra sacana porque realmente ele estava chateado”, afirmou o senador.Kajuru disse que, para proteger Bolsonaro, omitiu o ataque a Randolfe Rodrigues.

“A única parte da entrevista que não coloquei para protegê-lo, porque acho que foi desnecessário, foi quando ele ofendeu um senador e falou que ia para a porrada com este senador. Falei ‘presidente, calma, não é hora disso, presidente'”, relatou Kajuru.

Durante o programa, Datena mostrou a Kajuru a fala de Bolsonaro aos apoiadores, autorizando-o a divulgar toda a conversa. “Ele não está dizendo que eu menti. Ele está dizendo que eu não coloquei tudo o que ele falou. E ele sabe o que ele falou. Se ele quer que eu coloque, eu coloco”, afirmou, antes de pedir a um assessor que selecionasse o trecho para exibição.

BRIGA COM SENADORES – “Se ele deseja paz com a CPI, eu colocar no ar a parte do que ele falou, ele iria arrumar uma briga com todos os senadores. Agora, ele quer, ele vai ter”, disse Kajuru.

Até a publicação desta reportagem, o senador Randolfe Rodrigues não havia se manifestado. Filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaor (Republicanos-RJ) informou que irá representar contra Kajuru no Conselho de Ética do Senado.

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O QUE BOLSONARO DISSE NO TELEFONEMA COM KAJURU

“Se mudar [o foco da CPI], [nota] 10 pra você, porque nós não temos nada a esconder.”

“Tem que mudar o objetivo da CPI. Ela tem que ser ampla. Aí você faz um excelente trabalho para o Brasil.”

“A CPI hoje é para investigar omissões do presidente Jair Bolsonaro, ponto final. Quer fazer uma investigação completa? Se não mudar o objetivo da CPI, ela vai vir só pra cima de mim.”

“O que precisa fazer pra ser uma CPI útil para o Brasil: mudar a amplitude dela. Bota governadores e prefeitos. Presidente da República, governadores e prefeitos.”

“Se não mudar [a amplitude], a CPI vai simplesmente ouvir o Pazuello, ouvir gente nossa, para fazer um relatório sacana.”

“A gente fica fazendo do limão uma limonada. Por enquanto, é um limão que tá aí. Dá para ser uma limonada. Acho que você já fez alguma coisa, tem que peticionar o Supremo pra botar em pauta o impeachment também [dos ministros do Supremo].”

“Nós estamos afinados, nós dois. É CPI ampla e investigar ministro do Supremo. Dez para você.”

“Sabe o que eu acho que vai acontecer? O que vai acontecer eles vão [inaudível] tudo. Não tem CPI não tem investigação de ministro do Supremo. Eu sou a favor de colocar tudo pra frente.”

“O que está em voga hoje em dia é que eu fui gravado numa conversa telefônica, a que ponto chegamos no Brasil aqui. Gravado”, disse Bolsonaro, segundo imagens divulgadas na internet por um apoiador.

“Não é vazar. É te gravar. A gravação é só com autorização judicial. Agora, gravar o presidente e divulgar. E outra, só para controle, falei mais coisas naquela conversa lá. Pode divulgar tudo da minha parte, tá?”, complementou o presidente na porta do Palácio da Alvorada.

Guedes denuncia que “alguém falou em nome do presidente” e causou erro no Orçamento


Paulo Guedes denuncia também que há ministro fura-teto

Augusto Fernandes
Correio Braziliense

O ministro da Economia, Paulo Guedes, reclamou que o ajuste feito por deputados e senadores no Orçamento de 2021, aprovado no Congresso há duas semanas, foi motivado pela ação de ministro “fura-teto”. Ele disse ter ficado surpreendido com a redação final da matéria, mas admitiu que houve erro da equipe econômica na negociação da peça orçamentária com o Parlamento.

Na tramitação no Congresso, o relator do texto, senador Marcio Bittar (MDB-AC), fez cortes em despesas obrigatórias, como benefícios previdenciários e seguro-desemprego, para turbinar as emendas parlamentares em R$ 31,3 bilhões.

APARECEU “ALGUÉM” – Guedes afirmou que a sua equipe e ele concordaram com os congressistas em uma manobra para destinar mais R$ 16 bilhões às emendas que são indicadas por deputados e senadores, mas que depois disso houve um novo acordo sem a participação da Economia.

De acordo com ele, “alguém foi em nome do presidente da República e pediu um dinheiro que não estava combinado, e deu quase o dobro do que estava combinado para caber dentro do Orçamento”.

“O primeiro acordo era em torno de R$ 8 (bilhões), ela (a equipe econômica) acompanhou. O segundo acordo era R$ 16 (bilhões), ela acompanhou. De repente, fizeram um acordo que extrapolou e não cabia, não era parte do acordo das principais chaves, as presidências da Câmara e do Senado, a Secretaria de Governo. Houve equívocos de um lado ou de outro. Todo mundo está junto no erro”, ponderou.

OBRAS ELEITORAIS – Segundo Guedes, o acordo teria acontecido para possibilitar a realização de mais obras de infraestrutura pelo governo federal com o dinheiro indicado por deputados e senadores. A medida seria politicamente benéfica tanto para o presidente Jair Bolsonaro quanto para parlamentares, visto a proximidade das eleições de 2022.

Contudo o ministro alertou que “não adianta querer levantar o governo agora, através de obras”. “Tem ministro fura teto, tem de tudo aqui. Tem ministro que não desiste, volta toda hora e bate no mesmo lugar. Isso acontece volta e meia. Ele (ministro) bota mais um pouquinho de dinheiro ali, mas esquece de combinar com os outros. Quando vai combinar, a conta não fecha. Isso bota em risco o grupo inteiro. Tem oportunista em todo lugar. Temos que resistir a isso fazendo o certo”, frisou.

CRÍTICAS A MARINHO – Apesar de Guedes não ter citado nomes, é consenso dentro do governo de que ele se referia ao ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que, em outras oportunidades, já foi tachado pelo colega da Economia de “fura-teto”.

Bolsonaro tem até o dia 22 para sancionar o Orçamento. A equipe econômica recomenda que o presidente vete parte do texto, incluindo o volume recorde de emendas parlamentares.

O argumento é de que, se avalizá-lo da forma como está, o chefe do Planalto corre risco de responder por crime de responsabilidade, que pode levar até mesmo a um processo de impeachment, ou ter a contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o que pode desencadear na inelegibilidade do presidente. (Com Agência Estado)

Liminar de Barroso que obrigou Senado a abrir CPI da Pandemia não é unanimidade no STF

Publicado em 12 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Imagem

Charge do Brum (Tribuna do Norte)

José Carlos Werneck

Além de ser criticada pelos presidentes da República e do Senado Federal, a decisão do ministro Luís Roberto Barroso, que mandou Rodrigo Pacheco abrir a “CPI da Pandemia”, não é unanimidade no Supremo Tribunal Federal e na Procuradoria-Geral da República que, mesmo assim, creem ser provável que a liminar seja mantida no julgamento, da próxima quarta-feira, dia 14.

HÁ CONTROVÉRSIAS – O principal questionamento diz respeito à conveniência de abrir os trabalhos de uma comissão em plena pandemia. “Acho uma medida importantíssima, porque precisamos realmente apurar a responsabilidade quanto ao procedimento, quanto ao atraso em tomada de providências, isso é muito importante”, afirmou o ministro Marco Aurélio Mello.

Outros integrantes do tribunal também afirmaram que é posição pacífica do Supremo que, se a CPI tiver um objeto específico e houver um terço de assinaturas para sua instalação, é direito da minoria ver a investigação ser aberta, como se trata no caso.

No entanto, um dos ministros ressaltou que, naqueles casos já julgados pelo STF, não havia uma pandemia no meio do caminho. E indagou: “O STF não é a favor do isolamento?”.

QUESTÃO DE PLENÁRIO – A decisão de Barroso contrariou uma parcela do tribunal. Há ministros defendendo a tese de que o ideal seria submeter o tema desde o início ao Plenário.

A decisão de Barroso baseia-se em decisões semelhantes tomadas pelo próprio Supremo em 2005. Na época, por 9 votos a 1, o tribunal determinou ao então presidente da Casa, Renan Calheiros, a instauração da CPI dos Bingos para investigar o escândalo envolvendo Waldomiro Diniz, ex-assessor de José Dirceu acusado de receber propina de bicheiros para a campanha do ex-presidente Lula em 2002.

Dois anos depois, o ministro Celso de Mello ordenou a abertura ao presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia do PT, que tentava contornar a instalação da CPI do Apagão Aéreo com uma votação em Plenário, embora a Oposição já tivesse levantando assinaturas necessárias para abrir a investigação sobre a crise do sistema de tráfego aéreo do País.

QUATRO A FAVOR – Atualmente, o tribunal tem quatro ministros que participaram de pelo menos um dos julgamentos sobre as CPIs anteriores: Marco Aurélio e Gilmar Mendes estavam presentes nestas duas votações e Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski votaram na sessão em que foi julgado o processo da CPI do Apagão.

E todos foram a favor da abertura das investigações.


CPI da Covid: Bolsonaro teme ‘relatório sacana’ que só investigue o governo federal

Publicado em 12 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Bolsonaro reclama que CPI só vai investigar o governo federal

Constança Rezende
Folha

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pediu ao senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) para ampliar a CPI da Covid e apurar a conduta de prefeitos e governadores. A conversa foi gravada e publicada pelo congressista em redes sociais.

Bolsonaro disse que, se os senadores não mudarem o escopo da CPI, ampliando para investigar as ações de governos regionais também, será investigado apenas o governo federal e seus aliados. Segundo ele, vão ouvir “só gente nossa” para produzir “relatório sacana”.

“LIMONADA” – “Se não mudar a amplitude, a CPI vai simplesmente ouvir o Pazuello, ouvir gente nossa, para fazer um relatório sacana. Tem que fazer do limão uma limonada. Por enquanto, é um limão que tá aí. Dá para ser uma limonada”, disse ao senador. Na conversa com Kajuru, Bolsonaro afirmou que o objetivo do autor da CPI, que disse não saber quem é, “é investigar omissões do governo federal na Covid”.

“A CPI hoje é para investigar omissões do presidente Jair Bolsonaro, ponto final. Quer fazer uma investigação completa? Se não mudar o objetivo da CPI, ela vai vir só pra cima de mim. O que tem que fazer para ser uma CPI que realmente seja útil para o Brasil? Mudar a amplitude dela. Bota governadores e prefeitos. Presidente da república, governadores e prefeitos”, afirmou.

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) protocolou neste sábado (10) um pedido de aditamento da CPI da Covid para ampliar o escopo, com a intenção de incluir nas investigações atos praticados por agentes políticos e administrativos de estados e municípios na gestão de recursos federais.

APROVAÇÃO – “Para não deixar margem de dúvida, já está apresentado, foi protocolado, e a gente vira esta página e o governo vai ter de inventar outra desculpa [para não apoiar a CPI]”, disse. Após a instalação da CPI, o pedido precisa ser aprovado por maioria simples.

Não é a primeira vez que o STF determina a instalação de CPIs a pedido da oposição. Em 2005, o Supremo mandou instaurar a dos Bingos, em 2007, a do Apagão Aéreo, e, em 2014, a da Petrobras.O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), deve ler nesta terça-feira, dia 13, o requerimento de instalação da CPI da Covid, solicitada por mais de um terço dos membros da Casa no início de fevereiro.

O objetivo dos senadores da minoria é apurar ações e omissões do governo Jair Bolsonaro na pandemia, como em relação ao colapso do sistema de saúde de Manaus, onde pacientes internados morreram por falta de oxigênio. O general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, já é investigado pelo caso.

PRAZO – A comissão tem um prazo determinado para realizar procedimentos de investigação e elaborar um relatório final, a ser encaminhado ao Ministério Público para eventuais criminalizações.

A CPI somente será instalada após ordem do ministro Luís Roberto Barroso (STF) ao presidente do Senado, contrário à comissão neste momento. A decisão de Barroso será julgada na quarta-feira, dia 14, pelo plenário do Senado. Kajuru respondeu ao presidente que já entrou com procedimento para investigar o ministro Alexandre de Moraes, ao que o presidente responde “ tudo bem”.

“Tenho que começar pelo Alexandre de Moraes porque o do Alexandre de Moraes meu já está lá engavetado pelo Pacheco. Só falta ele liberar”, diz o senador. “Você peticionou o Supremo, né?”, pergunta o presidente. “Sim, claro, entrei ontem, às 17h40”, diz Kajuru. “Parabéns para você”, responde Bolsonaro.

CRÉDITO – Ao ouvir o elogio, Kajuru afirma que só queria que o presidente lhe desse crédito nesse ponto. “Kaujuru, depois do que nós conversamos aqui, nós dois estamos afinados, é CPI ampla, investigar ministro do supremo. Dez para você”, afirma.

“Pode deixar que, tendo a oportunidade, eu falo com a mídia, e cito a minha conversa contigo sobre CPI ampla da Covid e também que o supremo”, diz Bolsonaro. “Se ele fez com a CPI, ele tem que fazer também com o ministro”, completa Kajuru.

Fora da propagando Jeremoabo está entregue as baratas, poços quebrados povo com Sede, disputando a pouca água com animais, SITUAÇÃO DEGRADANTE.




 O Brasil reconhece na Constituição Federal de 1988 diversos direitos humanos. Em 2010, em meio a Assembleia Geral da ONU, reconheceu o direito humano à água.. 

Antigamente existia Moisés para conseguir milagres, e agora?




Na propaganda paga e enganosa Jeremoabo é detentora da melhor administração municipal, portanto quando parte para a real, para a verdade é um caos generalizado, a única coisa que não abunda é improbidade desmandos, e benesses para a " famiglia".

O vereador Neguinho de Lié, quando chega nesses povoados e observa a humilhação e sofrimento da população, sempre a mais carente, falta até fôlego para se manifestar e denunciar, o vídeo não mente.

Aliás justiça seja feita, desde que o vereador Neguinho de Lié tomou posse com vereador, como representante do povo, em todas as sessões daquela Casa Legislativa vem denunciando a falta de água no município de Jeremoabo da zona rural, e a falta de saúde generalizada, onde salve-se quem poder. 

Trata-se do reconhecimento de que o direito ao acesso a água é um direito humano fundamental e que deve ser distribuído de modo igualitário a todos os cidadãos, sob pena de se ferir a dignidade humana, haja vista que não existe vida sem água e não há como se viver dignamente se seu acesso é falho ou até mesmo não ocorre.' 9https://ambitojuridico.com.br/).

                                          Não podemos chamar isso de água, mas sim de lama














O Vereador Neguinho de Lié quarta-feira próxima passada, fez uma visita para compartilhar com o sofrimento desse povo residente nas comunidades da zona rural que dividem lama com os animais para sobreviverem; digo lama, porque isso não podemos chamar de água, assim mesmo quem não possui animal, carrega a lata d'água na cabeça com o sol causticante.

Observem os senhores que essa " água" fica localizada na barragem do Estaleiro, serve para tomar banho, lavar pratos, e onde os bichos bebem, banham-se e fazem suas necessidades fisiológicas dentro da mesma, verdadeira salada de bactérias.

Situação pior é esse poço quebrado, atende km 22, Malhada Grande, Coelho, Baixa do Anjo e Rompe Gibão, tudo isso serve de exemplo, para que todos reflitam o passo errado que deram elegendo esse (des)governo, já que antes eram felizes com a ex-prefeita Anabel e não souberam valorizar e conservar a felicidade, foram no canto da sereia. 

Receita Federal amplia o prazo de entrega do Imposto de Renda

 em 12 abr, 2021 9:59 Compartilhar

Os contribuintes poderão enviar a declaração e realizar o pagamento da primeira cota do imposto até o dia 31 de maio de 2021. (Foto: Receita Federal)

A Receita Federal ampliou para o dia 31 de maio, o prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda das Pessoas Física, ano-base 2020. A nova medida foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 12 de abril de 2021, conforme a Instrução Normativa RFB nº 2.020, de 9 de abril de 2021.

De acordo com a Receita, a prorrogação foi estabelecida como forma de suavizar as dificuldades impostas pela pandemia de covid-19, assim como aconteceu em 2019.

“A medida visa proteger a sociedade, evitando que sejam formadas aglomerações nas unidades de atendimento e demais estabelecimentos procurados pelos cidadãos para obter documentos ou ajuda profissional. Assim, a Receita Federal contribui com os esforços do governo federal na manutenção do distanciamento social e diminuição da propagação da doença”, explicou, em nota.

Em razão do adiamento, o contribuinte que deseja pagar o imposto via débito automático desde a primeira cota deverá fazer a solicitação até o dia 10 de maio. Quem enviar a declaração após esta data deverá pagar a primeira cota por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF), gerado pelo próprio programa de declaração. Nesse caso, as demais cotas poderão ser em débito automático.

Para aqueles que não optarem pelo débito automático, os DARFs de todas as cotas poderão ser emitidos pelo programa ou pelo Extrato da Declaração, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) no site da Receita Federal.

Também foram prorrogados para 31 de maio de 2021 os prazos de entrega da Declaração Final de Espólio e da Declaração de Saída Definitiva do País, assim como, o vencimento do pagamento do imposto relativo a essas declarações.

A Receita destacou ainda que disponibiliza diversos serviços aos cidadãos, que podem ser acessado sem sair de casa. Por meio do e-CAC com uma conta gov.br, o portal único do governo federal, o contribuinte tem acesso, por exemplo, aos comprovantes de rendimentos informados na Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF) pelas fontes pagadoras, à cópia da última declaração entregue e à declaração pré-preenchida.

Fonte: Agência Brasil

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Bolsonaro diz temer relatório sacana de CPI da Covid que só investigue o governo federal

 

por Constança Rezende | Folhapress

Bolsonaro diz temer relatório sacana de CPI da Covid que só investigue o governo federal
Foto: Isac Nóbrega/ PR

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pediu ao senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO), em conversa gravada e publicada pelo congressista em redes sociais, para ampliar a CPI da Covid e apurar a conduta de prefeitos e governadores.

 

Bolsonaro disse que, se os senadores não mudarem o escopo da CPI, ampliando para investigar as ações de governos regionais também, será investigada apenas o governo federal e aliados. Segundo ele, vão ouvir "só gente nossa" para produzir "relatório sacana".

 

"Se não mudar a amplitude, a CPI vai simplesmente ouvir o Pazuello, ouvir gente nossa, para fazer um relatório sacana. Tem que fazer do limão uma limonada. Por enquanto, é um limão que tá aí. Dá para ser uma limonada", disse ao senador.

 

Bolsonaro afirmou que o objetivo do autor da CPI, que disse não saber quem é, "é investigar omissões do governo federal na Covid".

 

"A CPI hoje é para investigar omissões do presidente Jair Bolsonaro, ponto final. Quer fazer uma investigação completa? Se não mudar o objetivo da CPI, ela vai vir só pra cima de mim. O que tem que fazer para ser uma CPI que realmente seja útil para o Brasil? Mudar a amplitude dela. Bota governadores e prefeitos. Presidente da República, governadores e prefeitos", afirmou.

 

O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) protocolou neste sábado (10) um pedido de aditamento da CPI da Covid para ampliar o escopo, com a intenção de incluir nas investigações atos praticados por agentes políticos e administrativos de estados e municípios na gestão de recursos federais.

 

"Para não deixar margem de dúvida, já está apresentado, foi protocolado, e a gente vira esta página e o governo vai ter de inventar outra desculpa [para não apoiar a CPI]", disse. Após a instalação da CPI, o pedido precisa ser aprovado por maioria simples.

 

Não é a primeira vez que o STF determina a instalação de CPIs a pedido da oposição. Em 2005, o Supremo mandou instaurar a dos Bingos, em 2007, a do Apagão Aéreo, e, em 2014, a da Petrobras. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), deve ler nesta terça-feira (13) o requerimento de instalação da CPI da Covid, solicitada por mais de um terço dos membros da Casa no início de fevereiro.

 

O objetivo dos senadores da minoria é apurar ações e omissões do governo Jair Bolsonaro na pandemia, como em relação ao colapso do sistema de saúde de Manaus, onde pacientes internados morreram por falta de oxigênio. O general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, já é investigado pelo caso.

 

A comissão tem um prazo determinado para realizar procedimentos de investigação e elaborar um relatório final, a ser encaminhado ao Ministério Público para eventuais criminalizações.

 

A CPI somente será instalada após ordem do ministro Luís Roberto Barroso (STF) ao presidente do Senado, contrário à comissão neste momento. A decisão de Barroso será julgada na quarta-feira (14) pelo plenário do Senado.

Bahia Notícias

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