domingo, abril 11, 2021

Em TV da Itália, Lula pede desculpas por não ter extraditado Cesare Battisti

Publicado em 10 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Petista diz que seguiu orientação do Ministério da Justiça

Tayguara Ribeiro
Folha

O ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu desculpas à população italiana por não ter extraditado Cesare Battisti, ex-membro do grupo Proletários Armados pelo Comunismo, que foi condenado na Itália por assassinato e se refugiou no Brasil.

“Peço desculpas ao povo italiano, pensei que ele não era culpado, mas depois de sua confissão, só posso me desculpar”, disse o petista, em entrevista concedida na tarde desta sexta-feira (9) à TG2 Post. “Enganei-me ”, disse Lula, que já havia demonstrado arrependimento anteriormente em relação ao caso.

INOCÊNCIA – “Tomei a decisão baseado em uma orientação do Ministério da Justiça”, afirmou, em referência à equipe do então ministro Tarso Genro. “E pensei que era uma decisão correta porque achei que era inocente”, completou. Battisti foi entregue à Itália durante o governo de Jair Bolsonaro.

No último dia de seu mandato, em 2010, o petista concedeu asilo ao italiano. Battisti foi preso na Bolívia por agentes da Interpol em janeiro de 2019, e extraditado para a Itália, onde cumpre prisão perpétua.

Em agosto do ano passado, Lula afirmou em um programa de debates da TV Democracia que se arrependeu de ter defendido Battisti. “Hoje, acho que, assim como eu, todo mundo da esquerda brasileira que defendeu Cesare Battisti aqui ficou frustrado, ficou decepcionado. Eu não teria nenhum problema de pedir desculpas à esquerda italiana e às famílias do Battisti”, disse Lula na ocasião.

ALEGAÇÃO – O ex-presidente alegou que seu então ministro Tarso Genro, assim como outros líderes da esquerda brasileira, estavam convencidos da inocência de Battisti, acrescentando que o italiano enganou “muita gente no Brasil”.

“Não sei se enganou muita gente na França, mas na verdade muita gente achava que ele era inocente. Nós cometemos esse erro, pediremos desculpas”, declarou Lula, que lamentou que o caso tenha “comprometido” suas boas relações com o governo italiano e “com toda a esquerda italiana e a esquerda europeia”.

Tarso já havia cobrado uma autocrítica do Brasil depois que Battisti admitiu em março de 2019 a participação em quatro homicídios cometidos no final dos anos 1970, quando era expoente de um dos tantos grupos armados da esquerda (havia também os de direita) que se insurgiram contra o Estado.

“CAMARADA NAPOLITANO” – Nesta sexta, Lula também pediu desculpas ao “camarada Napolitano” durante a entrevista à TV italiana. Após a prisão de Battisti, o petista foi alvo de muitas críticas de seu aliado histórico, o ex-presidente italiano Giorgio Napolitano, ícone da centro-esquerda e que conhece Lula desde os anos 1980. “Tenho muitos amigos na política italiana, nos sindicatos, na igreja”, afirmou Lula.

O ex-presidente criticou ainda a gestão do governo Bolsonaro em relação a pandemia de Covid-19 no Brasil, que já matou mais de 330 mil pessoas e está em sua fase mais dura, atingindo mais de 4.000 mortes diárias.

Bolsonaro insiste em defender “tratamento precoce” e chama de “canalha” os que criticam a medida

Publicado em 10 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Com suas mentiras, Bolsonaro mostra-se tão nocivo quanto o vírus

Ingrid Soares
Correio Braziliense

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender, nesta sábado (10/04), o que chama de tratamento precoce contra a covid-19 e chamou quem critica a medida de “canalha”. No entanto, as medicações como cloroquina, ivermectina e nitazoxanida não possuem comprovação científica contra o vírus.

A primeira, em março, teve o uso fortemente desaconselhado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A declaração do presidente ocorreu durante visita a uma família em São Sebastião, após ter sido questionado por uma das moradoras a respeito das ações do governo contra a pandemia.

“CANALHA” – “Tem muito médico que aplica o tratamento imediato, que é combatido por canalhas. Porque o canalha fala que não serve para nada, mas não aponta alternativa. Deixa o médico trabalhar. O médico tem liberdade para receitar o que ele achar que deve ser receitado com conhecimento e com concordância do paciente”, disse.

O chefe do Executivo reconheceu que ainda não existe medicamento comprovado contra a doença, mas alegou que alguns, por experiência de médicos, têm demonstrado ser válidos.

“Nós sabemos que não tem nenhum remédio com comprovação científica ainda [de eficácia contra a covid-19]. Nenhum; mas tem alguns que a experiência, a observação por parte de médicos, tem demonstrado que é válido. Então deixe o médico em paz, deixe de agir como canalha.”

“CALAR A BOCA” – Bolsonaro aconselhou ainda a quem não tiver remédios opcionais para indicar contra a doença “calar a boca” e deixar o médico trabalhar com as receitas “off label”. Ele voltou a citar como exemplo Chapecó (SC), onde esteve reunido no último dia 7 com o prefeito local, João Rodrigues (PSD). O mandatário elogiou Rodrigues por incentivar o uso do inexistente “tratamento precoce”, o qual disse ter sido o responsável por diminuir casos na cidade. Porém, a cidade catarinense aderiu ao lockdown por 14 dias, além de adotar medidas de distanciamento social, uso de máscara e álcool em gel.

“Esse canalha; se ele não tem um remédio para indicar, cale a boca, deixe o médico fazer o papel dele que eu não sou médico, nem você. Deixa o médico trabalhar. Temos informações de municípios, como estive em Chapecó lá, do prefeito João Rodrigues. Estive lá. Ele faz o tratamento imediato, os médicos têm liberdade, não são perseguidos e o índice de pessoas que vão para o hospital cada vez menor”, completou.

EXEMPLO – Por fim, afirmou novamente que Chapecó deve ser tomado como exemplo pelo resto do país e negou que as UTIS da cidade estejam cheias. Um boletim da Secretaria de Saúde municipal na semana passada mostrou que tanto os leitos de UTI público e privados estavam com 100% de ocupação.

“A imprensa mente quando diz que está tudo cheio lá em Chapecó. Não é verdade. O que está cheio são os hospitais que já existiam. Lá tem um centro de convenção que foi transformado em hospital está lá com dezenas de leitos pronto para receber possíveis paciente e está vazio. Então Chapecó, o João Rodrigues deu certo. Use isso no Brasil, deem liberdade para o seu médico trabalhar”, concluiu.


CPI da Covid: Moraes sai em defesa Barroso e diz que Poder Judiciário “não pode ser omisso”

Publicado em 10 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Ministro criticou reações de Bolsonaro, chamando-as de ‘lamentáveis’

Deu no O Tempo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes defendeu a decisão do colega Luís Roberto Barroso que determinou a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado para investigar a atuação do governo no combate à pandemia da ACovid-19. A declaração foi dada em uma live com jornalistas, de acordo com o site “O Antagonista”.

“O Poder Judiciário é inerte, mas não pode ser omisso. Tem que decidir com base na Constituição. Nesse caso específico, o ministro Luís Roberto Barroso foi provocado via mandado de segurança por vários senadores. A função, a obrigação dele, era analisar a concessão ou não da liminar”, explicou Alexandre de Moraes, que também comentou as falas de Bolsonaro cotnra o ministro do Supremo.

OFENSAS – “Decisões judiciais nós podemos discordar, criticar acidamente, recorrer. Agora, uma decisão judicial fundamentada, pública, transparente, não cria o direito de ninguém ofender da forma que se ofendeu o ministro Luís Roberto Barroso. Lamentáveis as agressões, que acabaram se multiplicando por fanáticos milicianos digitais”, disse Alexandre de Moraes, em referência às falas do presidente de que “falta coragem moral” a Barroso, que “estaria agindo politicamente”.

O próprio Moraes já foi alvo também do presidente e de seus aliados ao tomar medidas em inquéritos que investigam a participação de grupos pró-Bolsonaro em atos antidemocráticos e no espalhamento de fake news contra ministros da Corte.

Renan diz que governo cometerá um erro se tentar influenciar na formação da CPI da Covid

Publicado em 11 de abril de 2021 por Tribuna da Internet

Renan critica a resistência de Bolsonaro à abertura da investigação

Marcelo Moraes
Estadão

Possível integrante da CPI da Covid, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) acha que o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, acertou em ordenar o funcionamento da comissão. Para ele, que deve ser um dos indicados do MDB para a CPI, o governo cometerá um erro se tentar influenciar na composição da comissão para ter seu controle.

“Não tem como aparelhar a CPI. Já vimos isso antes também. Todos os que pensaram em aparelhar a CPI deram com os burros nágua. Vimos isso no Collor e em vários outros momentos. A opinião pública é mais forte. A imprensa, pelo seu papel, ilumina os porões das CPIs. Ela dá destaque às discussões. Isso não é palanque político. Isso é fazer a sua parte”, disse ao Estadão.

RESISTÊNCIA – O senador critica a resistência do presidente Jair Bolsonaro à abertura da investigação. “Se o Bolsonaro tem consciência que não errou, que fez tudo certo, não precisa ter sobressalto. Nem agredir o Congresso, nem agredir o Supremo Tribunal Federal. Porque essas tolices não fazem bem à democracia”, afirmou.

Renan lembra que durante sua passagem pela Presidência pelo Senado instalou várias CPIs por decisão do Supremo que os líderes partidários tentavam travar com a manobra de demorar na indicação dos integrantes da comissão.

“Os líderes se recusavam a indicar os nomes, por isso a comissão não se instalava e os partidos que a queriam, a minoria, recorriam ao Supremo. Porque a CPI é um instrumento sagrado da minoria”, lembra.

PACHECO ERROU – Para Renan, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), errou ao não autorizar o funcionamento antes da decisão de Barroso. “Você analisa os pré-requisitos constitucionais: fato determinado, número de assinaturas e prazo para investigação. Se ela atende esses pressupostos, o presidente não pode dizer que não vai instalar. Isso é uma cumplicidade envergonhada”, criticou.

O senador também acha que não cabe a justificativa de Pacheco de que a CPI poderá se transformar em palanque político para as eleições de 2022.

“Esse argumento de que pode transformar em palanque político e que não está na hora de fazer a CPI é totalmente impróprio”, afirma. “O Congresso, toda vez que fez investigação política e instalou CPI, se aproximou mais da sociedade. Se pegar historicamente as avaliações do Congresso, toda vez que teve CPI, ele se aproximou da sociedade fazendo a sua parte. Eleição tem um ambiente próprio. É apenas no próximo ano. Não tem nada a ver”, rebateu.

Isolamento de Bolsonaro revela fracasso de seu governo e a crise não tem saída


Charge do J. Bosco (oliberal.com)

Pedro do Coutto

O presidente Jair Bolsonaro revelou tacitamente o fracasso de seu governo na medida em que tentou impedir o funcionamento da Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar a atuação do Ministério da Saúde diante da pandemia da Covid-19.

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), expediu uma liminar estabelecendo o funcionamento da CPI, o que levou o presidente da República a uma reação exacerbada.

SOLIDARIEDADE – Os ministros do STF, exceto Nunes Marques, firmaram uma posição de solidariedade a Barroso, deixando o governo desestabilizado diante da opinião pública. Afinal, todos sabem que o governo fracassou no combate ao coronavírus. Basta ver a atuação da Saúde na gestaõa da crise sanitária durante o tempo em que Pazuello esteve à frente da pasta

A irritação de Bolsonaro tornou-se mais ampla, pois ele também investiu contra as manifestações da oposição no Congresso no que se refere a à aprovação de emendas de parlamentares.

ORÇAMENTO DE 2021 – O Congresso, por sua, vez, reportagem de Julia Chaib e Thiago Resende,  Folha de São Paulo deste sábado, acionaram o Tribunal de Contas da União para que o órgão não se posicione contra o Orçamento de 2021, apesar dos valores insuficientes para despesas obrigatórias, como aposentadoria e pensões.

O movimento integra a estratégia da cúpula do Congresso de enfraquecer o discurso do ministro da Economia, Paulo Guedes, que defende um amplo veto a emendas parlamentares. A intenção de Arthur Lira, presidente da Câmara, é preservar as emendas negociadas de última hora e que destinam dinheiro a obras e projetos para bases eleitorais de congressistas.

CRÍTICAS AO IBGE – A confusão tornou-se geral e, além disso, Bolsonaro voltou a criticar a metodologia do IBGE para calcular o índice de desemprego no país, uma vez que o trabalho do Instituto, segundo o presidente da República, apresenta um número exagerado de desempregados.

Bolsonaro citou números errados para defender o seu argumento. Segundo o presidente, o país tinha 14 milhões de desempregados, e agora possui 20 milhões. Ele diz que esse número foi inflado porque a metodologia do IBGE consideraria como empregados os 40 milhões de informais que perderam trabalho na pandemia.

Mas os números estão errados, já que no trimestre encerrado em janeiro, de acordo com dados da Pnad Contínua do IBGE, divulgados no fim de março, o número de desempregados no Brasil é de 14,3 milhões de pessoas. O maior número de desempregados desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012.

COMANDOS MILITARES – Os confrontos não cessam por aí. Há também uma tensão forte entre Jair Bolsonaro e os comandos militares que ainda estão reagindo mal à demissão do general Fernando Azevedo e também em face das renúncias dos comandantes do Exército, da Marinha e Aeronáutica.

Bolsonaro substituiu Azevedo pelo general Braga Netto e novos comandantes assumiram os postos nas Forças Militares, mas o maior atrito foi com o general Edson Pujol cujas opiniões colidem com a do titular do Planalto. Pujol não aceita a expressão “meu exército” usada por Bolsonaro em suas declarações, mas o presidente da República ainda insiste em repeti-la.

“VARA DE CONDÃO” – Enquanto isso, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga afirmou que está fazendo possível na pasta, mas que não tem “vara de condão” para resolver os problemas da falta de vacinas nos estados e municípios brasileiros, que chegaram a paralisar a imunização contra a covid-19.

Queiroga visitou novamente a Fiocruz, mas apenas para contatos formais. O ministro não estabelece uma ação firme para conter o número de mortes ou tão pouco as contaminações. Uma calamidade

SALÁRIOS E INFLAÇÃO –  Agravando ainda mais o panorama, reportagem de Fernanda Brigatti, Folha de São Paulo, destaca que as negociações de reajustes salariais concluídas em janeiro e fevereiro deste ano indicam que os trabalhadores com data-base no primeiro semestre terão dificuldades para compensar as perdas da inflação nos últimos 12 meses.

Sem a reposição da inflação, o salário encolhe, pois o valor não acompanha a alta de preços importantes para o orçamento das famílias.

O governo perde o controle também da inflação e a crise se agrava, pois não há rumo preciso. Aliás, o governo Bolsonaro se caracteriza pela falta de planejamento de projeto de governo, apesar de estar há dois anos no Planalto. Não conseguiu estabelecer um plano concreto de governo.  A perplexidade é geral.


Se Bolsonaro fosse mesmo evangélico e temente a Deus, não teria tanto ódio no coração


Charge do Laerte (Folha de S. Paulo)

Roberto Nascimento

A excelente matéria da jornalista Maria Cristina Fernandes no Valor Econômico, publicada também na TI, é uma aula histórica. O jantar do presidente e ministros com empresários amigos em São Paulo, cujo anfitrião explora a área de Segurança Armada, demonstra que as ações do governo são puro marketing, fakes news montadas para enganar e manter sua claque unida para 2022.

 Aliás, Bolsonaro só pensa naquilo, ficar mais quatro anos. Para quê? Para nada de bom, somente flertar com o autoritarismo à moda 1964, destruir o meio ambiente através do terrível ministro Ricardo Sales, e fazer propaganda do Kit Covid como tratamento precoce, que autoridades médicas não recomendam, por ser ineficaz contra o vírus e ainda traz efeitos colaterais para o infectado.

ARMAS E REELEIÇÃO – A população está perdendo a batalha contra o vírus e o presidente não ajuda. Sua preocupação principal é liberar geral a compra de armas. Depois vem, o flerte com os políticos centristas e os pastores evangélicos para que guiem seus eleitores e fiéis nas urnas de 2022.

Um crente a Deus, um evangélico, não tem ódio no coração e se assim o fosse, já teria comprado vacinas para seu povo, desde setembro, quando a Pizer ofereceu as doses, que o Trump também negou, mas o Biden comprou. Hoje, quase 200 milhões de americanos serão vacinados e nós estamos engatinhando, com o negacionista ainda achando que não tem jeito, todo mundo vai pegar e precisamos ter coragem.

Mas é melhor ser maricas, do que ser contaminado e morrer.

PRIVATIZAÇÃO – De outro lado, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas Infraestrutura, babou de satisfação ao bater o martelo da privatização de 22 aeroportos, a preço de banana. Colocam o preço mínimo no chão, para alardear ágios altos e dizerem que o leilão foi um sucesso. Depois, os especialistas fazem a conta e descobrem que a venda do patrimônio público foi quase de graça.

Vamos e venhamos, são mesmo patriotas esses vendilhões do templo? Só querem saber de se livrar do que foi construído com suor e lágrimas, entregando a empresários que desejam tudo já prontos para lucrar. Por que esses abutres não constroem refinarias, metrôs, ferrovias, estradas, portos e aeroportos? Não, esperam o Estado investir, construir, depois trabalham para que as instalações sejam sucateadas, para, enfim, comprar baratinho, na bacia das almas.

Isso é Brasil, nesse novo governo militar. Por isso, a nação não decola e agora está retrocedendo, com Bolsonaro, Guedes, Braga, Ramos e companhia.

Em respeito com cada vida ceifada e sufocada pelo coronavírus, mais de 25 óbitos em Jeremoabo, os vereadores estão na obrigação de instalar uma CPI com urgência.

 “O povo não pode pagar com a própria vida"  ( (CNBB)

O povo de Jeremoabo não pode pagar com a própria vida pela omissão,  incompetência,  insensatez e ineficácia do governo municipal de Jeremoabo, que está causando mortes, principalmente num hospital que tornou-se laboratório de   ascensão da pandemia de covid-19.

Os vereadores de Jeremoabo pelas suas próprias palavras documentadas nos áudios/vídeos das sessões, não podem continuar omissos e coniventes com a tragédia que nos abate, assola o Brasil e a nossa Jeremoabo, já que existem .fatos concretos e indícios que justifiquem a abertura de uma CPI, principalmente por desrespeito a essa casa legislativa por falta de esclarecimentos públicos.

É   preciso fechar bares e comércios, mas dar suporte às pessoas para que fiquem casa”; acrescento, em Jeremoabo nem a merenda escolar é distribuída para os alunos, o dinheiro chegou, porém há meses que os alunos perderam a sua única alimentação para sobreviver.

Segundo denúncias dos vereadores da oposição. que iremos anunciar abaixo, a saúde pública passa por sérias dificuldades e cabe aos edis fiscalizarem os atos do "despreparado gestor e seus assessores de Saúde" , que não tem demonstrado transparência em sua gestão.

Os fatos graves já denunciados inúmeras vezes pelos vereadores nas quatro paredes daquela casa legislativa são:

1 - Há mais de ano pedem até pelo amor de Deus, que o Prefeito diga onde está ou o que fez com o Dinheiro do Covid-19.

2 - Segundo esses mesmos vereadores, o dinheiro do COVID-19 está sendo desviado com aluguel de uma Caminhonete FIAT/TORO unicamente para o prefeito esnobar e passear, quando a mesma deveria servir o gabinete em horário de expediente.

3 - Mais um desvio do dinheiro do COVID-19, para pagar Pensão Alimentícia do Chefe de Gabinete, bem como, contrato de uma engenheira.(denuncias de vereadores)

4 - Ainda segundo denuncias  dos vereadores por meses, não sei se já normalizou, estava faltando Testes COVID-19, quem quisesses testar, que pagasse particular. 

5 - Outra denuncia gravíssima nas sessões da Câmara, no hospital Municipal de Jeremoabo só existe um médico que presta serviços no pronto Socorro e aos mesmo tempo atende contaminados pelo COVID-19 , pacientes internados e mulheres paridas, verdadeira fabrica de contaminação.

6 - O mais grave, um ato criminoso que os vereadores denunciaram, porém, por conivência, prevaricação e omissão estão cometendo a mesma ilegalidade, ou seja, no mês passado, mais de dez pacientes acompanhados de seus familiares, contaminados pelo vírus do COVID-19, num dia de sábado à noite, procuraram o Pronto Socorro do Hospital, lá chegando, constatado que haviam contraído o coronavírus, foram colocados num quarto junto com seus familiares, como se " gado" fosse, fato e ato, que com certeza contaminaram seus familiares, assim como os que permaneceram casa.

Diante de todos esses e outros fatos, inclusive concernente a vacinação, os vereadores estão na obrigação de INSTALAREM UMA CPI, para apuração de quais os responsáveis e as supostas ilegalidades, inclusive apurar o que a COOPERATIVA dos milhões está fazendo no Hospital e no Município de Jeremoabo



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