sábado, setembro 26, 2020

Pelo bem de Jeremoabo devemos esquecer as pequenas coisas..

 

                                             Foto Divulgação Google

Sou de maior, sei o que faço, sou responsável por meus atos, não tenho que dar satisfação a quem não tenho o mínimo de  amizade ou relacionamento.

Sou livre para apoiar e votar em quem  bem quiser, pois sempre votei por um ideal; nunca fui eleitor de cabresto nem tão pouco influenciado por quem quer que seja.

Ainda não chegou o momento para declarar meu voto a CANDIDATA ANABEL, no entanto, não sei qual o motivo de tantos comentários principalmente a caso passado entre eu e Tista de Deda.

Quero dizer que meus problemas pessoais, só a mim pertencem, nunca dei nem darei ousadia a quem nada tem haver com o caso vir dizer o que deverei fazer  ou deixar de fazer; aconselho que esses  descompreendidos procurem seu lugar e se respeitem.

Na hora que resolver passar uma esponja no passado, passarei, e daí, qual o problema?

Do perdão

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por Paulo Coelho |
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O perdão é uma estrada de mão dupla.

Sempre que perdoamos alguém, estamos também perdoando a nós mesmos.

Se somos tolerantes com os outros, fica mais fácil aceitar nossos próprios erros.

A partir daí, sem culpa e sem amargura, conseguimos melhorar nossa atitude diante da vida.

Pedro perguntou a Cristo: “Mestre, devo perdoar sete vezes meu próximo?”

E Cristo respondeu: “não apenas sete, mas setenta vezes”.

Quando – por fraqueza – permitimos que o ódio, a inveja, a intolerância fiquem vibrando ao nosso redor, terminamos nos consumindo nesta vibração. O ato de perdoar limpa o plano astral, e nos mostra a verdadeira luz da Divindade


Quem fica de joelhos diante de Deus, fica de pé diante de qualquer coisa!








                                                          

Foto Divulgação Google

Prefeito de Ilhéus deve remover publicidade institucional irregular das redes sociais

 

Prefeito de Ilhéus deve remover publicidade institucional irregular das redes sociais
Foto: Reprodução / Prefeitura de Ilhéus

A Justiça determinou que o prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre Correa de Sousa, remova toda publicidade institucional publicada em seu perfil pessoal do Instagram. A ação foi movida pelo Ministério Público eleitoral, através do promotor de Justiça Pedro Nogueira Coelho. 

 

A decisão, proferida na última quinta-feira (24), também se estende ao Município de Ilhéus para remover toda publicidade institucional das redes sociais. A juíza Raquel François determinou a remoção, inclusive, do vídeo ‘Ilhéus em 1 minuto – Ep. 10’.  Em caso de descumprimento da decisão, será aplicada uma multa diária de R$ 2 mil.

 

Na representação, o MP apontou que o “Município de Ilhéus utiliza, de maneira habitual, perfil institucional no Instagram para, dentre outros, realizar publicidade institucional”, que pode ser veiculada três meses antes do pleito eleitoral, conforme a Lei das Eleições. O promotor pontuou que a Emenda Constitucional nº 107/2020 transferiu o primeiro turno das eleições desse ano para 15 de novembro, fazendo o período de vedação da publicidade começar em 15 de agosto.  Sobre o vídeo, Pedro Nogueira afirmou que o produto foi publicado no último dia 12, dentro do período vedado, com publicidade institucional dos atos, programas, serviços e campanhas do município.

Justiça determina que Coaf e Receita sejam notificados sobre transferência milionária de Romário


Romário é suspeito de ocultar patrimônio para evitar credores

Marco Grillo e Thiago Prado
O Globo

A Justiça do Rio determinou que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e a Receita Federal sejam notificados sobre a transferência de R$ 22 milhões em recebíveis feita pelo senador Romário (Pode-RJ) ao seu advogado e ex-assessor parlamentar Luiz Sérgio de Vasconcelos Júnior. A transação financeira do ex-jogador, suspeito de ocultar patrimônio para evitar o pagamento a credores, foi revelada pelo O Globo em agosto.

Além disso, uma cópia dos autos será enviada para a Procuradoria da República no Distrito Federal, para que seja apurada a suposta prática de improbidade administrativa. Há a suspeita de que o senador tenha usado verba do gabinete para pagar serviços particulares de advocacia, já que Vasconcelos, que o representa em dezenas de processos, foi seu assessor entre 2017 e 2019.

PEDIDO DO MP – Caso haja desdobramentos na esfera penal, a juíza indica que poderá ser necessária a participação da Procuradoria-Geral da República (PGR) no caso. O repasse das informações foi efetivado a partir de um pedido do Ministério Público do Rio (MP-RJ).

“Acolho a promoção do MP e determino que sejam extraídas cópias dos autos, devendo as mesmas serem encaminhadas para: o Ministério Público Federal do Distrito Federal, a fim de apurar suposta prática de improbidade administrativa, o qual, após diligências e análise mais acurada, poderá desmembrar a investigação para seara criminal, remetendo, então, à PGR; Considerando as informações trazidas acerca da transferência de direito sobre vultuosa quantia monetária, encaminhem-se cópias ao Conselho de Controle de Atividade Financeira (Coaf) e à Secretária Especial da Receita Federal para que tomem ciência do ocorrido e adotem as medidas cabíveis”, escreveu a juíza Simone Cavalieri Frota no despacho.

FRAUDE – A transferência milionária de créditos para o advogado está sendo discutida em um processo na Justiça do Rio, em que uma construtora que vive um embate jurídico com Romário há quase duas décadas acusa o senador de fraude processual. Os R$ 22 milhões repassados pelo senador ao advogado são divididos em duas partes.

A primeira delas, referente a R$ 15,1 milhões, diz respeito a um acordo com o Vasco para o pagamento de uma dívida antiga do clube com Romário. A construtora, em 2018, havia conseguido penhorar os pagamentos, feitos em parcelas mensais. Os repasses foram interrompidos e, em outro processo, o advogado acionou o clube alegando ser dono do saldo da dívida – a transferência dos créditos foi formalizada em cartório.

A segunda parte diz respeito a um imbróglio com a própria construtora, a quem Romário deve cerca de R$ 24 milhões, em valores já reconhecidos pela Justiça. O senador, por outro lado, alega que, do montante da dívida que trata de multas (a soma total inclui valores decorrentes de perdas e danos e rompimento unilateral do contrato), ele já pagou R$ 6,9 milhões a mais – crédito exato que foi transferido ao advogado, que, em outro processo, acionou a empresa cobrando o pagamento. Para a construtora, o excedente deve ser subtraído da dívida total. Em resposta, a empresa entrou com uma queixa-crime por fraude processual contra Romário e Vasconcelos.

TRANSFERÊNCIA – Há dois anos, O Globo revelou que Romário havia transferido para a própria irmã, Zoraidi Faria, bens como uma lancha, um Porsche e uma casa na Barra da Tijuca – como O GLOBO mostrou, o prefeito Marcelo Crivella contrariou a área técnica da prefeitura e impediu a demolição do imóvel, cuja construção teve irregularidades constatadas pela Secretaria Municipal de Urbanismo.

Procurado, o senador não se manifestou. Em outra ocasião, quando questionado sobre a transação financeira, o advogado afirmou que não “deve satisfação” aos repórteres.

Fake news! Foto de indígena em queima controlada é de 2014 e não tem relação com o Pantanal

 

Foto de indígena em queima controlada é de 2014 e não tem relação com incêndios no Pantanal

Mais uma informação manipulada por falsos jornalistas

Tiago Aguiar
Estadão

Uma postagem viral no Facebook usa uma foto de 2014 para acusar “ONGs e militantes de esquerda” de serem os responsáveis pelos incêndios no Pantanal. Na realidade, a fotografia que mostra um indígena com um galho em chamas foi publicada originalmente na revista “Ciência Hoje”, em uma reportagem sobre o uso de fogo controlado no cerrado.

Além disso, ao contrário do que alega a peça de desinformação, não há denúncias sobre queimadas criminosas iniciadas por ativistas no Mato Grosso, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado.

REVISTA CIÊNCIA HOJE – O primeiro registro da foto encontrado por mecanismos de busca reversa de imagem é de junho de 2014, na revista “Ciência Hoje, que não está mais em circulação.

Apesar de não haver informação sobre a autoria da fotografia, é possível saber que a imagem ilustra uma reportagem sobre queimas controladas utilizadas pelos índios xavantes de Mato Grosso. Na técnica, indígenas ateiam um círculo de fogo para tratar a terra de plantio.

A postagem ainda cita uma lei que classifica como crime a prática de incêndios “com o fim de atentar contra a segurança do Estado”. Ao contrário do que o texto menciona, a pena é de 3 a 8 anos de reclusão, e não de 15 a 30 anos.

INSTITUTO CHICO MENDES – Em meio à repercussão sobre os incêndios que consomem o Pantanal, o Estadão Verifica checou vários conteúdos enganosos sobre as queimadas. Por exemplo, um vídeo que mostrava uma queima controlada com o objetivo de combater o fogo foi tirado de contexto para responsabilizar o Instituto Chico Mendes (ICMBio) pelo desastre ecológico. Fotos de animais feridos e outras imagens antigas também foram compartilhadas fora de seu contexto original.

Este boato foi checado por aparecer entre os principais conteúdos suspeitos que circulam no Facebook. O Estadão Verifica tem acesso a uma lista de postagens potencialmente falsas e a dados sobre sua viralização em razão de uma parceria com a rede social.

APOIO DO FACEBOOK – Quando nossas verificações constatam que uma informação é enganosa, o Facebook reduz o alcance de sua circulação. Usuários da rede social e administradores de páginas recebem notificações se tiverem publicado ou compartilhado postagens marcadas como falsas. Um aviso também é enviado a quem quiser postar um conteúdo que tiver sido sinalizado como inverídico anteriormente.

Um pré-requisito para participar da parceria com o Facebook  é obter certificação da International Fact Checking Network (IFCN), o que, no caso do Estadão Verifica, ocorreu em janeiro de 2019. A associação internacional de verificadores de fatos exige das entidades certificadas que assinem um código de princípios e assumam compromissos em cinco áreas:  apartidarismo e imparcialidade; transparência das fontes; transparência do financiamento e organização; transparência da metodologia; e política de correções aberta e honesta. O comprometimento com essas práticas promove mais equilíbrio e precisão no trabalho.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – É muito importante esse trabalho da grande mídia na identificação de fake news, que abundam na internet brasileira. Porém, enquanto não houver severa punição , esses criminosos continuarão agindo e influenciando os eleitores(C.N.)

A Jeremoabo da bagunça versus Jeremoabo paz e amor.

 

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Contra fatos não há argumentos, estamos diante de fatos, fotos e vídeos, onde  o direito do cidadão jeremoabense não foi respeitado na sexta-feira 25 de setembro o dia que Jeremoabo pegou fogo em forma de desespero político.
Desrespeitaram o sossego principalmente das crianças, dos idosos e dos doente; foi preciso a intervenção da polícia para a normalidade imperar em Jeremoabo.
Se em período pré-eleitoral está assim , o que não será após eleições.
Certos gestores, certos agentes politico estão na obrigação de respeitar  a lei; será que ainda não aprenderam que ninguém está acima da lei?
O que conforta a nos jeremoabense, é que  a maioria sempre respeitou e  continua respeitando a Lei, demonstrando civilidade, amor ao próximo, lutando para elevar o nome da Jurema em Flor, como cidade hospitaleira, civilizada, que adora a paz e o lazer.
Desrespeito e violência não leva a nada, que belo exemplo demonstrado através das fotos abaixo, sem precisar interferência de polícia para manter a paz e a ordem, pois a paz e a ordem, está no coração de todos.








Esse é o Jeremoabo que o povo exige, sem ódio, sem rancor, sem ameaças, porém, com paz, respeito e Deus no coração

 


Jurema em Flor, jamais retrocederá para  a barbárie, para a intranquilidade, e para as desavenças entre famílias e irmãos.
O povo hoje perante Deus e São João Batista bradou o grito de independência, de liberdade, de luta por dias melhores, com progresso, paz e civilidade.

Ameaças, violência, desrespeito é a arma dos fracos, de quem não tem argumentos. 
Avante povo de Jeremoabo, quem tem que resolver nossos problemas somos nós.
Que Deus nos ajude.





O ministro demitido pelo telefone perdeu uma oportunidade de se recolher à sua insignificância

 

Notícias > Nota de Falecimento | ABED

José Carlos Azevedo se notabilizou com reitor da UnB

Vicente Limongi Netto

A pretexto de bajular a reitora reeleita da UnB, Márcia Abrahão Moura, o desprezível e sábio de plástico Cristovam Buarque desmereceu, em torpe artigo no Correio Braziliense do dia 22, a importância de reitores nomeados, afirmando, com rigorosa má-fé, que “o reitor imposto faz o trabalho acadêmico fenecer, no lugar de florescer”.

Discordo, enfaticamente, do grotesco Buarque.  Cristovam é aquele que Lula demitiu do MEC, pelo telefone. José Carlos Azevedo, por exemplo, foi honroso vice-reitor e depois reitor nomeado da UnB. Cristovam não tem competência para engraxar os sapatos do saudoso Azevedo.  Que administrou a universidade com esmero e competência. Deixou a UnB com dinheiro sobrando. Imóveis da instituição valorizados. Com a imagem da UnB respeitada no Brasil e no exterior.

UM SUPER-REITOR – Azevedo criou cursos, abriu centros de ensino. Ampliou o acervo da Biblioteca. Promoveu seminários e congressos com a participação de renomados intelectuais, brasileiros e estrangeiros. Contratou professores expressivos.  Foi Azevedo que criou a editora da instituição, com lançamentos de obras ainda hoje procuradas pelo mundo acadêmico. 

Azevedo era homem de diálogo. Mas não admitia badernas. Não se intimidava com conspirações de pseudos letrados, fantasiados de pretensiosos mestres. Incentivava e valorizava aqueles realmente devotados ao ensino e ao crescimento intelectual dos alunos. Nessa linha, como reitor, enfrentou e desmascarou farsantes e paladinos de meia pataca. O legado e a memória de Azevedo, como professor, militar e intelectual, precisam ser respeitados. 

ALCOLUMBRE, O FARSANTE – Quem participa e acompanha a valorosa e independente Tribuna da Internet, sabe que faz tempo que destroço, com argumentos jurídicos e político, mais uma farsa do roliço Davi Alcolumbre, insistindo ser reeleito presidente do Senado e do Congresso.

Nessa linha, julgo saudável e aplaudo, que alguns senadores que apoiaram a sessão fraudulenta de fevereiro de 2019, que alijou Renan Calheiros da disputa pelo cargo, estão, agora, contra a recondução de Alcolumbre e do lado da Constituição. A verdade e o bom senso haverão de prevalecer.

ANEDOTÁRIO INTERNACIONAL – O discurso de Bolsonaro na ONU ficará no anedotário internacional. Foi ruim, semelhante ao do ano passado. Segundo ele, a imprensa politizou a covid-19, que chamou de “gripezinha” e já matou quase 170 mil brasileiros.

E mais: as queimadas no Pantanal e na Amazônia são “inevitáveis”, arengou. E para completar alegou ser vítima de agressões internacionais para derrubá-lo do poder.

Por fim, aposentados, pensionistas e a torcida do Flamengo estão unidos e otimistas. Juntarão suas economias para mandar Paulo Guedes morar em Vênus, onde dizem que há sinais de vida. Já irá tarde.

Comparado ao Judiciário, o governo de Bolsonaro parece ser muito menos danoso ao país


A pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer.... Frase de Rui Ba… | Rui barbosa frases, Frases em portugues, Citações sábiasCarlos Newton

Ruy Barbosa tinha razão. Muitas vezes, o cidadão de bem tem motivos para se envergonhar de ser honesto. As leis existem para harmonizar a sociedade, impedir a exploração do homem pelo homem, proteger as minorias carentes, reduzir as desigualdades sociais, combater a criminalidade etc. Justamente por isso, o Judiciário é o mais importante dos Poderes da República, porque tem o dever se supervisionar os atos do Executivo e do Legislativo, caso sejam ilegais ou inconstitucionais.

Quando o Judiciário funciona a contento, os dois outros poderes são obrigados a obedecer às leis e atender melhor aos cidadãos. Mas não é isso que acontece no Brasil, um país onde a Justiça verdadeiramente envergonha o cidadão-contribuinte-eleitor, como diz Helio Fernandes.

UM PROJETO INDIGNO – Reportagem de William Castanho e Fábio Pupo, na Folha desta sexta-feira, dia 25, mostra que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) não se movimenta para exigir o fim da impunidade dos crimes ligados a enriquecimento ilícito, através da volta da prisão após segunda instância, nem toma a iniciativa de recomendar o fim do foro privilegiado.

Em compensação, o CNJ tem a desfaçatez de enviar ao Congresso um projeto para o Judiciário ultrapassar o teto de gastos da União. A proposta determina que receitas das chamadas custas processuais (cobradas no início da ação ou nos recursos) sejam usadas pela Justiça acima do limite estabelecido pela “regra de ouro”.

Previsto na Constituição desde 2016, o teto de gastos impede o crescimento real das despesas de todos os Poderes, para evitar o desequilíbrio nas contas públicas.

DE OLHO EM R$ 600 MILHÕES – O CNJ está de olho na arrecadação da Justiça Federal e da Justiça Trabalhista, que recolheram quase ​R$ 600 milhões em custas (em valores de 2018).

Com esses recursos, o Judiciário pretende bancar novas benesses aos magistrados, como o pagamento de um terço de férias a juízes e desembargadores federais de todo o país. Esses magistrados já têm direito a 60 dias de férias por ano e agora podem “vender” 20 dias.

A proposta é indigna, porque não leva em conta a realidade judiciária do país. Já faz tempo que magistrado trabalha no dia que bem entende. A sexta-feira é considerada “day off”, os juízes não trabalham e os serventuários se revezam nos cartórios. O movimento nos tribunais é mínimo.

DIVERSOS PENDURICALHOS – Além dos elevados salários, os magistrados ganham diversos adicionais, conhecidos como penduricalhos, como auxílio-moradia, educação, creche e alimentação, embora raramente cheguem antes do almoço.

Têm direito também a um adicional de um terço do salário quando “cobrem” as férias de outros juízes, sem praticamente nada fazer, despachando apenas os processos urgentes, embora na Justiça brasileira não exista urgência para nada, porque juiz raramente cumpre prazo processual.

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P.S
. – A proposta indecente do Conselho Nacional de Justiça foi apresentada dia 9 por Dias Toffoli, então presidente do CNJ, na véspera de deixar o cargo. Também assinaram os ministros Villas Bôas Cueva e Humberto Martins, ambos do Superior Tribunal de Justiça. O projeto foi recebido com surpresa pela equipe econômica e considerado claramente inconstitucional, por criar uma excepcionalidade à Constituição via projeto de lei. Quer dizer, os economistas perceberam a evidente inconstitucionalidade que os ministros de tribunais superiores não conseguiram vislumbrar, com a vista turvada pelo vil metal. Mas quem se interessa? (C.N)

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