quinta-feira, agosto 20, 2020

A incompetência para gerir o trafego em Jeremoabo continua capenga, acéfala..

Estas fotos estou recebendo de um cidadão de Jeremoabo que tem casa comercial na cidade, paga todos seus impostos, porém seu direito de "ir e vir" não existe por falta de autoridade do gestor que  deixa o transito de Jeremoabo entregue as baratas,  salve-se quem puder.
Dois locais que tornaram-se o cancro da cidade de Jeremoabo; a Goela da Ema e principalmente a Rua Duque de Caxias, que além de ficar praticamente intransitável devido as carretas estacionadas no meio da rua fechando o trânsito, ainda coloca em risco a vida dos perdestes.
Não fosse a coincidência de um Veículo da Polícia Civil por ali trafegar, onde o Policial Civil Josafá em questão de minutos organizou tudo, a situação continuaria caótica como sempre.
Aproveito o ocorrido para demonstrar que toda doença que acomete o transito em Jeremoabo, o causador é o gestor devido a sua intemperança, incompetência e falta de autoridade; a prova está aí, em questão de minutos um militar civil organizou tudo.
Fica demonstrado que no mínimo falta vontade política,  o povo que além de não ter a liberdade de " ir e vir." ainda fica exposto a um acidente. 








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Representação na Justiça Eleitoral contra propaganda antecipada

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Mais uma Representação na Justiça Eleitoral de Jeremoabo por prática ilegal de Propaganda Eleitoral antecipada.
A continuar do jeito que vai, muita gente além de pagar pesadas multas irão responder por haver cometido crimes eleitorais e comuns.
Talvez alguns estejam com algum tipo de esclerose cuja reação seja desrespeitar a quem nem conhece.

quarta-feira, agosto 19, 2020

Ministros do STF estranham ação da AGU contra bloqueio de perfis em redes sociais

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O próprio Bolsonaro bloqueia acesso a suas redes sociais
Andréia SadiG1 Política
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estranharam a ação protocolada pela Advocacia-Geral da União (AGU) na Corte pedindo a suspensão de decisões que bloquearam perfis em redes sociais. Nas palavras de um integrante do STF, a AGU “não tinha motivos para agir”. Para ministros da Corte, ouvidos pelo blog, Bolsonaro usou a AGU para fazer um gesto aos apoiadores mais radicais, mostrando que não abandonará sua base.
No governo, ministros defendem a iniciativa de Bolsonaro argumentando que ministros do STF foram sondados antes a respeito da intenção de Bolsonaro para “marcar posição”. E afirmam que o presidente “mudou sua postura” ao adotar a via jurídica e não atacar o STF pelas redes sociais.
ERRO DO GOVERNO – Já outro assessor de Bolsonaro avalia que o governo errou ao usar a AGU para questionar a decisão de Alexandre de Moraes, assim como pensam lideranças do Congresso.
Um integrante da cúpula do Congresso afirmou ao blog que a decisão pode e deve ser questionada pelos acusados se se sentirem injustiçados, mas que este papel não é da AGU. “Assim, quando o governo compra uma briga que, tecnicamente, não é dele, ele deixa claro qual é a sua turma”, diz o parlamentar.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Trata-se do uso indevido e ilegal de funcionários e recursos públicos para atender a interesses particulares do presidente da República. No caso, a utilização da AGU é gravíssima, porque Bolsonaro está usando a Advocacia-Geral da União para defender as fake news, a verdade é esta. Nos países mais civilizados ocorre exatamente o contrário, pois os governos combatem as fake news, ao invés de apoiá-las.  (C.N.)

Bolsonaro usa “pedaladas” de antecessores para ampliar gastos com créditos extras


TRIBUNA DA INTERNET | Sem crédito extra em 15 dias, Bolsonaro terá ...
Charge do Gomez (Arquivo Google)
Daniel WetermanEstadão
Tema de embate interno no governo, o uso de créditos extraordinários – não previstos no Orçamento – à margem dos limites legais foi adotado em larga escala por antecessores do presidente Jair Bolsonaro e teve aval do Congresso. Agora, integrantes do Executivo e parlamentares discordam sobre o aumento de gastos para realização de obras de interesse do Planalto.
A estratégia classificada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), como inconstitucional teve respaldo nos últimos anos em despesas totalmente previsíveis, como a limpeza do chão onde trabalham os deputados federais, a realização de obras de infraestrutura e até o pagamento de auxílio-moradia para servidores públicos.
MEDIDA PROVISÓRIA – Como o Estadão/Broadcast revelou, o governo prepara uma medida provisória abrindo um crédito extraordinário de R$ 5 bilhões para obras de infraestrutura, o que deixaria a despesa fora do teto de gastos. Uma MP passa a valer assim que é assinada pelo presidente da República, mas tem 120 dias para ser confirmada ou rejeitada pelo Congresso.
Desde o início do governo, Bolsonaro assinou 36 medidas provisórias para abertura de crédito extraordinário – todas elas elencadas como gastos imprevisíveis, como o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais. Agora, porém, o governo quer ir além e adotar o instrumento para realizar obras em locais escolhidos por ministros e parlamentares.
Na semana passada, Rodrigo Maia disse ao Estadão que a estratégia é inconstitucional. Se a ampliação dos gastos em infraestrutura na pandemia for uma decisão de governo, de acordo com o parlamentar, é preciso mandar um projeto de lei, não uma MP, para refazer a distribuição dos recursos dentro do próprio Orçamento. Ou seja, para ampliar os gastos com obras, será preciso cortar de outras áreas.
DESPESAS IMPREVISÍVEIS – A Constituição só permite crédito extraordinário para despesas urgentes e imprevisíveis, ou seja, gastos emergenciais que o Executivo não podia ter previsto antes. Somente em situações como guerra, comoção ou calamidade pública é que esse espaço extra no orçamento é autorizado.
O crédito extraordinário fica fora do teto de gastos, regra que proíbe o governo de gastar acima da inflação do ano anterior desde 2016. É por essa brecha que o governo articula investimentos com a justificativa de combater os efeitos econômicos da pandemia de covid-19.
A abertura de crédito extraordinário para bancar despesas de interesse do governo, articulada agora pelo presidente Jair Bolsonaro, também foi usada por antecessores, mesmo quando os gastos não eram para despesas imprevisíveis, como manda a Constituição.
LIMPEZA E VIGILÂNCIA – Em novembro de 2016, o presidente Michel Temer assinou uma medida provisória abrindo crédito extra para bancar custeios administrativos na Câmara dos Deputados, como informática, limpeza e vigilância. Na mesma medida, autorizou o dinheiro extraordinário para pagar a conta de luz do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e os aluguéis da Justiça Militar da União.
A Consultoria de Orçamento da Câmara alertou que a medida de Temer não atendia aos critérios da Constituição exigidos para crédito extraordinário. O Legislativo, porém, deixou a MP passar sem votar, permitindo ao governo executar todas as despesas articuladas pelo governo.
NA ERA DE LULA – Em 2008, o Congresso aprovou uma MP do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizando o governo a gastar R$ 1,7 bilhão com obras em rodovias, saneamento e energia elétrica. Na época, técnicos do Senado colocaram dúvidas sobre a constitucionalidade da medida, o que não foi suficiente para barrar a despesa.
Em uma ação protocolada pelo PSDB, oposição ao governo do PT, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu os efeitos da MP de Lula, mas o governo já havia gastado quando a decisão foi dada.
Também houve uma medida abrindo um crédito extraordinário para o pagamento de auxílio-moradia a agentes públicos em 2016, ainda durante o mandato da ex-presidente Dilma Rousseff. A medida foi vista por especialistas como totalmente incomum. Prevendo outras despesas, a MP deu aval para um gasto de R$ 419,5 milhões. A Consultoria da Câmara também contestou a medida, mas o Legislativo deixou passar.
TUDO DE NOVO – A estratégia de Bolsonaro, adotando a mesma manobra de antecessores, é contestada por técnicos do Congresso. “Depois do impeachment de Dilma, o governo tem certos receios de usar crédito extra, o orçamento não é como antigamente. Existe a brecha, mas não seria recomendado para fazer investimentos”, afirmou o diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, Felipe Salto.
Na avaliação do economista, o uso do crédito para investimentos, mesmo que seja extraordinário, abriria margem para gastos permanentes com a necessidade de manter as estruturas funcionando após essas obras. “Pode-se falar que o investimento é necessário porque a crise não era prevista, sempre dá para justificar, mas esse seria um caminho ruim para o pós-crise. Burla ao teto de gastos não é desejável.”
Procurado pela reportagem, o Ministério da Economia respondeu apenas que a Secretaria de Orçamento Federal, vinculada  à pasta, não recebeu até o momento a demanda de recursos questionada – ou seja, o crédito para as obras.

Bolsonaro aprova, com vetos, repasse de R$ 16 bilhões a estados e municípios por perdas decorrentes da pandemia

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MP editada em abril estabeleceu compensação aos governos locais
Mateus Rodrigues e Pedro Henrique Gomes
G1
O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira, dia 18, a lei que estabelece um repasse de até R$ 16 bilhões a estados e municípios, como compensação pelas perdas de arrecadação decorrentes da pandemia do novo coronavírus.
As regras entraram em vigor em abril, quando o governo editou a medida provisória 938. O texto original previa os mesmos R$ 16 bilhões, previstos para custear prejuízos de março a junho. A ideia era que os valores fossem repassados em quatro meses, sendo no máximo R$ 4 bilhões ao mês.
REPASSE – Durante a tramitação no Congresso Nacional, parlamentares aumentaram o prazo de aferição do prejuízo de estados e municípios – agora, de março até novembro. Em contrapartida, o repasse máximo mensal da União aos governos locais passou para R$ 2 bilhões ao mês, a partir de julho e até novembro. Quando a MP foi aprovada no Senado, no fim de julho, o governo informou que já tinha pago R$ 9,86 bilhões – mais da metade dos R$ 16 bilhões autorizados pela medida provisória.
O dinheiro é destinado aos governos que recebem recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Se os prejuízos medidos não chegarem aos R$ 16 bilhões, a diferença não precisa ser transferida pela União. O presidente Bolsonaro vetou uma mudança, feita pelo Congresso, que autorizava estados, municípios e o Distrito Federal a reter saldos desse apoio financeiro que não fossem utilizados.
Segundo o governo, essa proposta estava “em descompasso com o atual contexto de restrição fiscal, ao permitir um incremento no valor dos repasses aos fundos de participação em montantes superiores aos valores de 2019”. O veto será analisado pelo Congresso Nacional, que pode restaurar o artigo ou derrubar a regra em definitivo. Até que isso aconteça, o trecho vetado fica inválido.

TSE derrota tentativa de Edson Fachin de criar “crime de abuso de poder religioso”

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Bahia Notícias / Charge / Charge do Borega - Bahia Notícias - 12 ...
Charge do Borega (Bahia Notícias)
José Carlos Werneck
Em julgamento virtual, o Tribunal Superior Eleitoral  derrotou, nesta terça-feira, por 6×1 votos, a proposta do ministro Edson Fachin de punir como um suposto crime, não previsto em lei, de “abuso de poder religioso”, com o objetivo de impedir que líderes religiosos peçam votos para candidatos e partidos.
O julgamento do Tribunal Superior Eleitoral foi considerado, uma vitória do direito do cidadão, religioso ou não, à Liberdade de Expressão.
SEM DISCRIMINAÇÃO – Edson Fachin negou a intenção de qualquer tipo de discriminação, mas políticos e juristas viram tentativa do ministro de impedir apoio evangélico a Bolsonaro, em 2022.
Fachin tentou usar o julgamento de uma vereadora do município goiano de Luziânia, Valdirene Tavares dos Santos do Partido Republicanos, pastora da Assembleia de Deus, acusada de se beneficiar da posição de religiosa para ser eleita e reeleita em 2016.
Muitos especialistas criticam severamente o viés “legislador” do TSE, que seria uma interferência indevida nas funções de competência do Poder Legislativo. Desta vez, pela proposta de Fachin, seria criminalizado o suposto “abuso de poder religiosos” tanto quanto os abusos de poder econômico e político, que existem e podem levar à cassação de mandatos.
OUTRAS LIDERANÇAS -Fachin, no entanto, em seu voto, não esboçou qualquer restrição à influência de líderes sindicais, artistas e até professores, que fazem pregação eleitoral durante as campanhas.
Ministros do TSE, como Tarcísio Vieira, avaliaram que líderes religiosos que manifestam apoio a candidatos estão no pleno exercício do direito à Liberdade de Expressão.
Fachin negou a intenção de estabelecer proibições a determinado grupo, mas sua iniciativa foi considerada entre os políticos como um modo de impedir a repetição do apoio dos evangélicos s candidaturas como ocorreu em 2018, e que deve se repetir nas próximas eleições municipais. A decisão do Tribunal Superior Eleitoral rejeitou totalmente a tese de “abuso de poder religioso” e encerrou a questão.

STF julga nesta quarta-feira ação sobre ‘dossiê’ contendo informações de quase 600 servidores opositores de Bolsonaro


Charge do Benett (Arquivo do Google)
Rosanne D’Agostino
G1 / TV Globo
O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar nesta quarta-feira, dia 19, ação do partido Rede Sustentabilidade que pede a suspensão da produção, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, de um relatório sigiloso, um suposto dossiê contendo informações de quase 600 servidores públicos, a grande maioria ligada a movimentos antifascistas.
Na ação, a Rede pede ao STF a “imediata suspensão da produção e disseminação de conhecimentos e informações de inteligência estatal produzidos sobre integrantes do ‘movimento antifascismo’ e professores universitários”. A relatora da ação é a ministra Cármen Lúcia, que já disponibilizou aos demais ministros seu relatório com o resumo do caso.
INQUÉRITO – A ação também pede “a abertura de inquérito pela Polícia Federal para apurar eventual prática de crime por parte do ministro da Justiça e Segurança Pública e de seus subordinados”, além da remessa dos conteúdos já produzidos ao STF para análise, com a manutenção provisória do sigilo.Na semana passada, a ministra pediu informações ao Ministério da Justiça, que não confirmou nem negou a existência do dossiê.
Em documento encaminhado ao STF, no qual não incluiu o relatório, o Ministério da Justiça afirmou que não coleta informações com intuito investigativo e que isso difere de atividade de inteligência. Cármen Lúcia afirmou que, se a “gravidade do quadro descrito se comprovar, escancara comportamento incompatível com os mais basilares princípios democráticos do Estado de Direito e que põem em risco a rigorosa e intransponível observância dos preceitos fundamentais da Constituição da República”.
Em voto proferido no julgamento sobre fornecimento de dados à Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Cármen Lúcia destacou que “arapongagem” (investigação clandestina) é crime e, quando praticada pelo Estado, “é ilícito gravíssimo”.
AÇÃO SIGILOSA – A existência do relatório foi revelada pelo portal Uol. Segundo a reportagem, “o Ministério da Justiça colocou em prática, em junho, uma ação sigilosa sobre um grupo de 579 servidores federais e estaduais de segurança identificados como integrantes do ‘movimento antifascismo’ e três professores universitários”.
Ainda conforme a reportagem, a pasta “produziu um dossiê com nomes e, em alguns casos, fotografias e endereços de redes sociais das pessoas monitoradas”. O relatório foi feito pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi), ligada ao ministério.
SINDICÂNCIA – Após a revelação da existência do documento, ministro da Justiça, André Mendonça, determinou a abertura de uma sindicância para apurar as circunstâncias da elaboração do relatório. Ele também substituiu o então diretor do órgão, Gilson Liborio. No último dia 11, o suposto dossiê foi entregue à Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso Nacional.
O presidente da comissão, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), disse que assinou um termo de confidencialidade e que entregaria o relatório aos demais membros da comissão. Na segunda-feira, dia 16, o ministério anunciou a entrega do material ao STF e à Procuradoria-Geral da República. Na terça (17), a ministra Cármen Lúcia determinou o envio do material a cada um dos demais ministros do Supremo.

COVID-19 -Jeremoabo 221 casos POSITIVOS

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Varela critica aglomeração durante entrevista de prefeito de Jeremoabo

Varela critica aglomeração durante entrevista de prefeito

O apresentador criticou a postura do prefeito de Jeremoabo

Redação VNredacao@varelanoticias.com.br

Durante o programa Balanço Geral da TV Record Itapoan desta quarta-feira (19), o apresentador Raimundo Varela criticou a aglomeração causada por uma entrevista do prefeito de Jeremoabo, Derisvaldo José dos Santos, o Deri do Paloma (PP), para uma rádio local.
“O prefeito vai fazer campanha no chiqueiro para os seus porcos. Isso é momento de reunir o povo? isso é um genocídio no momento de pandemia”, disse Varela.
O apresentador ainda continuou. “Não importa quantas pessoas morram, o importante é ganhar a cadeira para a prefeitura. Para eles é mais importante ser prefeito do que salvar as vidas”.
O apresentador ainda cita um exemplo positivo. “Minha esposa é pré-candidata em Itaparica. O povo está pedindo socorro, mas Dona Sheila se afastou da campanha por não querer juntar as pessoas, isso é responsabilidade”.

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