terça-feira, janeiro 22, 2019

No dia que a madeira deitar o pregoeiro abre a fila...

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Acaso seja oficial, salvo engano, está havendo confronto de competências (Pregoeiro X Presidente da COPEL).

Extrato de Publicação de Contrato do Pregão Presencial nº 064- D/2018. Contratada: Contratado: MV2 Serviços Ltda.
 


O Pregoeiro é um profissional do quadro de servidores públicos, designado pela autoridade competente para a condução de licitações realizadas na modalidade Pregão, seja ela na forma eletrônica ou presencial. Deve ser funcionário efetivo do órgão promotor da licitação.
Como compor a Comissão de Licitação
Como compor uma comissão de licitação? O pregoeiro faz parte da comissão de licitação, ou se ele é um servidor com função distinta da comissão? Em uma prefeitura, por exemplo, quem pode e quem não pode fazer parte da comissão (ex: secretário de finanças)? Qual a melhor maneira e mais em conta para capacitar pregoeiros e comissão de licitação em municípios?
O artigo 51 da Lei Federal nº 8.666/93 disciplina a composição das Comissões de Licitação:
Art. 51.  A habilitação preliminar, a inscrição em registro cadastral, a sua alteração ou cancelamento, e as propostas serão processadas e julgadas por comissão permanente ou especial de, no mínimo, 3 (três) membros, sendo pelo menos 2 (dois) deles servidores qualificados pertencentes aos quadros permanentes dos órgãos da Administração responsáveis pela licitação.
§ 1º - No caso de convite, a Comissão de licitação, excepcionalmente, nas pequenas unidades administrativas e em face da exigüidade de pessoal disponível, poderá ser substituída por servidor formalmente designado pela autoridade competente.
§ 2º - A Comissão para julgamento dos pedidos de inscrição em registro cadastral, sua alteração ou cancelamento, será integrada por profissionais legalmente habilitados no caso de obras, serviços ou aquisição de equipamentos.
§ 3º - Os membros das Comissões de licitação responderão solidariamente por todos os atos praticados pela Comissão, salvo se posição individual divergente estiver devidamente fundamentada e registrada em ata lavrada na reunião em que tiver sido tomada a decisão.
§ 4º - A investidura dos membros das Comissões permanentes não excederá a 1 (um) ano, vedada a recondução da totalidade de seus membros para a mesma comissão no período subseqüente.
No caso do Pregão, o pregoeiro e equipe de apoio o artigo 3º da Lei nº 10520/02 determina:
Art. 3º -  A fase preparatória do pregão observará o seguinte(…)
IV – a autoridade competente designará, dentre os servidores do órgão ou entidade promotora da licitação, O PREGOEIRO E RESPECTIVA EQUIPE DE APOIO, cuja atribuição inclui, dentre outras, o recebimento das propostas e lances, a análise de sua aceitabilidade e sua classificação, bem como a habilitação e a adjudicação do objeto do certame ao licitante vencedor.
§ 1º - A equipe de apoio deverá ser integrada em sua maioria por servidores ocupantes de cargo efetivo ou emprego da administração, preferencialmente pertencentes ao quadro permanente do órgão ou entidade promotora do evento.
§ 2º - No âmbito do Ministério da Defesa, as funções de pregoeiro e de membro da equipe de apoio poderão ser desempenhadas por militares.
Não há nenhum impedimento legal no fato de um pregoeiro também fazer parte de uma Comissão de Licitação. O que recomendamos é que o funcionário público não deve centralizar muitas funções de tamanha importância e responsabilidade. Ser pregoeiro já é uma função que exige estudo, treinamento, noções profundas da legislação (Lei 8.666/93 e Lei 10.520/02), boa comunicação, poder de decisão e cautela, iniciativa e táticas leais de negociação. Acumulá-la com mais funções que também exigirão competência e responsabilidade, é aumentar a probabilidade de erro nas decisões. Outrossim,  o pregoeiro não poderá ser um funcionário que ocupa, simultaneamente, a função de autoridade competente; sob pena de restar frustrada a natureza jurídica do recurso hierárquico (nele a autoridade recorrida – pregoeiro – exara parecer sobre o recurso; mas é a autoridade competente hierarquicamente superior quem decide em última instância).
Comissão de licitação: responsabilidade e juízo crítico. Aqui não há espaço para “Maria vai com as outras”
Participar de comissão de licitação é coisa séria! Não raras vezes, o servidor é designado para integrar comissão de licitação, atuação essa que poderá lhe garantir o recebimento de gratificação pelo desempenho dessa nova função, se assim for previsto em norma, e, atraído pela promessa de um incremento remuneratório, nem sempre tem real consciência da responsabilidade que está assumindo.
De acordo com o inciso XVI do art. 6º e art. 51, ambos da Lei nº 8.666/93, a comissão de licitação é responsável por receber, examinar e julgar todos os documentos e procedimentos relativos às licitações e ao cadastramento de licitantes, sendo que dentre esses documentos estão os de habilitação e propostas.
Observe que a comissão tem em mãos um rol de atribuições bastante complexo, a ela conferida pela Lei de Licitações. Devido à diversidade e complexidade dessas atribuições os integrantes das comissões estão constantemente sujeitos a tropeços em razão de uma má aplicação das normas ou procedimentos inerentes a essa função.
Esse fato reforça a importância do constante aperfeiçoamento dos quadros de entidades da Administração por meio de cursos de capacitação oferecidos no mercado ou disponibilizados pela própria Administração com seus recursos.
Vencido esse ponto, relevante destacar a importância da atuação individual dos servidores integrantes da comissão de licitação.
Isso porque, como regra, o servidor que atuar de forma irregular, dando causa à prática de um ato viciado, poderá ser responsabilizado por sua conduta contrária à ordem jurídica, nas esferas civil, administrativa e criminal.
Inclusive, vale apontar o art. 1º da Portaria nº 34, de 3 de fevereiro de 2012, do Tribunal de Contas da União, onde se define que o valor da multa para o exercício de 2012, na ocorrência de uma das hipóteses do art. 58 da Lei nº 8.443/92 (Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União), pode chegar a R$ 41.528,52!
O servidor integrante de uma CPL, então, não pode se dar ao luxo de ser uma “Maria vai com as outras” concordando com a decisão tomada pela maioria, sem antes fazer uma análise crítica da situação.
Essa autonomia, em relação à tomada de decisão de cada servidor, possui grande importância face à responsabilidade solidária pelos atos praticados pela comissão.
É o que se verifica no § 3º do art. 51 da Lei de Licitações: “Os membros das comissões de licitação respondem solidariamente por todos os atos praticados pela comissão, salvo se posição individual divergente estiver devidamente fundamentada e registrada em ata lavrada na reunião em que tiver sido tomada a decisão”.
Repare que, para nossa sorte, o dispositivo traz hipótese permitindo o afastamento da responsabilidade solidária dos integrantes da comissão, quando da posição individual divergente fundamentada e formalizada.
Para tanto, vale a máxima antes afirmada, o membro da comissão não pode ser uma “Maria vai com as outras”! Caso o servidor discorde dos demais membros, e não conseguindo convencê-los de sua posição, lhe é garantido o direito de divergir, o qual será exercido e formalizado, para os fins do § 3º do art. 51, com a devida fundamentação e registro em ata lavrada na reunião em que for tomada a decisão.
Por meio desse procedimento, esse membro da CPL poderá se eximir de eventual responsabilidade solidária, caso a decisão tomada em reunião seja questionada.
No entanto, não basta que o membro da comissão seja da “turma do contra”, apenas contrapondo-se à vontade da maioria. O direito de divergir deve ser exercido com responsabilidade. Quando o servidor se encontrar diante de um ato que, com base em seu juízo crítico e racional, entender contrário à ordem jurídica, deverá expor os motivos que o levaram a essa conclusão na referida ata. Mesmo porque, a oposição injustificada e contrária ao ordenamento também gera responsabilização.

 O pregoeiro é o servidor responsável pelo procedimento licitatório desde a sessão de julgamento até o momento da adjudicação do objeto ao licitante vencedor. A escolha do pregoeiro se dará entre os funcionários ou empregados públicos que integram o órgão ou entidade da Administração Pública.
É vedada a alocação de servidores temporários para a função de pregoeiro. Todavia, é importante ressalvar que o cargo em comissão é um cargo permanente, apesar de ser transitório o seu exercício. Desse modo, aquele que ocupa cargo em comissão, ocupa cargo permanente, exonerável “ad nutum”, submetendo-se ao mesmo regime jurídico dos servidores efetivos, inclusive quanto a direitos e deveres, podendo, portanto, exercer a função de pregoeiro.
O exercício da função de pregoeiro ocorre concomitantemente com a outra função do servidor. Há apenas uma agregação de funções que não é remunerada, apesar de alguma controvérsia na doutrina quanto a este último aspecto.
Dentre outras atribuições, compete ao pregoeiro: receber as propostas e documentos de habilitação em sessão pública; fazer o credenciamento dos interessados se for pregão presencial; conduzir o procedimento relativo à classificação; abrir os envelopes das propostas; analisar a aceitabilidade das propostas; analisar a habilitação do licitante que apresentou a melhor proposta; elaborar a ata da sessão; conduzir os trabalhos da equipe de apoio; receber exames e decisões sobre recursos; adjudicar o objeto do certame quando não houver recurso e, após a adjudicação, remetê-lo à autoridade competente.
É só pesquisar para fazer corretamente.

Nota da redação deste Blog -  Afinal de quem é a competência?
 Por que não contratar um Posto de Combustível diretamente, por que não contribuir para a renda permanecer em Jeremoabo, se há servidores para controle do fornecimento, qual a razão de terceirizar o serviço, quando de eficácia se houver, é a emissão do papel?


No primeiro dia de interino, Mourão ouviu críticas do embaixador alemão ao governo


Hamilton Mourão
Mourão ficou despachando longe da Presidência, no Anexo 2
Karla Gamba, Jussara Soares e Daniel GullinoO Globo
Por volta de 22h do domingo, o vice-presidente Hamilton Mourão tornou-se o primeiro general do Exército a ocupar a Presidência da República desde o governo de João Figueiredo, que deixou o Planalto há 34 anos, em 1985, na ditadura militar. Eleito como civil na chapa de Jair Bolsonaro, Mourão, que é filiado ao PRTB, foi para a reserva em março do ano passado, mas mantém sólidas relações com a caserna e tem atuado para se mostrar relevante no cargo.
Como vinha afirmando nos últimos dias, Mourão preferiu continuar despachando e cumprindo as reuniões previstas em sua agenda presidencial no seu próprio gabinete de vice, que fica no Anexo 2, distante da pompa do terceiro andar do Palácio do Planalto.
AGENDA – O primeiro compromisso do dia foi uma entrevista ao vivo para uma rádio. Já a primeira reunião foi com o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, que, segundo Mourão, foi um “encontro entre amigos”, no qual ele aproveitou para fazer piadas com o ministro pela derrota do Botafogo, time de Azevedo, e vitória do Flamengo, seu time do coração.
Durante o dia Mourão recebeu o porta-voz da Presidência, o também general Rêgo Barros e embaixadores. No principal desses encontros, com o embaixador da Alemanha no Brasil, Georg Witschel, Mourão teria ouvido críticas sobre o governo.
Na saída de reunião, o embaixador afirmou que a administração Bolsonaro precisava “explicar suas intenções”, por exemplo, nas áreas de direitos humanos e mudanças climáticas, para melhorar a reputação. Witschel relatou preocupação de parte da imprensa e sociedade alemã em relação ao governo mas disse que os alemães queriam medir a nova gestão pelos atos e não pelos tuítes e palavras proferidas durante a campanha.
ZAP DE BOLSONARO – Ao final do dia, quando deixava o Planalto para casa, Mourão afirmou a jornalistas que Bolsonaro tinha “mandado um zap” da Suíça dizendo que estava tudo bem.
— Mandou um zap aí, falando que chegou bem, que estava bem, que chegou bem, que está tudo tranquilo, tudo certo lá — afirmou o presidente em exercício.
Às vésperas de ser eleito vice-presidente, Hamilton Mourão tinha outros planos. Descartava a ideia de despachar no Anexo 2, o gabinete de todos os vices anteriores, ou ser um “vice-decorativo”, e dizia que estaria dentro do Palácio do Planalto, em sala ao lado do presidente da República, com participação efetiva no governo de Jair Bolsonaro. A realidade, contudo, foi diferente: Mourão ficou, no fim das contas, no Anexo 2, edifício ao lado do Planalto.
HOMEM PRÓXIMO — Eu me vejo como um assessor qualificado do presidente, um homem próximo ali, junto dele, dentro do Planalto, ali ao lado dele. Nossas salas serão juntas. Não seremos duas figuras distantes, como já aconteceu, um para o lado e o outro para o outro lado. Aquelas reuniões que ocorrem ali, eu estarei presente — disse Mourão ao Globo no dia 25 de outubro, três dias antes do segundo turno.
A sala que o vice almejava permite um acesso direto ao presidente e geralmente é ocupada pelos chefes de gabinete, como Gilberto de Carvalho (no governo do ex-presidente Lula), Giles de Azevedo (Dilma Rousseff) e Nara de Deus (Michel Temer). Também ficam no Planalto, mas no andar de cima, Casa Civil, Secretaria de Governo, Secretaria-Geral e Gabinete de Segurança Institucional (GSI). No organograma de poder palaciano, não escrito, mas sempre lembrado por velhos servidores, ter gabinete dentro do palácio é algo bem diferente de ter sala nos anexos. É uma questão de status.
NO ANEXO 2 – O anexo em que fica a “VPR” abriga assessorias técnicas, além de terminais bancários e um restaurante estilo bandejão. Além disso, o local era constantemente criticado pelos assessores de Temer por problemas de segurança.
Em 2013, por exemplo, no estacionamento da vice, ladrões furtaram duas rodas de um carro que estava a metros da sala de Temer. O carro era justamente de um auxiliar do então vice.

Simone Tebet decide enfrentar Renan em disputa pela presidência do Senado


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Simone Tebet ressalta que é preciso renovação da política
Daniel CarvalhoFolha
A líder do MDB no Senado, Simone Tebet (MS), anunciou nesta segunda-feira (21) que vai disputar com Renan Calheiros (MDB-AL) a indicação do partido sobre quem vai concorrer à presidência da Casa. Simone Tebet vinha se manifestando mais timidamente nos bastidores, mas foi pressionada a assumir sua candidatura. Já em Brasília, tem recebido senadores durante o recesso.
“Devemos absorver o recado das urnas, que clamou por renovação na política e, consequentemente, no Senado”, disse a senadora, que comunicou sua decisão ao presidente nacional do MDB, Romero Jucá.
TERÇA-FEIRA – A bancada emedebista se reúne em 29 de janeiro para definir qual será o nome do partido a participar da disputa. A eleição acontece em 1º de fevereiro.
Até o momento, o nome mais forte do MDB é o do senador Renan Calheiros, que, embora não admita estar na disputa, tem se movimentado para chegar à presidência da Casa pela quinta vez.
Pesa contra Renan a pressão de setores da sociedade que o criticam por considerá-lo “velha política” e por causa das denúncias de corrupção que pesam contra ele. O alagoano já foi alvo de 18 inquéritos no STF e é personagem recorrente em delações da Operação Lava Jato. Nove casos foram arquivados.
BOLSONARO FORA – O presidente Jair Bolsonaro defende que o Palácio do Planalto não abrace publicamente nenhuma candidatura à presidência da Câmara e do Senado.
Na Câmara, o PSL, partido de Bolsonaro, já declarou apoio à reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ). No Senado, a sigla lançou a candidatura de Major Olímpio (PSL-SP), embora os governistas nutram grande simpatia por Davi Alcolumbre (DEM-AP).
Alcolumbre é próximo ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, mas tem contra si o fato de que dificilmente os parlamentares aceitariam as duas CasaS sob o comando do DEM.
E COLLOR??? – Além disso, o próprio Jair Bolsonaro jogou luz sobre o nome Fernando Collor (PTC-AL) ao perguntar em um bilhete destinado a Maia se o ex-presidente da República era mesmo candidato.
Nesta terça-feira (22), Renan desembarca em Brasília para retomar as conversas pessoalmente e afirma que, no fim do mês, vai procurar o ministro da Economia, Paulo Guedes, para um novo encontro.
Tanto Renan como Simone Tebet já disseram publicamente que não têm interesse na liderança do partido no Senado, caso não disputem a presidência da Casa.

Operação prende suspeitos de envolvimento no assassinato de Marielle Franco

Justiça expediu 13 mandados de prisão preventiva contra a organização criminosa; ação mobiliza cerca de 140 policiais


Foto: Renan Olaz/Câmara Municipal do Rio
Foto: Renan Olaz/Câmara Municipal do Rio
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), com o apoio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil, deflagrou nesta terça-feira  (21) a Operação Os Intocáveis, em Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio, e em outras localidades da cidade, com o objetivo de prender integrantes da milícia mais antiga e perigosa do estado. A ação mobiliza cerca de 140 policiais. A Justiça expediu 13 mandados de prisão preventiva contra a organização criminosa. As informações são do jornal O Globo.
Embora o objetivo da ação seja atacar a milícia que explora o ramo imobiliário ilegal na região, há indícios de que dois dos alvos de prisão comandem o Escritório do Crime, braço armado da organização, especializado em assassinatos por encomenda. Eles são suspeitos de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes.
Na ação, foram detidos Maurício Silva da Costa, o Maurição, da associação de moradores de Rio das Pedras, e o major da Polícia Militar Ronald Paulo Alves Pereira, que mora em um condomínio de luxo.
bahia.ba

A partir de 01.03, a urgência do HNAS estará aberta apenas no horário das 07h às 19h

hnas
Comunicado da Diretoria da Chesf informa que a partir do dia 1º de março de 2019 adotará medidas duras visando reduzir despesas com o Hospital Nair Alves de Souza (HNAS).
Prefeitos e Secretários de Saúde da região se reunirão em Paulo Afonso para discutir saída da Chesf do HNAS.
Segundo informações do secretário municipal de Saúde, Ivaldo Sales Júnior, na próxima terça-feira, dia 29, haverá uma importante reunião com prefeitos e secretários de Saúde de 09 (nove) municípios da região que têm pactuação com Paulo Afonso em atendimentos no HNAS, para discutir a saída da Chesf da operação do HNAS, em dezembro/2020. O secretário estadual da Saúde, Fábio Villas Boas, provavelmente poderá estar presente.
Comunicado da Diretoria da Chesf informa que a partir do dia 1º de março de 2019 adotará medidas duras visando reduzir despesas com o Hospital Nair Alves de Souza (HNAS). O comunicado foi assinado por Adriano Soares da Costa – Diretor de Gestão Corporativa.
Os cortes, segundo o Comunicado, vão desde a suspensão total das cirurgias eletivas no âmbito do referido hospital a partir do dia 1º de março de 2019; ao fechamento da urgência do HNAS no horário das 19h às 7h; mesma data em que será extinto o atendimento de ortopedia; número de postos médicos obstetras urgentistas será reduzido de 02 (dois) para 1 (um). A Chesf também reduzirá, no prazo de 06 (seis) meses, o número de leitos do HNAS em até 60% (sessenta por cento). E por fim, em dezembro/2020, com ou sem a transferência definitiva do HNAS para a UNIVASF, a Chesf se retirará da operação do Hospital.
Veja o que muda no atendimento do HNAS, segundo a Chesf:
-Não serão mais realizadas cirurgias eletivas no âmbito do HNAS;
-A partir de 01.03.2019, a urgência do HNAS estará aberta apenas no horário das 07h às 19h;
-A partir de 01.03.2019, não haverá atendimento de ortopedia e o número de postos médicos obstetras urgentistas será reduzido de 02 (dois) para 1 (um);
-No prazo de 06 (seis) meses, o número de leitos do HNAS será reduzido em até 60% sessenta por cento);
– Em dezembro/2020, com ou sem a transferência definitiva do HNAS para a UNIVASF, a Chesf se retirará da operação do Hospital.
Na mesma nota, a Companhia cobrou da prefeitura de Paulo Afonso um débito relacionado ao HNAS, no valor de R$ 18.259.531, 79 (dezoito milhões, duzentos e cinquenta e nove mil, quinhentos e trinta e um reais e setenta e nove centavos), “valor histórico líquido e com base em dezembro de 2018”, disse a Chesf.
O débito em questão refere-se ao contrato firmado entre a Chesf e o Município no dia 03.02.2016, com vigência de 12 (doze) meses, tendo como objeto serviço especializado em exames e/ou consultas em diversos procedimentos clínicos, para atender  demanda de Paulo Afonso, mediante Coordenação da Secretaria Municipal de Saúde, visando à viabilização das ações de média e alta complexidade da micro-região de Paulo Afonso, obedecendo a tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde – SUS do Ministério da Saúde  no âmbito do Município de Paulo Afonso.
Os serviços são prestados por meio do Hospital Nair Ales de Souza (HNAS) e em função da celebração de dois aditivos, a vigência do contrato foi prorrogada para 02.02.2019, portanto vence daqui a 12 dias.
Adriano Soares da Costa – Diretor de Gestão Corporativa, encaminhou cópias do comunicado ao Ministério Pública da Bahia, Ministério Público Federal, Secretaria Estadual da Saúde e Conselhos Municipal de Saúde e Regional de Medicina da Bahia.
Nota de esclarecimento da Prefeitura de Paulo Afonso
Em Nota, a Prefeitura de Paulo Afonso esclarece os fatos expostos nas redes sociais sobre ofício enviado pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) a respeito do Hospital Nair Alves de Souza (HNAS). A Procuradoria Geral do Município ressalta que o documento enviado à companhia foi devidamente respondido, de maneira responsável e sem qualquer intenção de deturpar a informação.
Na resposta, foi informado que a Chesf é devedora do município em valores que superam R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais), e que, em razão disso, tanto a Chesf quanto o município estavam em um processo administrativo de compensação de débito, quando ainda remanesceria um saldo em favor do município.
Por outro lado, parte dos valores cobrados pela Chesf não são reconhecidos pelo município, uma vez que o Contrato Administrativo firmado entre as partes estabelece que o município de Paulo Afonso irá custear os atendimentos do pacientes aqui residentes e de algumas cidades pactuadas.
Porém, mesmo com o referido contrato, a Chesf vinha realizando atendimento de pacientes de outros Estados e emitindo fatura para o Município de Paulo Afonso, sem qualquer previsão contratual.
Sem prejuízo, cumpre esclarecer que a Chesf é uma sociedade de economia mista, cuja natureza do contrato firmado é igual aquele firmado com qualquer pessoa jurídica de direito privado, portanto, o fato de haver divergência contratual em hipótese alguma pode ser encarado como malversação de dinheiro público.
Igor Montalvão, Procurador-Geral do Município de Paulo Afonso.
Da Redação
http://www.panoticias.com.br

Mourão diz que caso Coaf é preocupação de pai para filho

Segunda, 21 de Janeiro de 2019 - 21:20


por Talita Fernandes | Folhapress
Mourão diz que caso Coaf é preocupação de pai para filho
Foto: Reprodução / EBC
O presidente em exercício, general Hamilton Mourão, afirmou que as investigações que envolvem o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), não afetam o governo e podem ser preocupação apenas de "pai para filho". Segundo Mourão, que assumiu o Palácio do Planalto com a viagem de Jair Bolsonaro a Davos, na Suíça, o tema não é um assunto do governo.

"[O caso] Pode preocupar o presidente como pai em relação ao filho. Todos nós nos preocupamos com os nossos filhos. Acho que talvez isso aí, apesar de ele não ter me dito nada a respeito", afirmou.

As investigações contra Flávio ganharam um novo capítulo na última semana, quando o senador eleito conseguiu uma liminar no Supremo Tribunal Federal (STF) para paralisar as investigações que corriam na Justiça do Rio. Embora inicialmente ele dissesse que não era alvo da apuração, o pedido expôs seu envolvimento.

O caso veio a público a partir de relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que apontam movimentações consideradas suspeitas pelo órgão nas contas do senador eleito e de um ex-assessor seu, o motorista Fabrício Queiroz.

Em dezembro, o documento do Coaf mostrou que Queiroz tinha movimentações de R$ 1,2 milhão em sua conta, consideradas atípicas pelo órgão.

Um novo relatório, divulgado na sexta (18) pelo Jornal Nacional, da TV Globo, apontou movimentações consideradas suspeitas também na conta de Flávio. Ele recebeu em sua conta bancária 48 depósitos em dinheiro no valor total de R$ 96 mil, depositados apenas em cinco dias.

Eles foram feitos no autoatendimento da agência bancária que fica dentro da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) sempre no valor de R$ 2.000. O Ministério Público do Rio de Janeiro apura casos de outros parlamentares da Alerj, onde Flavio trabalhava como deputado estadual, cujo mandato expira em fevereiro.

A suspeita dos investigadores é de que os depósitos possam ser devoluções de parte dos salários de funcionários. Prática ilegal e conhecida pelo termo de "rachadinha".  O senador eleito nega as acusações e diz que os depósitos são referentes ao pagamento pela venda de um imóvel na zona sul do Rio de Janeiro.
Bahia Notícias

Procurador-geral reage e demonstra que Flávio Bolsonaro não é “perseguido político”


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Procurador-geral respondeu a Mourão, sem citar-lhe o nome
Carlos Newton
É claro que não ia dar certo essa imitação da defesa de Lula da Silva, que se baseia exclusivamente na suposição de que o petista seria um “perseguido político”, tipo Nelson Mandela, Mahatma Ghandi ou Jawaharlal Nehru. Se não funcionou com Lula, que ainda é um líder político de renome mundial e recorreu até às Nações Unidas, seria óbvio que essa estratégia não iria ter êxito em relação a Flávio Bolsonaro, um mero deputado estadual sem a menor expressão, que somente se projeta na política pelo uso do sobrenome.
Essa versão de “perseguido político” para atingir Bolsonaro pai surgiu timidamente, quando o ex-assessor Fabricio Queiroz se recusou a depor. Falava-se no assunto, mas nenhuma autoridade tinha coragem de defender essa patética tese em público.
DISSE MOURÃO – O deputado Flávio Bolsonaro fazia insinuações a respeito, mas sem abrir o verbo. Até que no sábado, véspera de assumir a Presidência da República na viagem de Bolsonaro a Davos, o vice Mourão deu entrevista a Vinicius Sassine, de O Globo, e criticou abertamente a Procuradoria de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.
“São várias pessoas investigadas nessa operação, na Furna da Onça. As quantias que estavam ligadas ao Flávio eram as menores. As maiores, se não me engano, eram ligadas a um deputado do Partido dos Trabalhadores. E ninguém está falando nisso. Eu acho que está havendo algum sensacionalismo e direcionamento nesse troço. Por causa do sobrenome. Não pela imprensa, que revela o que chega às mãos dela. O Ministério Público tem de ter mais foco nessa investigação” – afirmou Mourão.
JÁ SE SABIA – Quando o vice-presidente deu essa lamentável declaração, já era sabido que Flávio Bolsonaro não estava sendo perseguido pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Outros 26 deputados estaduais e seus assessores, citados no relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras ( Coaf ), também eram alvo de investigações na área cível.
E mais grave: sabia-se também que, enquanto Flávio Bolsonaro se recusava a prestar depoimento, quatro dos principais acusados já tinham procurado o Ministério Público para dar explicações – os deputados André Ceciliano (PT), Luiz Paulo (PSDB), Paulo Ramos (PDT) e Tio Carlos (SD).
O desconhecimento demonstrado por Mourão exibe o amadorismo da Comunicação Social do Planalto, que não consegue sequer fazer um “clipping” (resumo das notícias”) para orientar os governantes. Se houvesse um “clipping”, o vice não ofenderia o Ministério Público.
MP REAGE – O procurador-geral Eduardo Gussem reagiu prontamente às acusações de Mourão. Reuniu a imprensa e mostrou que o MP está investigando 27 deputados e quase 80 assessores, não existe “perseguição política” a Flávio Bolsonaro nem a Fabricio Queiroz. Portanto, o vice Mourão perdeu uma boa oportunidade de ficar calado.
Gussem apresentou provas estarrecedoras, mostrando que a Assembleia do Rio se transformou numa verdadeira usina de corrupção e enriquecimento ilícito. E ressaltou que o MP não persegue ninguém, apenas cumpre sua obrigação.
Não sei se foi mera coincidência, mas o fato é que Bolsonaro vai se operar segunda-feira, dia 28, ficará no mínimo dez dias em recuperação, mas não vai passar a faixa ao vice Mourão, conforme era esperado.
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P.S. 1 – 
A versão de que Bolsonaro vai seguir “despachando” normalmente” dentro do Albert Einstein, em São Paulo, é mentirosa. Nenhum governante pode fazê-lo, porque isso obrigaria os ministros a viajarem de Brasília e tumultuaria a rotina do hospital. O mais interessante, intrigante e inquietante é a falta de motivo. O Planalto não apresentou a razão dessa esquisitice.
P.S. 2 – Como não há motivo, surgem as especulações: 1) Bolsonaro não acha Mourão competente? 2) O presidente teme que o vice crie algum problema? 3) Ou tem medo de que ele goste da experiência?
P.S. 3 – O certo é que, como dizia o Barão de Itararé, há algo no ar e não são os aviões de carreira rumo a Davos. (C.N)

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Publicado em 5 de maio de 2026 por Tribuna da Internet Facebook Twitter WhatsApp Email Delação no caso Master pressiona STF Malu Gaspar Rafa...

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