segunda-feira, janeiro 21, 2019

O caso Queiroz, a quebra do sigilo e da privacidade do deputado Flávio Bolsonaro


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Queiroz e Flávio tiveram desrespeitados alguns direitos?
Jorge Béja
O caso Bolsonaro & Queiroz, além de perigoso para a democracia, chega a ser irritante. Ninguém aguenta mais ver aquela “carinha” de Queiroz (barba branca por fazer, quase careca, de óculos e sorrindo).  Ele disse que viveu (ou vive) da compra e venda de carros usados. Jair Bolsonaro comentou ele vive ou viveu “de rolos”! Mau sinal, viver de “rolos”. A família Bolsonaro, então, não estava em boa companhia.
Já as justificativas que Flávio Bolsonaro deu neste domingo à Record e Rede TV só podem ser comprovadas através de escrituras de compra e de venda, por se tratar de imóveis. Provas documentais, portanto.
DEPOIMENTOS – Flávio disse ser honesto. Bolsonaro & Queiroz têm o dever de se apresentarem ao Ministério Público do Rio (MPRJ) para responderem às perguntas dos promotores de Justiça. A recusa é desobediência. E desobediência é crime. Ou a dupla se acha acima do bem e do mal e os dois se consideram intocáveis?
E tudo isso significa um perigo para a democracia porque o pilar que sustenta a esperança do povo brasileiro no governo Bolsonaro chama-se Sérgio Fernando Moro. Se Moro sai fora e deixa o governo, a esperança acaba. E sem o pilar de sustentação, o governo desaba. Se conseguiu algum prestígio no exterior, o prestígio acaba também.
O caso Bolsonaro & Queiroz diz respeito a depósitos na conta bancária do ex-assessor. E Flávio Bolsonaro diz que o MPRJ, sem poder e sem autorização judicial, quebrou o sigilo bancário dos dois. Sigilo bancário não goza de proteção específica na Constituição. Pode-se, no máximo, tê-lo como desdobramento do direito à privacidade. Nada mais. Logo, não é direito absoluto e perde quando o interesse público, o interesse social, o interesse da coletividade se encontram acima dele. É o caso. Mormente em se tratando de um representante do povo, eleito pelo povo e que deve prestar contas ao povo, dele o único e verdadeiro mandante.
DIZ A LEI – Por sua vez, a Lei Complementar nº 105 de 2001, que dispõe sobre o sigilo das operações de instituições financeiras, é taxativa ao mencionar, no artigo 1º, parágrafo 2º. nº V que não constitui violação do dever de sigilo e comunicação às autoridades competentes (leia-se MP também), da prática de ilícitos penais ou administrativos, abrangendo o fornecimento de informações sobre operações que envolvam recursos provenientes de qualquer prática criminosa.
Foi o que o COAF fez com relação a parlamentares e assessores da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ). E no rol deles, Bolsonaro & Queiroz, com movimentações atípicas, anormais e vultosas, sem origem comprovada, como constataram os experientes servidores do COAF.
Tudo foi enviado ao MPRJ, cujas atribuições constitucionais, dentre outras, são a defesa da ordem jurídica, dos interesses sociais e individuais indisponíveis, a quem compete promover a ação penal pública, zelar e garantir tudo quanto seja de relevância pública, promovendo as medidas necessárias a tanto…
JOGAR NO LIXO? – Então, diante de tanta papelada, os procuradores deveriam jogar “no lixo”? Engavetar ou agir? Agiram, e deu no que deu, um festival de “burrice” da parte de Bolsonaro & Queiroz, o únicos que se negaram ao chamado do MPRJ visto que todos os demais deputados estaduais envolvidos e chamados compareceram, responderam às perguntas e se colocaram à disposição dos procuradores. Quem esperneia, demonstra culpa. Demostra que errou.
Sim, “burrices”. Bastaria que a dupla comparecesse ao MPRJ. Chamados, não compareceram. Se comparecessem e falassem, como mandam a urbanidade, a civilidade, a lei, o bom caráter, a honestidade…, teriam a chance de “matar” tudo no começo, com comprovações mais do que “plausíveis”, e sim robustas e imbatíveis.
A PALAVRA BASTA – Crê-se que nem precisariam levar documento algum. A palavra-explicação de cada um seria suficiente. Afinal, o recente decreto sobre posse de arma de fogo não diz que nas residências que tiverem crianças ou pessoas com retardo mental é suficiente declarar por escrito que lá existe um cofre, ou um lugar seguro para a guarda da arma? Estamos inaugurando a época em que a declaração da “pessoa de bem” goza da presunção de veracidade, até prova em contrário.
Quanto à divulgação pela imprensa dos dados colhidos pelo sigilo quebrado, aí entram duas dúvidas: foram os jornalistas que conseguiram com suas fontes? Foi o próprio MPRJ que deu-lhes publicidade. Seja como for, o interesse público – ainda mais quando envolve um parlamentar representante do povo e envolve também dinheiro público –fala mais alto do que qualquer segredo que se possa invocar. Somos uma república.
Logo, a “Res” (coisa, em latim) é Publicae ( pública, em latim ). E a pessoa, o cidadão, a cidadã, que decide ocupar cargo público, concorda implícita e tacitamente com a perda da sua privacidade, de seus sigilos e segredos no tocante ao exercício do mandato parlamentar que recebeu ou do cargo que tomou assento e assumiu na Administração Pública.

Depósitos para Flávio atingem a imagem de Bolsonaro e prejudicam seu governo


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Charge do Duke (dukechargista.com.br)
Bruno BoghossianFolha
O novelo ainda começava a se desenrolar, em dezembro, quando Jair Bolsonaro decidiu fazer uma aposta alta. “Se algo estiver errado comigo, com meu filho, com o Queiroz, que paguemos a conta”, disse o presidente eleito. “Dói no coração da gente? Dói, porque nossa maior bandeira é o combate à corrupção.”
O escândalo provocado pela movimentação de dinheiro no gabinete de Flávio Bolsonaro cresceu de uma dor desconfortável no peito para um ataque cardíaco grave.
IMAGEM DESTRUÍDA – Os pagamentos feitos na conta do filho do presidente, revelados pelo Jornal Nacional, atravessam o discurso moral da família e arrastam consigo a imagem de todo o governo. Assim como o PT sofreu com o mensalão após ostentar a bandeira da ética por décadas, o bolsonarismo corre um risco considerável.
Em junho de 2017, Flávio recebeu um salário de R$ 18.768 como deputado estadual. Naquele mês, alguém multiplicou esse rendimento por seis ao depositar R$ 96 mil em sua conta, divididos em 48 envelopes.
Caso o autor dos pagamentos não seja um filantropo que prefere ficar anônimo, o caso não pode passar mais um único dia sem explicação. Flávio conseguiu a proeza de dar duas entrevistas, mas não ofereceu nem uma desculpa esfarrapada.
EM DINHEIRO VIVO – Se o caixa eletrônico da Assembleia do Rio falasse, poderia contar uma história de pequenas corrupções. Depósitos em dinheiro vivo, em valores pequenos e sem identificação são a maneira mais discreta de se cobrar pedágio de funcionários —a chamada rachadinha.
O senador eleito insiste que os investigadores tentam fazer um “gol de mão” e repete que tem todo o interesse em esclarecer o caso. Sua recusa em falar dos pagamentos contradiz tanto o discurso anticorrupção quanto sua linha de defesa.
Flávio diz que teve acesso aos autos da investigação no início deste ano. Naquela ocasião, o Ministério Público já havia recebido o documento do Coaf que apontava os 48 depósitos em sua conta. Só depois ele acionou o STF para paralisar o caso.

Flávio Bolsonaro pode recorrer à 1ª Turma se Marco Aurélio não suspender investigação


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Flávio Bolsonaro acha que dar entrevistas resolverá a questão
Andréia Sadi e Mariana OliveiraG1 Brasília
O senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, passou o fim de semana discutindo com assessores a estratégia política e jurídica após as novas revelações sobre movimentações atípicas detectadas pelo Coaf. Diante do que foi discutido, a defesa de Flávio se dará em duas frentes: comunicação e Justiça.
No STF, se o ministro Marco Aurélio, relator do caso, negar o pedido de Flávio Bolsonaro para suspender o caso – como já indicou ao blog – a defesa do senador eleito pode recorrer à Primeira Turma da Corte. Assim, o pedido de Flávio seria analisado por um colegiado.
NA MAIOR RAPIDEZ – O blog procurou o ministro Marco Aurelio, que disse que, se o senador recorrer, neste cenário, ele deve levar o agravo à Turma o mais rápido possível para “liquidar o assunto”.
O advogado do senador eleito, Hugo Mendes, disse que “questões sobre a questão”, ou seja, o caso Coaf, são “conferidas pela assessoria de imprensa”.
Embora o ministro Marco Aurélio tenha dito publicamente que envia para o “lixo” reclamações como as de Flávio Bolsonaro, ele já votou a favor de um dos argumentos do senador eleito: o de que o MP precisa pedir aval da Justiça para usar dados do Coaf em investigação.
Pelo menos duas vezes entre 2017 e 2018, a Primeira turma já decidiu que o MP pode usar dados do Coaf sem pedir autorização judicial, mas Marco Aurélio foi o único vencido. Ou seja, a questão sobre ter ou não foro privilegiado não é a única em discussão.
COMUNICAÇÃO – Em meio à crise, Flávio Bolsonaro também se dedica a uma estratégia de comunicação. Amigos do senador eleito sondaram o jornalista e consultor de crises Mario Rosa para saber se ele estaria à disposição para ajudar o parlamentar, caso necessário. Mario, que atende outros políticos com problemas há décadas em Brasília, disse que sim. Mas não houve, após este contato, retorno direto do senador.
O blog procurou Mario Rosa, que confirmou as informações. No entanto, Mario disse que ajudou com a indicação de outro consultor de imagem, que agora ajuda o senador eleito na área de assessoria de imprensa. No final de semana, eles se reuniram, em São Paulo.
Segundo o blog apurou, um dos conselhos de assessores ao senador eleito é que ele adote um discurso para afastar a sua crise da agenda do governo, para que o Palácio do Planalto consiga priorizar a reforma da previdência.

Ex-jogador de vôlei levanta a bola para Flávio Bolsonaro cortar uma das acusações


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Flávio Bolsonaro enfim mostrou uma “explicação plausível”
Italo NogueiraFolha
O ex-atleta Fábio Guerra confirmou nesta segunda-feira (21) que pagou cerca de R$ 100 mil em dinheiro vivo ao senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) para quitar parte da compra de um imóvel na zona sul do Rio de Janeiro. Os valores foram repassados, segundo Guerra, entre junho e julho de 2017, período em que o Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras) apontou depósitos suspeitos que somam R$ 96 mil na conta do senador eleito, filho do presidente Jair Bolsonaro.
“Paguei em dinheiro porque havia recebido em dinheiro pela venda de outro apartamento. Como recebi aos poucos, fui pagando aos poucos”, disse Guerra, ex-jogador de vôlei de praia, que afirmou não ter mais contato com o senador eleito.
VERSÃO – A declaração corrobora a versão dada pelo senador eleito em entrevistas às TVs Record e Rede TV!. Ele disse que recebeu o pagamento em dinheiro e depositou o valor por conta própria.
O Coaf caracterizou a movimentação como suspeita porque houve 48 depósitos de R$ 2.000 em sequências entre junho e julho na conta do senador eleito. Não é possível identificar o responsável pelas operações.
Segundo ele, foram depósitos de R$ 2.000 por esse ser o limite no caixa eletrônico. No Itaú, único banco no qual o senador eleito tem conta declarada, o limite para depósito em espécie no caixa eletrônico é de R$ 2.000. Na Alerj, onde foram feitos os depósitos, há um autoatendimento do Itaú.
TROCA-TROCA – Flávio Bolsonaro trocou uma cobertura em Laranjeiras (zona sul) que havia comprado em 2016 por dois imóveis de Guerra — um apartamento na Urca e uma sala comercial na Barra da Tijuca — mais R$ 600 mil. A permuta foi de R$ 2,4 milhões no total —valor atribuído ao imóvel de Laranjeiras.
Os cerca de R$ 100 mil pagos em dinheiro, segundo Guerra, foram parte dos R$ 550 mil pagos como sinal da transação —nome dado ao pagamento antecipado antes da concretização final do negócio. O restante foi feito por meio de transferência bancária, disse o ex-atleta.
A escritura, lavrada em agosto, não descreve a forma de pagamento do sinal. Outros R$ 50 mil foram pagos em cheques entregues no momento da concretização do negócio.
TÍTULO DA CAIXA – A declaração também corrobora a versão do senador eleito sobre o pagamento do título de R$ 1 milhão à Caixa Econômica Federal, identificado pelo Coaf. A escritura afirma que o valor se refere ao pagamento do financiamento de um empréstimo feito junto ao banco, pago em junho de 2017.
Flávio Bolsonaro é investigado pela Procuradoria-Geral de Justiça do Rio de Janeiro após ter o nome citado num relatório do Coaf. Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado estadual, movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.
Além do volume, chamou a atenção do Coaf a sequência de depósitos e saques na conta de Queiroz. Eles coincidem com os dias de pagamento de salário da Alerj, o que levantou a suspeita de recolhimento de parte do salário de funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A declaração do jogador de vôlei foi como uma levantada, para Flávio Bolsonaro cortar uma das acusações contra ele. Deve haver documentos que comprovem a transação e as datas, caso contrário será apenas um saque. Da janela do apartamento onde eu moro, em Laranjeiras, dá para ver a cobertura de Guerra, na Rua Pereira da Silva. É um apartamento duplex, novo, com uns 200m², vale os R$ 2,4 milhões. Foi uma bela cortada, não há dúvida. Até então o deputado estava só fazendo saques, e jogando a bola fora (C.N.)

É quase impossível reduzir gastos da Previdência sem violar direitos dos segurados


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Charge do Clayton (Charge Online)
Pedro do Coutto
O título, a meu ver, sintetiza bem uma realidade que está exposta na reportagem de Marcelo Correa, O Globo de ontem, sobre a média salarial dos inativos que conseguiram aposentadoria pelas regras atuais. Verifica-se, por exemplo que são 35 milhões de aposentados regidos pela CLT. Se comparado esse total com o custo das aposentadorias militares, vamos observar bem a diferença existente. Enquanto os regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho custam 186 bilhões, os militares custam 43,9 bilhões.
Entretanto o custo per capita dos militares é bem mais alto do que o dos civis. E os reformados do Exército, Marinha e Aeronáutica totalizam apenas 143,9 mil pessoas.
SERVIDORES – O Poder Executivo possui 685 mil funcionários. O Poder Legislativo reúne 14 mil. O Judiciário 31 mil. O Ministério Público 3,6 mil. A reportagem baseia-se em levantamento feito pelo economista Pedro Fernando Nery, consultor legislativo do Senado que trabalhou a pedido de O Globo.
Foram comparados os custos por pessoa, o que registrou a média de R$ 53,8 mil/ano per capita dos servidores públicos civis. Já os militares elevam esse custo para R$ 143,9 mil/ano per capita. Em relação ao INSS, o custo per capita do déficit é de R$ 5,3 mil reais. Como se observa no panorama exposto por Marcelo Correa, não há como reduzir-se as despesas com aposentadoria, a menos cortando direitos existentes, o que é praticamente impossível.
DIREITO ADQUIRIDO – Isso porque a reforma da Previdência como é natural só vai valer para aqueles que não alcançara ainda os direitos de se aposentar pelas regras atuais. Como é possível então reduzir-se despesas com o pagamento dos regidos pela CLT e pelos funcionários públicos. Corte nos direitos militares, francamente, nem pensar.
Ninguém colocou, tampouco essa hipótese. Então como equilibrar as contas do INSS e da seguridade social? A resposta só pode ser uma: cobrar as dívidas que as empresas acumularam ao longo do tempo para com a Previdência Social. Caso contrário estaria aberto o caminho para uma forte reação em cadeia, se a equipe econômica liderada por Paulo Guedes propuser ao Congresso nacional uma mudança nos direitos dos inativos, sejam eles civis ou militares.
SEM CHANCE – Como foi exposto neste artigo, em nenhum contexto poderiam se enquadrar quaisquer reduções nos vencimentos em vigor.
A matéria de Marcelo Correa, no fundo da questão, destaca o que parece ser uma impossibilidade a hipótese de a reforma ganhar aprovação pelo Poder Legislativo.

Piada do Ano! ‘Bolsonaro tem sorte de ter os filhos que tem’, diz presidente do PSL


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Luciano Bivar afirma que Flávio Bolsonaro é correto e idôneo
Deu no Correio Braziliense(Agência Estado)
O presidente do PSL, deputado federal eleito Luciano Bivar (PE), minimizou as novas denúncias envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Segundo o parlamentar, o presidente Jair Bolsonaro “tem sorte de ter os filhos que ele tem”.
“Eles têm capacidade, retidão, todos foram bem votados. O Flávio foi o senador mais votado do Rio, o Eduardo o deputado mais votado do Brasil”, disse ao Broadcast Político.
CORRETO E IDÔNEO – Questionado sobre o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que mostra que Flávio Bolsonaro recebeu 48 depósitos suspeitos, revelado ontem pelo Jornal Nacional, da TV Globo, Bivar limitou-se a dizer que, do que conhece do senador eleito pelo Rio de Janeiro, ele é uma “pessoa correta e idônea”.
O deputado pernambucano também minimizou o eventual abalo que as movimentações reveladas pelo Coaf pode causar no governo. “O impacto é zero”, disse. “Este é um fato pontual, isolado e pequeniníssimo. Daqui a pouco, vira jornal de ontem.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Eleito às custas do prestígio de Bolsonaro, o deputado Bivar exagera na defesa e diz que o impacto do escândalo é “zero”. Com uma piada desse nível, o respeitável público vai ao delírio. (C.N.)

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