terça-feira, novembro 27, 2018

Jogada ensaiada! Temer sanciona aumento e Fux suspende auxílio-moradia


Temer e Fux combinaram tudo antes do jogo começar
Carolina BrígidoO Globo
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal ( STF ), revogou nesta segunda-feira a liminar que garantia o pagamento de auxílio-moradia a juízes de todo o país. A decisão só vai entrar em vigor quando for efetivado o reajuste dos salários do Judiciário em 16,38%, a partir de janeiro de 2019. O aumento foi aprovado pelo Senado e sancionado pelo presidente Michel Temer pouco antes da decisão de Fux.
Não será mais pago auxílio-moradia ao Poder Judiciário, ao Ministério Público, às Defensorias Públicas, aos Tribunais de Contas e a “qualquer outra carreira jurídica”. Ou seja, a decisão também respinga nos outros Poderes. Os Tribunais de Contas são órgãos do Legislativo. E, quando menciona outras carreiras jurídicas, Fux pode atingir, também, a Advocacia-Geral da União (AGU), que é do Executivo. Outros setores do Legislativo e do Executivo poderão continuar pagando o benefício.
DESDE 2014 – A liminar que concedia o auxílio-moradia a todos os juízes do Brasil tinha sido concedida pelo próprio Fux em 2014, com o argumento que o benefício estava previsto na Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). Na decisão de hoje, o ministro ressalta que o benefício é justo – no entanto, para tomar uma decisão, o magistrado precisa levar em conta a situação econômica do país.
“Numa análise pragmática, não há como escapar da impossibilidade, no momento, das carreiras jurídicas afetadas pelo recente reajuste verem tutelado o pagamento do auxílio-moradia nos moldes assegurados pela liminar deferida e em acúmulo com a recomposição salarial. No atual estado das coisas, impõe-se ao Poder Judiciário o estabelecimento de parâmetros que assegurem o ajuste fiscal das contas públicas”, escreveu.
ECONOMICIDADE – E completou: “De fato, o equilíbrio e a ordem nas contas estatais são imprescindíveis para assegurar a continuidade de serviços públicos dignos a gerações futuras, sem desprezar a imperiosa necessidade de observância do princípio eficiência e da economicidade que impõem a modificação do resultado destas ações originárias como medida indispensável à satisfação dos interesses sociais”.
Para justificar ter mudado sua própria decisão depois de quatro anos, Fux afirmou que a interpretação constitucional deve levar em conta o cenário político do país. “O Poder Judiciário deve, sempre que possível, proferir decisões ou modificar as já existentes para que produzam um resultado prático razoável e de viável cumprimento”, escreveu.
“A Constituição é um documento vivo, em constante processo de significação e de ressignificação, cujo conteúdo se concretiza a partir das valorações atribuídas pela cultura política a que ela pretende ser responsiva. Por sua vez, tais valorações são mutáveis, consoante as circunstâncias políticas, sociais e econômicas, o que repercute diretamente no modo como o juiz traduz os conflitos do plano prático para o plano jurídico, e vice-versa”, concluiu.
HOUVE ACORDO – Em agosto, antes mesmo de tomarem posse, o presidente do STF, Dias Toffoli, e Fux, que é o vice, negociaram um acordo com Temer: se o reajuste fosse aprovado, o Judiciário abdicaria do auxílio-moradia para compensar os cofres públicos. Com o reajuste sancionado, o salário de ministros do STF passará de R$ 33,7 mil para R$ 39 mil. Magistrados de todo o país também receberão o aumento no mesmo percentual, porque os salários do Judiciário são calculados em percentuais dos contracheques da Corte.
O reajuste também terá impacto nos salários de outras categorias. Como o vencimento dos ministros do STF equivale ao teto do funcionalismo federal, o aumento também afeta o Poder Executivo e Legislativo. A projeção é que o impacto em um ano seja de R$ 1,4 bilhão para a União.
IMPACTO PROFUNDO – “No contexto atual, surge um fato novo de amazônica repercussão. O impacto orçamentário do projeto de lei de revisão do subsídio de Ministro do Supremo Tribunal Federal aprovado pelo Congresso Nacional e recentemente sancionado pelo Presidente da República não pode ser desprezado e merece uma análise detida, na medida em que a nova lei repercute intensa e diretamente nos recursos públicos destinados ao pagamento de despesas com pessoal”, anotou o ministro.
Na decisão de hoje, Fux determinou que a decisão seja enviada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para regulamentarem eventuais casos em que o auxílio moradia poderá ser pago. Ele ressaltou que a magistratura e o Ministério Público deverão ter o mesmo tratamento, já que a Constituição Federal prevê a isonomia das duas carreiras.
NÃO É ODIOSO – O pagamento do auxílio-moradia está previsto na Loman e, originalmente, contemplava apenas juízes que foram transferidos para outra cidade e que não tinham imóvel funcional à disposição. Na decisão, Fux diz que o benefício não é “odioso ou inconstitucional, tampouco de privilégio irrazoável”. Por isso, deve ser regulamentado.
Dados de dois estudos da Consultoria de Orçamentos do Senado Federal, obtidos pelo O Globo, mostram que nem mesmo o corte total do benefício compensaria o impacto do reajuste. Pago indiscriminadamente aos juízes, o auxílio — no valor de R$ 4.377 — custa cerca de R$ 333 milhões anuais aos cofres da União, enquanto o aumento para juízes federais custará R$ 717 milhões.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Péssima notícia para o governo Bolsonaro. A ganância e insensibilidade dos juízes não têm limites. Eles querem mais é que o povo se exploda, como dizia Justo Veríssimo, genial criação de Chico Anysio.(C.N.)

Bolsonaro e Guedes desconhecem o projeto 459, que pode destruir o governo


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Guedes e Bolsonaro estão sendo apunhalados pelas costas
Carlos Newton
Sob coordenação da Auditoria Cidadã da Dívida, entidade presidida por Maria Lucia Fatorelli, considerada uma das maiores especialistas mundiais em dívida pública, um grupo de sindicatos e federações de servidores ligados às finanças públicas dirigiu uma Interpelação Extrajudicial ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, denunciando o projeto 459/2017, de autoria de José Serra (PSDB-SP) e já aprovado pelos senadores, que permitirá a realização de operações ilegais de crédito, mediante desvio do fluxo de arrecadação tributária, ocasionando graves prejuízos aos cofres públicos federais, estaduais e municipais.
A denúncia salienta que o projeto está redigido de forma cifrada, ininteligível, sem a devida clareza, e a Interpelação Extrajudicial visa tão somente dar conhecimento aos parlamentares sobre o que está realmente acontecendo.
“LEGALIZAÇÃO” – O projeto tenta tornar legais algumas práticas flagrantemente inconstitucionais e lesivas, já adotadas por alguns estados e municípios, e que vêm causando enormes prejuízos ao erário público, conforme foi constatado pelo Tribunal de Contas da União e pelo Ministério Público de Contas.
Outros órgãos de controle também têm denunciado o teor da “engenharia financeira” de que trata o projeto, a exemplo dos Tribunais de Contas de Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, e do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
Recentemente, devido às graves consequências detectadas, o Tribunal de Contas do Paraná interrompeu definitivamente a cessão desses créditos e o Estado de Goiás suspendeu o processo de contratação de instituição que iria estruturar a operação naquele Estado.
SENADO ENGOLIU – Embora o projeto 459/2017 signifique uma burla à legislação de finanças do país, o texto cifrado de José Serra chegou a ser aprovado no Senado, onde a constitucionalidade sequer foi analisada pela Comissão de Constituição e Justiça, vejam a que ponto chega a irresponsabilidade dos parlamentares.
Ardilosamente, o texto esconde a “engenharia financeira” que se procura legalizar através de três movimentos: (1) realização de operação de crédito disfarçada, extremamente onerosa e não expressamente autorizada no Orçamento ou pelo Legislativo; (2) desvio do fluxo de arrecadação de créditos pagos pelos contribuintes, durante o seu percurso na rede bancária, como garantia de pagamento da referida operação de crédito ilegal e de forma extremamente onerosa; (3) cessão ilegal de créditos públicos, ou seja, transferência da propriedade do fluxo de arrecadação, de tal forma que grande parte da arrecadação tributária sequer alcançará os cofres públicos e o governo cedente, seja federal, estadual ou municipal, perderá o controle sobre esses recursos.
ÀS ESCONDIDAS – Para não revelar o que está por trás desse enganoso projeto, seu primeiro artigo modifica importante dispositivo da Lei 4.320 para o seguinte texto:
Art. 39-A. A União, o Estado, o Distrito Federal ou o Município poderá ceder onerosamente, nos termos desta lei e de sua própria legislação, direitos originados  de créditos tributários e não tributários, inclusive quando inscritos em dívida ativa, a pessoas jurídicas de Direito Privado ou a fundos de investimento regulamentados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
No entanto, o texto de Serra não especifica, por exemplo: (1) – Qual é o ônus? (2) – Quais direitos são cedidos? (3) – Quem são as pessoas jurídicas de direito privado?
“ONEROSAMENTE“– Por trás do termo “onerosamente” está escondido o comprometimento com vultosas garantias públicas que superam em muitas vezes o valor da operação de crédito ilegal. E a pessoa jurídica de direito privado mencionada no texto do projeto é uma empresa estatal que já está sendo criada em cada ente federado para operar essa perversa “engenharia financeira”, por exemplo: PBH Ativos S/A; MGi – Minas Gerais Participações S/A; CPSEC – Cia. Paulista de Securitização S/A; CFSEC – Cia Fluminense de Securitização S/A; Goiás Parcerias S/A; Recda S/A em Recife; InvestPoa em Porto Alegre, entre várias outras.
Em tradução simultânea, o projeto têm o objetivo descarado de legalizar a burla da Lei de Responsabilidade Fiscal, para esculhambar de vez as finanças públicas. E quem sai ganhando, como diria o chefe de Polícia do filme “Casablanca”, são os suspeitos de sempre – os banqueiros, que no Brasil obtêm os maiores lucros do mundo, porém jamais estão satisfeitos.
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P.S. 
– Se este projeto for aprovado e sancionado por Temer, a Lei de Responsabilidade Civil vai para o lixo, as prefeituras e governos estaduais se endividarão ainda mais e a crise vai demolir o governo Bolsonaro. Pela importância do tema, voltaremos ao assunto amanhã, para alertar o presidente eleito Jair Bolsonaro e evitar que sofra novo atentado antes de assumir, porque desta vez a facada será pelas costas, desfechada pelos integrantes do Congresso Nacional – e já houve tempo em que os parlamentares eram considerados “representantes do povo”, mas minha ironia não chega a tanto. (C.N.)

Sérgio Moro prepara pacote de medidas de combate ao crime organizado


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Charge do Sponholz (sponhoz.com.br)
Bruno AbbudO Globo
Futuro ministro da Justiça e da Segurança Pública, o ex-juiz da Lava-Jato Sergio Moro apresentará ao Congresso, após assumir o cargo, projetos de lei com ações de combate ao crime organizado. Entre os pontos que deverão ser analisados pelo Legislativo está a proibição da progressão de regime — a passagem de fechado para semiaberto e aberto — a presos que mantêm vínculos com organizações criminosas.
“Isso vai servir como desestímulo ao ingresso desses presos em organizações criminosas“ — afirmou o futuro ministro durante o Simpósio Nacional de Combate à Corrupção, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), na última sexta-feira, no Rio.
PRESCRIÇÃO – Os discursos recentes de Moro também apontam para mudanças pontuais nas regras de prescrição de crimes no país. “Passamos a ver como normal um processo penal que termina em nulidade ou prescrição. Algumas alterações específicas podem fazer uma grande diferença” — justificou.
Outra medida a ser incluída em projeto de lei seria uma maior regulação na comunicação dos presos de dentro de penitenciárias.
O futuro ministro tem defendido em agendas públicas que o foco de sua gestão no ministério da Justiça e Segurança Pública será “uma agenda anticorrupção, anticrime organizado e anticrimes violentos com medidas no Legislativo e medidas executivas a serem apresentadas em fevereiro”. Sergio Moro também promete articular o controle mais rigoroso de fronteiras para inibir o tráfico de drogas e a entrada de armas no país.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Ironia do destino — enquanto Moro quer mais rigor no combate à criminalidade, a Câmara se prepara para aliviar as penas de corrupção e lavagem de dinheiro…  Veremos se o Congresso terá coragem de peitá-lo.  (C.N.)

Sesmaria alagoana: PF busca acusados de fraude em licitação, corrupção e lavagem de dinheiro

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A Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal e a Controladoria-Geral da União, deflagrou na manhã de hoje (27), a fase ostensiva da Operação “Sesmaria Alagoana”, com o objetivo de desarticular organização criminosa atuante nos municípios de Boca da Mata, Mata Grande, Branquinha, Campo Grande, Joaquim Gomes, Maravilha, Olho D´Água Grande, Pariconha, Rio Largo, São Luiz do Quitunde, Estrela de Alagoas, São Miguel dos Campos, Pão de Açúcar e Dois Riachos, em crimes de fraude à licitação, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e constituição de organização criminosa, cujas penas máximas somadas ultrapassam de 50 anos de prisão.
Dentre as investigações, verifica-se a contratação direcionada de empresa para locação de veículos aos municípios sem possuir a necessária frota; emissão de notas fiscais relativas a abastecimentos não realizados; saques em espécie e na boca do caixa de contas das prefeituras, com posterior distribuição dos valores entre os membros da organização criminosa; aquisição de imóveis e veículos de luxo, sem declarar à Receita Federal, para ocultar a origem ilícita do dinheiro.
Estão sendo cumpridos 42 mandados judiciais de busca e apreensão, três mandados de prisão preventiva, além do sequestro de bens móveis e imóveis, inclusive veículos e imóveis de luxo, além de fazendas, visando possibilitar o ressarcimento ao erário, que foi lesado em milhões de reais pela organização criminosa. As apreensões serão juntadas ao inquérito em andamento referente à Operação Sesmaria Alagoana.
Ainda, alguns dos investigados foram afastados cautelarmente dos cargos públicos que ocupam por ordem judicial, bem como proibidos de se aproximarem das respectivas prefeituras e órgãos públicos.
Os contratos analisados, até o momento, envolvem o valor aproximado de 80 milhões de reais, estimando-se que, pelo menos, 10 milhões tenham sido desviados dos cofres públicos.
A Operação Sesmaria conta com a participação de 175 policiais federais, além de 9 auditores da CGU e 9 da RFB.
Sesmaria é uma referência de prática adotada no Período Colonial em que o território foi dividido entre particulares para fins de exploração. É impossível entender o Período Colonial sem que se faça referência ao Sistema Sesmarial, que só foi abolido às vésperas da Independência. Todavia, seu impacto sobre a estrutura fundiária do país faz-se sentir até hoje.
Veja veículos apreendidos durante a operação:
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Denarc prende vereador de Nossa Senhora do Socorro

O principal alvo é o vereador José Hilton Vieira dos Santos, mais conhecido como Zé Ailton (Foto: SSP)
O Departamento de Narcóticos deflagrou nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (27) a Operação Corpo Fechado, na região de Nossa Senhora do Socorro. As investigações têm como foco o cumprimento de três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão em diferentes residências, a maioria no Conjunto Jardim, em Nossa Senhora do Socorro. O principal alvo é o vereador José Hilton Vieira dos Santos, mais conhecido como Zé Ailton, eleito pelo município de Nossa Senhora do Socorro.
Os mandados de prisão têm como objetivo prender Adriano dos Santos, conhecido como Maicon; e Adriano Batista da Silva. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em residências de pessoas próximas do vereador, todas no conjunto Jardim, em Nossa Senhora do Socorro, com exceção dos mandados de busca e apreensão e o de prisão na residência de Adriano Batista Silva, segurança de Zé Ailton, localizada no bairro Jabotiana, em Aracaju.
Duas equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) estão juntas ao Denarc para o cumprimento dos mandados, haja vista que as investigações apontam que Zé Aílton tem envolvimento com homicídios praticados na capital e em Nossa Senhora do Socorro.
Com as investigações iniciais, inquéritos do DHPP serão confrontados com informações dos investigadores do Denarc para esclarecer o nível de participação em algumas ocorrências de homicídios. Segundo o delegado Osvaldo Resende, a Polícia Civil tinha em mãos 11 denúncias feitas através do 181 desde 2015, mas mantinha dificuldade em encontrar provas contundentes a respeito do envolvimento do vereador com uma associação criminosa armada e que financia o tráfico de drogas na Grande Aracaju.
Na representação enviada ao Poder Judiciário, a polícia explica que há também fortes indícios e materialidade da prática de lavagem de dinheiro realizada pela associação criminosa, para conferir aparência lícita ao lucro obtido com o tráfico de substâncias entorpecentes. Pelo menos, recentemente, 36 motos e carros de luxo foram detectados em nomes de parentes e pessoas próximas de Zé Aílton. Entre os veículos, estão um Pajero, Fluence, Versa, Astra e diversas motocicletas novas.
Início das investigações
As investigações começaram graças a um levantamento feito por investigadores do Denarc, em 04 de outubro deste ano, em uma residência no conjunto Jardim, em Nossa Senhora do Socorro. Uma informação sigilosa levou uma equipe do Denarc a checar a informação sobre a chegada de um carregamento de drogas. Na casa, os agentes encontraram uma espingarda calibre 12, munições e cerca de dez quilos de maconha.
As investigações e técnicas de perícia levaram a descobrir que a droga pertencia a Zé Ailton. Um veículo Fusion, utilizado pelo vereador, também foi apreendido.
O vereador já foi condenado a três anos de reclusão por ter sido preso e autuado em flagrante na madrugada de 02 de dezembro de 2014, portando ilegalmente uma pistola ponto 40.
Também já foi flagrado pelo crime de receptação, pois estava com um veículo com restrições de roubo. No momento da abordagem, o vereador portava o Certificado de Registro e Licenciamento do veículo falso.
A assessoria de comunicação da Câmara de Socorro informou que não irá se manifestar sobre o caso por não se tratar de assunto parlamentar. O Portal Infonet não conseguiu contato com a defesa do vereador. Permanecemos à disposição através do e-mail jornalismo@infonet.com.br ou do telefone (79) 2106-8000.
Fonte: SSP
https://infonet.com.br

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