sexta-feira, outubro 10, 2025

Médico investigado por crimes sexuais tem prisão mantida pela justiça

 

O médico é investigado por suspeita de crimes sexuais contra pacientes do sexo masculino, cometidos durante atendimentos clínicos. (Foto: Freepik)


O médico é investigado por suspeita de crimes sexuais contra pacientes do sexo masculino, cometidos durante atendimentos clínicos.


A Polícia Civil de Sergipe informou nesta quinta-feira, 9, que foi mantida a prisão preventiva do médico endocrinologista de 46 anos, detido na tarde da última quarta-feira, 8, em uma clínica no Centro de Aracaju. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada nesta manhã.

Após a audiência de custódia, o médico foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para exame de corpo de delito e, em seguida, será conduzido ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

O médico é investigado por suspeita de crimes sexuais contra pacientes do sexo masculino, cometidos durante atendimentos clínicos. As investigações são conduzidas pela 2ª Delegacia Metropolitana e começaram em abril deste ano. Segundo a Polícia Civil, o suspeito realizava atos libidinosos sob a justificativa de que faziam parte de procedimentos médicos.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o pedido de prisão preventiva foi embasado em depoimentos das vítimas, áudios e outros elementos de prova. As denúncias estão sendo tratadas com sigilo e acolhimento por parte da equipe policial, que continua apurando o caso.

O que diz a defesa

O advogado do médico, Newton Carvalho, afirmou em entrevista a uma Tv local, que pretende buscar a revogação da prisão preventiva. “A audiência de custódia serve para verificar a legalidade de uma prisão. Neste caso, como se trata de uma prisão preventiva já estabelecida, a manutenção foi considerada necessária pelo juiz, mas nós discordamos. Ainda hoje vamos adotar todas as medidas cabíveis para tentar a revogação da prisão. Temos plena consciência de que a prisão preventiva é uma exceção, e existem diversas alternativas que permitem que uma pessoa responda ao processo em liberdade”.

por João Paulo Schneider 

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