sábado, outubro 25, 2025

Governo recua e mantém aulas práticas de CNH; UGT e centrais sindicais comemoram “sensibilidade” do presidente Lula

 

Governo recua e mantém aulas práticas de CNH; UGT e centrais sindicais comemoram “sensibilidade” do presidente Lula

Por Redação

24/10/2025 às 21:30

Atualizado em 25/10/2025 às 01:51

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A mobilização nacional, encabeçada por trabalhadores e apoiada por empresários, para manter a obrigatoriedade das aulas práticas na obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), parece ter surtido efeito.

De acordo com o portal UOL, o governo federal recuou, e deve ser mantido um número mínimo de aulas práticas obrigatórias — algo que, até então, o texto da consulta pública previa eliminar completamente.

A ação foi articulada pelo presidente da UGT-BA, Marcelo Carvalho, em conjunto com a secretária nacional da entidade, Cíntia Samara, que também preside o Sindicato dos Trabalhadores de Autoescolas e Centros de Formação de Condutores do Estado da Bahia. A mobilização ganhou força após um grande protesto realizado por empresários e instrutores de autoescolas na manhã de quinta-feira (23), que saiu do Parque de Exposições, em Salvador, em direção à Assembleia Legislativa da Bahia, no Centro Administrativo da Bahia (CAB).

De acordo com Marcelo Carvalho, o movimento teve como objetivo chamar a atenção do governo para os impactos sociais e econômicos da proposta apresentada pelo Ministério dos Transportes, “que previa mudanças drásticas no modelo de funcionamento das autoescolas”.

“O presidente Lula, sensível às manifestações e ao clamor dos trabalhadores, determinou a suspensão da proposta, abrindo espaço para o diálogo com as entidades representativas do setor”, afirmou o presidente da UGT-BA.

“A UGT-BA defende, sim, a redução do custo da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), mas isso deve ser feito de forma responsável, com a revisão dos valores dos exames aplicados pelos Detrans e a reavaliação da carga horária das aulas práticas e teóricas”, acrescentou.

“Acreditamos que é possível baratear a CNH sem destruir empregos e sem comprometer a qualidade da formação dos novos condutores. O governo nos ouviu, e isso representa uma vitória da classe trabalhadora”, declarou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Autoescolas e Centros de Formação de Condutores do Estado da Bahia, Cíntia Samara.

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