quinta-feira, outubro 02, 2025

Fundo Eleitoral de R$ 4,9 bilhões é a gatunagem política em ação

Publicado em 2 de outubro de 2025 por Tribuna da Internet

Nani Humor: FUNDO ELEITORAL

Charge do Nani (nanihumor)

Vicente Limongi Netto

Nova gatunagem política. O Fundo Eleitoral é “imoral e pornográfico” na opinião do senador alagoano Renan Calheiros, do MDB, quatro vezes presidente do Senado e do Congresso. É a politicagem imunda em ação.

Com pele de cordeiro, tentando mudar a casa cretina dos políticos em geral, aprovaram a isenção do imposto de renda para quem ganha até 5 ml reais. Como se estivessem fazendo favor ao povo.

4,9 BILHÕES – Em seguida, já com pele de lobo, aprovaram o Fundo Eleitoral de 4,9 bilhões de reais, para as eleições de 2026. Afronta que agride o bom senso e o povo trabalhador. Que se esfola diariamente para tentar sobreviver. 

Por sua vez, na linha da decência e firmeza, o sereno e discreto ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e corregedor nacional de justiça, Mauro Luiz Campbell Marques, defende a extinção da aposentadoria compulsória remunerada de juízes desonestos envolvidos em crimes dos mais variados e infames tipos.

APOSENTAR É PREMIAR – Age bem o ministro. Palmas para ele. Para o rigoroso magistrado Campbell, do Amazonas de Bernardo Cabral, Omar Aziz, Gilberto Mestrinho, Eduardo Braga, Milton Hauton, Eunice Michiles, Rui Machado, Robério Braga, Luis Bacelar, Amazonino Mendes, José Lindoso, Carlos Aguiar, Alberto Chã, Pedrinho Aguiar, Julio Ventilari, Mazé Mourão, Baby Castro e Costa, Rodolfo Abrahim, Flávia Grosso, Átila Lins,  Manoel Alexandre, Cláudio Santoro, Djalma Batista, Jeferson Peres,  Alvaro Maia, Arthur Virgilho, pai e filho, Plinio Valério e Roberto Tadros.

O que deveria servir de severa e exemplar punição para este vasto elenco de bandidos passa a ser e soar como um prêmio. A atitude de Mauro Campbell é corajosa e digna de verdadeiro patriota. Já deveria ter sido tomada a muito tempo. É preciso afastar da sociedade a canalha de patifes. 

ANISTIA – Aplaudo o excelente artigo do jornalista Aristóteles Drummond (Correio da Manhã- 01/10) ponderando que não se pode esquecer do ex-presidente Collor de Mello numa eventual anistia. Para Aristóteles, o Brasil tem uma dívida de gratidão com Collor.

“Pode ter errado, mas o saldo de benefícios que deixou ao país parece ser muito positivo em termos de serviços prestados ao Brasil”, destaca o jornalista. 

Leis do governo Collor continuam em vigor, como o Código de Defesa do Consumidor e o Estatuto da Criança e do Adolescente.

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