quarta-feira, julho 30, 2025

Pena será muito polêmica, e Bolsonaro poderá pegar prisão entre 12 a 43 anos


Bolsonaro provoca mais para posar de vítima - TIJOLAÇO

Charge do Duke (O Tempo)

Arthur Guimarães de Oliveira
Folha

Caso seja condenado no STF (Supremo Tribunal Federal) pelos cinco crimes dos quais é acusado, Jair Bolsonaro (PL) pode, com base nos tempos previstos em lei, receber uma pena mínima de 12 anos e meio até uma máxima superior a 43 anos de prisão.

Parte dos especialistas ouvidos pela Folha avalia que a tendência é que a punição seja fixada em nível médio ou alto —mas há quem considere prematuro avaliar a dimensão das penas neste momento.

ALEGAÇÕES FINAIS – A PGR (Procuradoria-Geral da República) apresentou neste mês as alegações finais contra Bolsonaro e outros sete réus apontados como integrantes do núcleo central de trama golpista para mantê-lo no poder após a eleição de Lula (PT) em 2022. A peça foi encaminhada ao STF.

Advogados e professores de direito consultados pela reportagem consideram que a manifestação já oferece indicativos sobre a pena que pode ser imposta ao ex-presidente na hipótese de ele ser condenado com base nos crimes indicados e nos fatos narrados pela Procuradoria.

Bolsonaro compõe o grupo com Alexandre Ramagem (ex-diretor da Abin); Almir Garnier (ex-comandante da Marinha); Anderson Torres (ex-ministro da Justiça); Augusto Heleno (ex-ministro do GSI); Mauro Cid (ex-chefe da Ajudância de Ordens); Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa); e Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil).

AS ACUSAÇÕES – Todos são acusados de organização criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de Direito e golpe de Estado. Com exceção de Ramagem, cuja ação penal foi em parte suspensa pela Câmara, os demais também respondem por dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

As penas são as seguintes: Organização criminosa armada – 3 a 8 anos (com agravante e causas de aumento, mais de 17 anos no total); Abolição violenta do Estado democrático de Direito – 4 a 8 anos; Golpe de Estado – 4 a 12 anos; Dano qualificado – 6 meses a 3 anos; Deterioração de patrimônio tombado – 1 a 3 anos.

Ao descrever o crime de organização criminosa armada, a PGR indicou agravante e causas de aumento de pena (emprego de arma de fogo, participação de funcionário público e, no caso de Bolsonaro, exercício de liderança) que podem fazer a punição para esse delito superar os 17 anos de prisão.

PENAS ELEVADAS – Professor da FGV Direito Rio, Thiago Bottino afirma que as penas devem ser elevadas em situações como a de quem promove ou organiza a cooperação no crime ou dirige a atividade dos demais. Segundo ele, muitas dessas hipóteses estão presentes na acusação do chamado núcleo principal da trama golpista.

Bottino diz que parte dos denunciados pelo 8 de Janeiro também foi acusada de alguns desses crimes, mas sem que se aplicasse o entendimento de que tiveram papel de destaque. Assim, avalia que, se forem condenados pelos mesmos delitos, as penas do núcleo principal tendem a ser maiores.

Um balanço divulgado no início do ano pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos do 8 de Janeiro no STF, apontou que a maioria dos condenados cujas ações foram classificadas como graves tiveram penas que variaram de três a 17 anos e seis meses de prisão.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Os jornalistas parece que não têm o que fazer. Deus meu, querem 43 anos de cadeia por um golpe e um vandalismo em que ninguém se feriu, enquanto o exército do Stábile ficava incólume nenhum só condenado) depois de depredar o Congresso e fazer 20 feridos em 2006, é uma inaceitável disparidade de tratamento. Mas quem se interessa? (C.N.)


terça-feira, julho 29, 2025

Alexandre de Moraes disse à Itália que Zambelli não sofrerá tortura nem condição degradante no Brasil

 Foto: Antonio Augusto/ STF/Arquivo

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal)29 de julho de 2025 | 18:35

Alexandre de Moraes disse à Itália que Zambelli não sofrerá tortura nem condição degradante no Brasil

brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes se comprometeu a não submeter Carla Zambelli a tortura ou a condições degradantes no Brasil caso ela seja extraditada da Itália.

Em junho, depois da fuga da parlamentar, o magistrado decretou a sua prisão definitiva e enviou um pedido de extradição ao Ministério da Justiça brasileiro, que foi então enviado à Itália pelas vias diplomáticas.

No documento, Moraes indicou as garantias que o Brasil dará a Zambelli caso a Itália autorize a extradição.

Ele se comprometeu a não submeter Zambelli a prisão ou processo por fato anterior ao pedido de extradição, a não impor pena perpétua, a não agravar a pena dela por motivos políticos e a não submeter a parlamentar a tortura ou a tratamentos desumanos ou degradantes.

O documento enviado ao Ministério da Justiça explicava as razões do pedido ao relatar os fatos que levaram Zambelli a ser condenada a dez anos de prisão pelo STF.

“A Sra. Carla Zambelli Salgado de Oliveira, de maneira livre, consciente e voluntária, comandou a invasão a sistemas institucionais utilizados pelo Poder Judiciário, mediante planejamento, arregimentação e comando de pessoa com aptidão técnica e meios necessários ao cumprimento de tal mister, com o fim de adulterar informações, sem autorização expressa ou tácita de quem de direito”, diz o texto do STF.

Zambelli foi condenada em maio pela Primeira Turma do STF, por unanimidade, pela invasão de sistemas e pela adulteração de documentos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Ela e o hacker Walter Delgatti foram condenados na Ação Penal (AP) 2428 pelos crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica.

A pena fixada para Zambelli foi de 10 anos de prisão em regime inicial fechado e multa no valor de dois mil salários-mínimos. Já Delgatti teve a pena estabelecida em oito anos e três meses de prisão, também em regime inicial fechado, e multa de 480 salários-mínimos.

Na denúncia apresentada contra ela ao STF, a Procuradoria-Geral da República dizia que ela foi a autora intelectual da invasão e procurou Delgatti para executar o crime, com objetivo de inserir nos sistemas do CNJ um mandado de prisão falso e em aberto contra Moraes, entre outras manipulações ilegais.

O PGR relacionou os crimes à incitação de atos antidemocráticos e disse que eles foram cometidos visando a obtenção de “vantagem midiática e política” e “com o fim de prejudicar a credibilidade e o regular funcionamento do Poder Judiciário”.

Mônica Bergamo/FolhapressPolitica Livre

Tarifa zero para itens não cultivados nos EUA não seria automática, dizem negociadores; entenda

 Foto: Reprodução/Instagram

O presidente dos EUA, Donald Trump, anuncia tarifas para exportação no jardim da Casa Branca29 de julho de 2025 | 19:45

Tarifa zero para itens não cultivados nos EUA não seria automática, dizem negociadores; entenda

economia

A eventual isenção tarifária para produtos que não são produzidos internamente pelos EUA não seria automática para todos os países e dependeria também das negociações bilaterais, segundo fontes ouvidas pelo Café na Prensa.

Nesta terça (29), o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, afirmou que itens não cultivados nos EUA podem receber uma tarifa zero. Na ocasião, ele mencionou especificamente manga, cacau, café e abacaxi.

“Os Estados Unidos não produzem esses produtos. Então, poderiam entrar com tarifa zero”, afirmou em entrevista à emissora de televisão CNBC Internacional.

Fontes do setor cafeeiro, no entanto, dizem que a declaração é importante, mas que é preciso cautela, pois a decisão final será do presidente Donald Trump e levaria em consideração as relações com cada país. No caso do Brasil, por haver uma questão política por trás da comercial, a situação é mais delicada, dizem.

Na carta em que anunciou a taxa de 50% sobre as importações brasileiras, Trump expressou seu descontentamento com o julgamento contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A informação de que a decisão de Trump levará em conta a relação com cada país foi compartilhada com a reportagem por uma fonte ligada ao setor industrial dos EUA e por outra que acompanha as negociações do lado dos exportadores de café do Brasil. Ambas afirmaram, contudo, que o desfecho é imprevisível.

Segundo Lutnick, Trump tomará suas decisões sobre os acordos comerciais nesta semana.

Segundo analistas do agronegócio, o USTR (Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos) elaborou uma lista de produtos os quais o país não consegue produzir localmente e que pesam na alimentação americana.

David Lucena/Folhapress

Zambelli diz que se entregou, mas deputado italiano assume que a “dedurou” à Polícia

 

Zambelli diz que se entregou, mas deputado italiano assume que a “dedurou” à Polícia

Casa de Carla Zambelli é alvo de busca e apreensão pela Polícia Federal

Zambelli tentou fazer a Piada do Ano e se deu muito mal

Deborah Sena e Gabriel Gatto
Terra

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) foi presa nesta terça-feira, 29, na Itália, confirmaram a Polícia Federal e o Ministério da Justiça. A parlamentar está no exterior desde que foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em maio passado, a dez anos de prisão.

Nas redes sociais, o deputado italiano Angelo Bonelli afirmou que a parlamentar brasileira foi localizada pela polícia em um apartamento em Roma. No X, Bonelli afirma ter alertado as autoridades sobre o paradeiro da deputada: “Carla Zambelli está em um apartamento em Roma. Forneci o endereço à polícia. Neste momento, a polícia está identificando Zambelli”, escreveu.

DIZEM OS ALIADOS – Ao Terra, interlocutores da deputada confirmaram a prisão, mas adotam a versão que foi ela quem procurou a Justiça italiana para se entregar.

O STF solicitou à Itália a extradição da deputada para que a pena seja cumprida no Brasil — por isso, Zambelli teve a prisão cumprida em Roma. No entanto, a Justiça italiana deverá analisar o caso e, então, decidir se a deputada, que tem cidadania italiana, será extraditada.

A Primeira Turma do STF condenou Zambelli, de maneira unânime, a dez anos de prisão e à perda do mandato parlamentar. A decisão, divulgada em 14 de maio, se deu no âmbito da investigação que apura a invasão a sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

HACKEAGEM – De acordo com a acusação do Ministério Público, Zambelli coordenou a invasão aos sistemas do Poder Judiciário com o objetivo de manipular dados oficiais, incluindo a emissão de um mandado de prisão contra o próprio ministro Alexandre de Moraes,assinado por ele mesmo.

O hacker Walter Delgatti Neto, por sua vez, seria o executor direto da ação criminosa, que teria ocorrido entre agosto de 2022 e janeiro de 2023. Ele está preso.

Além da pena de prisão em regime fechado, a deputada foi condenada à perda do mandato e ao pagamento de indenização, por envolvimento na invasão do sistema do CNJ e pelo crime de falsidade ideológica.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Carla Zambelli gosta de piada, mas não sabe ser humorista. Para mostrar que a urna eletrônica é frágil, contratou um hacker para invadir o portal do Conselho Nacional de Justiça. Mandar Moraes prender Moraes era uma Piada era muito boa, admito, mas os ministros não gostaram e a condenaram com rigor demasiado.

 

 

🚨 SECRETÁRIO REBATE OUVINTE E FAZ ESCLARECIMENTOS SOBRE O PAGAMENTO DO TRANSPORTE ESCOLAR.

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Transporte Escolar em Jeremoabo: O Contraste entre Fiscalização Responsável e Desinformação Política

É realmente lamentável que, em Jeremoabo, vereadores optem por espalhar desinformação sobre o transporte escolar sem antes buscar a verdade dos fatos. Essa conduta não republicana, que tenta macular a gestão transparente do prefeito Tista de Deda, contrasta drasticamente com a postura desses mesmos parlamentares no passado recente.

Por mais de quatro anos, os vereadores da situação assistiram calados aos horrores praticados no transporte escolar durante o governo anterior. A situação chegou a tal ponto que a Polícia Federal precisou realizar buscas e apreensões na Secretaria de Educação, reforçando denúncias de improbidade e suposta corrupção. Naquela época, os vereadores de situação permaneceram cegos, surdos e mudos.

Agora, com Jeremoabo sob uma gestão que busca moralizar a coisa pública, agindo estritamente dentro da lei e das novas regras de licitação, esses mesmos vereadores, acostumados talvez com o "faz de conta" do gestor anterior, tentam arrastar o prefeito Tista de Deda para a mesma vala.

A transparência, no entanto, é a tônica da atual administração. O Secretário de Educação, de maneira exemplar, utilizou uma emissora de rádio local para explicar, sem subterfúgios, o que de fato está acontecendo com o transporte escolar. Não há atraso de pagamento por parte da prefeitura. O que ocorre é que, após um contrato de emergência, a nova empresa vencedora da licitação está finalizando a apresentação de alguns documentos fiscais, um trâmite necessário e legal para a regularização completa do serviço.

É importante ressaltar que o forte da gestão Tista de Deda é justamente o prestígio à saúde e à educação. Esses dois itens são pontos principais e prioritários de sua administração, o que descredibiliza qualquer tentativa de insinuar descaso ou má gestão nessa área vital.

A população de Jeremoabo merece fiscalização séria e responsável, pautada na verdade dos fatos e na busca por soluções, e não em discursos politiqueiros que visam apenas desestabilizar uma gestão que demonstra compromisso com a legalidade e a transparência.

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