quinta-feira, novembro 28, 2024

Secretário de Saúde de Goiânia é preso após operação do MP apontar associação criminosa e irregularidades em contratos

 

Secretário de Saúde de Goiânia é preso após operação do MP apontar associação criminosa e irregularidades em contratos
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O secretário de Saúde de Goiânia, Wilson Pollara, foi preso na manhã desta quarta-feira (27) durante a Operação Comorbidade, conduzida pelo Grupo de Atuação Especializada no Patrimônio Público (GAEPP) do Ministério Público de Goiás (MP-GO). Outros dois gestores da pasta também foram detidos: Quesede Ayres Henrique, secretário-executivo, e Bruno Vianna, diretor financeiro.

 

A operação investiga suspeitas de crimes relacionados a pagamentos irregulares em contratos administrativos e associação criminosa. Além das prisões temporárias, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão, incluindo na sede da Secretaria Municipal de Saúde e nas residências dos envolvidos. Durante as ações, R$ 20.085 em espécie foram encontrados com um dos alvos.

 

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde afirmou que está colaborando com as investigações e destacou seu compromisso com a transparência na gestão pública. Os três gestores foram afastados de suas funções.

 

Segundo o MP-GO, os suspeitos são investigados por formar uma associação criminosa para cometer irregularidades em contratos, gerando prejuízo aos cofres públicos. A apuração prossegue para esclarecer a extensão dos danos e identificar outros possíveis envolvidos.

Haddad anuncia isenção do IR até R$ 5 mil, taxação de supericos e pacote de corte de gastos

 

Haddad anuncia isenção do IR até R$ 5 mil, taxação de supericos e pacote de corte de gastos
Foto: Reprodução / Youtube

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, realizou um pronunciamento à nação durante a noite desta quarta-feira (27) e anunciou o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda para pessoas físicas que ganham até R$ 5 mil. Além disso, o titular da pasta divulgou as propostas do aguardado pacote de corte de gastos e o aumento do imposto de renda sobre quem ganha mais de R$ 50 mil. As medidas serão enviadas para análise do Congresso Nacional.

 

O governo prevê uma economia de R$ 70 bilhões em dois anos, caso a proposta de contenção dos gastos seja aprovada pelo legislativo. Durante o pronunciamento, Haddad defendeu os cortes e argumentou que a medida demonstra o compromisso do governo com a sustentabilidade fiscal.

 

“Com as novas regras propostas, o salário mínimo continuará subindo acima da inflação, de forma sustentável e dentro da nova regra fiscal. Para garantir que as políticas públicas cheguem a quem realmente necessita, nós vamos aperfeiçoar os mecanismos de controle que foram desmontados no período anterior.

 

As medidas de contenção de gastos anunciadas nesta quarta são:

  • Combate aos supersalários;
  • Limitação das pensões militares;
  • Limitação do abono salarial para quem ganha até R$ 2.640 (Antes era até para R$ 2.824);
  • Todos os agentes públicos terão teto legal;
  • Emendas parlamentares irão crescer abaixo do limite fiscal;
  • Obrigatoriamente, 50% das emendas das comissões do Congresso serão destinadas à Saúde;
  • Proibição da criação e prorrogação de benefícios tributários em caso de déficit primário

 

Em relação ao imposto de renda, Haddad informou que o aumento da faixa de isenção da tributação não irá ocasionar em um maior gasto do governo. De acordo coo o ministro da Fazenda, a maior taxação sobre a população que ganha acima dos R$ 50 mil irá “financiar” a medida.

 

“Quem ganha mais deve contribuir mais, permitindo que possamos investir em áreas que transformam a vida das pessoas. Reafirmamos, portanto, nosso compromisso com as famílias brasileiras, proteger o emprego, aumentar o poder de compra e assegurar o crescimento sustentável da economia. Exatamente por isso anunciamos hoje também a maior reforma da renda de nossa história”, disse Haddad durante o pronunciamento.

 

Veja o vídeo de anúncio do ministro: 


Centenário de Lomanto Junior será marcado por uma série de homenagens em Salvador

 Foto: Divulgação

O ex-governador da Bahia Lomanto Junior27 de novembro de 2024 | 19:05

Centenário de Lomanto Junior será marcado por uma série de homenagens em Salvador

bahia

O centenário de nascimento do ex-governador da Bahia Lomanto Junior será marcado por uma série de homenagens nesta quinta (28) e sexta-feira (29), em Salvador. Reconhecido como uma figura marcante da política baiana, Lomanto Junior deixou um legado de mais de 50 anos de atuação pública, sendo lembrado por importantes obras e pelo compromisso com o desenvolvimento do Estado. Os eventos prometem atrair diversas lideranças políticas, representantes de partidos e personalidades influentes.

Programação das homenagens

Nesta quinta-feira, às 15h, será realizada uma sessão especial no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). Na sexta-feira, dia em que Lomanto completaria 100 anos, três eventos marcarão a data. A primeira homenagem ocorrerá às 10h, na sede da União dos Prefeitos da Bahia (UPB), fundada em 1964 durante o governo de Lomanto Junior. Na ocasião, também será destaque a contribuição do ex-governador às Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), como a doação do terreno onde hoje funciona o Centro Educacional Santo Antônio (CESA), pedido feito pela então freira Irmã Dulce.

À tarde, às 16h, o Instituto Histórico e Geográfico da Bahia (IGHB) sediará mais uma homenagem e, à noite, uma missa será celebrada às 19h, na Igreja de Santo Antônio da Barra. No dia 6 de dezembro, está programada uma sessão especial na Câmara de Vereadores de Juazeiro.

Trajetória

Lomanto Junior ingressou na política ainda jovem, sendo eleito aos 22 anos o vereador mais jovem de Jequié. Foi prefeito da cidade por três ocasiões, deputado estadual, deputado federal, governador e senador. Durante seu governo, deixou marcas significativas na infraestrutura e no desenvolvimento do Estado.

Pai de cinco filhos, avô de 11 netos e bisavô de 16 bisnetos, Lomanto Junior também será lembrado pelos valores familiares e pelo amor ao próximo que marcaram sua vida. Seu neto, o deputado federal Leur Lomanto Jr., segue honrando essa missão de servir na vida pública.

Lomanto Junior faleceu em 23 de novembro de 2015, aos 90 anos. Sua esposa, Hildete Lomanto, conhecida como Dona Detinha, faleceu em 2017. O casal permanece como símbolos de dedicação e inspiração para as novas gerações de familiares, amigos e admiradores.

Governo

Lomanto Junior assumiu o Governo da Bahia em 1963, após uma campanha marcada pelo uso pioneiro da propaganda sonora e pelo icônico jingle “Lomanto, Esperança do Povo”. Esse slogan ressoou por todo o Estado, levando uma mensagem de renovação e de inclusão do interior baiano no processo de desenvolvimento, conquistando o coração dos eleitores.

Seu mandato transformou o Estado com grandes obras de infraestrutura, a exemplo das estradas Rio-Bahia e Feira de Santana-Juazeiro, e da emblemática Ponte Ilhéus–Pontal. Lomanto Júnior fundou a Universidade Estadual da Bahia (Uneb) e o Instituto de Saúde do Estado da Bahia (Iseb). Além disso, criou o IAPSEB, hoje Planserv, e o Centro Industrial de Aratu (CIA), um marco simbólico para a economia baiana e para a história da industrialização do Estado.

Além disso, eletrificou todo o Estado, integrando o Sistema Paulo Afonso ao de Funil. Lomanto Junior também foi responsável por idealizar a União dos Municípios da Bahia (UPB) e por realizar uma reforma administrativa que fortaleceu o desenvolvimento industrial e comercial da Bahia. Em Salvador, construiu a Avenida Contorno. Além dessas realizações, deixou sua marca no campo da saúde e da cultura, promovendo obras no Hospital Martagão Gesteira e no Teatro Castro Alves, reinaugurado em 1967, juntamente com a Primeira Bienal de Artes da Bahia.

PoliticaLivre

Indígenas e policiais entram em conflito em MS durante protesto por falta de água nas aldeias brasil

 Foto: Reprodução/X

Protesto de moradores da aldeia Jaguapiru terminou em conflito com policiais em Dourados27 de novembro de 2024 | 21:30

Indígenas e policiais entram em conflito em MS durante protesto por falta de água nas aldeias

brasil

Um protesto de moradores de aldeias da reserva indígena de Dourados terminou em conflito com a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul nesta quarta-feira (27).

Vídeos feitos por moradores da reserva indígena mostram policiais do batalhão de choque da PM imobilizando alguns manifestantes, e disparando tiros de borracha e bombas de gás. Os indígenas protestavam contra a falta de água nas aldeias Bororó e Jaguapiru, as duas maiores da reserva.

De acordo com o Cimi (Conselho Indigenista Missionário), que acompanha o caso, os moradores denunciam problemas de desabastecimento há anos. A falta de água foi agravada após a estiagem aguda que a região enfrentou neste ano, e indígenas dependem de açudes distantes.

Os protestos incluíram o bloqueio da rodovia MS-156, que conecta Dourados ao município de Itaporã, desde a segunda-feira (25).

Em nota, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública disse que a Polícia Militar agiu para desobstruir a estrada bloqueada após esgotar todas vias de negociação, e para garantir os direitos constitucionais.

Segundo a pasta, agentes removeram entulhos e focos de incêndio na pista com ajuda do Corpo de Bombeiros e de equipes da A gesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul), autarquia rodoviária do estado.

“O governo estadual reforça seu compromisso com a transparência, refutando iniciativas politico-eleitoreiras, e age em prol de um caminho de justiça e respeito”, disse a nota, sem se referir ou nomear quais iniciativas seriam essas.

Ainda não foi confirmado o número de presos e feridos na operação. Entretanto, o Cimi diz que os agentes agiram com brutalidade. “Conforme a Constituição Federal, área indígena é de jurisdição federal, ou seja, a ação da Polícia Militar na aldeia Jaguapiru é ilegal e, conforme lideranças ouvidas, se tornou comum”, disse a entidade em comunicado.

As aldeias Bororó e Jaguapiru formam a maior reserva indígena urbana do Brasil, com mais de 13 mil moradores das etnias guarani, kaiowá e terena.

De acordo com a prefeitura de Dourados, um termo especial foi assinado no dia 22 de novembro junto ao DSEI-MS (Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul) para construir mais poços de água na região. Entretanto, ainda não há data para o início das obras.

A Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) ainda não se manifestou sobre o caso.

FolhapressPoliticaLivre

Fernando Haddad anuncia ‘economia’ de R$ 70 bilhões sem utilizar a palavra ‘corte’

 Foto: Reprodução

O ministro Fernando Haddad (Fazenda)27 de novembro de 2024 | 22:00

Fernando Haddad anuncia ‘economia’ de R$ 70 bilhões sem utilizar a palavra ‘corte’

economia

Em um pronunciamento de 7 minutos e 18 segundos em cadeia de rádio e televisão, Fernando Haddad anunciou medidas que, segundo ele, vão gerar economia de R$ 70 bilhões para as contas públicas nos próximos dois anos. O ministro, no entanto, não usou a palavra “corte” nenhuma vez.

“As decisões que tomamos, a partir de hoje, exigem coragem, mas sabemos que são as escolhas certas porque garantirão um Brasil mais forte, mais justo e equilibrado”, disse o ministro.

A expectativa pelo pronunciamento causou impactos no mercado financeiro durante o dia. A divulgação da notícia de que a isenção do Imposto de Renda de Pessoa Física seria elevada para R$ 5.000 provocou disparada do dólar, que fechou a R$ 5,91, maior valor nominal da história.

Vista como populista pelo mercado financeiro, a correção da tabela é uma promessa de campanha de Lula, que cobra a medida de Haddad desde o início do governo.

Segundo o ministro, a medida não trará impacto fiscal porque quem tem renda superior a R$ 50 mil por mês pagará mais imposto.

O pacote, aguardado há semanas, inclui ainda medidas para a Previdência de militares, o salário mínimo e o teto do funcionalismo público. “Vamos corrigir excessos e garantir que todos os agentes públicos estejam sujeitos ao teto constitucional”, afirmou o presidente.

“Para garantir os resultados que esperamos, em caso de déficit primário, ficará proibida a criação, ampliação ou prorrogação de benefícios tributários”, disse Haddad.

Sem detalhar, o ministro confirmou mudanças na aposentadoria dos militares, com a instituição de idade mínima para a ida para a reserva e a limitação de transferência de pensões. A idade de aposentadoria deve ser fixada em 55 anos, e o governo deve colocar fim ao pagamento de pensão para familiares de militares expulsos das Forças, os chamados “mortos fictícios”, que custam só para o Exército cerca de R$ 20 milhões por mês.

Haddad também anunciou alterações no abono salarial do PIS/Pasep, com a limitação do pagamento a trabalhadores que ganham até 1,5 salário mínimo. Hoje, tem direito ao benefício quem ganha até dois pisos.

O ministro, no entanto, não falou em limitação. “Para atender às famílias que mais precisam, o abono salarial será assegurado a quem ganha até R$ 2.640. Esse valor será corrigido pela inflação nos próximos anos e se tornará permanente quando corresponder a um salário mínimo e meio”, disse ele no pronunciamento.

Sobre o salário mínimo, o ministro afirmou que o governo já devolveu ao trabalhador o ganho real, outra promessa de campanha, mas que agora estará sob novas regras. “Esse direito, esquecido pelo governo anterior, retornou com o presidente Lula. E com as novas regras propostas, o salário mínimo continuará subindo acima da inflação, de forma sustentável e dentro da nova regra fiscal”, disse.

A intenção da equipe econômica é limitar o ganho real do piso, seguindo as mesmas regras do arcabouço fiscal —cujo limite de despesas tem expansão real de 0,6% a 2,5% ao ano.

Pela regra atual, o salário mínimo teria ganho real de 2,9% em 2025, conforme o desempenho do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes. Em 2026, a alta seria acima de 3%, considerando as projeções para o crescimento neste ano.

Em ambos os casos, a valorização supera o ritmo de expansão do arcabouço, o que por si só poderia criar uma pressão por dentro da regra, levando ao achatamento de outras despesas.

Limitar os ganhos reais do salário mínimo pode render uma economia de R$ 11 bilhões até 2026. A conta considera um aumento de 2,5% acima da inflação no ano que vem, no limite permitido pela regra fiscal, e de 2% em 2026, em linha com a expansão prevista para o teto de despesas naquele ano.

Haverá limitações nas emendas parlamentares.

Haddad vinha repetindo há mais de duas semanas que as medidas estavam prontas. Os sucessivos adiamentos desgastaram a imagem do ministro ao evidenciarem as dificuldades políticas para estruturar o plano. A demora alimentou as expectativas do mercado e elevou a pressão por um pacote que seja robusto e tenha números críveis.

De acordo com ele, na fala, a equipe econômica trabalhou por avanços econômicos e sociais. “Trabalhamos intensamente para elaborar um conjunto de propostas que reafirmam nosso compromisso com um Brasil mais justo e eficiente”, disse.

As mudanças são aguardadas em meio a uma preocupação sobre a trajetória do endividamento público ao longo dos anos. Com a piora no resultado das contas públicas e o aumento na taxa de juros, o próprio governo passou a prever neste ano uma dívida bruta acima de 81% do PIB a partir de 2026 –hoje, está em 78,3%.

Ana Pompeu/Adriana Fernandes/Idiana Tomazelli/Catia Seabra/Renato Machado/Folhapress

Isenção do IR para R$ 5 mil beneficiará 26 milhões de pessoas; imposto mínimo atingirá 100 mil

 Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil/Arquivo

Isenção do IR para R$ 5 mil beneficiará 26 milhões de pessoas28 de novembro de 2024 | 07:43

Isenção do IR para R$ 5 mil beneficiará 26 milhões de pessoas; imposto mínimo atingirá 100 mil

economia

A correção da faixa de isenção do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física) para R$ 5.000 vai beneficiar 26 milhões de pessoas. Do total, 10 milhões de contribuintes ficarão isentos e outros 16 milhões passarão a pagar menos.

Em contrapartida, a criação do imposto mínimo de 10% para quem ganha mais de R$ 50 mil por mês (o equivalente a R$ 600 mil por ano) atingirá deverá atingir 100 mil pessoas.

Os números foram apresentados nesta quarta-feira (27) pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em reunião com parlamentares da bancada do PT.

A proposta, anunciada por Haddad, só vigoraria a partir de 2026, de acordo com auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que participaram da elaboração do pacote de ajuste fiscal.

Os cálculos do governo estimam uma perda de arrecadação em torno de R$ 35 bilhões por ano com a correção da tabela.

O modelo aprovado pelo presidente prevê a isenção efetiva para quem ganha até R$ 5.000. Esses contribuintes não pagarão o IRPF. Haverá um benefício para quem ganha entre R$ 5.000 e R$ 7.500, por meio de um crédito tributário que será concedido na forma de abatimento (desconto) do imposto a pagar.

Dessa forma, os contribuintes desse grupo receberão um abatimento aplicando-se um fator de desconto em relação ao quanto ele paga. O contribuinte com renda superior a R$ 7.500 vai recolher o que já paga atualmente.

Esse modelo é uma forma encontrada para reduzir o impacto da medida, promessa de campanha do presidente Lula. Uma desoneração sem o abatimento, pela simples ampliação da faixa de isenção, por exemplo, teria custo elevado, uma vez que reduzia a tributação para todos os contribuintes, inclusive os mais ricos.

A ideia inicial da área econômica é que a medida fosse anunciada no ano que vem no contexto da reforma da renda como mecanismo para garantir mais justiça tributária via a implementação do imposto mínimo dos super-ricos.

O imposto mínimo terá uma alíquota de 10% para quem ganha até R$ 50 mil por mês. Ele será aplicado a todas as rendas que a pessoa recebe, incluindo as rendas isentas, o que acabará abarcando a distribuição de lucros e dividendos. As duas propostas foram desenhadas para impacto fiscal neutro.

Adriana Fernandes e Catia Seabra/FolhapressPoliticalivre

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