quinta-feira, novembro 07, 2024

Vitória de Trump significa derrota da esperança e da renovação americana

Publicado em 7 de novembro de 2024 por Tribuna da Internet

Retorno de Trump é um retrocesso para a agenda climática global

Pedro do Coutto

A vitória de Donald Trump por larga margem de votos foi sem dúvida a derrota da esperança e da renovação política aguardada por milhares de americanos que se identificam com a possibilidade de ruptura com a concentração de renda e lutam contra a inércia em relação às questões do meio ambiente, inconformados com as raízes do passado que pode se repetir em um novo mandato.

O retorno de Trump à Casa Branca deve representar um pesado retrocesso para a já abalada agenda climática global. Além dos efeitos negativos para as negociações de redução das emissões dos gases de efeito estufa, a expectativa de uma postura refratária nos Estados Unidos significa um duro golpe para as iniciativas internacionais de financiamento climático.

ACORDO –  Em seu primeiro mandato, em junho de 2017, o republicano retirou os EUA do Acordo de Paris, compromisso firmado em 2015 pela comunidade internacional para limitar o aquecimento global. O país foi reintegrado ao instrumento em 2021, após a posse de Joe Biden.

Ainda durante a campanha, Trump prometeu voltar a remover seu país do acordo. Grupos conservadores, no entanto, já vêm encorajando a futura administração republicana a ir ainda mais longe, abandonando completamente a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.

Com um longo histórico de disseminação de informações falsas ou equivocadas sobre as alterações climáticas, que já foram classificadas por ele de farsa, Trump também defende abertamente o avanço irrestrito dos combustíveis fósseis. Em seu primeiro mandato, o republicano desmantelou uma série de medidas de proteção ao ambiente, incluindo a revogação de mais de uma centena de regras ambientais.

EXPECTATIVAS – Além disso, é na promoção da concentração de renda que poderá advir com a sua nova gestão que morrem as expectativas de mudanças. Não é fácil enfrentar esse aspecto da questão, pois os interesses envolvidos são muito fortes e se acumulam através das décadas e até dos séculos. Trump seguirá pelo mesmo caminho.

A falta de saída para o desenvolvimento econômico e social está exatamente na incapacidade de se romper essa característica que separa a acumulação de capital de um esforço para se distribuir a renda de forma mais justa e mais humana.

Partindo do princípio de que só existe o capitalismo, seja ele estatal, misto ou particular, vemos passar os anos sem que se encontre uma saída para um dos problemas básicos da humanidade.

DERROTA DE HARRIS – Vemos assim um desastre contido na derrota de Kamala Harris que ao menos trazia a esperança de romper o círculo cristalizado contra os valores do trabalho humano e sua remuneração mais justa.

O drama intrínseco nesses aspectos está mergulhado nas decisões que se repetem de promessa em promessa. Vamos aguardar o governo Donald Trump, mas sem muitas esperanças de mudanças, pois essa escapou na derrota de Kamala Harris.

Teremos que esperar mais quatro anos para que se tente uma reforma capaz de fazer justiça social.


O que dizem os ministros do STF sobre terem seus vistos cancelados


Câmara pode ouvir deputada americana que quer cancelar visto de Moraes -  Agora Notícias Brasil

Deputados querem cassar o visto de Alexandre de Mors

Por Bela Megale
O Globo

Integrantes da família Bolsonaro garantem a aliados que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em especial, Alexandre de Moraes, terão os vistos que permitem a entrada nos Estados Unidos cassados, em nova gestão de Donald Trump. Os magistrados, no entanto, não veem chance disso acontecer.

Integrantes do STF avaliam que, com a vitória do republicano, nem esta e nem outras medidas de retaliação defendidas pelos bolsonaristas sobre a corte serão tomadas.

SOLICITAÇÃO – Em setembro, cinco congressistas americanos solicitaram formalmente ao secretário de Estado, Antony Blinken, a cassação dos vistos do ministro Moraes, do STF. Um dos argumentos foi a suspensão da rede X, após a plataforma descumprir ordens judiciais do Brasil.

A medida não prosperou no governo Joe Biden e a esperança do clã Bolsonaro é que ela avance num eventual governo Trump. Caso Kamala Harris tivesse vencido, os integrantes da família do ex-presidente descartam qualquer sanção contra os magistrados do STF.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – São apenas suposições. Sem bases reais, concretas, sólidas. (C.N.)

Bolsonaro pedirá a STF para ir à posse de Trump: ‘Vai falar não para o cara mais poderoso do mundo?’

 Foto: Marcos Corrêa/Arquivo/PR

O ex-presidente Jair Bolsonaro07 de novembro de 2024 | 06:36

Bolsonaro pedirá a STF para ir à posse de Trump: ‘Vai falar não para o cara mais poderoso do mundo?’

brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (6) que pedirá ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes autorização para ir à posse de Donald Trump, marcada para o próximo dia 20 de janeiro nos Estados Unidos.

Em entrevista à Folha, o ex-presidente disse que já teve três pedidos de viagem internacional negados por Moraes, o último deles para ir à casa de Trump em Mar-a-Lago, na Flórida, onde o republicano recebeu convidados para acompanhar a apuração nesta terça-feira (5).

“Se o Trump me convidar, eu vou peticionar ao TSE [Tribunal Superior Eleitoral], ao STF. Agora, com todo o respeito, o homem mais forte do mundo… você acha que ele vai convidar o Lula? Talvez protocolarmente”, disse Bolsonaro.

“Quem vai convidar do Brasil? Talvez só eu. Ele [Moraes] vai falar não para o cara mais poderoso do mundo? Eu sou ex. O cara vai arranjar uma encrenca por causa do ex?”

Bolsonaro está com o passaporte retido e proibido de deixar o país devido às investigações das tratativas golpistas ocorrida durante a reta final do seu governo, em 2022.

Um dos filhos do ex-presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) esteve em Mar-a-Lago nesta terça-feira (5).

“Vou peticionar ao Alexandre. Ele decide. O Eduardo [Bolsonaro] tem amizade enorme com ele [Trump]. Tanto é que de 85 convidados ele foi e botou mais dois para dentro, o Gilson [Machado, ex-ministro de Bolsonaro] e o filho do Gilson. Ele me tem como uma pessoa que ele gosta, é como você se apaixona por alguém de graça, né? Essa paixão veio da da forma como eu tratava ele, sabendo o meu lugar”, disse Bolsonaro.

O ex-mandatário disse que sempre soube a diferença entre ele e Trump, dizendo que seria uma relação proporcional à do Brasil (Trump) com o Paraguai (Bolsonaro).

O ex-presidente está inelegível e não poderá figurar nas urnas eletrônicas pelo menos até 2030.

Ele foi condenado por abuso de poder político e econômico e uso indevido dos meios de comunicação sob acusação de difundir mentiras sobre o processo eleitoral em reunião com embaixadores e utilizar eleitoralmente o evento de comemoração do Bicentenário da Independência.

Ao comentar as investigações que ainda pesam em torno de seu nome, como a das tratativas golpistas de 2022, ele subiu o tom em relação a Moraes.

“Há dois anos querendo me incriminar como golpista, vai a merda, porra. O cara tá há dois anos com a mulher, tô desconfiando que tá me traindo e tô há dois anos dormindo com ela. E tô investigando, me traiu, não me traiu… resolve essa parada logo, tenha altivez. Manda soltar esses coitados que estão presos aí a 17 anos de cadeia”, afirmou, se referindo a condenados pelos ataques golpistas de 8 de janeiro.

Camila Mattoso e Ranier Bragon/FolhapressPolíticaLivre

STF vê volta de Trump sem efeito para Bolsonaro em processos, mas embate maior no Congresso

 Foto: Gustavo Moreno/Arquivo/Divulgação

Fachada do STF07 de novembro de 2024 | 06:48

STF vê volta de Trump sem efeito para Bolsonaro em processos, mas embate maior no Congresso

brasil

Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) afirmaram nesta quarta-feira (6) reservadamente que a volta de Donald Trump à Casa Branca não terá efeito no Judiciário em relação às condenações de inelegibilidade impostas a Jair Bolsonaro (PL) nem sobre investigações já avançadas, como a que trata da trama golpista que culminou nos ataques de 8 de janeiro de 2023.

Apesar disso, magistrados dizem avaliar que pode crescer a pressão política para que o ex-presidente tenha a inelegibilidade revertida via perdão dado pelo Congresso Nacional.

Antes mesmo da vitória de Trump, bolsonaristas e o próprio Bolsonaro já vinham se articulando para incluir o perdão no projeto que tramita na Câmara e que, por ora, só trata da anistia aos que participaram dos ataques na praça dos Três Poderes.

Após o resultado anunciado nesta quarta-feira, interlocutores do ex-presidente disseram que o STF não conseguirá resistir ao “vento contra” que surgirá a partir do êxito do candidato republicano.

A avaliação de que a situação jurídica de Bolsonaro pode mudar diante da vitória de Trump é compartilhada por integrantes da defesa do ex-presidente —especialmente com uma eventual anistia aos envolvidos nos ataques às sedes dos Poderes.

Na semana passada, o próprio Bolsonaro foi ao Congresso negociar tanto a anistia aos que participaram dos atos de 8 de janeiro como a ele próprio.

“Foi um julgamento político [a inelegibilidade] e estamos buscando maneiras de desfazer isso aí. A prioridade nossa é o pessoal que está preso, eu sou o segundo plano”, afirmou o ex-presidente após reunião em que o seu partido, o PL, selou o apoio à candidatura de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) à presidência do Senado.

Na leitura de ministros do Supremo e de tribunais superiores, se aprovada no Congresso, a anistia pode levar a um novo embate institucional, já que a cúpula do Judiciário é contra o perdão aos invasores que destruíram as sedes dos três Poderes.

A Folha conversou com seis ministros e auxiliares do Supremo nesta quarta. A avaliação majoritária é que o novo governo Trump terá outras preocupações, como o avanço da China, a política de imigrantes e as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio.

Acreditar que a eleição do republicano pode impactar a situação criminal ou eleitoral de Bolsonaro, avaliam estes ministros, é um erro de avaliação sobre as prioridades de Trump e a capacidade do Brasil de solucionar seus dilemas internos.

Não se descarta, porém, que um eventual apoio da Casa Branca aos ataques de Elon Musk contra o ministro Alexandre de Moraes possa causar desassossegos. O bilionário, dono da rede social X (antigo Twitter), deve assumir um cargo no governo Trump em 2025 —o presidente eleito já prometeu a ele o posto de chefe de um novo Departamento de Eficiência Governamental.

A expectativa atual no Supremo é que a Polícia Federal apresente até o fim do ano o relatório final da investigação sobre a trama golpista envolvendo Bolsonaro e aliados para reverter o resultado da eleição de 2022. A eventual denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) deve ficar para o primeiro semestre de 2025.

Ministros do Supremo afirmam, reservadamente, que preferem encerrar os casos antes das eleições de 2026, para não haver pendências antes do pleito. Os julgamentos também poderiam cessar a apreensão do mundo político sobre o destino de Bolsonaro, abreviando o protagonismo do tribunal nas investigações.

Bolsonaro está inelegível devido a duas decisões do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) expedidas em 2023. Com isso, por ora não poderá figurar nas urnas eletrônicas pelo menos até 2030.

Ele foi condenado no ano passado por abuso de poder político e econômico e uso indevido dos meios de comunicação sob acusação de difundir mentiras sobre o processo eleitoral em reunião com embaixadores e utilizar eleitoralmente o evento de comemoração do Bicentenário da Independência.

Além disso, o ex-presidente está no centro de outras investigações, entre elas a que apura as tratativas em torno de um golpe de Estado que visava impedir a posse de Lula (PT) em 2023.

Uma eventual anistia a Bolsonaro e aos golpistas que depredaram as sedes dos Poderes pode ser analisada pelo STF caso o tribunal seja provocado a se manifestar. O projeto de lei que perdoa os invasores ainda será analisado por uma comissão especial da Câmara dos Deputados.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), promete encerrar a análise da proposta de anistia sobre o 8/1 ainda em sua gestão. Isso significa que o deputado quer uma solução para o imbróglio ainda este ano, já que ele não deve comandar mais a Casa após o recesso parlamentar entre dezembro e janeiro.

Mesmo com o impacto político gerado pela eleição de Trump à Presidência do EUA, os ministros do STF fizeram piada nesta quarta antes da sessão no plenário, como mostrou a colunista Mônica Bergamo.

A brincadeira era adivinhar qual dos ministros seria o primeiro a ter o visto para entrada nos Estados Unidos negado por Trump. Em setembro, um grupo de deputados e senadores dos EUA encaminhou carta ao secretário de Estado americano, Antony Blinken, solicitando a revogação de vistos de todos os magistrados do STF.

Eles chamavam o ministro Alexandre de Moraes de “ditador totalitário” e argumentavam que os outros membros do Supremo eram “cúmplices destas práticas antidemocráticas”.

Camila Mattoso e Cézar Feitoza/Folhapress

Advogado denuncia aparelhamento político da Ordem dos Advogados da Bahia

 Foto: Divulgação/Arquivo

Ordem dos Advogados da Bahia07 de novembro de 2024 | 08:07

Advogado denuncia aparelhamento político da Ordem dos Advogados da Bahia

bahia

“A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA) foi dominada por políticos profissionais que transformaram as eleições da OAB-BA naquilo que há de mais sórdido e desprezível em campanhas políticas tradicionais”, disse nesta quinta-feira (7/11) o advogado trabalhista Claudio Albuquerque (que não quis ser fotografado para não sofrer perseguição por parte da atual gestão da OAB-BA).

“Nós, advogados, não queremos ver a chapa da situação pagando marqueteiros e atores para disseminar ataques e sarcasmos contra a chapa de oposição. Nós queremos saber o que foi realizado para melhorar o exercício da advocacia desde que o ex-presidente da Ordem Luiz Viana, nos idos de 2014, afirmou que advogar na Bahia é um inferno”, protesta o advogado, destacando que “o cenário atual para o exercício da advocacia é um inferno triplicado”.

Em sua fala, prevalece um sentimento de indignação, principalmente porque, segundo o advogado, a atual gestão da OAB-BA, que está no poder há 12 anos, tem feito de tudo para que a advocacia baiana permaneça omissa e alienada. “Estamos vivendo uma ditadura na OAB-BA. Não há transparência. Ninguém sabe quanto se arrecada e nem onde o dinheiro é empregado. O grupo da atual presidente tem se valido dos mais covardes atos para tentar se manter no poder, perseguindo profissionais que tentam o caminho da oposição. Seja na capital, seja no interior do estado, muita gente que sonha com mudança não vai votar no próximo dia 19 porque se recusa a estar adimplente com a Ordem dos Advogados da Bahia”, lamentou o advogado.

“É muito triste ver que a atual presidente Daniela Borges chegou ao paroxismo de utilizar até mesmo atores profissionais para atacar a atual candidata da chapa Muda OAB, Ana Patrícia, em lugar de estar debatendo o que pode ser feito para evitar a violação de nossas prerrogativas, a advocacia predatória ou criar estrutura para o pleno exercício da advocacia”, disse o advogado, lembrando que são muito mais honrados aqueles e aquelas que, tendo percebido os descalabros, os atos criminosos e as vicissitudes de uma diretoria, conseguem se afastar dela para trazer uma proposta de mudança e correção de rumos. “Tudo que existe de pior em um sistema ditatorial pode ser facilmente percebido nas ações realizadas pela atual diretoria da Ordem: perseguições, ameaças veladas ou escancaradas, eleições fraudadas nas subseções, como em Vitória da Conquista, uso da máquina para contratar pesquisas eleitorais forjadas”.

“É preciso muita coragem para enfrentar esse grupo poderoso, cujos tentáculos mafiosos se enramaram por todo o estado. Espero que a nossa classe consiga dar uma demonstração de independência e força no dia 19 de novembro”, afirmou o advogado.

PolíticaLivre

Quem é J. D. Vance, novo vice-presidente dos EUA?

 

Quem é J. D. Vance, novo vice-presidente dos EUA?

Por Redação

Quem é J. D. Vance, vice-presidente eleito dos EUA?
Foto: Reprodução/Redes Sociais

James David Vance, de 40 anos de idade e senador pelo estado de Ohio foi eleito, na chapa republicana de Donald Trump, o vice-presidente dos Estados Unidos. Tido como uma espécie de prodígio no campo conservador, Vance foi escolhido com a intenção de atribuir um ar mais jovem à campanha do presidente eleito.

 

Vance nasceu em Middletown, Ohio, registrado como James Donald Bowman, mas alterou o seu nome quando adulto para se desatrelar de seu pai biológico que o abandonou. O vice-presidente eleito se define como “conservador outsider, fuzileiro, empresário e escritor” em seu site pessoal.

 

Casado com Usha Chilukuri Vance, filha de imigrantes indianos, o republicano tem três filhos, Ewan, de 7 anos, Vivek, de 4 e Mirabel, de 2. Vance é formado em direito pela Universidade Estadual de Ohio e pela Universidade de Yale.

 

Após se formar no ensino médio se alistou no Corpo de Fuzileiros Navais e serviu na Guerra do Iraque. Ao voltar para os EUA, abriu um negócio e passou a adotar discursos protecionistas, até chamar a atenção dos Republicanos.

 

JUVENTUDE CONTURBADA, LIVRO DE SUCESSO E CRÍTICAS A TRUMP

Quando jovem, Vance foi criado pela mãe, dependente química e pelos avós maternos. Sua juventude conturbada se transformou no livro autobiográfico de 2016 “Hillbilly Elegy”, trazido no Brasil pela Editora Leya como “Era Uma Vez Um Sonho”.

 

A obra ganhou uma adaptação cinematográfica pela Netflix, contando com as atrizes Amy Adams e Glenn Close. Em 2020, o filme foi indicado a dois Oscares, o de melhor atriz coadjuvante para Close e de melhor maquiagem e penteados.

 

O sucesso do livro o fez ganhar espaço na direita norte-americana, sendo visto como um prodígio defensor dos valores conservadores. Em 2023, ele passou a exercer o cargo de senador por Ohio, tendo sido eleito com 53% dos votos, com o apoio do seu agora companheiro de chapa.

 

Vance, no entanto, já direcionou diversos ataques ao companheiro de chapa. Este ano, o deputado estadual de Ohio, o democrata Josh McLaurin, antigo colega de quarto de Vance, divulgou uma suposta mensagem enviada pelo republicano em que ele diz: “Eu oscilo entre pensar que Trump pode ser um babaca cínico como Nixon, o que não seria tão ruim (e pode até ser útil), ou que ele pode ser o Hitler da América”.

 

Em 2016, Vance chamou Trump de “idiota”, “nocivo” e “repreensível” em uma postagem em suas redes sociais. O republicano, assim como o presidente eleito, Donald Trump, toma posse no dia 20 de janeiro de 2025.


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