segunda-feira, outubro 28, 2024

Planalto busca acerto para 18 indicações às agências regulatórias antes de eleição no Congresso

 

Planalto busca acerto para 18 indicações às agências regulatórias antes de eleição no Congresso
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) busca acertos com o Congresso Nacional para definir os nomes que vão preencher 18 vagas em agências reguladoras que estão abertas ou ficarão livres até fevereiro, mês das eleições aos comandos da Câmara e do Senado.
 

O debate sobre os cargos ocorre no momento em que o governo faz críticas públicas à atuação das agências e avalia formas de aumentar o controle sobre os órgãos de regulação, o que tem sido visto como tentativa de intervenção do Executivo.
 

Lula e o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), devem discutir as indicações nos próximos dias com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), o favorito para a sucessão para o comando da Casa.
 

O Senado costuma ter forte influência na indicação de diretores das agências. Isso porque os candidatos são sabatinados em comissões temáticas da Casa, depois aprovados ou não no plenário.
 

Nos bastidores, aponta-se que Alcolumbre gostaria que o Senado detivesse o controle de 50% das indicações para as agências regulatórias. Na prática, significa que ele próprio teria grande influência.
 

Durante a gestão passada, Jair Bolsonaro (PL) abriu a possibilidade para que senadores atuassem em indicações, sobretudo nas agências regulatórias das áreas de infraestrutura.

 

O presidente do Senado no início daquele governo era justamente Alcolumbre, que agora vem travando uma batalha com o governo Lula, que busca retomar o controle sobre as indicações. O senador pelo Amapá sempre negou que mantivesse acordo com Bolsonaro pela metade das indicações e que queira manter o patamar no governo Lula.
 

Dos 18 cargos, cinco são para os comandos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários).
 

Um dos alvos prioritários do governo é a vaga já aberta de diretor da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, tem criticado o órgão regulador por causa dos repetidos episódios de falta de luz em São Paulo.
 

Silveira já enviou para o Palácio do Planalto a indicação do quinto membro da Aneel. Segundo interlocutores no governo, ele defende para o cargo o nome do seu secretário nacional de Energia Elétrica, Gentil Nogueira de Sá.
 

O nome, no entanto, teria desagradado a Alcolumbre e também ao senador Marcos Rogério (PL-RO), que participou das articulações para a agência no governo Bolsonaro. Os dois costumavam ser aliados de Silveira, quando o mineiro tinha mandato no Senado.
 

Em outra disputa com a Casa, o governo Lula bateu o martelo na indicação do secretário de Petróleo e Gás do MME (Ministério de Minas e Energia), Pietro Mendes, para comandar a ANP, como a Folha revelou.
 

A indicação do nome é vista como um sinal da força de Alexandre Silveira dentro do governo, mas mais uma vez entra em confronto com os antigos aliados no Senado.
 

Há uma segunda vaga na disputa, mas nesse caso integrantes do governo afirmam que há consenso para abraçar a indicação do senador Otto Alencar (PSD-BA), o procurador da AGU (Advocacia-Geral da União), Artur Watt Neto.
 

A Anvisa e a ANM (Agência Nacional de Mineração) são as agências em que o governo terá mais indicações até fevereiro. Cada uma terá três vagas abertas.
 

Lula externou descontentamento com as agências durante reunião de articulação política neste mês. O presidente tem argumentado que as agências estão aparelhadas por bolsonaristas ou muito influenciadas por empresários do setor.
 

O chefe do Executivo determinou que fosse estudada uma revisão da Lei Geral das Agências, coordenada pela AGU. Uma das ideias é elaborar proposta sobre uma avaliação de desempenho que poderia, no limite, gerar a demissão dos dirigentes.
 

O movimento é avaliado com preocupação pelos atuais dirigentes dos órgãos de regulação e visto como uma forma de pressão. Ainda há a interpretação nas agências de que dificilmente as sugestões seriam aprovadas pelo Congresso.
 

O governo também avalia a proposta de criação de um órgão supervisor que pudesse avaliar o desempenho dos diretores. A ideia da gestão petista não envolveria encurtar os mandatos, que hoje são de cinco anos.
 

Os cargos em agências são cobiçados pelo Congresso e entram nas negociações do governo para ampliar o apoio na Câmara e no Senado.
 

Alcolumbre tem defendido que os nomes sejam apresentados já com apoio prévio do Legislativo. A ideia do senador é manter a influência sobre as escolhas.
 

É comum que o Planalto, sob diferentes governos, alinhe os nomes antes da indicação formal, justamente para evitar que um candidato sofra resistência no Congresso e demore a ser aprovado.
 

As vagas geram interesse de parlamentares pelo impacto da atuação das agências em praticamente todos os setores econômicos.
 

A ANTT, por exemplo, que terá duas vagas abertas em fevereiro, enfrenta durante o governo Lula o desafio de renegociar contratos de concessão de rodovias federais, que não trouxeram as melhorias previstas para os usuários.
 

Já a ANS é alvo constante de reclamações de consumidores e pressão de empresas por regular preços de planos de saúde. A agência terá novo presidente a partir de dezembro. Um dos nomes especulados ao cargo é Wadih Damous (PT), atual secretário nacional do consumidor no Ministério da Justiça.
 

Outro órgão que terá novo chefe, a Anvisa tem sido alvo de críticas do governo. Em agosto, o presidente Lula disse que a agência se tornaria mais rápida na liberação de medicamentos "quando algum companheiro da Anvisa" percebesse que um parente morreu pela falta de remédio que já poderia ter sido aprovado.
 

A declaração foi criticada pelo presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, e por servidores do órgão.
 

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, tentou amenizar as críticas de Lula, mas afirmou que há uma reclamação da indústria sobre o ritmo de trabalho da agência. Ela também disse que a autonomia "técnica" das agências "não pode ser a definição de uma política por uma agência".
 

Integrantes da equipe de Nísia defendem, nos debates no Planalto, indicar Leandro Safatle para o comando da agência, atual secretário adjunto no Ministério da Saúde.
 

No meio das discussões sobre novos diretores, as agências ainda têm apresentado uma reclamação praticamente comum ao governo: falta de servidores e cortes de orçamento. A Anvisa, por exemplo, estimava no começo do ano que 600 dos cerca de 1.600 servidores tinham direito à aposentadoria.
 

O governo ainda terá duas indicações na ANA (Agência Nacional de Águas). Lula ainda poderá indicar um nome para a Ancine (Agência Nacional do Cinema), Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
 

GOVERNO TERÁ 18 INDICAÇÕES ÀS AGÊNCIAS ATÉ FEVEREIRO
 

Anvisa: 3 cargos, sendo uma indicação a presidente
 

ANM: 3 vagas
 

ANTT: 2 vagas, uma para diretor-presidente
 

ANP: 2 vagas, uma para o comando
 

ANA: 2 vagas
 

ANS: 1 vaga, para diretor-presidente
 

Antaq: 1 vaga, para diretor-presidente
 

Aneel: 1 vaga
 

Ancine: 1 vaga
 

Anatel: 1 vaga
 

Anac: 1 vaga

Mitidieri foi o grande derrotado destas eleições

  em 28 out, 2024 8:12

Adiberto de Souza

A eleição de Emília Corrêa (PL) para a Prefeitura de Aracaju significa mais uma derrota colhida nas eleições deste ano pelo governador de Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD).  Liderança fraca, o inquilino do Palácio de Despachos se viu forçado a engolir três candidaturas de aliados, que passaram todo o 1º turno se engalfinhando e terminaram a campanha rompidos politicamente. Certamente, as feridas abertas agora não cicatrizarão até 2026, com graves consequências para o projeto de reeleição do governador.

Ademais, a vitória de Emília no principal colégio eleitoral do estado reacendeu o desejo do aliado dela e prefeito eleito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho (PL), de disputar o governo daqui a dois anos.  Só em pensar nessa hipótese o pessedista deve ter calafrios, pois não tivesse a justiça impedido a candidatura majoritária do itabaianense em 2022, a história seria outra. Ressalte-se que, além de Aracaju, Mitidieri perdeu as eleições em redutos importantes como Socorro, São Cristóvão, Itabaianinha, Carmópolis, Própria, Canindé, Areia Branca, Simão Dias, et cétera e tal.

Ainda sem grandes obras para apresentar aos sergipanos e como fama de festeiro inveterado, o governador terá que se virar nos trinta para que a sua candidatura à reeleição seja, ao menos, competitiva. Também deve rezar para que aliados dele, como o ex-governador Belivaldo Chagas (Pode) e o senador Laércio Oliveira (PP), não resolvam disputar o governo de Sergipe, dividindo o grupo da situação, tal qual fizeram agora em Aracaju o prefeito Edvaldo Nogueira (PDT), André Moura (União), Alessandro Vieira (MDB) e outros menos votados. Marminino!

Pernas pro ar

Sem mais delongas, informamos ao distinto público que deixaremos de batucar no teclado por algum tempo, dando merecido descanso aos dedos. Só retornaremos à labuta diária quando cansar de não fazer nada, afinal, ninguém é de ferro, ora bolas!

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2024: Edvaldo sepulta 2026. “Efeito dominó” leva Cauê, JB e Valadares

 em 28 out, 2024 3:09

Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça
    “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

 

 O 2º turno eleitoral em Sergipe ficará marcado na história não apenas pela eleição da primeira mulher prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, mas pelo chamado “efeito dominó” o efeito cascata que não leva apenas o candidato Luiz Roberto, mas, principalmente o mentor dele, Edvaldo Nogueira, o marqueteiro Cauê e os governadores Jackson (pior da história) e Valadares.

Em Aracaju muita gente metida acordo de ressaca, não moral, porque nunca teve, mas compreendendo a força que o Poder não se compra, não só com dinheiro mas, sobretudo, com pressões de todos os tipos. A derrota de Luiz de Edvaldo é um sinal para o governador Fábio escolher melhor suas companhias e repensar quem são os verdadeiros aliados e com quem poderá contar em 2026.

 Por exemplo, o senador Laércio Oliveira – que indiciou o vice do derrotado Luiz de Edvaldo  e tem interesses empresariais na Prefeitura de Aracaju – não tem nada a perder em 2026 disputando o governo do Estado como arquitetou se aliando a Edvaldo.

 E Edvaldo? Pra onde vai com a sazonalidade de 2 anos?

 Se Mitidieri arrumar uma “boquinha” pra ele no estado é sabendo que tem um escorpião brabo só esperando o momento para dar a picada. Mitidieri precisa se livrar de Edvaldo pra não comprometer sua reeleição.

Luiz nunca foi o melhor candidato. Foi uma imposição de Edvaldo e que colocou o governador de joelhos. Mitidieri, com o discurso da lealdade a Edvaldo errou com o grupo e o resultado foi a implosão com 3 candidaturas e fraturas complicadas para 2026.

 Edvaldo não elege ninguém e é um figura que o grupo quer distância. E mais: que moeda política Edvaldo oferecerá em 2026 depois do resultado desastroso de agora? O melhor é Edvaldo reconhecer que seu tempo já passou. Bota um pijama ou crie um grupo musical pra dizer que é seu, onde possa tocar sua zabumba mal batida.

 

Uma coisa é certa: Edvaldo deve botar o pijama. Já deu. Cansou. No “efeito dominó” caíram também além de Edvaldo, Laércio e Alessandro, Jackson Barreto, Cauê, Valadares, Daniella Garcia, Valadares Filho, entre outros.

Tchau, Edvaldo. Foi um “efeito dominó” no arbítrio, na arrogância e na ganância política.

 

Sergipe del Rey! Aracaju 2º turno: dos 416.605 eleitores aptos, quase 104.938 Não foram às urnas. Mais de 30% do eleitorado que somados aos 15.464 votos nulos e 7.537 votos brancos, chegam a quase 128 MIL Eleitores que disseram Não aos 2 candidatos. Serve de Reflexão para os políticos sergipanos.

Governador Fábio Mitidieri, também derrotado tem dois anos para ficar esperto escolher melhor suas companhias para não ter em 2026 o mesmo fim de Edvaldo hoje.  Em 2022, Edvaldo desdenhou candidatura de Fábio.  Fábio deve “colocar as barbas de molho”, antes que seja tarde demais “O primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que estão à sua volta”. A frase de Maquiavel caí bem agora para Fábio. Se quiser “ajeitar” Edvaldo no secretariado será a prova que não está preocupado com 2026.  Em 2022, com a negativa do grupo para candidatura ao governo de Edvaldo, ficou clara a contrariedade  dele se comportando de forma isolada e oportunista cruzando os braços no 1º turno estadual. Desdenhou a candidatura de Fábio, torcendo por uma derrota a prova maior foi não aceitar indicar a esposa, Danusa, como vice de Fábio. Agora, em 2024, montou uma chapa com Luiz/Fabiano/Laércio onde os interesses empresariais se confundiram com os interesses do povo .  Fábio deve “colocar as barbas de molho”, antes que seja tarde demais.

 “Boquinha” para o concunhado foi sinal da derrota Há poucos dias do 2º turno Edvaldo deu um recado que tinha jogado a toalha: a exoneração do “eficiente” Renato da SMTT e nomeação do mesmo para diretoria do consórcio de transportes. Garantiu o emprego para o concunhado. Como dizia o eterno Osmário: Arrepare!

Marqueteiro Cauê foi outro grade derrotado, ao lado de Edvaldo. Provou do próprio veneno com a desconstrução do candidato Luiz de Edvaldo Na eleição de Fábio Mitidieri, o marqueteiro Cauê pouco contribuiu com sérios problemas na equipe. Na vitória do 2º turno, nas comemorações a cara de Cauê era de “o que que eu estou fazendo aqui.” Ele sabe que pouco fez e pouca influencia teve. Agora vestiu a camisa com todas as forças, mas não é mais o mesmo. Pegou um candidato com uma enorme vidraça e, provou do próprio veneno, com todos adversários destruindo uma candidatura fraca, sem carisma e que mesmo com duas máquinas públicas foi fadada ao insucesso. Cauê construiu a trajetória dele como marqueteiro destruindo candidaturas e provou do próprio veneno. Tinha anunciado que não faria mais campanha. Seria uma saída mais honrosa agora sai como um grande perdedor ao lado de Edvaldo Perdeu o “time” por não ter se aposentado. Seria uma vingança, ironia ou justiça do destino?

Votação de Yandra e migração de votos para Emília Corrêa A maior parte dos vereadores eleitos e não eleitos que apoiaram Yandra migraram diretamente para Emília Corrêa, expressando um voto de revolta contra o sistema montado pelo governador Fábio Mitidieri e o atual prefeito Edvaldo Nogueira. Essa movimentação reflete uma insatisfação crescente com as lideranças políticas locais.

 A gestão edvaldiana não foi péssima. A votação de Waneska é o tamanho eleitoral de Edvaldo.  Edvaldo não faz uma péssima gestão, como o blog já disse. Mas nada fez ou faz que se possa dizer que seja relevante para o desenvolvimento sustentável, para o crescimento econômico do terceiro milênio. Nadica de nada! Não tem projeto de gestão nem planejamento para os próximos 20 anos. Faz o feijão com arroz do almoço e o cuscuz com manteiga do jantar e sempre teve a sorte de não ter uma oposição tática e estratégica nas outras disputas. Não conseguiu eleger uma vereadora. Vestiu a camisa, tirou lideranças de aliados, como Bittencourt, para Waneska Barbosa de nada adiantou. A votação de Waneska é o tamanho eleitoral de Edvaldo.  

Laércio, o subserviente Bolsonarista já deve ter pedido arrego para a prefeita eleita Emília Corrêa O senador Laércio Oliveira que foi chacota nacional segurando Bolsonaro pela barriga numa carreata em Aracaju já deve ter pedido arrego para Emília ontem mesmo após o resultado eleitoral. Laércio tem interesses empresariais encrustados na Prefeitura de Aracaju – aliás, recentemente teve até uma licitação emergencial – e, com certeza é outro que em 2026 não estará no palanque de Fábio Mitidieri.

Alessandro vai lutar muito para ser deputado federal Já o senador Alessandro Vieira sonhava que a delegada Danielle seria a tábua de salvação para ele em 2026, se vencesse a eleição em Aracaju ou chegasse ao 2º turno. Com o resultado pífio de Daniella (3 derrota consecutiva – AJU, 2020/22 e senado 2024), o senador Alexandro relembra a ressaca pífia quando foi candidato ao governo em 2022. Um sinal claro que se desejar algo na política terá que lutar muito para ser deputado federal. E olhe lá.

Com a caneta na mão Emília pode desnudar o que chama de sistemão:  auditoria externa na Prefeitura como um dos primeiros atos em janeiro A certeza é que a partir de janeiro a Prefeitura de Aracaju passará por uma auditoria externa para desnudar e mostrar para a sociedade tudo, tudo mesmo, principalmente este último ano da gestão edvaldiana cheia de licitações emergenciais.

Fortalecimento As forças de segurança de Sergipe receberam, na última sexta-feira, 25, mais de R$ 3,3 milhões em investimentos por parte do Governo do Estado, além da valorização profissional por meio das promoções de 254 oficiais e praças. Na solenidade, que contou com a presença de centenas de servidores e secretários, foram entregues 25 novas motocicletas modelo BMW ao Getam, visando reforçar a atuação na capital e interior. Além disso, foram entregues vans e micro ônibus para o Centro de Ensino e Instrução (CEI) da PM.

Fortalecimento II Em relação às promoções dos policiais militares, o secretário de Estado da Segurança Pública, João Eloy de Menezes, afirmou que representa a valorização profissional dos servidores, e mais um compromisso sendo realizado pela gestão Mitidieri. “É o governo cumprindo tudo aquilo que foi prometido para a segurança pública, não só em termos de equipamentos, mas também em termos de promoção e reconhecimento do trabalho dos servidores”, ressaltou.

 

 

 




Eleições OAB/SE: Lançamento da campanha de Danniel Costa e Edênia Mendonça reúne mais de 1500 advogados O lançamento da campanha de reeleição de Danniel Costa e sua vice, Edênia Mendonça, à presidência da OAB/SE reuniu mais de 1.500 advogados no Hotel Del Mar, em Aracaju, em uma significativa demonstração de apoio da advocacia sergipana ao projeto aprovado por quase 70% da classe – recente pesquisa do Instituto W1 revelou que 25,3% dos advogados consideram a gestão “ótima”, enquanto 44% a classificaram como “boa”, totalizando uma aprovação de 69,3%. A eleição da OAB/SE ocorrerá dia 19 de novembro, na modalidade on-line

Momento decisivo Realizado na noite de quinta-feira, 24, o evento reforçou a unidade e o apoio à Chapa 2 – Conexão Nova OAB e foi marcado por aplausos e discursos emocionados, sinalizando um momento decisivo para o futuro da advocacia sergipana. Danniel Costa agradeceu aos colegas que compõem a direção da instituição, destacando o projeto de uma OAB mais inclusiva e próxima dos advogados.

Conquistas O presidente ressaltou as conquistas dos últimos dois anos e nove meses e o papel essencial de cada advogado no sucesso da gestão, renovando seu compromisso para o futuro. “Esse apoio massivo demonstra que estamos no caminho certo. Nossa gestão foi pautada no compromisso de fortalecer a advocacia. Hoje, mais do que nunca, tenho a convicção de que precisamos continuar trabalhando juntos para alcançar novos avanços”, afirmou Danniel Costa, emocionado com a adesão da classe.

Inclusão e valorização Edênia Mendonça também destacou o compromisso da chapa com a inclusão e valorização da advocacia feminina, da advocacia jovem e a do interior. “Assumimos o compromisso de lutar por uma OAB mais justa, inclusiva e representativa, onde todos se sintam ouvidos e valorizados. Continuaremos juntos nessa caminhada, por uma Ordem que acolhe e representa cada advogada e advogado sergipano, estejam na capital e do interior. É o nosso compromisso”, declarou.

Mudança do ponto facultativo Hoje é Dia dos Servidores, mas os funcionários públicos do Poder Executivo estadual não terão ponto facultativo na presente data, justamente porque o governo decidiu transferir para a próxima sexta-feira, 1° de novembro, véspera do feriado de Finados. Portanto, o governo deixou claro aos funcionários públicos e a toda a população que os serviços administrativos do Estado funcionarão normalmente nesta segunda-feira, 28.

Jogos dos Servidores Hoje, dia 28 de outubro, terá início os Jogos dos Servidores Estaduais. Sem dúvida, essa é uma ação significativa do Governador Fábio Mitidieri, que retoma um evento há muito aguardado – foram 14 anos de espera até que essa celebração esportiva voltasse a acontecer. Mais do que uma simples competição, os Jogos dos Servidores são uma oportunidade valiosa para fortalecer o bem-estar, a saúde e o convívio entre os servidores. A prática esportiva não apenas promove benefícios físicos e mentais, mas também reforça laços de cooperação e amizade, essenciais para um ambiente de trabalho saudável e produtivo. Além disso, esses jogos proporcionam um momento de descontração e integração, criando um espaço em que o compromisso com o trabalho e o espírito esportivo se encontram.

Avon convida público a participar do Outubro Rosa ativamente Como incentivo às mulheres a cuidarem de suas mamas e receberem informação de qualidade, a marca lançou a campanha #EstarComElas apresentando versão exclusiva da Loção Corporal Avon Care, com 100% do lucro revertido em saúde e direito das mulheres


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Emília celebra vitória com apresentação gospel e maquiagem de leão

  em 28 out, 2024 9:03

Em um ato inusitado para celebrar sua vitória histórica, Emília Corrêa (PL), primeira mulher eleita para a Prefeitura de Aracaju, entoou um hino gospel com maquiagem de leão, representando o “Leão da Tribo de Judá”. A candidata publicou o vídeo da performance nas redes sociais, ressaltando sua fé como a “força” que a guiou até a conquista nas urnas.

Na vídeo que marcou sua comemoração, Emília explicou que seu visual remetia à força e ao papel de proteção desempenhado pelas leoas. “A melhor forma de demonstrar o que estamos vivendo hoje é retratar a força que me move: a fé em Jesus, o Leão da Tribo de Judá (Apocalipse 5:5). E, como uma leoa, que na natureza desempenha um papel crucial na sobrevivência e no bem-estar de sua prole, vou estar à frente dos destinos de Aracaju, cuidando e protegendo, em especial daqueles que mais precisam”, afirmou Emília, que encerrou o discurso reafirmando seu compromisso com a fé e a população. “Vamos escrever um lindo capítulo na história da nossa cidade com Deus e o povo”, completou.

A informação de que Emília seria a nova prefeitura de Aracaju foi confirmada inicialmente às 18h53, deste domingo, 27, quando os números indicavam que ela estava matematicamente eleita. Emília Corrêa obteve 165.924 votos, o que representa 57,46% dos votos válidos, derrotando Luiz Roberto (PDT), que ficou com 122.842 votos, ou 42,54% do total.

Em seu discurso de agradecimento, Emília expressou gratidão ao povo aracajuano e sua determinação em honrar o compromisso com a cidade. “Aracaju, muito obrigada por momentos indescritíveis, por serem raros. Nossa vitória foi linda! E agora, é hora de cuidar da nossa gente”, declarou a prefeita eleita.

por João Paulo Schneider 

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Derrota do PT nas eleições municipais é causada pelos erros que Lula comete

Publicado em 27 de outubro de 2024 por Tribuna da Internet

Charge do JCaesar | VEJA

Charge do JCaesar | VEJA

Duarte Bertolini

A direita só ressurgiu e se tornou vitoriosa por causa da tragédia ideológica do PT no governo brasileiro. Sou gaúcho e fui petista por décadas. Em 1982, quando houve a primeira eleição para governador pós-ditadura militar, fui um dos mais de 50 mil eleitores que votaram no sindicalista Olívio Dutra em 1982.

Mas a esperança e a ilusão foram se corroendo. A chegada ao poder de Olívio Dutra (um bestificado simplório que acabou sendo santificado aqui no Rio Grande do Sul) e a sucessão de escândalos nacionais de corrupção, além da insistência em pautas estrambóticas, tudo isso me fez ser incluído na turma que acha que a era da esquerda (modelo brasileiro e petista) chegou ao fim e fez muito mal ao Brasil.

JÁ CANSOU – A esquerda petista não entendeu por que o povo se afastou dela e nunca vai entender. A arrogância e a soberba invadiram seu DNA. Está difícil defender o petismo e não adianta alegar que Lula merece apoio por ser pragmático.

Quem já viveu Funaro, Zelia e Mailson tem pavor genuíno de ações desse pragmatismo brasileiro, que nos levaram a uma situação semelhante à que ocorre hoje na Argentina.

Graças ao presidente Itamar Franco e sua turma, estamos livres deste fantasma tenebroso e o país conseguiu reencontrar o caminho do desenvolvimento.

DESTRUIR O REAL – Por ignorância fiscal, econômica, ideológica, pessoal etc., o pragmatismo de Lula – em tudo que fez, faz e fará – na verdade pode destruir os pilares do Plano Real, que nos trouxe a esta maravilhosa estabilidade.

Acho que existem dezenas de opões menos nebulosas, mais éticas, mais responsáveis, mais distributivas, mais próximas de nos dar um futuro do que essas caminhadas erráticas dos governos petistas.

A meu ver, é preciso que haja uma conjugação de esforços para impedir que Lula, com sua tosca visão político-administrativa, possa ameaçar o Plano Real e essa bendita estabilidade que hoje desfrutamos. Lula devia se espelhar na Argentina e deixar de atrapalhar sua equipe econômica, que demonstra ter mais responsabilidade do que o presidente.

Cinco capitais tiveram ‘viradas’ em relação ao resultado do primeiro turno

Publicado em 27 de outubro de 2024 por Tribuna da Internet

Ao contrário do senso comum, quem vota é que não pode reclamar - Mises  Brasil

Charge do Kemp (Arquivo Google)

Rafaela Gama
O Globo

Com os resultados nas urnas deste domingo, cinco capitais brasileiras tiveram viradas em relação ao primeiro turno. A maioria dos que saíram na frente no primeiro turno e acabaram derrotados é de bolsonaristas. Veja abaixo em quais municípios isso aconteceu.

Em Fortaleza, uma das disputas mais acirradas deste ano, Evandro Leitão (PT), que havia ficado em segundo lugar no primeiro turno, venceu o bolsonarista André Fernandes (PL).

O petista, que teve 34,33% no início do mês, terminou a disputa com 50,38% dos votos válidos, apenas 0,7 pontos percentuais à frente do adversário, o que representa, em números absolutos, apenas 10,8 mil votos.

Em Belo Horizonte, o deputado estadual Bruno Engler (PL) saiu na frente no primeiro turno, mas foi derrotado no segundo turno pelo prefeito Fuad Noman (PSD). O candidato à reeleição, que havia somado 26,54% na primeira fase da corrida, venceu a disputa final ao registrar 53,73% dos votos válidos, enquanto o bolsonarista teve 46,27% neste domingo.

IDEM EM GOIÂNIA – O mesmo movimento foi verificado em Goiânia, onde o candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, Fred Rodrigues (PL), havia tido a maior votação no primeiro turno (31,14% dos votos), mas não foi eleito na disputa final.

A vitória foi para Sandro Mabel (União), apoiado pelo governador Ronaldo Caiado (União), que terminou o pleito com 55,53% dos votos válidos, onze pontos a mais que o adversário (44,47%).

Em Palmas, a candidata do PL, Janad Valcari, também sofreu um revés com a virada de seu adversário na reta final. A deputada estadual, que tinha contabilizado 39,22% no primeiro turno, terminou o pleito derrotada por Eduardo Siqueira (Podemos). O ex-deputado federal e ex-senador saiu vitorioso ao receber 53,03% dos votos, seis pontos percentuais a mais que a candidata do PL (46,97%).

OUTRAS CIDADES – Outra capital a registrar a mudança de posições foi Porto Velho (RO), município em que Mariana Carvalho (União) havia ficado na liderança no primeiro turno.

Ela foi derrotada neste domingo. O adversário, Léo Moraes (Podemos) venceu com 56,18% dos votos, distante treze pontos da adversária (43,82%).

Em outras 8 cidades do interior e de regiões metropolitanas pelo país também houve mudança de posição no segundo turno em relação ao primeiro. Foram os casos de Caxias do Sul (RS), Jundiaí (SP), Limeira (SP), Olinda (PE), Piracicaba (SP), Ponta Grossa (PR), Santa Maria (RS) e Taubaté (SP).


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