domingo, março 24, 2024

Nova prisão de Mauro Cid não invalida provas da delação

Publicado em 24 de março de 2024 por Tribuna da Internet


Evoluir é imprescindível, até mesmo para aqueles que já se destacam na liderança.

 


Evoluir é imprescindível, até mesmo para aqueles que já se destacam na liderança. 

Jeremoabo está vivendo um momento polarizado entre dois grupos políticos que se destacam e uma possível 3a VIA, que sequer podemos dizer que sobreviverá às convenções; quando assim me manifesto, estou a analisar o que a vida nos ensina, que é aprender e entender que para para alcançarmos nossos propósitos, o melhor é sempre se mostrar capaz de superar o seu EU, jamais usando de subterfúgios do mundo controverso e não ético, pois entendo que ao me superar na busca dos meus propósitos, estarei a mostrar aos demais, que sigo um caminho onde todos podem trilhar sem medo, já que não deixei pedras que possar me fazer tropeçar e cair, diferente daqueles que para subir na escada da vida, não pensam duas vezes em passar rasteira em quem está a sua frente, verdadeiros puxadores de tapete, que por analogia, associo tal procedimento com aqueles que não se sentindo capazes de enfrentarem TISTA DE DÉDA em uma disputa limpa, tentam remover o Everest para que esse mesmo Tista, seja barrado pela justiça. Tal procedimento indica de forma clara que aquele que assim procede, desconhece os princípios éticos e morais, tendo como regra, que para alcançar seus objetivos, tudo vale. Este conceito de proceder onde tudo é válido, nos leva a uma importante reflexão, que é: podemos confiar em quem assim procede? O que poderá me ocorrer, quando diante de uma disputa entre ele e eu?

A vida nos ensina que a melhor forma de combater o mal é agindo preventivamente, eliminando suas causas, pois caso contrário, a resposta será tardia e apenas servirá para um combate aos seus efeitos, pois o mal já está feito.

Sabemos que não há um resultado milagroso que tudo possa resolver, mas é possível entendermos que a partir da mudança, novos rumos podem ser dados à gestão pública da nossa tão sofrida Jeremoabo. Sejamos coerentes e críticos com o momento vívido para que não venhamos prolongar o erro ora vivenciado, chega de falsos profetas que surgem ao apagar das e fechamento das cortinas, pois a essência de cada um é parte do seu eu e não muda, no máximo é camuflada e será exposta quando já não houver meios para mudar, a história continua nos mostrando que essa premissa é um fato.

Nota da redação deste Blog - Tentarei acrescentar mais algumas informações concernentes a mensagem acima recebida nesse Domingo de Ramos de um cidadão jeremoabense

"Nossa sociedade muitas vezes testemunha uma triste realidade em que tanto os malfeitores da política quanto os da vida cotidiana buscam escapar de suas ações sujas e até criminosas, batendo à porta da justiça com o cínico intento de permanecerem impunes.

Surge então a questão: esses indivíduos que tentam impedir a candidatura de Tista de Deda através de manobras questionáveis serão, de fato, pessoas de índole ilibada, sem pendências judiciais?

Tista de Deda destaca-se dos demais pela sua postura cordial, inclusive com seus adversários políticos. Ele não enxerga a necessidade de cultivar inimizades; afinal, adversários são naturais na disputa política. Tista acredita que, apesar da complexidade do ambiente político, todos, independentemente de suas filiações partidárias, deveriam unir esforços para melhorar a cidade em que vivemos. Ele afirma ter aprendido muito com seus próprios erros ao longo de sua trajetória na política.

A jornada política de Tista começou justamente com essa aprendizagem, reconhecendo e corrigindo seus equívocos pessoais. Ele enfrentou ataques e adversidades, sabendo que na política nada permanece em segredo por muito tempo, e confiando que, no final, a justiça dos homens e a divina prevalecerão. Tista valoriza cada pessoa como um valioso companheiro, reconhecendo as contribuições de todos para o desenvolvimento da cidade.

Para Tista, a liderança não é imposta, mas sim moldada e forjada na luta diária. Ele reconhece que todos se conhecem ao longo do tempo e que há um legado a ser continuado em prol do bem-estar social e dos trabalhadores da cidade. Tista está comprometido em enfrentar os desafios com planejamento estratégico, colaboração de diferentes partes interessadas e uso eficiente dos recursos disponíveis."

Gilmar Mendes defende Moraes e critica atitudes de acusados

 Foto: Carlos Moura/SCO/STF/Arquivo

O ministro do STF Gilmar Mendes23 de março de 2024 | 19:28

Gilmar Mendes defende Moraes e critica atitudes de acusados

BRASIL

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes saiu em defesa do também ministro Alexandre de Moraes e disse que acusados tentam forçar o impedimento do colega na Corte nas investigações sobre suposto golpe de Estado.

Em entrevista à CNN Brasil, Gilmar Mendes afirmou que não há nenhum ato de Moraes que justifique o seu impedimento ou a quebra de imparcialidade em ação que apura atos antidemocráticos do 8 de janeiro.

O ministro do STF também avaliou que acusados na ação tentam forçar o impedimento do colega e citou exemplo do então presidente da República Jair Bolsonaro (PL), quando xingou Moraes em uma das manifestações, ao lado de apoiadores, em Brasília.

“Ele [Alexandre de Moraes] já era relator destes processos desde o começo e, talvez, por conta disso, ele estaria sendo atingido. Por isso ele começou a ser xingado. Xingado, inclusive, como você ai de se lembrar, naquelas manifestações do 7 de setembro pelo [então] presidente da República [Jair Bolsonaro]. Veja, se ele foi xingado pelo presidente da República, ele está impedido de julgar o presidente da República? O próprio interessado causou esse impedimento”, disse Gilmar, em entrevista à CNN Brasil.

“É uma técnica que é muito utilizada. Um parlamentar que sai e xinga um ministro, sem que o ministro tenha feito nada. Veja, seria muito fácil causar o impedimento de todos os ministros do Supremo. De alguma forma, falava-se em fechar o Supremo. Então, o Supremo pode julgar esse caso? Veja que a resposta vai no sentido negativo extremo. Não faz sentido algum. Não há nenhum ato do ministro Alexandre que justifique que esse impedimento ou a quebra da imparcialidade. Pelo contrário, decidiram atacá-lo porque ele estava cumprindo o dever institucional de defesa das instituições. Então não há justificativa para isso”, acrescentou.

Recentemente, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, negou pedido da defesa de Bolsonaro para considerar o ministro Alexandre de Moraes impedido nas investigações sobre suposto golpe de Estado.

Barroso classificou as alegações da defesa do ex-presidente como “genéricas e subjetivas, destituídas de embasamento jurídico”.

O presidente do STF ressaltou ainda que a arguição de impedimento “deve demonstrar, de forma clara, objetiva e específica, o interesse direto no feito por parte do Ministro alegadamente impedido”.

Na ocasião, a defesa de Bolsonaro alegou que Moraes seria uma das vítimas do suposto plano, portanto, não poderia ser relator do caso: “Uma narrativa que coloca o ministro relator no papel de vítima central das supostas ações que estariam sendo objeto da investigação, destacando diversos planos de ação que visavam diretamente sua pessoa”.

Barroso também negou outros 192 pedidos de suspeição ou impedimento contra Moraes feitos por réus no inquérito que investiga os atos antidemocráticos do 8 de janeiro.

UOL/FolhapressPolíticaLivre

Áudio de Cid expõe PF e Moraes a paralelo com Moro e Lava Jato

 Foto: Luiz Roberto/Arquivo/TSE

O ministro do STF Alexandre de Moraes24 de março de 2024 | 07:05

Áudio de Cid expõe PF e Moraes a paralelo com Moro e Lava Jato

BRASIL

O áudio em que o tenente-coronel Mauro Cid critica a condução de sua delação premiada expõe a Polícia Federal e o ministro Alexandre de Moraes a paralelo com episódios que anos depois viraram ponto central das críticas à Lava Jato, pela metodologia usada por procuradores e pelo ex-juiz Sergio Moro.

Nos áudios revelados pela revista Veja, o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL) acusa a PF de tentar criar narrativas e afirma que Moraes, magistrado do STF (Supremo Tribunal Federal) que homologou a colaboração premiada, “já tem a sentença pronta” antes do final das investigações.

Ele também diz que a Polícia Federal “não quer saber a verdade” e já está com a “narrativa pronta”.

Em depoimento prestado nesta sexta (22), Cid recuou do teor das afirmações no áudio e negou que tenha sido coagido pela PF a dar as declarações em sua delação premiada. Na oitiva, ele reafirmou os termos da sua colaboração e atribuiu a um momento de “desabafo” o conteúdo divulgado pela publicação: “Quer chutar a porta e acaba falando besteira”, declarou.

Cid foi preso preventivamente após esse novo depoimento, por descumprimento das medidas cautelares e por tentativa de obstrução de Justiça.

Essa foi a primeira delação envolvendo apurações que envolvem o último ex-presidente. As investigações têm encontrado indícios de crimes cometidos por ele e por seu núcleo próximo em várias frentes, como no caso da falsificação de cartões de vacina para a família de Cid e do próprio Bolsonaro. A PF entregou nesta semana o relatório final, indiciando 17 pessoas no total pela suspeita dos crimes de inserção de dados falsos em sistema público e associação criminosa.

Na Lava Jato, diversas acusações passaram a surgir ao longo do avanço das fases da operação, principalmente sobre os procuradores que tocavam as apurações e Sergio Moro, hoje senador pela União Brasil-PR. Parte das denúncias foi reforçada pela revelação de mensagens hackeadas dos celulares dos integrantes do Ministério Público Federal de Curitiba.

Os defensores do trabalho de Alexandre de Moraes rejeitam qualquer tipo de comparação com Moro e apontam a importância do seu trabalho para desvendar ações criminosas e paralisar tentativas golpistas. Dizem também que a delação fechada até o momento foi relevante para a única investigação finalizada e deu passos importantes para entender toda a trama golpista que foi articulada no fim do governo Bolsonaro.

Como mostrou coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha, os diálogos divulgados pela Veja também levantaram suspeita em uma ala do STF de que são uma tentativa de “armação” de bolsonaristas para tentar desqualificar as investigações.

No caso da Lava Jato, um dos principais delatores, o ex-executivo da Odebrecht Alexandrino Alencar afirmou em 2022 que sofreu pressão para envolver Lula (PT) em seu acordo de colaboração.

Alencar disse ter sido pressionado a chegar “ao limite da verdade” para a delação atingir o petista, que seria a vontade dos responsáveis pela operação. Ele também afirmou que sabia de casos de outras pessoas que teriam sido dispensadas de prestar depoimento quando teria surgido o nome do deputado Aécio Neves (PSDB-MG), à época principal adversário político do PT.

Cid, por sua vez, afirmou nos áudios que a Polícia Federal não aceita todas as suas versões e tenta conduzir a delação independentemente da veracidade das informações.

“Eles [os policiais] queriam que eu falasse coisa que eu não sei, que não aconteceu”, diz Cid nos áudios, a um interlocutor não identificado.

E prossegue: “Você pode falar o que quiser. Eles [os policiais] não aceitavam e discutiam. E discutiam que a minha versão não era a verdadeira, que não podia ter sido assim, que eu estava mentindo”.

Moro tornou-se alvo de inquérito no STF ano passado sob suspeita de fraudar delações premiadas, o que ele sempre negou.

No caso do ex-juiz e atual senador, a apuração foi aberta por ordem do ministro Dias Toffoli, do STF, para apurar relatos do ex-deputado estadual Tony Garcia. Ele disse ter sido obrigado a gravar pessoas de forma ilegal a pedido de Moro e afirmou que investigadores falavam em possível rompimento de seu acordo de delação, o que extinguiria seus benefícios.

“De acordo com o declarante, a todo momento havia intimidações de que, caso ele não colaborasse da maneira exigida, o acordo seria rescindido, com a consequente prisão de Tony Garcia e de seus familiares, além da expropriação de seus bens”, diz documento da PF.

Cid fez relatos similares. Disse que foi intimidado a falar o que a PF queria e que houve insinuação de que, caso isso não ocorresse, ele poderia perder os benefícios da delação premiada.

“Eles não queriam saber a verdade, eles queriam só que eu confirmasse a narrativa deles. Entendeu? É isso que eles queriam. E todas as vezes eles falavam: ‘Ó, mas a sua colaboração. Ó, a sua colaboração está muito boa”, diz o militar na gravação.

Nos áudios, Cid também afirma que Moraes já tem a condenação pronta. “O Alexandre de Moraes já tem a sentença dele pronta, acho que essa é que é a grande verdade. Ele já tem a sentença dele pronta. Só tá esperando passar um tempo. O momento que ele achar conveniente, denuncia todo mundo, o PGR acata, aceita e ele prende todo mundo”.

Quando magistrado, Moro foi acusado de formar convicção sobre investigações que ainda não tinham sido finalizadas. No caso do pecuarista José Carlos Bumlai, por exemplo, isso ocorreu porque ele proferiu sentença para condená-lo a 9 anos e 10 meses de prisão apenas dois minutos após os advogados apresentarem suas alegações finais no processo.

Críticas sobre uma possível atuação de Moraes nos moldes da Lava Jato viraram comum nos inquéritos que estão sob seu comando, na maioria das vezes com apoio da corte.

Entre as ações alvo de questionamento estão as prisões preventivas alongadas, inquéritos com prazo indeterminado e a concentração das apurações relativas a Bolsonaro.

Parte dos críticos também vê a premissa de “fishing expedition” (uma referência, em português, a “pescaria de provas”). Ou seja, situações em que o Judiciário determina uma medida investigativa para apurar uma situação específica, mas acaba buscando provas relacionadas a outros casos.

O tenente-coronel Cid foi preso em maio porque teria participado de um esquema de inserção de dados falsos de vacinação de Bolsonaro e outras pessoas no sistema do Ministério da Saúde. Na sua delação, contudo, as revelações sobre esse delito são as menos importantes.

Na colaboração premiada, o militar fez relato da suposta participação de Bolsonaro na venda de joias recebidas de autoridades estrangeiras, além de ter dado detalhes de uma reunião em que o ex-mandatário teria consultado a cúpula das Forças Armadas sobre a possibilidade de um golpe de Estado para se manter no poder.

A reportagem questionou a Polícia Federal e o ministro Alexandre de Moraes sobre as comparações de seus métodos com os da Lava Jato, mas não obteve resposta.

Ex-procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol disse que a “Lava Jato nunca fez isso” que “está acontecendo agora no STF”.

“É surreal ver quem atacou e criticou tanto a Lava Jato em nome de direitos silenciar agora ou, pior, endossar e apoiar o que está acontecendo”, afirmou em rede social Deltan, que foi eleito deputado federal e acabou cassado pelo TSE.

Matheus Teixeira/FolhapressPolíticaLivre

Prisão de ex-chefe da Polícia Civil surpreende família de Marielle

 Foto: Wilson Dias/Arquivo/Agência Brasil

Anielle Franco24 de março de 2024 | 09:10

Prisão de ex-chefe da Polícia Civil surpreende família de Marielle

BRASIL

A família de Marielle Franco ficou surpresa com a prisão do delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, na manhã deste domingo (24).

Ele foi preso em operação surpresa da Polícia Federal ao lado do deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ) e do conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado) Domingos Brazão por suspeita de serem os autores intelectuais dos crimes de homicídio contra a vereadora e o motorista Anderson Gomes. Também são apurados os crimes de organização criminosa e obstrução de justiça.

Em entrevista à GloboNews, a mãe e a irmã de Marielle, Marinete Silva e Anielle Franco, afirmaram que a relação com o delegado era de confiança no início das investigações do crime.

A mãe da vereadora contou que ela e o marido ouviram do policial que a apuração era uma questão de honra para ele.

“É uma tristeza muito grande ver o nome dele nessa lama”, disse Marinete. Ele foi um dos primeiros contatos da família após os assassinatos.

Marcelo Freixo, presidente da Embratur e ex-deputado federal, também falou na manhã deste domingo sobre o suposto envolvimento de Rivaldo.

“Foi para Rivaldo que liguei quando soube do assassinato da Marielle e do Anderson e me dirigia ao local do crime”, disse Freixo, que era amigo da vereadora, ex-assessora dele.

Segundo o ex-deputado, o então chefe da Polícia Civil recebeu as famílias no dia seguinte, ao lado dele.

“Agora Rivaldo está preso por ter atuado para proteger os mandantes do crime, impedindo que as investigações avançassem. Isso diz muito sobre o Rio de Janeiro”.

Ele e Marielle eram próximos do delegado na época em que ele investigava homicídios no Rio. Segundo Freixo, Rivaldo chegou a frequentar o gabinete dele para dialogar sobre os casos.

Cristina Camargo/FolhapressPolíticaLivre

Caso Marielle! PF prende irmãos Brazão e ex-chefe de polícia como mandantes


Chiquinho Brazão, Domingos Brazão e Rivaldo Barbosa, acusados de mandar matar Marielle Franco — Foto: Reprodução

Chiquinhio, Domingos e Barbosa, os três ditos mandantes

Paulo Toledo Piza
Metrópoles

A Polícia Federal prendeu, na manhã deste domingo (24/3), três suspeitos de mandar matar Marielle Franco. A Operação Murder Inc. apura os homicídios da vereadora e do motorista Anderson Gomes e a tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves.

Foram presos o deputado federal Chiquinho Brazão (União-RJ); o irmão dele, Domingos Brazão, que é conselheiro do Tribunal de Contas do Rio; e o ex-chefe da Polícia Civil do Rio Rivaldo Barbosa.

BUSCA E APREENSÃO – Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), todos na cidade do Rio de Janeiro/RJ. Também são apurados os crimes de organização criminosa e obstrução de justiça.

A ação conta com a participação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), e apoio  da Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro e da Secretaria Nacional de Políticas Penais, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Conforme prevê artigo 797 do Código de Processo Penal, “os mandados de natureza criminal podem ser cumpridos em qualquer horário, inclusive aos domingos e dias feriados”.

LIGAÇÃO COM MILÍCIA – Chiquinho e Domingos Brazão têm o reduto político e eleitoral em Jacarepaguá, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro, historicamente dominado pela milícia.

Chiquinho Brazão foi citado na delação de Ronnie Lessa, assassino confesso de Marielle Franco. Ele foi vereador na Câmara Municipal do Rio de Janeiro pelo MDB por 12 anos, inclusive durante os dois primeiros anos de mandato de Marielle, entre 2016 e março de 2018, quando foi assassinada.

Em 2018, Brazão foi eleito para a Câmara dos Deputados pelo Avante e, em 2022, foi reeleito para a Casa Legislativa pelo União Brasil.

BOA RELAÇÃO? – Chiquinho nunca havia sido citado no caso Marielle e chegou a afirmar à coluna do Guilherme Amado que tinha um bom convívio e relação com Marielle Franco nos dois anos em que dividiram o plenário da Câmara carioca.

Entretanto, o nome de seu irmão, Domingos Brazão, apareceu no depoimento do miliciano Orlando Curicica sobre o crime à Polícia Federal.

Assassino confesso de Marielle Franco, o delator Ronnie Lessa disse à Polícia Federal (PF) que o contexto da execução envolveu uma disputa imobiliária em área de interesse da milícia, na Zona Oeste do Rio. Essa linha de investigação deu um nó na cabeça da classe política carioca.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Demorou, mas enfim a investigação andou. Com delação ou alcaguetação, sempre fica mais fácil. E um final vexaminoso, indecoroso, vergonhoso – três homens públicos envolvidos com sanguinários milicianosQue país é esse? (C.N.)


A pré-candidatura de Tista de Deda e as expectativas dos seguidores


A pré-candidatura de Tista de Deda e as expectativas dos seguidores

Esse vídeo divulgado recentemente gerou grande expectativa entre os seguidores de Tista de Deda, que demonstram entusiasmo com a sua possível candidatura a prefeito. Essa receptividade sugere que ele possui um apoio considerável da comunidade.

O nome Tista de Deda evoca qualidades como paz, harmonia e tranquilidade, características que os eleitores anseiam em um líder político. Sua imagem transmite a ideia de estabilidade e serenidade, algo crucial para um município que busca um ambiente pacífico e próspero.

É importante salientar que a escolha de um líder vai além da mera simpatia ou imagem pessoal. É fundamental que os eleitores analisem com cautela o histórico dos candidatos, suas propostas concretas e sua capacidade de liderança.

Pontos a serem considerados:

  • Histórico: Qual a trajetória de Tista de Deda e dos demais pré-candidatos a na política? Quais cargos já ocuparam? Quais foram suas principais ações e resultados?
  • Propostas: Quais são as propostas de Tista de Deda e dos demais candidatos para o município? Como pretendem solucionar os problemas enfrentados pela comunidade?
  • Capacidade de liderança: Tista de Deda e os outros pré-candidatos possuem as habilidades e competências necessárias para liderar o município? Demonstram capacidade de diálogo, gestão e resolução de conflitos?

A análise crítica e ponderada dos candidatos é essencial para uma escolha consciente e responsável. O futuro do município depende da capacidade de discernimento dos eleitores na hora de escolher seus representantes.

A reflexão sobre esses pontos permitirá aos eleitores tomar uma decisão mais consciente e informada sobre o futuro do município.

Lembre-se: o voto é um direito e uma responsabilidade. Utilize-o com sabedoria!

Em destaque

Jeremoabo e a Virada Administrativa: Modernizar antes que “a vaca vá para o brejo”

Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por JEREMOABO FM (@jeremoabo.fm) Jeremoabo e a Virada Administrativa: M...

Mais visitadas