domingo, outubro 01, 2023

“Não é possível que os tribunais sejam obrigados a decidir tudo”’, alega Luiz Fux

Publicado em 1 de outubro de 2023 por Tribuna da Internet

Fux vota contra juiz das garantias após 3 anos - 28/06/2023 - Poder - Folha

Luiz Fux quer limitar o Supremo a causas constitucionais

Alexandro Martello
g1 — Brasília

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, afirmou nesta sexta-feira (dia 29) que as cortes brasileiras não devem ser “obrigadas” a decidir sobre todos os temas polêmicos, que dividem a sociedade.  O magistrado deu a declaração em meio a uma série de embates entre o STF e o Congresso sobre julgamentos em andamento na Corte, como o do marco temporal para demarcação de terras indígenas e o que trata do porte de maconha para uso pessoal.

“Não é possível que as cortes sejam obrigadas a decidir tudo porque elas caem em desagrado da opinião publica em nível alarmante. E o problema não é nosso”, afirmou Fux durante um evento voltado a investidores em São Paulo.

DIFERENTE DOS EUA – Ele também comparou a situação dos sistemas de justiça brasileiro e norte-americano, afirmando que, nos Estados Unidos, o judiciário pode deixar de analisar um tema se julgar que o momento não é adequado.

“Suponhamos que a sociedade brasileira hoje tem preocupação com a liberação das drogas, não sabe até onde isso vai parar. Tem um desacordo moral na sociedade, nos Estados Unidos não julga. Porque eles têm uma cláusula que diz assim: ‘se houver essa questão, se a própria corte entender que não é o momento de julgar, ela não julga’. O que utilizamos no Brasil? Pedido de vista”, declarou Fux, citando o instrumento que dá mais tempo para um ministro analisar uma ação.

Levantamento feito pelo g1 mostra que pelo menos seis temas têm gerado atritos entre o Legislativo e o Judiciário no Brasil: tese de um marco temporal para a demarcação de terras indígenas; descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação; descriminalização do porte de maconha para consumo próprio; casamento homoafetivo; recursos para campanhas eleitorais; e possibilidade de sindicatos cobrarem “contribuição assistencial”

REAÇÕES DO CONGRESSO – Senadores e deputados da oposição, principalmente os conservadores e ruralistas, têm reagido a decisões do STF em temas que, na avaliação deles, deveriam ser tratados no Congresso.

Nos últimos dias, grupos parlamentares decidiram obstruir a pauta de votações da Câmara e do Senado – ou seja, não votar nenhuma matéria – para marcar posição contra o STF. Além disso, esses políticos têm buscado aprovar projetos que contrariam entendimentos da Corte.

Se, de um lado, alguns congressistas entendem que o Supremo está legislando, de outro há a avaliação de que as decisões do STF preenchem um espaço deixado pela falta de atuação do parlamento em temas importantes.

CLIMA DE CRISE – Apesar de a discussão entre Legislativo e Judiciário ser antiga, o desgaste se acirrou nos últimos dias, após decisão do Supremo Tribunal Federal de anular a tese do marco temporal para demarcar áreas indígenas, que estava em vigor na Constituição desde 1988.

Por essa tese, só poderiam ser demarcadas terras que estivessem sendo ocupadas por indígenas no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição.

A decisão desagradou a parlamentares da bancada ruralista, que é a mais atuante do Congresso.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Na primeira entrevista após assumir a presidência do Supremo, o ministro Luís Roberto Barroso já reconheceu que o Congresso tem razão e o STF tem de respeitar as decisões do Legislativo sobre leis que não afetem cláusulas pétreas. Mas resta saber a opinião dos outros dez ministros do Supremo… (C.N.)


Lula levará até 10 semanas para se livrar das dores e 4 meses para se recuperar totalmente


Equipe médica que fez cirurgia no presidente Lula | Agência Brasil

Giancarlo Polesello explica como será a recuperação

Rosana Hessel
Correio Braziliense

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve levar de 12 a 16 semanas para se recuperar totalmente da cirurgia no quadril a que foi submetido, nesta sexta-feira, no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília. A expectativa dos médicos é positiva, porque o chefe do Executivo começou a dar alguns passos com a ajuda de um andador — devido à falta de equilíbrio — e iniciou exercícios de fisioterapia na cama.

A cirurgia, feita pelo ortopedista Giancarlo Polesello para corrigir a artrose no lado direito do quadril, ocorreu sem intercorrência. Os médicos aproveitaram para operar as pálpebras do presidente, e não foi preciso encaminhá-lo à Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

OPERAÇÃO PLÁSTICA – Ao ser questionado sobre a cirurgia nas pálpebras, o médico pessoal do presidente, Roberto Kalil Filho, disse que o petista tinha interesse no procedimento e, como a primeira operação foi bem-sucedida, a equipe aproveitou a anestesia e fez a intervenção, denominada blefaroplastia.

Kalil negou que a cirurgia foi meramente estética. “O presidente tinha alterações que realmente atrapalhavam o dia a dia. Trata-se de um procedimento médico, não é estético”, frisou.

O cardiologista alegou que essa segunda operação não foi avisada previamente porque “dependia do sucesso da primeira”.

CICATRIZAÇÃO – Segundo o cirurgião Giancarlo Polesello, a cicatrização do quadril deve ocorrer de quatro a seis semanas.

“A tendência é que, a partir da décima semana, o presidente não tenha mais dores no local, das quais Lula se queixava. Mas isso dependerá da cicatrização”, ressaltou.

De acordo com os médicos, o chefe do Executivo poderá despachar no Palácio da Alvorada nos próximos dias, mas com precauções.

Se tudo correr bem, no começo de novembro, ele poderá voltar a viajar, inclusive, para participar da 28ª Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas, a COP28, em Dubai, nos Emirados Árabes.

Nessa polarização, o mais incrível é que ainda há quem acredite que não haveria golpe

Publicado em 1 de outubro de 2023 por Tribuna da Internet

Yahoo Noticias - http://yhoo.it/1ztEHu4 - Reeleição de Dilma motiva  internautas a pedirem volta dos militares. Concorda? | Facebook

Charge do Alpino (Arquivo Google)

Roberto Nascimento

É preciso repetir sempre que o perigo de um golpe de estado, em pleno Século XXI, realmente rondou o país, e a polarização permanece, cada vez mais radicalizada. Nesse clima, o mais incrível é que ainda exista quem não acredite que haveria golpe. Muitos extremistas de direita alegam que se trata de “um golpe que não houve” e, por isso, não deve haver punidos.

Esquecem que o então candidato Jair Bolsonaro foi eleito com apoio ostensivo do então comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, e sempre demonstrou pretensões golpistas.

GOVERNO PARAMILITAR – Ao assumir o poder, Bolsonaro empregou mais de 6 mil militares em cargos civis, algo inimaginável e que jamais aconteceu durante os 21 anos de regime militar. Ainda não satisfeito com a eleição, cooptou um grupo de oficiais-generais para permanecer no poder indefinidamente. Tudo isso é sabido e inquestionável.

O golpe somente deu errado, porque desde o início do governo surgiu entre os próprios militares uma desconfiança sobre o caráter de Bolsonaro, que foi deixando grandes amigos pelo caminho, e sempre os humilhando, como o general Santos Cruz e o advogado Gustavo Bebiano, que ousaram contrariar as decisões do presidente e seu clã.

Nesse percurso, Bolsonaro cometeu muitos erros e jamais admitiu que fosse contrariado. Detonou todos os ministros e assessores que ousaram alertá-lo sobre decisões que poderiam prejudicar o país e o próprio presidente.

LISTA GRANDE – Essa resistência a críticas foi reduzindo a credibilidade de Bolsonaro junto aos militares, especialmente depois que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, pediu demissão e Bolsonaro afastou o então ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, desagradando os comandantes do Exército, general Edson Pujol, da Marinha, almirante Ilques Barbosa, e da Aeronáutica, Moretti Bermudes, que colocaram os cargos à disposição.

Bolsonaro nomeou comandantes mais ligados a seu grupo. Mesmo assim, continuou a haver desentendimentos com a cúpula dos militares, que foram minando a confiança dos oficiais superiores.

Por isso, na reta de chegada, o presidente tentou, mas não conseguiu apoio para a minuta do golpe, na última reunião com o ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, e os comandantes militares.

POSTURA COVARDE – Bolsonaro jamais teve a postura de um líder militar. Pelo contrário, teve uma atitude covarde de golpista, ao viajar para os EUA e deixar seus apoiadores depredarem o Planalto, o Congresso e o Supremo, para criar o caos e abrir caminho para uma decisão de convocar as Forças Armadas para GLO (Garantia da Lei e da Ordem), o que ele pensava redundar na intervenção militar com Bolsonaro no Poder.

Mas foi um sonho shakespeariano de uma noite de verão, porque uma intervenção armada pressupõe um general no comando, jamais um capitão, especialmente se ele foi considerado um mau militar por generais respeitados como Ernesto Geisel e Leônidas Pires Gonçalves.

O tenente-coronel Mauro Cid percebeu que também seria abandonado em plena arena, quando Bolsonaro inadvertidamente declarou: ”Cid tinha autonomia plena, às vezes agia sem o meu comando”. Foi a senha para o ex-ajudante de ordens cuidar da própria vida e de sua família. Agora Bolsonaro, na mira da Justiça, está cada vez mais desprestigiado pelos militares da ativa. E são eles que contam.

Lula em recuperação | Incêndio na Espanha | Torcedora morre apedrejada por rivais

 

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 EDIÇÃO DA TARDE DE DOMINGO, 01 DE OUTUBRO DE 2023
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A falta d'água é um problema que afeta a saúde, a educação e o desenvolvimento econômico de Jeremoabo. É hora de todos os envolvidos agirem para resolver esse problema.


Concordo plenamente com o seu audio. A falta d'água em Jeremoabo é um problema histórico, que não pode ser atribuído apenas a uma "bomba".

A EMBASA, como empresa responsável pelo abastecimento de água no município, tem o dever de garantir o acesso à água potável para a população. No entanto, a empresa não tem cumprido com esse dever, o que tem causado um grande sofrimento para a população de Jeremoabo.

A falta de autoridade do prefeito, a falta de assistência dos deputados, a omissão dos vereadores e a falta de atitude energica do Ministério Público também contribuem para o problema.

É preciso que todos os envolvidos assumam suas responsabilidades e trabalhem juntos para resolver o problema da falta d'água em Jeremoabo.

Aqui estão algumas medidas que poderiam ser tomadas para resolver o problema:

  • O prefeito de Jeremoabo deve exigir que a EMBASA cumpra as cláusulas contratuais.
  • Os deputados da Bahia devem pressionar o governo do estado para que tome medidas para resolver o problema da falta d'água em Jeremoabo.
  • Os vereadores de Jeremoabo devem fiscalizar o cumprimento das cláusulas contratuais pela EMBASA.
  • O Ministério Público da Bahia deve investigar o caso e tomar medidas para responsabilizar os envolvidos.

Espero que essas medidas sejam tomadas o mais breve possível, para que a população de Jeremoabo possa ter acesso à água potável, como é seu direito.

A falta d'água é um problema que afeta a saúde, a educação e o desenvolvimento econômico de Jeremoabo. É hora de todos os envolvidos agirem para resolver esse problema.

Os vereadores de Jeremoabo, que aprovaram a concessão da outorga à EMBASA, deveriam exigir que a empresa cumpra as cláusulas contratuais, sob pena de rescisão do contrato.

 

Deputado Ricardo Rodrigues defende agilidade na concessão de outorga d’água na região de Irecê
Foto: Divulgação

O deputado estadual Ricardo Rodrigues enfatizou a necessidade de agilizar a concessão de outorgas d'água na região de Irecê, propondo a criação de uma força-tarefa que envolva prefeituras na formação de pessoal competente para auxiliar no processo.

 

“A outorga de direito de uso de recursos hídricos é um ato administrativo que permite aos agricultores o uso legal e regulamentado dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos. A falta dessa outorga tem levado muitos agricultores a recorrerem à irrigação irregular, o que pode prejudicar o ecossistema local e causar impactos ambientais negativos”, explicou.

 

Além disso, segundo o parlamentar, a ausência da outorga d’água também inviabiliza que instituições financeiras ofereçam créditos aos produtores rurais, o que afeta diretamente o desenvolvimento da economia da região e a capacidade dos agricultores de investir em suas atividades.

Bahia Notícias.

Nota da Redação desse Blog -  
..

A falta d'água no município de Jeremoabo é uma situação inaceitável, que tem prejudicado a população de forma crônica.

O líquido precioso falta tanto no inverno quanto no verão, o que torna a situação ainda mais grave. A falta d'água é um desrespeito ao contribuinte, que paga caro pelo serviço e não recebe o que lhe é devido.

O que causa ainda mais revolta é que a responsável pelo fornecimento d'água em Jeremoabo é a EMBASA, uma empresa pública que deveria ter como prioridade garantir o acesso à água potável para a população.

Os vereadores de Jeremoabo, que aprovaram a concessão da outorga à EMBASA, deveriam exigir que a empresa cumpra as cláusulas contratuais, sob pena de rescisão do contrato.

É inadmissível que o povo seja penalizado pela ineficiência de seus representantes.

A falta d'água em Jeremoabo é uma questão que precisa ser resolvida urgentemente. A população merece ter acesso à água potável, um direito básico de todo cidadão.

Aqui estão algumas medidas que poderiam ser tomadas para resolver o problema:

  • A EMBASA deve investir na melhoria da infraestrutura de abastecimento de água em Jeremoabo.
  • Os vereadores de Jeremoabo devem fiscalizar o cumprimento das cláusulas contratuais pela EMBSA.
  • O governo do estado da Bahia deve pressionar a EMBASA para que resolva o problema da falta d'água em Jeremoabo.

Espero que essas medidas sejam tomadas o mais breve possível, para que a população de Jeremoabo possa ter acesso à água potável, como é seu direito.

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