sábado, julho 15, 2023

Polícia sueca autoriza ato que vai queimar Bíblia e Torá diante da embaixada de Israel

Publicado em 15 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

Dia 28, um iraquiano queimou um Alcorão em Estocolmo

Deu no g1
(France Presse)

A polícia da Suécia autorizou, nesta sexta-feira (14), um protesto em frente à embaixada de Israel em Estocolmo no próximo sábado, no qual os organizadores planejam queimar uma Bíblia e uma Torá. A ação foi criticada por Israel e por organizações judaicas.

De acordo com a petição enviada à força policial, os idealizadores querem destruir os textos religiosos em resposta à queima de um Alcorão em junho, em frente à Grande Mesquita de Estocolmo. Esse incidente gerou indignação em diversos países muçulmanos.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO – O protesto será, na verdade, uma ação de apoio à liberdade de expressão, de acordo com a solicitação enviada para a polícia.

A polícia afirmou que a autorização está em conformidade com a legislação sueca de conceder licença para atos públicos. “A polícia não emite licenças para queimar vários textos religiosos. A polícia emite licenças para reuniões públicas e para expressar uma opinião. É uma distinção importante”, afirmou Carina Skagerlind, assessora de imprensa da polícia de Estocolmo.

O presidente de Israel, Isaac Herzog, foi uma das autoridades que rapidamente criticaram a decisão, assim como Yaakov Hagoel, presidente da Organização Sionista Mundial, que disse que esta permissão não é uma “liberdade de expressão, mas, sim, antissemitismo”.

ALCORÃO QUEIMADO – Em junho, um refugiado iraquiano que reside na Suécia queimou algumas páginas do Alcorão em frente à Grande Mesquita de Estocolmo, coincidindo com a celebração do Aid al Adha, um feriado importante no calendário muçulmano.

O Conselho de Direitos Humanos da ONU já havia adotado uma resolução, condenando a queima de exemplares do Alcorão e outros atos de ódio religioso, mas extremismo continua avançando em muitos países.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A Chefia de Polícia de Estocolmo parece que não tem nada na cabeça, além do quepe. Autorizar esse tipo de ato é incentivar a barbárie. (C.N.)

Confirmado: condenado por bomba no 08/01 acessou vídeos que ensinam a fazer explosivos

Publicado em 15 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

George Washington na CPMI de 8/1

Washington não entendeu as instruções e a bomba falhou…

Eduardo Barretto
Metrópoles

O empresário bolsonarista George Washington de Oliveira, condenado por armar um atentado a bomba em um caminhão-tanque perto do aeroporto de Brasília, acessou, pelo menos, 14 vídeos no YouTube que ensinavam a fazer explosivos. As informações foram enviadas pela Polícia Civil do DF à CPMI do 8 de Janeiro no mês passado.

Os vídeos controversos acessados por Oliveira no YouTube tinham títulos didáticos, a exemplo de “Como explodir uma bomba de dinamite”, “Como fazer um detonador”, “Fazer pavio com pólvora”, e “Nitrato de amônia”, material usado na fabricação de bombas.

SITE DE COMPRAS – Não é possível saber se os vídeos vistos pelo homem continuam no ar, mas a coluna localizou, até esta quinta-feira (13/7), filmagens com títulos idênticos disponíveis a qualquer pessoa no YouTube. Já era sabido que Oliveira havia pesquisado sobre dinamites na plataforma de compras Shopee.

O empresário tentou explodir um caminhão de combustível em Brasília em 24 de dezembro do ano passado, a uma semana da posse de Lula.

Em maio, Oliveira foi condenado a nove anos e quatro meses de prisão pelo atentado. O vigilante Alan Diego dos Santos, outro envolvido no crime, cumprirá pena de cinco anos e quatro meses.

NA MIRA DAS CPIS – A dupla está na mira da CPMI do 8 de Janeiro, no Congresso Nacional, e na CPI do mesmo tema na Câmara Legislativa do DF (CLDF). Oliveira prestou depoimento à CPMI no último dia 22. Uma semana depois, os dois falaram à CPI da Câmara Legislativa. Na ocasião, Santos se disse “ameaçado por elementos da extrema-direita”. A sessão foi suspensa, e os deputados farão um depoimento reservado, para que ele detalhe a ameaça.

Procurado, o YouTube afirmou que os vídeos com títulos citados pela reportagem “por si só não representam violações das nossas políticas”. A plataforma disse que proíbe conteúdos que “incentivem atividades ilegais ou perigosas com risco de danos físicos graves ou de morte”, acrescentando:

“Por exemplo, dar instruções de como criar uma bomba que será usada para machucar ou ferir outras pessoas”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Essa justificativa do YouTube é tipo Piada do Ano. Ensina terroristas a fazerem explosivos, mas só para atividades pacíficas… É da série “me engana que eu gosto”. (C.N.)


Emenda que anistia dívidas e multas dos partidos políticos é uma vergonha mundial

Publicado em 15 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

Charge 17/05/2023

Charge do Marco Jacobsen (Folha de Londrina)

Tarcísio Motta
O Globo

Imagina um Projeto de Lei feito por partidos políticos para livrar esses mesmos partidos das suas dívidas e multas de mais de uma década. Imagina que essas multas foram por infrações eleitorais e financeiras, entre elas a não destinação das verbas previstas em lei para candidaturas de mulheres e negros. Imagina uma cultura coronelista, racista e machista que protege quem quebra as regras do jogo para se manter no poder.

Pois tudo isso existe, se chama Proposta de Emenda à Constituição 9/23 e foi aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. Mas pode chamar de PEC da Anistia, do Tapetão e da Vergonha. Ou, simplesmente, PEC dos Privilégios.

COISAS INJUSTIFICÁVEIS – Como integrante da CCJ, eu estava lá no dia 16 de maio e ouvi um festival de argumentos estapafúrdios para justificar os velhos mecanismos de exclusão e as constrangedoras chicanas do autoindulto.

Ouvi, mas também me fiz ouvido ao votar contra essa lamentável anistia que ocorre pela quarta vez desde 2005 — o que deixa evidente que, para a maior parte dos parlamentares, aquilo que deveria ser motivo de vergonha é motivo de reincidência.

Para ter uma ideia, um ranking elaborado pela ONU sobre a presença feminina na política institucional de 193 países mostrou que o Brasil ocupa um deplorável 131º lugar em termos de representatividade. Estamos atrás até da Arábia Saudita, país famoso pela misoginia institucional.

EMPURRANDO À FRENTE – E a verdade é que, toda vez que se aprova um perdão desses, empurra-se para mais longe a possibilidade de igualar a representatividade nas Casas Legislativas daquelas e daqueles que são maioria na sociedade.

Vale lembrar que há leis para práticas afirmativas na política desde os anos 1990. No entanto, após três décadas de indolência e indulgência parlamentar, nosso panorama ainda é vexatório: 51% de mulheres na população, mas apenas 17% no Congresso; 56% de negros e negras na população, mas apenas 26% no Congresso.

O Tribunal Superior Eleitoral já decidiu pela distribuição proporcional dos recursos, o Supremo Tribunal Federal já homologou a decisão.

É PRECISO MAIS – Movimentos sociais e partidos como o PSOL, do qual faço parte com muito orgulho, há décadas incidem sobre o tema. Porém, é preciso mais para mudar esse quadro que alia a naturalização de crimes eleitorais à intencional distorção representativa. É preciso o engajamento de outros setores da sociedade, até porque nem tudo está perdido.

A PEC da Anistia foi aprovada na CCJ, mas ainda precisa passar por uma comissão especial na Câmara e pelo plenário da Casa para então seguir para votação no Senado. Temos, portanto, algumas oportunidades de impedir o país de passar vergonha pela quinta, sexta, sétima vez.

E, principalmente, temos a chance de mostrar que não aceitamos mais esse jogo de cartas marcadas em que uma maioria de fato é transformada em uma minoria de direitos, de vozes e de poder.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Tarcísio Motta é deputado federal (PSOL-RJ). Seu artigo tem uma falha. Concentra-se nos aspectos social e racial do problema, mas esquece do principal — o desvio e mau uso de recursos partidários, utilizados para mordomias de dirigentes, que incluem até compra de aviões e helicópteros. Há alguns anos, denunciei as contas do Partido Verde, que pagava até as contas de luz, gás e telefone da casa de seu presidente. Fui processado pelo PV, que perdeu a causa. Tudo o que eu denunciara era verdade, mas o partido não sofreu punição do TSE. (C.N.)

“Michelle era muito difícil e não gostava de mim”, dizia Cid, em conversa com amigos

Publicado em 15 de julho de 2023 por Tribuna da Internet

O depoimento de Mauro Cid na CPMI do 8 de Janeiro

Cid não devia se meter em assuntos de família Bolsonaro 

Rodrigo Rangel
Metrópoles

O tenente-coronel Mauro Cesar Cid optou por não responder às perguntas dos deputados e senadores da CPI do 8 de Janeiro na terça-feira (11/7), no Congresso Nacional, mas nos últimos tempos, em conversas reservadas às quais a coluna teve acesso por meio de interlocutores em comum, foi bastante eloquente ao falar dos bastidores dos palácios do Planalto e da Alvorada sob Jair Bolsonaro.

Nessas conversas, devidamente registradas, Cid contou que ficava no meio do fogo cruzado entre Jair e Michelle Bolsonaro quando o assunto era, principalmente, o pagamento de contas da família, em dinheiro vivo, na boca do caixa, conforme mostramos em reportagem publicada no início do ano.

DE DIFÍCIL TRATO – O oficial do Exército diz, por exemplo, que Michelle era uma pessoa de difícil trato no dia a dia — e que não ia com a cara dele. “Dona Michelle era muito difícil e não gostava de mim”, afirma. A principal razão da diferença entre os dois tinha como pano de fundo exatamente as questões relacionadas a dinheiro, segundo o militar.

Cid conta que tinha ordens explícitas de Bolsonaro para pagar contas da própria Michelle, mas que o então presidente detestava que ele pagasse também faturas de familiares da primeira-dama.

Mesmo assim, ela mandava essas contas com ordens para pagar. E, diz ele, quando isso acontecia, não havia muito o que fazer, sob pena de arrumar mais problemas com Michelle. “Não ia me meter em briga de casal. Se ela pedia, eu depositava”, afirmou o tenente-coronel em uma das conversas, meses atrás, em tom de desabafo.

BOLSONARO COBRAVA – Ele afirma que, depois de feitos os pagamentos, tinha que apresentar as faturas para Bolsonaro. E, quando isso acontecia, lhe restava assumir a responsabilidade, sob argumento de que não podia deixar de atender os pedidos de Michelle, que chegavam por assessores dela.

O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro diz que, muitas vezes, preferia nem saber quais eram as despesas que precisavam ser pagas. Repetia que, se a ordem era da “dona Michelle”, liberava os valores sem titubear.

E assim foram feitos pagamentos do plano de saúde do irmão, mensalidades da faculdade da irmã, depósitos em contas de outros parentes de Michelle que vivem na periferia de Brasília e, ainda, inúmeras entregas de recursos em espécie nas mãos de integrantes do staff que servia a Michelle. Saiu dinheiro até para ajudar no funeral da avó da primeira-dama.

ASSESSORES PEDIAM – Ela (Michelle) falava pouco comigo. Quem falava comigo eram os assessores. Ela mandava dizer: ‘preciso disso’. E os assessores falavam comigo”, afirmou.

Cid jura que usava sempre dinheiro sacado de contas do próprio Bolsonaro para fazer os pagamentos. E que não misturava, no caixa paralelo que administrava, valores da conta pessoal do então presidente com recursos sacados a partir dos cartões corporativos da Presidência da República — uma suspeita investigada já há algum tempo pela Polícia Federal.

O oficial do Exército explica que preferia fazer os saques e quitar as faturas diretamente na boca do caixa — muitas vezes, por intermédio dos outros oficiais que o auxiliavam na ajudância de ordens da Presidência — para “não expor” o clã.

CARTÃO DA AMIGA – Uma das maiores confusões que Cid vivenciou ao lidar com os pagamentos das contas de Michelle Bolsonaro ocorreu, segundo os relatos do próprio, quando ele descobriu que tinha que pagar, entre as várias contas, boletos do cartão de crédito que a primeira-dama usava, mas era de uma amiga dela, funcionária comissionada do Senado.

A existência dos pagamentos das faturas do cartão de Rosimary Cardoso Cordeiro, a amiga de Michelle, foi revelada também na reportagem que a coluna publicou em janeiro.

Nessa conversa, especificamente, ocorrida depois que o assunto já havia vindo a público, Cid afirma que se recusou a pagar as faturas do cartão porque via, ali, uma chance grande de problemas futuros: como Rosimary era funcionária do Senado, e lotada no gabinete de um senador aliado de Bolsonaro (no caso, o maranhense Roberto Rocha), ele temia que a história pudesse se transformar em mais um problema para o próprio Bolsonaro.

FANTASMA DA RACHADINHA – Ao explicar seu temor, Cid mencionou o risco de essa relação financeira entre Michelle e Rosimary ser interpretada como algo promíscuo — houve, inclusive, menção às rachadinhas que já embaraçavam o clã àquela altura, com as investigações sobre Flávio e Carlos Bolsonaro, os filhos 01 e 02 de Jair Bolsonaro.

O ajudante de ordens de Bolsonaro cogitou conversar com Michelle para explicar o possível problema. Mas não viu espaço para fazer isso diretamente. Mandou recado. E o estresse, diz, foi grande.

 A ponto de ele bater o pé e afirmar que não pagaria os boletos do cartão de Rosimary diretamente, o que deixaria rastros.

DAVA O DINHEIRO – Mauro Cid, então, recorreu a uma solução alternativa, mas não menos problemática. “Não vou pagar boleto. Se me pedir dinheiro, eu passo o dinheiro, mas não vou pagar o boleto”, respondeu, segundo ele próprio.

E assim foi feito: para não deixar de atender Michelle, o tenente-coronel respondeu que sacaria o dinheiro e entregaria os valores para que assessores fizessem os pagamentos na boca do caixa.

Não sabia ele que, tempos depois, mesmo esses pagamentos seriam cuidadosamente esquadrinhados na investigação que o coloca como personagem central do caixa paralelo que servia à então família presidencial.

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NOTA DA REDAÇÃO
 – Um oficial ajudante de ordens jamais poderia aceitar esse tipo de serviço e se responsabilizar por um caixa 2 do próprio presidente da República. Deveria ter se demitido e retomado a carreira no Exército, mas a vaidade e a ganância falaram mais alto. Além do mais, o tenente-coronel já estava acostumado com esses rolos financeiros que enriqueceram a família nos Estados Unidos e agora serem melhor analisados com a quebra do sigilo bancário de Cid e de seu irmão Daniel, que mora nos EUA e ficou conhecido como “cérebro das milícias digitais de Bolsonaro”. (C.N.)

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A secretária de educação mesmo sendo cunhada do secretário de administração não deve ter carta branca para praticar atos lesivos a coisa pública

Antes de mais nada pergunto: qual a autoridade moral que o prefeito Deri do Paloma é detentor para exigir probidade de qualquer servidor que presta serviço ao município de Jeremoabo, se ele é omisso, prevaricador e improbo?

Seria leviano se fizesse essa acusação e não provasse o porque, mesmo ele tentanto despistar alegando nas emissoras de rádio que criticar é coisa de oposição?

Não é coisa de oposição prefeito Deri do Paloma, porque se em Jeremoabo ralmente houvesse uma Cãmara que fizesse agisse com mais eficiência já teria instalado a CPI da Educação e ingressado com uma Representação perante o Ministério Público por suposto crime de responsabilidade, omissão, prevaricação e improbidade adminsitrativa contra o prefeito e o Secretário de Administração por acobertarem ilicitudes da Secretária de Educação.

Ser cunhado não é ter carta branca para prevaricar.

A Secretária de Educação conforme já denunciado pelo vereador Eriks Varjão respaldado nos contracheques da mesma, está recebendo Cargo Comissionado acrescido de Gratificação imoral e ilegal, talvés outros servidores até estejam, porém vamos analisar o caso da secretária de educação que é o carro chefe e está  com o dedo sujo perseguindo os professores.

O subsídios dos agentes políticos, do prefeito, vice prefeito e secretários é votado e aprovado pela Câmara de Vereadores.

 Vejamos o que o proprio prefeito homologou e que deveria respeitar o seu ato:

O Prefeito Municipal Derisvaldo José dos Santos sancionou as Leis n.º 590, de 13.11.2020 que fixa os subsídios dos vereadores, do presidente e do 1º secretário da câmara municipal de Jeremoabo/Ba, para a legislatura que se iniciou em 01 de janeiro de 2021 e a Lei n.º 591, de 13.11.2020, que fixa os subsídios do prefeito, vice-prefeito e secretários municipais de Jeremoabo/Ba, para o quadriênio 2021/2024. Os novos valores terão validade a partir de 01 de janeiro de 2021.

Vereador: R$7.596,67

Prefeito Municipal: R$ 19.000,00 (dezenove mil reais).

Vice-Prefeito Municipal: R$ 9.500,00

Secretários do Município de Jeremoabo  R$ 6.600,00

Respaldado na Lei homologada pelo prefeito, que tem a obrigação de respeitá-la, a secretária de educação só deve receber mensalmente R$ 6.600,00.

No entanto a Secretária de Educação acobertada pelo departamento pessoal  que é subordinado a Secretaria de Administração, cunhado da secretária de educação, tudo em casa, resultado previamente conhecido que é a omissão e prevariacação ao permitir que a mesma Receba mensalmente em fevereiro R$ 10330,82, em março R$ 12.480,51  em afronta ao que dispõe o art. 39, § 4º da Constituição Federal

Além da Lei do município existe a Constituição, vejamos o que determina a Constituição Federal de 1988:

CF/88.

 Art. 39. – A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão conselho de política de administração e remuneração de pessoal, integrado por servidores designados pelos respectivos Poderes.

 § 4º. – O membro de Poder, o detentor de mandato eletivo, os Ministros de Estado e os Secretários Estaduais e Municipais serão remunerados exclusivamente por subsídio fixado em parcela única, vedado o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou outra espécie remuneratória, obedecido, em qualquer caso o disposto no art. 37, X e XI. (grifamos).  

E agora prefeito Deri do Paloma, você irá continuar prevaricando e apoiando corrupção no seu (des)governo ou irá pelo menos agora no final de sua administração dar um freio de arrumação?

E suas palavras ditas através de rádio para o Brasil e para o mundo jurando que secretário não pode ser imbrobo, mudou de opinião e resolveu participar do mesmo lamaçal?

.

Prefeito Deri do Paloma, tenha dignidade, honre sua palavra, prove para o povo de Jeremoabo que seu (des)governo não é corrupto e que você não compartilha com desonestidade, mande apurar todas essas trambicagens.
Se um homem não honra sua palavra, como honra sua própria vida, não se faz digno de possui-lá.

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