domingo, maio 21, 2023

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sábado, maio 20, 2023

Brasil é um ornitorrinco, mistura surreal com atraso e pitadas de velhas ideologias

Publicado em 20 de maio de 2023 por Tribuna da Internet

Charge do Vitor Teixeira ( Arquivo Google)

Eduardo Affonso
O Globo

O Brasil se presta a muitas comparações. Nos anos 1970, Edmar Bacha nos chamou de Belíndia: leis e riqueza de Bélgica, desigualdade de Índia. Delfim Netto sugeriu Ingana: impostos de Inglaterra, serviços públicos de Gana. Evoluímos para um Dubaiti: privilégios e extravagâncias da cidade de Dubai, vácuo de Estado nas favelas e periferias, à moda do Haiti. Parecemos um ornitorrinco, aquele mostruário de excentricidades, prova viva de que a fidelidade não foi seguida à risca na arca de Noé.

Como o mamífero que, na contramão da sua subclasse, bota ovo, o Brasil é uma mistura de surreal com atraso e pitadas de velhas ideologias. Quase metade da população sobrevive sem acesso a saneamento básico, mas o governo está mais interessado em proteger as empresas estatais do que em garantir esgoto e água potável.

RIQUEZA CONCENTRaDA -Como o mamífero que não tem mamilos, o Brasil é um país rico com cerca de um terço da população abaixo da linha da pobreza. A riqueza existe, mas os canais para sua distribuição não são lá muito ortodoxos.

Assim como o ornitorrinco tem bico de pato, pé de pato e cloaca de pato — mas está longe de ser um pato —, o Brasil tem iniciativa privada e propriedade privada, mas o protecionismo, a burocracia e o patrimonialismo estatal fazem o possível para que não seja uma economia de mercado.

Nas fotos, o ornitorrinco dá a impressão de ser enorme, mas não passa de dois palmos de comprimento. O Brasil é o quinto maior país em área, o sétimo em população e a nona economia — mas continua um tampinha diplomático, um nanico cultural.

O BICHO E O PAÍS – Observe o Ornithorhynchus anatinus e a Terra brasilis. O primeiro é um bicho aparentemente fofinho, com esporões conectados a glândulas de veneno. A segunda, lar de um povo que adora memes e inventou o brigadeiro, o pão de queijo, o xaxado, o chorinho, a caipirinha, o chorinho da caipirinha — e deu transcendência ao diminutivo; que chama desconhecidos de “querido”, mistura pizza com abacaxi e dá nó em ChatGPT.

Mas tem a oitava maior taxa de violência no mundo: com 2,7% da população do planeta, responde por 20,4% dos homicídios, segundo o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime. Ao contrário do que dizia a personagem da Kate Lyra, o brasileiro (assim como o ornitorrinco) não é tão bonzinho.

Outra boa metáfora é a ex-presidenta Dilma Rousseff. Ela fala um inglês macarrônico e intraduzível, mas dispensa o intérprete. Ela quase quebrou um país e se acha em condições de presidir o banco criado para auxiliar o crescimento e o desenvolvimento de cinco grandes economias.

TUDO ERRADO – O Brasil tem educação precária — na formação profissional e na de crianças e adolescentes, está em último lugar no Pisa—, mas engata marcha a ré nos avanços propostos pelo Novo Ensino Médio.

O Brasil sofre derrotas diárias na guerra ao tráfico, às milícias, à dengue, à evasão fiscal, ao desmatamento e ao garimpo ilegais e quer dar pitaco na guerra na Ucrânia.

Como Dilma, bastava ao país ler o que está escrito — seja na Constituição, nos artigos científicos, nos livros de economia — para que tudo desse certo. Mas insiste no improviso e se embanana todo. Como exotismo pouco é bobagem, talvez nossa melhor metáfora seja um dilmorrinco.


Segunda onda de conservadorismo leva para o divã as esquerdas sul-americanas

Publicado em 20 de maio de 2023 por Tribuna da Internet

Nani Humor: Aumenta a dependência do capital especulativo

Charge do Nani (nanihumor.com)

Bruno Boghossian
Folha

A segunda onda rosa na América do Sul levou a esquerda da região para o divã. Líderes que assumiram o poder nos últimos anos defendem ajustes para evitar o que consideram erros do ciclo anterior, nas décadas de 1990 e 2000. Outras alas parecem convencidas de que a atualização da agenda desse campo pode significar sua destruição.

A justiça social é a ponte que une as duas ondas, com a redução de desigualdades e o papel do Estado como pilares principais. Contrastes agudos, por outro lado, são exibidos em público nas avaliações sobre a amplitude da chamada pauta identitária e na tolerância com condutas antidemocráticas.

CONFLITO IDEOLÓGICO – Nos últimos meses, dois líderes de esquerda resumiram o que pode ser descrito como um conflito com raízes ideológicas e geracionais.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, disse em janeiro à repórter Sylvia Colombo que o “primeiro progressismo” cometeu erros. Eleito em 2022, o ex-guerrilheiro afirmou que os líderes da onda passada não deram atenção à mudança climática e criticou “o estatismo, a vigilância e a influência de Cuba” naquele ciclo.

Já Rafael Correa, que governou o Equador de 2007 a 2017, torceu o nariz para a geração atual. Em entrevista a Fábio Zanini no fim de março, ele fustigou o presidente chileno Gabriel Boric por suas críticas ao autoritarismo na Venezuela. Depois, afirmou que a esquerda erra ao posicionar no centro da pauta temas como aborto, direitos sexuais e casamento gay.

CHOQUE DE VISÕES – Parte da distância entre os dois grupos é fruto de um choque de visões de mundo – desde convicções morais até uma deferência ao socialismo do passado.

Mas há também léguas de pragmatismo, sob o argumento de que a plataforma de costumes da esquerda espanta uma maioria conservadora na região e lança eleitores no colo da extrema direita.

Adiar ou interditar uma defesa enfática de direitos das minorias é um caminho cruel. Equivale a pedir que grupos vulneráveis permaneçam desprotegidos porque seria preciso evitar derrotas políticas. Ao mesmo tempo, expõe o dilema de que a vitória do conservadorismo levaria, na prática, à restrição desses poucos direitos.

EM CIMA DO MURO – Raro espécime das duas ondas, o presidente brasileiro Lula da Silva escolheu o pragmatismo na última eleição.

O petista resolveu manter o foco num discurso econômico voltado aos mais pobres, enquanto tentava fugir de armadilhas bolsonaristas no campo dos costumes.

O petista, no entanto, absorveu itens da agenda verde e manteve uma retórica firme em defesa dos direitos de minorias, ainda que a frustração de sua base mais à esquerda já esteja ocorrendo.


Escritor russo diz que a democracia continua a ser um sonho em seu país

Publicado em 20 de maio de 2023 por Tribuna da Internet

کتاب نیوز | اطلاع رسانی و نقد کتاب - نگاهی به استالین خوب | مهدی معرف

Yerofeyev se espantou com a pobreza e a alegria do brasileiro

Roberto Nascimento

Vale a pena ler a entrevista do escritor russo Viktor Yerofeyev, concedida à jornalista Marsilea Gombata, publicada pelo Valor Econômico, Caderno de Cultura, nesta sexta-feira, dia 19, em que ele expõe as entranhas da sociedade russa.

Viktor Yerofeyev relata que seu país nunca viveu numa democracia, jamais teve essa experiência. Visitando o Brasil no mês de abril, o escritor se surpreendeu com as desigualdades sociais no eixo Rio/ São Paulo, observados na quantidade de favelas em contraste com as mansões, além de muitos brasileiros não saberem ler ou escrever. Afirmou que ”Isso é trágico”, e o analfabetismo e a baixa instrução são mesmo uma tragédia brasileira.

UM POVO ALEGRE – O escritor russo também viu algo de positivo. Por exemplo: a alegria do brasileiro e o fato de vivermos numa democracia. Utópico por excelência, ele resume as diferenças entre Rússia e Brasil, nessa sentença:

” Quando todas as pessoas no Brasil souberem ler ou escrever, talvez encontremos uma maneira de ter democracia na Rússia”, comentou, asseverando que a luta do povo russo por Democracia é tão difícil quanto à aspiração do povo brasileiro por maior igualdade social.

Ressalta o escritor, que mesmo com extrema pobreza e sem futuro, os brasileiros são alegres e há uma espécie de amor pela vida, enquanto os russos estão sempre tristes.

SEMPRE OPRIMIDOS – Viktor Yerofeyev descreve os últimos 300 anos de opressão, desde quando os russos foram colonizados pelos tatar-mongóis de Genghis Khan. Conseguiram se libertar dos tiranos asiáticos, mas as lideranças russas povo decidiram imitar os opressores. Assim, desde a libertação até hoje, os russos viveram sob o totalitarismo.

Isso explica o culto a Stalin e agora a Vladimir Putin, que induz o povo russo a ser forte, poderoso, alimentando o sonho de voltar a ser uma união de repúblicas soviéticas.

Em relação a Mickail Gorbachev, Viktor Yerofeyev alega, que o líder da Perestroika (Abertura) e da Glasnot (Reforma)  não queria arruinar a URSS, seu objetivo era torná-la mais liberal. Foi ingênuo e idealista, pois a abertura instigou as ex-repúblicas a se libertarem dos russos. Gorbachev criou a maior onda separatista da História da Humanidade. A invasão da Ucrânia pela Rússia é uma tentativa inútil de voltar ao passado.

“O BOM STALIN” – O escritor está lançando o livro: ” O Bom Stalin”, romance biográfico, em que narra os privilégios e horrores do stalinismo.

Fazendo um exercício comparativo entre Brasil e Rússia, podemos destacar que a natureza dos russos é o autoritarismo stalinista e a dos brasileiros é uma natureza golpista militarista. Os russos salivam com a performance do ditador, seja Stalin ou Putin, os brasileiros salivam no saudosismo das ditaduras de Vargas e dos generais ditadores de 1964.

A história autoritária da Rússia, assim como a história do autoritarismo golpista do Brasil, está longe de terminar, porque poucos se dão conta dos efeitos catastróficos que as ideologias de Direita e de Esquerda podem minar a unidade nacional, dividindo o povo apenas para se perpetuarem no poder.

A responsabilidade de Bolsonaro na insólita e irregular cassação de Dallagnol


Deltan Dallagnol e Eduardo Bolsonaro

Nonsense! Dallagnol protesta, apoiado por Eduardo Bolsonaro

Jorge Pontes
Veja

Nesta última terça-feira, 16 de maio, o Brasil assistiu boquiaberto à cassação do mandato do deputado federal eleito Deltan Dallagnol, ex-procurador da República e ex-chefe da força-tarefa da Operação Lava-Jato em Curitiba.

Sabemos que, pela Lei da Ficha Limpa, são inelegíveis por oito anos os membros do Ministério Público que pedirem “exoneração ou aposentadoria voluntária” enquanto estiverem submetidos a Processo Administrativo Disciplinar (PAD) conforme alegou o relator.

NÃO HAVIA PROCESSOS – Ocorre que, quando pediu desligamento do Ministério Público Federal, Deltan Dallagnol não era alvo de nenhum PAD por parte do Conselho Nacional do Ministério Público Federal (CNMP). Havia, sim, algumas reclamações e queixas que efetivamente não eram processos.

Esses expedientes, alguns já em fase de sindicâncias, que poderiam (ou não) se transformar em PADs, traziam tão somente a expectativa ou possibilidade de gerar alguma sanção. Enfim, não havia nenhum processo disciplinar instaurado em desfavor do então procurador quando de sua exoneração.

Por outro lado, qualquer estudante de direito sabe que não podemos interpretar extensivamente em matéria sancionatória, a que pune, isto é, que impõe uma pena – no caso em tela, uma cassação. A interpretação extensiva amplia o entendimento sobre aspectos factuais do processo, e acaba alcançando condutas não previstas nos textos legais. Tal interpretação só pode ser utilizada em prol do acusado (presunção de inocência).

UM EXEMPLO CLARO – Se um determinado dispositivo de lei penal considera como agravantes as lesões corporais cometidas com uso de faca, sabre, peixeira ou espada, um ataque com a utilização de uma lâmina de barbear ou de um canivete não poderia ser enquadrado nesse texto específico.

Não se estenderia a interpretação de uma regra para incluir um outro objeto cortante que não se encontra no rol — fechado — descrito pela lei sob utilização. É um preceito consolidado: normas restritivas dos direitos fundamentais não comportam interpretação extensiva. Ponto final.

Logo, no caso examinado pelo TSE, a existência de uma sindicância ou uma reclamação formal jamais poderia ser interpretada extensivamente, de forma a equipará-la a um Processo Administrativo Disciplinar, para punir Deltan. Ou há um PAD, ou, definitivamente, não se pode punir o ex-procurador.

CONTORCIONISMOS – Também é descabido o julgador entender — prospectivamente — que as reclamações e sindicâncias existentes se tornariam processos administrativos disciplinares, e, se isso viesse a ocorrer, que as respectivas punições seriam severas o suficiente para enquadrar Deltan na Lei da Ficha Limpa. Contorcionismos interpretativos não cabem em matéria penal, muito menos para condenar…

Dito isso, vamos ao aspecto insólito do que se seguiu à notícia da cassação. O deputado Deltan Dallagnol pronunciou-se numa coletiva no Congresso Nacional, e, com razão, queixou-se da injusta decisão do TSE. Cercado por parlamentares bolsonaristas, declarou que os corruptos certamente estavam em festa com sua derrocada.

Logo atrás dele, de papagaio de pirata Eduardo Bolsonaro abria um largo sorriso. Todos fingiam ignorar — inclusive Deltan — que três ministros que votaram pela cassação foram nomeados por Bolsonaro. A cena foi um espetáculo de nonsense…

FIM DA LAVA JATO – Não podemos deixar de lembrar que a Lava-Jato começou a adernar após 2019. Foram os quatro anos de Jair Bolsonaro na Presidência da República que decretaram o fim do enfrentamento à corrupção no Brasil.

O ex-presidente enganou e escorraçou Sergio Moro de seu governo e traiu grande parte dos seus eleitores, que o elegeram em razão de suas promessas de combate à corrupção. Bolsonaro fez ainda péssimas escolhas tanto para a Procuradoria-Geral da República como para o Supremo Tribunal Federal. Bolsonaro foi o túmulo da Operação Lava-Jato.

Em suma, Bolsonaro é o grande responsável por este cenário atual, de profundos retrocessos. Muito mais do que o próprio Lula.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Muito importante o posicionamento de Jorge Pontes, delegado federal que se tornou uma lenda na corporação. É formado pela FBI National Academy. Foi membro eleito do Comitê Executivo da Interpol em Lyon, França, e é co-autor do livro “Crime.Gov – Quando Corrupção e Governo se Misturam”. Seu artigo mostra que a cassação de Deltan Dallagnol foi totalmente irregular. Vamos voltar ao assunto, analisando o falso precedente criado por Benedito Gonçalves? (C.N.)


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