terça-feira, maio 16, 2023

Vida e obra do sergipano Arthur Bispo do Rosário é destaque na BBC

 em 16 maio, 2023 4:00

  Blog Cláudio Nunes: a serviço da verdade e da justiça
                 “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

O artista brasileiro que viveu 50 anos em instituições psiquiátricas e é tema de exposição nos EUA

“Essa é minha missão, representar a existência na Terra. É o sentido da minha vida”⁠

⁠Era quase véspera do Natal de 1938 quando o sergipano Arthur Bispo do Rosario, então com 29 anos de idade, recebeu a revelação que iria definir sua vida e obra.

⁠Guiado pelo que descreveu como a aparição de sete anjos e vozes celestiais, ele peregrinou durante dois dias pelas ruas do Rio de Janeiro, onde morava, até chegar ao Mosteiro de São Bento, no centro da cidade.⁠

⁠Após anunciar aos monges que era um enviado de Deus para “julgar os vivos e os mortos”, Bispo foi encaminhado ao Hospital Nacional de Alienados, antigo manicômio localizado na Praia Vermelha.⁠

⁠Diagnosticado com esquizofrenia paranoide, foi transferido dias depois para a Colônia Juliano Moreira, instituição psiquiátrica em Jacarepaguá onde passaria a maior parte das cinco décadas seguintes.⁠

⁠Segundo Bispo, as vozes que o acompanhavam diziam que ele deveria se “trancar em um quarto e começar a reconstruir o mundo” e “representar todas as coisas existentes na Terra”. ⁠

⁠Ele transformou as celas em que estava confinado em oficina de trabalho e começou a recriar cenas do cotidiano e a contar a sua versão da história do universo, com materiais como lençóis, uniformes, pedaços de madeira de caixas de feira, cabos de vassouras, chinelos, tênis Conga, talheres, canecas e todo o tipo de sucata e objetos que ganhava e trocava com outros pacientes.⁠

⁠”Bispo do Rosario é um dos maiores artistas brasileiros. Quando sua obra emergiu, não se encaixava em nada do que havia registrado na história da arte, mas parecia se inserir em tudo o que a modernidade e a contemporaneidade haviam criado. Na verdade, pode-se dizer, precede tudo”, diz o curador Ricardo Resende.

Aseopp, quando ataca Associações Pró-Construção, só vê o próprio umbigo! Sim, porque o que é bom para os associados é ruim para as construtoras, ora pois! Por Andersons Blog: Como este AnderSonsBlog “comprou” essa briga a favor do livre mercado quando o assunto são os ataques – absolutamente desproporcionais – da Aseopp contra as Associações Pró-Construção absolutamente por entender que é cada cidadão e cada cidadã quem deve decidir como considera melhor pra si a forma de aquisição de um imóvel, sem ter nenhuma amarra com quem quer que seja, a avaliação aqui da casa é que esse assunto se encerraria em si, por óbvio. Todo artigo aqui. 

Aparecida e Ribeirópolis “Tudo que estiver ao nosso alcance para melhorar a educação em Sergipe será feito e acredito que uma das formas de alcançar esse objetivo é investindo na infraestrutura das escolas”, essa foi a fala do governador Fábio Mitidieri durante inaugurações de quadras de esportes em duas escolas estaduais nos municípios de Nossa Senhora da Aparecida e Ribeirópolis na segunda-feira, 15. A previsão é que até o próximo sábado dez quadras sejam inauguradas.

São Cristóvão e Aracaju Hoje, 16, o governador Fábio Mitidieri e o vice-governador Zezinho Sobral estarão inaugurando mais quatro quadras de esportes, a primeira está prevista para às 7h30, em São Cristóvão. As demais serão na capital sergipana, no Colégio Estadual Professor Benedito Oliveira, no Orlando Dantas, às 9h30, e nas Escolas de Esportes Professor Kardec, às 11h30, no bairro Santa Maria, e José Gerivaldo Garcia, às 15h, no bairro Santos Dumont.

 Ministra Ana Moser A ministra do Esporte, Ana Moser, participará da inauguração dessas duas escolas esportivas, que foram construídas a partir de convênio firmado com o Governo Federal e orçadas em pouco mais de R$ 792 mil. As novas quadras beneficiarão mais de 400 estudantes matriculados nas duas escolas de esporte, com local para a prática do futsal, basquete e outras modalidades. O governador Fábio Mitidieri e a ministra Ana Moser também vão assinar um memorando de entendimento para a implementação do projeto piloto do programa Rede de Desenvolvimento do Esporte.

 

 

 

 

 

 

 



As fotos acima foram enviadas por moradores da região da Avenida Canal 5, no conjunto Augusto Franco, no Bairro Farolândia. São fotos de bancos que estão totalmente sem condições de uso, alguns há bastante tempo. Quando será que a Prefeitura vai recuperar os bancos? Já na Coroa do Meio, próximo ao farol, a obra que nunca acaba colocou tantos bancos que parece mais uma arquibancada.

INFONET

 




Novos radares eletrônicos começam a multar hoje em Aracaju

 em 16 maio, 2023 8:44

O objetivo é reduzir os índices de acidentes e dar mais segurança ao trânsito (Foto: SMTT)

Novos equipamentos de fiscalização eletrônica começam a multar nesta terça-feira, 16. Segundo informações Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) de Aracaju, o limite máximo de velocidade permitido é de 60 km/h.

Os radares estão localizados nas avenidas Euclides Figueiredo, no cruzamento com a avenida Benjamin Constant, nos sentidos Sul e Norte; na Tancredo Neves, sentido Norte, no cruzamento com a rua João Géniton da Costa; e na Augusto Franco, no cruzamento da rua Francisco de Assis Delmondes Pereira Freitas, nos dois sentidos da via

O objetivo é reduzir os índices de acidentes e dar mais segurança ao trânsito. “Independente de uma via ter um equipamento de fiscalização ou não, os limites de velocidade devem ser respeitados. É dever dos condutores terem atitudes corretas no trânsito e zelar pela segurança de todos”, destaca o superintendente da SMTT, Renato Telles.

por Beatriz Fernandes e Aisla Vasconcelos 

INFONET

Governo Bolsonaro comprou 19 toneladas de bistecas para os índios, mas não entregou

Publicado em 15 de maio de 2023 por Tribuna da Internet

Indígena do Vale do Javari fala dos costumes da etnia Marubo | EBC Rádios

Bisteca que ia alimentar os índios sumiu no caminho

Daniel Weterman
Estadão

O governo federal comprou 19 toneladas de bisteca para compor cestas básicas que deveriam ser enviadas ao Vale do Javari, no Alto Solimões (AM), mas a carne congelada nunca chegou às comunidades indígenas. Mesmo se o produto tivesse sido entregue, não haveria local de armazenamento e conservação para acomodar o alimento.

Os contratos foram assinados no governo Bolsonaro entre 2020 e 2022 e seguem em vigor na atual gestão do petista Luiz Inácio Lula da Silva.

A CARNE SUMIU – A bisteca seria dividida com os funcionários da Funai – agora Fundação Nacional dos Povos Indígenas. Como os indígenas dizem que não receberam o alimento, se fossem comer tudo, os 32 servidores que se revezam por lá teriam um quilo de bisteca no prato por dia, o ano inteiro. Isso sem contar que a maioria passa a maior parte do tempo na floresta ao lado dos indígenas, bem longe da base da Funai.

O sumiço das bistecas foi confirmado ao Estadão pelos indígenas que deveriam receber o produto e por um comerciante que deveria enviá-lo. Até a funcionária da Funai que assinou o contrato de compra fala em desperdício de dinheiro público, mas alega que seguia ordens de seus superiores.

“Nem tudo que constitui a cesta básica contempla uma alimentação específica desses indígenas. Era um desperdício, realmente, do dinheiro público”, admitiu Mislene Metchacuna Martins Mendes, atual diretora de administração e gestão da Funai. “Parte dos alimentos chegava sem condições para consumo, mas a ordem era entregar”, disse ela.

SILÊNCIO ABSOLUTO – Procurados, os presidentes da Funai no governo Bolsonaro e no governo Lula não se manifestaram. Ao longo de um mês, o Estadão investigou 5,5 mil compras de alimentos para terras indígenas em todo o País e constatou que, a pretexto da pandemia de covid-19, metade foi feita sem licitação. O dinheiro gasto chegou a empresas recém-criadas e não houve comprovação de entrega de lotes de cestas básicas completas.

As cestas que efetivamente chegaram para os 13.330 marubos, matises, kanamaris e korubos continham apenas produtos secos, como arroz, farinha e sabão. Os contratos no valor de R$ 568,5 mil foram assinados pela Funai, antiga Fundação Nacional do Índio, de 2020 a 2022, durante o mandato do então presidente Jair Bolsonaro. Parte deles continua em vigor no atual governo.

A reportagem conversou com lideranças e famílias tanto do Javari quanto de outras etnias do País, que estiveram reunidas em Brasília no Acampamento Terra Livre, no mês passado. O relato foi sempre o mesmo: a entrega de cestas básicas não é algo comum nas aldeias.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Roubar comida de índio é uma espécie de crime hediondo em versão nojenta, digamos assim. No governo anterior foi a bisteca, vamos ver se no atual governo a picanha chega até lá. (C.N.)

Esquerda do PT e MST se transformam em grave problema no início do governo de Lula

Publicado em 15 de maio de 2023 por Tribuna da Internet

Despejo do MST em MG foi movido por "mentalidade insana de escravocratas", diz João Pedro Stedile – Política – CartaCapital

Stédile vai pressionar porque o governo está “meio medroso”

Bruno Boghossian
Folha

Lula tem ouvido um certo barulho à esquerda do Palácio do Planalto. Na economia, alas do PT mantêm uma campanha contra o aperto do arcabouço fiscal negociado pela Fazenda com o Congresso. No campo, o MST promete aumentar a pressão sobre o governo pelo avanço de iniciativas de reforma agrária.

O presidente não é um principiante nessa área. Quando a esquerda petista atacou a agenda econômica do primeiro mandato, Lula deu sinal verde para a expulsão de parlamentares da sigla. Com os movimentos sociais, o governo conseguiu uma relação amigável graças à aceleração de políticas públicas e à partilha de cargos na máquina federal.

OUTRA REALIDADE – O novo mandato oferece a Lula circunstâncias mais ásperas de interação com esses setores de sua base. Ainda que o presidente dê passos à esquerda (na plataforma social, na diplomacia e nas escolhas sobre o papel do Estado, por exemplo), as condições políticas e econômicas puxam o governo em outra direção.

Com 40 anos de MST, João Pedro Stedile deu o diagnóstico. Em entrevista a Mônica Bergamo, o líder do movimento disse que o time de Lula demora para atender demandas, criticou a reação negativa de ministros à ocupação de terras pelo grupo e avaliou que a eleição tensa deixou o governo “meio medroso” para enfrentar o que chama de “luta social”.

De fato, o quadro político levou Lula a fazer concessões a setores distantes da órbita da esquerda. O governo tem um ministro da Agricultura ligado a grandes produtores e encara com cautela o custo reputacional das invasões do MST.

PRESSÕES NA ECONOMIA – Algo semelhante ocorre com Fernando Haddad, ministro da Fazenda, que amortece pressões da esquerda na economia.

O controle de despesas proposto pelo ministro no arcabouço fiscal foi comparado a um pacto com o diabo pelo deputado Lindbergh Farias (PT).

A própria esquerda, porém, reconhece o valor das concessões. Na entrevista à Folha, Stedile elogiou a agenda de Haddad e chegou a dizer que o ex-tucano Geraldo Alckmin pode ser um bom sucessor para Lula.


Áudios sobre o golpe causam fratura entre Alto Comando e militares “bolsonaristas”


Élcio Franco, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde durante coletiva sobre o combate ao coronavírus

Coronel Élcio Franco era um do principais conspiradores

Marcelo Godoy
Estadão

Deslealdade. Esse é o mais educado dos adjetivos usados por generais para qualificar o comportamento de integrantes do governo de Jair Bolsonaro que planejaram aliciar comandantes de batalhões e até mesmo de brigadas para passar por cima dos integrantes do Alto Comando do Exército (ACE) que se recusavam a dar um golpe de estado e impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva.

Quatro meses após a intentona do dia 8 de janeiro, a fratura criada na instituição não cicatrizou. Expoentes do bolsonarismo continuam malvistos e desprezados pelos colegas, que se sentem constrangidos a cada nova descoberta feita pela Polícia Federal envolvendo militares da ativa e da reserva que assessoraram o ex-presidente.

CASO MAURO CID – Na semana passada, a cúpula do Exército se reuniu em Brasília. Tratava-se de uma reunião administrativa, onde a chefia da Força tratou de seu orçamento e de operações que serão feitas com Argentina, Paraguai e Estados Unidos. Um outro tema, porém, pairava sobre os generais: a situação do tenente-coronel Mauro Cesar Cid.

Para os integrantes do Alto Comando, tudo o que o Exército não precisava agora era de mais problemas. A nomeação do general Marcos Amaro para a chefia do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) parecia normalizar a relação entre o atual governo e a caserna, inclusive com o retorno da segurança presidencial para as mãos do GSI.

Amaro é visto pelos colegas como um oficial inteligente e íntegro. Foi instrutor da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e conhece a área de informações.

DEMISSÃO INDEVIDA – Mesmo a atabalhoada inclusão do general Marcelo Sabbá de Alencar entre os militares excluídos na “faxina” do gabinete já parecia superada – Sabbá estava havia 9 dias no GSI quando se viu entre os afastados em razão da queda do general Marco Edson Gonçalves Dias, o G. Dias, então ministro-chefe do GSI.

Havia entre os generais até mesmo a ideia de mandar Sabbá de volta ao GSI para corrigir a injustiça, mas, por fim, optou-se pela sua nomeação para a 2.ª Subchefia do Estado-Maior, responsável por orientar e avaliar o Sistema de Informações do Exército e sua área digital.

Foi quando chegaram ao comando do Exército as informações encontradas nos telefones celulares do tenente-coronel Cid e do ex-major Ailton Barros, ambos presos pela Polícia Federal sob a suspeita de terem participado de um esquema de falsificação de cartões de vacina contra a covid-19. Um diálogo revelado pela CNN mostrou o coronel Élcio Franco tramando um golpe de estado com o ex-major Barros.

MOBILIZAÇÃO – O ex-major Barros diz na gravação que era preciso convencer o general Carlos Alberto Rodrigues Pimentel, do Comando de Operações Especiais (COpEsp), com sede em Goiânia, a mobilizar 1,5 mil homens para prender o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O COpEsp é subordinado ao Comando Militar do Planalto (CMP), então ocupado pelo general Gustavo Henrique Dutra de Menezes, outra figura-chave nos eventos do dia 8. Dutra era um dos generais que os conspiradores designavam como “melancia” e pretendiam “bypassar”.

Franco, então assessor da Casa Civil, onde trabalhara com os ministros Luiz Eduardo Ramos e Walter Braga Netto, não demonstra nenhuma contrariedade à proposta do amigo. Antes, Franco trabalhara com Eduardo Pazuello, no Ministério da Saúde. Em comum com Ramos, Pazuello e outros expoentes do bolsonarismo, ele também é um Força Especial (FE), um militar formado no COpEsp, conforme mostrava o broche da caveira com um punhal que Franco costumava exibir no paletó.

E OS CORONÉIS? – A coterie dos Forças Especiais forneceu à intentona do dia 8 alguns dos principais expoentes no campo militar. O tenente-coronel Cid fazia parte dela e estava designado para comandar o 1.º Batalhão de Ações de Comandos, do COpEp. Foi da mesma brigada de Goiânia que saiu o coronel José Placídio Matias dos Santos, que no dia 8 convocou os colegas para o golpe:

“Onde estão os briosos coronéis com tropa na mão?” A exemplo de Franco, Barros e outros, Placídio defendia que os colegas passassem por cima dos generais.

Seu modelo era o dos coronéis gregos que deram um golpe em 1967 e instalaram uma ditadura que durou sete anos sob a direção de Georgios Papadopoulos, para impedir a eleição do socialista Andreas Papandreou. Placídio ofendeu o comandante da Marinha, almirante Marcos Olsen, qualificando-o como “prostituta do ladrão” e o desafiou a puni-lo.

CONSPIRADORES – O FE Placídio trabalhava no GSI com o general Augusto Heleno, outro oficial que saiu chamuscado do governo Bolsonaro, assim como Ramos, Pazuello e Braga Netto.

Todos, em maior ou menor medida, tornaram-se párias para os colegas em razão da deslealdade e da campanha de difamação e ataques movida contra integrantes do Alto Comando. Não há mais convívio entre os dois grupos. A fratura entre os bolsonaristas e a instituição está longe de acabar.

Por enquanto, nenhum dos golpistas é alvo de Conselho de Justificação, que pode declarar o acusado indigno para o oficialato, cassando o posto e a patente. O Alto Comando decidiu aguardar as investigações da Polícia Federal e o processo no STF – o caso de Placídio estão nas mãos de Moraes. Em caso de condenação a mais de dois anos de prisão, os conselhos serão abertos e o militar, ainda que na reserva, será expulso.

VALENTÕES DE WHATSAPP – Na avaliação dos generais, os integrantes da ativa envolvidos nos fatos são poucos. Nenhum comandante de organização aderiu à intentona do dia 8. Quem se moveu nas redes sociais ficou apenas nos chamados “atos preparatórios”, sem ultrapassar o limite que qualificaria seus atos como tentativa de crime contra o estado democrático de direito. Todos seriam somente valentões de WhatsApp. “Queria ver botar a cara aqui na frente”, disse à coluna um dos generais do Alto Comando.

Mesmo o caso do coronel Cid é visto com cautela. Os generais negam que o pai do preso, o também general Mauro César Lorena Cid, que fora colega de turma de Bolsonaro na AMAN, esteja contrariado com o Alto Comando. O tenente-coronel não foi destratado nem humilhado. O comandante da Força, general Tomás Paiva, considera que Cid deve responder pelo que fez.

Mas nada será feito contra o tenente-coronel de maneira açodada. As consequências do governo Jair Bolsonaro e da contaminação ideológica ainda incomodam. E cada vez que novos fatos surgem, uma frase começa a ser repetida: “Nunca mais”. A lição foi aprendida.


Juscelino Filho pode ser demitido e o general Amaro também não está agradando


Eu era lotado na Câmara, mas trabalhava na fazenda do tio dele', diz  ex-assessor de Juscelino Filho - Estadão

Juscelino Filho é muito omisso

Robson Bonin
Veja

Não é nada bom o clima para Juscelino Filho no governo, porque não está participando do debate sobre as fake news. A ausência de Juscelino Filho na discussão do projeto que o governo quer aprovar, sendo ele ministro das Comunicações, é a maior evidência, diz um auxiliar de Lula, de que o colega de ministério está para rodar.

Também o general Marcos Antonio Amaro dos Santos nem esquentou a cadeira no ministério e já está sob forte fogo cruzado no Palácio do Planalto. Não será fácil pacificar o território.

Marcos Antonio Amaro dos Santos – Wikipédia, a enciclopédia livre

E o general Amaro fala demais

O novo ministro do Gabinete de Segurança Institucional, ex-chefe do Comando Militar do Sudeste, foi nomeado pelo presidente no último dia 4.  Bateu de frente com a Polícia Federal, porque anunciou que ia colocar as Forças Armadas para fazer a segurança do presidente, e a reação foi absurda.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – No caso de Juscelino Filho, nem deveria ter assumido, pois não tem a mínima condição moral e política para ser ministro. No caso do general Amaro, deve ser um ardoroso fã de Noel Rosa, porque parece gostar de um palpite infeliz… (C.N.)


Freixo quer subtrair recursos do Sistema S para desperdiçar na inútil estatal Embratur

Publicado em 15 de maio de 2023 por Tribuna da Internet

Marcelo Freixo promete um 'duro enfrentamento ao crime' e um 'governo da  educação' | Eleições 2022 no Rio de Janeiro | G1

Freixo quer desperdiçar preciosos recursos na Embratur

Vicente Limongi Netto

Falando pelos cotovelos, com palavreado monótono, pretensioso e triunfalista, o presidente da Embratur, Marcelo Freixo (Correio Braziliense – 14/05) insiste em sangrar os orçamentos do Sesc e do Senac. O neopetista quer subtrair recursos de setores vitoriosos em suas atividades sociais e educacionais, para tentar alavancar e tirar das trevas do anonimato a autarquia que ganhou do governo Lula como prêmio de consolação, essa tal de Embratur. 

O sistema S é do Brasil. É sintonizado com os interesses de milhões de famílias brasileiras. Deselegante e petulante, Freixo chama de “cara” o representante da Confederação Nacional do Comércio, de Bens, Serviços e Turismo (CNC),  que encontrou em gabinete de um senador.

Freixo precisa aprender a respeitar os outros, se quiser ser respeitado. A CNC representa os interesses de setores fundamentais para a economia brasileira. O sistema S tem mais de mil unidades, fixas e móveis, espalhadas pelo Brasil. O Sesc e o Senac oferecem a comerciantes, comerciários e suas famílias, e à população em geral, acesso a educação profissional, saúde, esporte, cultura e lazer. Com transparência, zelo e controle dos recursos utilizados, o sistema S é motivo de orgulho para o Brasil. Já a Embratur…

OUTRO ASSUNTO – O ministro Flávio Dino é danado.  Não foge da raia. Com grandes ou miúdos, com levianos provocadores ou com figuras qualificadas. Retruca torpezas e insinuações rápido como uma flecha. O ministro da Justiça enfrenta a horda bolsonarista em geral, ou o timeco dos paladinos de meia pataca, com o mesmo desassombro. Tanto na Câmara como no Senado.

Nessa linha, deixou na lona, quem se atreveu, recentemente, a cantar de galo, como os senadores Sérgio Moro, Marcos do Val, Hamilton Mourão, Flávio Bolsonaro, Magno Malta e Rogério Marinho. Além dos deputados Deltan Dellaganol e Alfredo Gaspar.

Dino encara fanfarrões com destemor. Explica que em debate sério, responde com seriedade. Diante de patuscadas de “cardios”, como define tipos estranhos e agressivos nas redes sociais, responde, retruca, esclarece, com pitadas de sarcasmos e ironias.

RESPEITEM GERSON – Tornou-se surrada, irritante, injusta e ultrapassada a citação da Lei de Gerson, como fez o leitor Raimundo Cardoso, na revista Carta Capital.  Gerson, com 82 anos, merece respeito.

Eterno craque, cidadão trabalhador e bom chefe de família. Não merece ser penalizado a vida inteira por um anúncio de cigarros que fez há quase 60 anos. Francamente. Na atual quadra da política nacional, o Brasil tem montes de figuras com o figurino para substituir a Lei de Gerson.

Por exemplo, Lei do Mauro Cid, Lei do Ailton Barros, Lei do Jair Bolsonaro, Lei do Élcio Franco, Lei do Daniel Silveira, Lei do Moro etc.

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