terça-feira, maio 09, 2023

As previsões em Brasília sobre o caso das “rachadinhas” de Carlos Bolsonaro

Publicado em 9 de maio de 2023 por Tribuna da Internet

Imagem colorida - Carlos Bolsonaro, conhecido como Carluxo com celular na mão- Metrópoles

Sem o pai para protegê-lo, a situação ficou complicada

Rafael Moraes Moura
O Globo

O avanço das investigações de um suposto esquema de rachadinha no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) já faz ministros e integrantes do Ministério Público Federal (MPF) traçarem paralelos entre a situação do filho “zero dois” de Jair Bolsonaro com a do irmão mais velho, o senador Flávio (PL-RJ), que enfrentou problemas similares na Justiça.

No entanto, para ministros e integrantes de tribunais superiores ouvidos pela equipe da coluna, a situação de Carlos Bolsonaro é mais complicada do que a de Flávio, que foi denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa — e teve as investigações anuladas por uma série de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que invalidaram as provas do processo em 2021.

NA MESMA ÉPOCA – As acusações são semelhantes, e alguns dos fatos investigados inclusive se deram na mesma época. Flávio foi denunciado em 2020 por conta de um esquema de apropriação de parte do salário de servidores que atuavam no seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) quando era deputado estadual. O caso foi revelado pelo jornal “O Estado de S. Paulo”.

Já Carlos entrou na mira do Ministério Público do Rio depois que um laudo constatou que seu chefe de gabinete na Câmara de Vereadores, Jorge Luiz Fernandes, recebeu R$ 2,014 milhões em créditos de seis servidores. O que a investigação vai apurar agora é se o filho de Bolsonaro foi diretamente beneficiado por esses desvios.

A principal diferença é que as investigações sobre Carlos serão aprofundadas e examinadas pela Justiça em um momento em que Bolsonaro já não é mais presidente e não tem mais poder para intervir em órgãos de investigação, como a Polícia Federal e a Receita.

SEM BLINDAGEM – “Os fatos são similares, mas a situação é completamente diferente. Ao contrário do irmão, Carlos não contará com rede de proteção, porque o pai já não é mais presidente”, avalia um experiente ministro de tribunal superior.

No caso de Flávio, havia relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e quebras de sigilo bancário indicando que ele havia se beneficiado dos desvios de salário. Mas o STJ anulou essas evidências e concluiu que o juiz de primeira instância não tinha competência para cuidar do caso devido ao foro privilegiado do parlamentar.

Outra desvantagem de Carlos é que ele não tem a mesma rede de conexões políticas e jurídicas do irmão senador em Brasília e no Rio de Janeiro – Flávio inclusive atuava como “consultor” do pai na definição de escolhas de magistrados para tribunais durante seu mandato.

APOSTA NO CONFLITO – Enquanto Flávio tentou apaziguar a relação de Bolsonaro com o Judiciário, Carlos fez justamente o contrário: incentivou o conflito com os outros poderes e ajudou a alimentar as redes sociais com ataques ao Supremo. “Ele tem muito menos amigos que o Flávio e ainda se enrolou fake news e atos antidemocráticos, o que deve complicar a sua situação”, afirma outro integrante do Judiciário.

Essas são as duas investigações que mais atormentam o clã Bolsonaro, e ambas correm no Supremo sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

Flávio Bolsonaro também contou no Superior Tribunal de Justiça (STJ) com votos favoráveis do ministro João Otávio de Noronha, que na época sonhava em ser indicado por Bolsonaro a uma cadeira de ministro do STF e capitaneou a corrente que divergiu do relator da Lava Jato, Felix Fischer, e deu vitória ao senador.

O CERCO SE FECHA – O avanço das investigações da rachadinha no gabinete de Carlos Bolsonaro também ocorre em um momento em que o cerco se fecha contra seu pai.

Além de ser alvo de 16 ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que podem declará-lo inelegível, Bolsonaro também é investigado nos inquéritos das fake news, das milícias digitais, dos atos golpistas de 8 de janeiro e da interferência indevida na Polícia Federal.

Muita gente em Brasília aposta que as dificuldades enfrentadas por Carlos ainda vão mexer muito com os humores do pai. “Bolsonaro sabe conviver com situações adversas. O que abala é mexer com a família”, resume um interlocutor do ex-presidente da República.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – É praticamente certa a inelegibilidade de Bolsonaro. Mas ele continuará sendo um cabo eleitoral importantíssimo da ultradireita, que acaba de vencer facilmente as novas eleições para a Constituinte chilena, Quanto ao filho Carlos, a ex-servidora municipal Juciara da Conceição Raimundo é a peça-chave no esquema rachadista. Depois de repassar R% 647 mil para o vereador Carlos Bolsonaro, ela leva uma vida simples e tem como principal fonte de renda a venda de quentinhas.. (C.N.)

Sucesso do governo Lula é uma questão de probabilidades, e surgem sinais positivos

Publicado em 9 de maio de 2023 por Tribuna da Internet

Dólar fecha em queda com cenário de incertezas fiscais domésticas - Reag Investimentos

Queda do dólar é um sinal positivo, sem a menor dúvida

Luiz Carlos Azedo
Correio Braziliense

Não custa nada repetir: o governo Lula 3 não é uma continuidade dos governos 1 e 2. Os dois mandatos anteriores do presidente da República foram bem-sucedidos e consagrados nas urnas, com a sua própria reeleição e a eleição de Dilma Rousseff, enquanto o mandato atual está apenas começando, num cenário completamente diferente dos anteriores — muito mais difícil do ponto de vista econômico, social e político.

Por enquanto, o sucesso de Lula 3 é apenas uma probabilidade, mais ou menos equivalente aos seus 50,9% de votos válidos no segundo turno do ano passado. Não é pouca coisa.

MEMÓRIAS DISPONÍVEIS – Uns têm a impressão de que o governo vai muito devagar, outros que o universo conspira contra Lula. Leonard Mlodinow, em seu livro “O Andar do Bêbado”, explica que isso está associado à importância das memórias mais “disponíveis”, sobretudo as boas recordações.

Quando escolhemos aleatoriamente um caixa de supermercado, temos a sensação de que a nossa fila é mais lenta. Entretanto, a chance de que isso aconteça, caso existam 10 caixas, é de apenas 10%. Essa probabilidade é a mesma para todos, mas temos a impressão de que é mais lenta porque prestamos atenção em tudo o que acontece à nossa frente.

O “Andar do Bêbado” é um livro dedicado ao acaso na vida das pessoas, que conta a história da lei das probabilidades, com exemplos surpreendentes, como o movimento caótico das partículas suspensas em água, que serviu para os trabalhos de Albert Einstein sobre a chamada física estatística no começo do século passado.

GOVERNO BÊBADO – Muitas vezes o governo se move aleatoriamente, como se estivesse bêbado. Em outras, temos a impressão de que passou a fazer a mesma coisa de forma pior, só porque foi elogiado.

Na verdade, esse é um fenômeno matemático, chamado de regressão à média: em qualquer série de eventos aleatórios, há uma grande probabilidade de que um acontecimento extraordinário seja seguido, em virtude do acaso, de um fato mais vulgar. É o que acontece com o cenário no qual Lula realiza seu novo mandato. Do ponto de vista econômico, o período de junho de 2003 a julho de 2008 foi a fase de maior expansão para a economia brasileira das últimas três décadas.

Naqueles cinco anos, a indústria se expandiu, as vendas do comércio registraram alta e a geração de emprego e renda cresceram.

DEPOIS, A RECESSÃO – Foram 61 meses de bonança, interrompidos pela crise financeira de 2008, que provocou seis meses de recessão, de junho de 2008 a janeiro de 2009. Nesse período, para sair da crise, foi adotada uma política anticíclica que deu bons resultados, mas sua transformação em modelo econômico a ser seguido — a tal “nova matriz econômica” —, no governo Dilma Rousseff, resultou num fracasso.

Agora, Lula assume o governo com uma economia em situação diferente. Já não há o boom das commodities nem o bônus demográfico (aumento da população economicamente ativa em relação às crianças e idosos), muito menos a fartura de picanha, que anabolizaram o seu governo e a sua popularidade.

Houve uma acomodação de fatores, a tal regressão à média. No exterior, foi contido o risco sistêmico desencadeado pela crise bancária que se manifestou nos Estados Unidos e na Europa. O fim da pandemia, principalmente da política de Covid Zero da China, é positivo para o crescimento do PIB mundial.

SINAIS POSITIVOS – No cenário interno, a apresentação da proposta de arcabouço fiscal ao Congresso contribuiu para arrefecer a percepção de risco pelos agentes econômicos. Outro sinal positivo é a taxa de câmbio no patamar médio de R$ 5,00 durante o mês. A inflação deve ficar abaixo dos 5%, mas a manutenção da taxa de juros de 13,75% (Selic) pelo Banco Central (BC) continua sendo um drogue para a economia.

O sucesso do governo Lula depende da aprovação do novo arcabouço fiscal e da reforma tributária. Esses não são fatores aleatórios. O xis da questão é o buraco de R$ 300 bilhões na arrecadação prevista para 2023, de R$ 5,3 trilhões. Como alcançar essa diferença? Nem o Executivo nem o Congresso estão dispostos a cortar gastos. Sem isso, as metas do arcabouço fiscal não serão cumpridas ou haverá aumento de impostos.

Quando o governo decide aumentar seus gastos sociais, de algum lugar esses recursos precisam sair. A conta não fecha. O conflito distributivo tende a se agravar se a economia não voltar a crescer.

CLIMA CONTRADITÓRIO – Por essa razão, mas não exclusivamente, existe uma dicotomia entre as expetativas do mercado e as da sociedade, que repercute no Congresso. O mercado quer o país no rumo da redução do deficit fiscal por meio do corte de gastos públicos, a maioria da sociedade quer que a economia cresça e as políticas sociais sejam mais robustas.

Lula não pode deixar de pedalar a bicicleta para não cair. As rodas são o crescimento econômico e a redistribuição de renda. Mas pode administrar melhor a velocidade. E torcer para que a Fortuna, o aleatório na política, lhe seja mais favorável.

Entretanto, segundo Mlodinow, o ser humano não está preparado para lidar com o aleatório, muitas vezes nem o reconhece. Muitos usuários dos primeiros iPod duvidavam da aleatoriedade com que as músicas eram tocadas, porque um mesmo artista ou música tocava mais de uma vez. A saída encontrada por Steve Jobs, segundo o livro, foi reprogramar o iPod para que evitasse repetições e deixá-lo menos aleatório para parecer mais aleatório.

Como explicar essas derrotas do governo na Câmara, em três diferentes interpretações

Publicado em 9 de maio de 2023 por Tribuna da Internet

Quem é Alexandre Padilha, escolhido ministro da Secretaria de Relações  Institucionais? - JOTA

Alexandre Padilha, articulador do Planalto, leva a culpa

Marcus André Melo
Folha

Há três interpretações rivais sobre o funcionamento das relações Executivo-Legislativo no país. A primeira defende que a governabilidade é garantida pela distribuição de benefícios para a base de parlamentares, o que seria produto, em última instância, da adoção da representação proporcional de lista aberta. Sustenta-se que esta interpretação individualiza a disputa eleitoral, mina a disciplina partidária e enfraquece os partidos e a dimensão ideológica da política.

A segunda argumenta que a governabilidade é garantida pela partilha de governo via coalizões e distribuição de ministérios e cargos. Dada a assimetria de poderes estabelecida pela Constituição, o Executivo é dominante, e o Legislativo tem fortes incentivos para se aliar a ele. Essa dominância e a partilha de governo asseguram disciplina e apoio para a aprovação da agenda, sem necessidade de compra de apoio individual.

MAIS UMA INTERPRETAÇÃO– A terceira, mais persuasiva, integra as anteriores em um modelo dinâmico: a alocação dos ministérios e cargos em estatais representa uma linha de base; a de benefícios, um mecanismo de ajuste. Partidos que não foram aquinhoados com ministérios seriam beneficiados por emendas orçamentárias e convênios. O gerenciamento da coalizão é crítico.

Os “bens de coalizão” —ministérios e cargos— e a distribuição de benefícios à base seriam substitutos imperfeitos, não complementos; o déficit na distribuição daqueles seria compensado pela alocação destes últimos.

Como pensar as derrotas do governo Lula nessa perspectiva? A desproporcionalidade na montagem do ministério é, como mostramos aqui, decisiva, mas um alerta: o contexto mudou

O EFEITO LIRA – . Na Câmara, o presidente Arthur Lira controla o jogo das emendas. Por isso reagiu.

“A troca de ministérios por apoios não vai dar certo. As emendas resolvem isto sem ser necessário um ministério. Da forma que está, o parlamentar fica com o pires na mão, e um ministro que não recebe votos é quem define a destinação de R$ 200 bilhões para municípios”, afirmou Lira.

É consistente com o que disse Eduardo Cunha: “Cargos não têm a mesma relevância que emendas. Elas entram direto nas bases dos deputados. Consolidam o prestígio e obtêm dividendos eleitorais”.

DIALOGAR E CUMPRIR – O líder do União Brasil (59 deputados, mas apenas dois ministérios) na Câmara, Elmar Nascimento, é explícito:

“O governo precisa dialogar e cumprir os compromissos. Principalmente fazer fluir o Orçamento. Na negociação de cargo participa a cúpula nacional. Mas 80% do Congresso, que é o baixo clero, quer saber da execução orçamentária. Quer saber de levar o posto de saúde, a pavimentação”.

Assim, a gerência da coalizão tem falhado ao mesmo tempo em que o Legislativo sofreu transformações: está hipercentralizado e fortalecido.

David Miranda disse que, mesmo apoiando Ciro, ia sair de vermelho contra Bolsonaro


Morre o ex-deputado David Miranda após 8 meses de internação

David Miranda, com o companheiro Glenn e o dois filhos

Mônica Bergamo
Folha

O ex-deputado federal David Miranda, falecido nesta terça-feira na véspera de completar 38 anos, defendeu o voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022 mesmo sendo um correligionário e apoiador de Ciro Gomes (PDT), que à época também disputava o Palácio do Planalto.

Sua declaração de voto no petista foi feita em junho do ano passado, após Ciro sinalizar que não apoiaria Lula em um segundo turno contra Bolsonaro.

CONTRA BOLSONARO – Mesmo sendo um dos maiores entusiastas da candidatura do pedetista Ciro Gomes à Presidência, Miranda afirmou à coluna que iria, sim, votar em Lula caso ele disputasse a segunda rodada eleitoral contra o então presidente.

“Eu vou me vestir de vermelho [cor do PT] dos pés à cabeça e sair pedindo voto”, disse o parlamentar. Ele afirmou, no entanto, que confiava que Bolsonaro sequer estaria no segundo turno, já que acreditava que Ciro Gomes poderia ultrapassá-lo.

“Eu confio muito que teremos um segundo turno entre Ciro e Lula”, afirmou. Na ocasião, segundo pesquisa do instituto Datafolha, Lula tinha 48% dos votos, Bolsonaro, 27%, e Ciro Gomes, 7%.

David Miranda morreu nesta terça-feira (9). Casado com o jornalista Glenn Greenwald, ele havia sido internado em agosto do ano passado na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, com um quadro grave de inflamação na região abdominal. A causa da morte não foi informada.

MORREU EM PAZ – O anúncio foi feito por Glenn nas redes sociais. “Sua morte, nesta manhã, ocorreu após uma batalha de nove meses na UTI. Ele morreu em plena paz, cercado por nossos filhos, familiares e amigos”, escreveu.

O jornalista relembrou a trajetória do companheiro, com quem tinha dois filhos. A mãe de David faleceu quando ele tinha cinco anos. Deixado em um orfanato, na favela do Jacarezinho, na zona norte do Rio, ele foi adotado pela vizinha, mãe de outras quatro crianças.

“Ele se tornou o primeiro homem abertamente gay eleito vereador no Rio de Janeiro, e deputado federal aos 32 anos. Ele inspirou tantas pessoas com sua biografia, paixão e força de vida”, disse Glenn. David Miranda completaria 38 anos na quarta-feira (10).

JEREMOABO TV , NA SANTA CRUZ DO SERROTE - SÍTIO DO QUINTO/BA


Fonte: JVPORTAL / JEREMOABO TV

Jeremoabo TV




A JEREMOABO TV, neste domingo 7 de maio de 2023, marcou presença na cobertura da tradicional peregrinação dos fieis de várias cidades e Estados do Brasil, na Serra da Santa Cruz do Serrote.

A mesma está localizada no Município da cidade de Sítio do Quinto/BA, cidade esta, filha de Jeremoabo.

Sítio do Quinto, está localizada no nordeste da Bahia, no semiárido baiano, aproximadamente 370 Km da Capital Baiana.
 
O Santuário, foi idealizado pelo Padre Rosivaldo Gama Wanderley em meados de 2011, sendo que a devoção já existia a mais de 100 anos na região.

Para que você possa conhecer um pouco deste Santuário, da peregrinação e devoção dos fieis, assista o vídeo abaixo.


..






“O pior cego é aquele que não enxerga por uma cerca de vara” É OU NÃO É?

.

Nota da redação deste Blog - O radialista Junior de Santnha com esse seu programa tudo indica que já está treinando para o bom debate  quando conseguir uma cadeira na Assembleia Legislativa do Bstado da Bahia.
Concernente a esse seu cometário o atual desgoverno deseperando-se por antecendência juntamente com seu conluio fala sem o mínimo critério com a verdade, administra o município como  um tirano, perseguindo jornalistas e tentado ajoelhar toda a classe política e empresarial aos seus ditames, se locupletando com o poder, não aceitando que existam concorrentes com carisma e potencial de serem os prediletos nas futuras eleições, a não ser os seus parentes para atribuir a um clã familiar o direito de se perpetuar no poder, ou em último caso bajuladores mais fiéis, isso porque opera mais um plano maquiavélico para impedir que Tista de Dede caso saia candidao venha a ser eleito prefeito de Jeremoabo com mais uma votação expressiva.
Alternância de poder é o nome dado a um conceito relacionado diretamente ao de democracia, e que condena a perpetuidade de dirigentes políticos no poder, pois tal fato desvirtuaria o caráter de um governo popular

São inúmeros os exemplos que temos de mandatários que permanecem no poder apesar de exercerem governos sem programa, bem como administrações medíocres e sem realizações relevantes. Isso demonstra o quão frágil é a percepção do processo político pela coletividade. Os políticos na busca da perpetuação no poder, apostam na sublimação do personalismo, na pirotecnia, na comédia, na camuflagem dos problemas, e especialmente, no comodismo de todos os que aprovam sem questionamentos as mais descabidas proposições, os que não se importam em ter o melhor conquanto não sejam incomodados.

Muitas vezes, alguns políticos se apoiam mesmo em sequazes (capangas), usando o prestígio político e o poder para confrontar a lei e aliciar, subornar, oprimir e humilhar. Os necessitados submetem-se a esses métodos, contrariando as suas consciências de pessoas dignas, com receio de perder o emprego, o serviço e o fornecimento para a prefeitura.

Desde as eleições de 1989 até hoje, temos um quadro de alternância de poder que, mesmo imperfeito, continua a se manter nesses últimos vinte anos. Essa alternância tem sido importante para a política brasileira." (https://www.infoescola.com/politica/alternancia-de-poder/)

Dizia Hernani Sátiro: a política é como nuvem, pela manhã tá um cenário, à tarde a nuvem muda de lugar”.


Lixo jogado nas ruas de Jeremoabo causa danos à cidade, ao meio ambiente e à população

 

Além do lixo animais soltos, podendo causar acidente com crinaças e idosos.


Hoje 09.00 o vereador Antonio Chaves foi fiscalizar e conferir e a adminsitração municipal de Jeremoabo na esperança de encontar o seu requerimento atendido já havia atendendo o seu requerimento para colocar um coletor de lixo na beira do canal do  Bairro Manoel Dantas, porém até a presente data nenhuma providência foi tomada, muito embora já venha reiterando as providências há vários meses.

O lixo descartado em calçadas, praças, terrenos baldios ou beira de córregos é uma ameaça à saúde pública. Vira criadouro de insetos, ratos, escorpiões e nos últimos anos é um dos responsáveis pelo aumento dos casos de dengue.
Para conscientizar o prefeito e a sua secretaria responsável sobre o descarte correto de objetos velhos, lixo e os riscos de doenças, além da dengue deve ser desenvolvida ações educativas em escolas com a presença do gestor, para que o prefeito aprenda, entenda e conscientize-se os malefícios causados pelo lixo, com isso poderá até ser que o mesmo tenha responsabilidade pela limpeza dos espaços públicos, corte de matagal e retirada do lixo dos locais de descarte.

O mau hábito de jogar lixo nas ruas traz prejuízo a todos. Nem sempre as pessoas têm buscado a forma correta na hora de descartar o seu lixo, isso porque não existe coletor de lixo, o povo não irá acumular lixo na sua residência É comum andar pela cidade e se deparar com bueiros entupidos, lixos espalhados e amontoados.

Esse é um problema que acaba interferindo no funcionamento correto da rede de drenagem, porque a sujeira dificulta a passagem da água impedindo que ela escoe num tempo menor que o previsto, ficando acumulada por muito tempo nas ruas.


“O descarte de lixo e entulho irregular causa transtornos à saúde da população, principalmente em época de chuva.

O cidadão que paga seus impostos espera que pelo menos tenha sensação de segurança, melhor  qualidade de vida, preservação do meio ambiente e contribuir para uma cidade mais limpa”, para isso exige que o preefito faça sua parte.

A situação de Jeremoabo é de calamidade devido a falta de capacidade do desgoverno, isso porque além da buraqueira generalizada, do lamação ainda vem o lixo para complicar ainda mais.









Em destaque

Asma segue como desafio de saúde pública no Brasil

  Dia Mundial reforça alerta para diagnóstico precoce e controle da doença No ritmo acelerado das grandes cidades e sob a influência de fato...

Mais visitadas