terça-feira, fevereiro 14, 2023

Nova concessão da Rede Globo foi ilegal, baseada falsamente em decreto de Vargas

Publicado em 14 de fevereiro de 2023 por Tribuna da Internet

Resultado de imagem para TV Globo charges

Charge reproduzida do Arquivo Google

Carlos Newton

O sempre atento jornalista, advogado e ex-deputado Afanasio Jazadji, ao examinar os decretos assinados pelo então presidente Jair Bolsonaro em 20 de dezembro, renovando as outorgas de concessão dos canais de televisão no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Brasília, em favor dos acionistas da Globo Comunicação e Participações, os irmãos Marinho, detectou diversas imprecisões e informações falsas. que podem causar anulação das concessões, por via administrativa ou judicial.

O advogado atribui as irregularidades à pressa com que a assessoria do Ministério das Comunicações analisou os documentos apresentados pela Globo em seu requerimento de setembro de 2022 e que em meados de dezembro já recebera parecer favorável.

DIZIA BOLSONARO – Antes das eleições, Bolsonaro, seguidas vezes, ameaçou não aprovar a renovação das concessões, caso alguma irregularidade fosse constatada. Derrotado, o ex-presidente rapidamente assinou os decretos das concessões dos canais da Globo (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Brasília), amparado em manifestação da Consultoria Jurídica do Ministério das Comunicações, nos seguintes termos:

“É imperioso consignar que esta Consultoria analisou no aspecto jurídico-formal, os processos administrativos acima listados, não sendo apontado impedimento legal para que haja a renovação da outorga anteriormente concedida para exploração do serviço de radiodifusão de sons e imagens pela Globo Comunicação e Participações S/A”. 

A AGU, cautelarmente, fez questão de frisar que antes de encaminhar seu parecer ao ministro das Comunicações e ao presidente da República, a Secretaria de Radiodifusão deveria verificar a possível existência de erro material nos processos examinados, mas não houve esse cuidado, porque se constata equívoco gravíssimo no decreto de Bolsonaro que renovou a outorga da concessão do canal 5 de São Paulo, antes Rádio Televisão Paulista S/A, para a TV Globo.

ERRO NO DECRETO – “Fica renovada, de acordo com o artigo 33, §3º., da Lei no. 4.117, de 27 de agosto de 1962, Código Brasileiro de Telecomunicações, por quinze anos, a partir de 5 de outubro de 2022, a concessão outorgada à Globo Comunicação e Participações S/A, entidade de direito privado, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ sob o no. 27.865.757/0001-02, conforme disposto no Decreto nº 30.590, de 22 de fevereiro de 1952, publicado em 6 de março de 1952, e renovada pelo Decreto s/nº de 14 de abril de 2008, publicado em 15 de abril de 2008, chancelado pelo Decreto Legislativo  638 de 2009, publicado em 10 de setembro de 2009, para executar, sem direito de exclusividade, o serviço de radiodifusão de sons e imagens, em tecnologia digital, no Município de São Paulo, Estado de São Paulo”.

Ora, ora, em fevereiro de 1952, Roberto Marinho nem sonhava em ter um canal de TV. Portanto, como admitir-se, em dezembro de 2022, tamanho cochilo no decreto de renovação do canal 5 de São Paulo, o mais importante do Brasil, ao menos em faturamento?

VERDADEIROS DONOS – Pesquisando, a verdade aparece. Em 1976, Roberto Marinho e seu irmão Rogério, que assinava como vice-presidente da TV Globo de São Paulo, encaminharam requerimento ao Ministério das Comunicações, para tentar a legalização do canal 5 de São Paulo, que há 11 anos funcionava à margem da lei, e os dois irmãos ardilosamente se fizeram passar por beneficiários originais do Decreto 30.590/1952.

Na verdade, o decreto de Vargas não outorgou a concessão do canal 5 de São Paulo a Roberto Marinho, e sim aos verdadeiros donos, que eram os 673 acionistas da Rádio Televisão Paulista, uma sociedade anônima controlada pela família Ortiz Monteiro, que detinha 52% das ações.

Essas ações pertenciam e ainda pertencem às herdeiras do deputado Ortiz Monteiro, muito embora a Justiça tenha decidido que seus direitos já tinham sido prescritos. porque, em dezembro de 1964, o sr. Roberto Marinho teria adquirido as ações pelo equivalente a singelos 35 dólares, e tudo isso com base em documentação claramente falsificada, conforme foi apontado pelo Ministério Público Federal em 2003 e pelo Instituto Del Picchia de Documentoscopia, em 2012.

FRAUDE GROTESCA – Tratava-se de uma fraude grotesca, reiterada no decreto presidencial de agora, porque em 1952 o jornalista Roberto Marinho ainda não era titular de nenhuma concessão de emissora de TV no país. 

Em 1952, a hoje poderosa Globo Comunicação e Participações S/A nem existia, pois, somente em agosto de 2005 foi reconhecida como titular das concessões da TV Globo Ltda., abrangendo os cinco canais de televisão, conforme decreto do então presidente Lula, que, inclusive, permitiu que a totalidade das ações fosse transferida para uma empresa-laranja, criada no ano 2000 em São Paulo, sob a denominação de Cardeiros Participações S/A, com capital social de apenas mil reais…

Vamos voltar ao assunto, porque as irregularidades existentes nos atuais processos de renovação das outorgas de concessões não estarão prescritas com base no artigo 21 da Lei 4.717/65. Muito menos há decadência da obrigação de agir da Administração Pública.

###
P.S. – 
Não há exercício do poder fora da lei. Todos são iguais perante a lei, com os mesmos direitos e os mesmos deveres, sem discriminações e sem privilégios. É o que diz a Constituição, e alguém precisa acreditar nisso. (C.N.)


Retórica polarizante de Lula fabrica um conveniente “inimigo do povo”

Publicado em 14 de fevereiro de 2023 por Tribuna da Internet

Charges: É preciso tentar enterrar o mal! #genildo

Charge do Genildo (Arquivo Google)

Demétrio Magnoli
Folha

Diz-se por aí que Lula ainda não desceu do palanque. De fato, na campanha eleitoral, o candidato até que evitou o proverbial palanque: buscou aliança com o centro democrático, sinalizou uma pacificação nacional, prometeu governar para todos. Foi só depois dela que o presidente subiu no palanque, reacendendo a fogueira da polarização.
A estratégia discursiva organizou-se sobre quatro eixos, pontilhados por mentiras factuais e clamorosas contradições.

1) Independência do Banco Central

A linha definida por Lula foi exibir o BC como inimigo: um agente do bolsonarismo engajado na elevação dos juros para sabotar o crescimento econômico. Gleisi Hoffmann declarou que “o BC não deu um pio sobre as façanhas orçamentárias de Bolsonaro”.

 É fake news impune: durante o (des)governo bolsonarista o BC elevou a Selic de 2% para 13,75% e, ata após ata, o Copom alertou para as “façanhas” cometidas contra a responsabilidade fiscal. O BC é o STF de Lula.

2) Desestatização da Eletrobras

Lula qualificou a privatização da empresa como um crime contra o povo (“bandidagem”, nada menos), anunciando que a AGU acionará o Judiciário para revertê-la. A “bandidagem”, contudo, foi aprovada pelo Congresso, com o voto dos neoaliados lulistas.

O governo pretende transformá-los em réus? Ou prevaricará? O presidente pediu, em 27 de janeiro, que os líderes parlamentares do governo desistam de “judicializar a política”. Pelo visto, a orientação só vale para os outros.

3) A natureza do golpismo

“Atos golpistas foram revolta dos ricos que perderam as eleições”, diagnosticou Lula, referindo-se ao 8 de janeiro. Demagogia em estado bruto: não faltaram pobres nas depredações golpistas de Brasília.

 Bolsonaro obteve 49% dos votos, vencendo no Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Seriam os “ricos”? Nessa hipótese, o Brasil deixaria a Suíça no chinelo.

4) Narrativa estatal sobre o impeachment

Como presidente, em visita ao exterior, Lula afirmou que o impeachment de Dilma Rousseff foi um “golpe de Estado”. Hélio Doyle, novo presidente da EBC, quer que a estatal de comunicação oficialize a narrativa revisionista.

O mesmo STF que anulou as condenações de Lula supervisionou o impeachment, atestando sua legalidade. De acordo com a fake news lulista, os presidentes do Senado e da Câmara e os juízes do STF são golpistas – portanto, criminosos. Segundo a lógica presidencial, o próprio Lula chefia uma quadrilha de criminosos golpistas, pois dá guarida, no seu governo, a eminentes apoiadores do impeachment, como Alckmin, Tebet e Marina Silva, entre outros.

MIL UTILIDADES – A polarização tem mil utilidades. Mantém a base militante aquecida, substitui o debate racional pelo intercâmbio de acusações, inventa bois de piranha para barbeiragens econômicas. Mas, especialmente, fabrica um conveniente “inimigo do povo”.

A retórica polarizadora de Lula forma um arco completo. O “golpe do impeachment” e o ensaio golpista do 8 de janeiro são elementos da guerra permanente dos “ricos” contra os “pobres”.

A independência do BC e a privatização das estatais não passam de ferramentas dos “ricos” numa ofensiva destinada a conservar as desigualdades sociais e eternizar a pobreza. Os que não estiverem comigo são soldados da guerra da elite contra o povo.

MESTRE POLARIZADOR – Lula dá de dez em Bolsonaro no esporte da polarização. Começou bem antes, com a “herança maldita” de FHC, no seu primeiro mandato, quando prosseguia a política macroeconômica do antecessor.

Sabe deplorá-la sem corar, enquanto a pratica. Acima de tudo, conhece a arte de adaptar a estratégia à conjuntura.

O presidente fala a uma nação traumatizada pelo 8 de janeiro. Atrás de suas sentenças, há o espectro de Bolsonaro. A meta final é identificar a crítica a seu governo com o golpismo bolsonarista. Não há espaço para mais que dois: quem não estiver comigo, está com ele. Eis o que Lula quer dizer.


segunda-feira, fevereiro 13, 2023

- Porque o brasileiro não para de votar em corruptos?

,

Caro radialista Junior de Santinha, você está certo em orientar a população, ensinando a pescar, dando o anzol e mostrando o peixe, no entanto, parece que a maioria do eleitor ainda não abandonou a Senzala, continua  sem saber usar a carta de alforria; já outros acostumaram a ser enganados. humilhados e convivendo com o sofrimento.
 Nada melhor para explicar toda essa balbúrdia, improbidade que vem acontecendo em Jeremoabo, do que um dos melhores prefeito do Brasil, já que por analogia suas palavras traduz o que praticam  na Colonia comandada pelo atual imperador.

 

...


Novo conflito se arma na área econômica, desta vez entre Haddad e Mercadante


Fernando Haddad e Aloizio Mercadante

Haddad e Mercadante, cada um vai para um lado

Malu Gaspar
O Globo

A crise entre o presidente Lula e o presidente do Banco Central ainda nem acabou e a equipe econômica já identificou um outro potencial foco de conflito dentro do governo. Chamou a atenção dos auxiliares de Fernando Haddad e Simone Tebet o anúncio de Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, de que vai promover um seminário para sugerir ao governo um novo arcabouço fiscal.

O presidente do BNDES afirmou, na semana passada, que o banco vai debater o assunto em uma comissão interna, da qual faz parte o economista André Lara Resende, e também em um seminário. A ideia é entregar uma proposta em março. “O resultado do debate será entregue ao Haddad e a Lula”, disse ele em entrevista ao SBT. “Aqui, tudo vai para o Lula.”

INTROMISSÃO – Embora Mercadante tenha dito que entregará o documento também a Haddad, a iniciativa está sendo interpretada na equipe econômica como uma intromissão do BNDES nos assuntos da Fazenda, que é a quem cabe elaborar a política fiscal do governo.

O temor é que Mercadante torne pública uma proposta que seja diferente ou mesmo divergente com a da Fazenda – o que é possível, dado que o presidente do BNDES é da Unicamp, escola heterodoxa de economistas, enquanto Haddad tem uma orientação mais moderada e de maior diálogo com o mercado financeiro.

Não seria a primeira vez que Mercadante interfere em uma discussão que diz respeito a Haddad — mesmo ele negando que vá fazer isso em todas as entrevistas que dá.

CASO DOS COMBUSTÍVEIS – Quando Haddad declarou ser a favor da volta da cobrança de impostos sobre combustíveis, ainda antes da posse, Mercadante, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann , e o deputado José Guimarães, convenceram Lula a manter a isenção, causando a primeira derrota política do ministro da Fazenda no cargo.

Ao ser informado da iniciativa, Haddad não teve dúvida. Disse a Mercadante que o BNDES pode discutir o que quiser, mas que é o seu ministério que vai decidir qual será o arcabouço fiscal do governo.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O problema é que Mercadante realmente conhece Economia, enquanto Haddad é um estranho no ninho. Mercadante entende do assunto, pois trabalhou com Henrique Meirelles no Banco de Boston e era interlocutor de Maria da Conceição Tavares e Carlos Lessa. Se fosse mais esperto, Haddad se apoiaria em Mercadante. Porém, parece que será mais um Palocci na Fazenda. (C.N.)


Déficit das contas é ‘insustentável’ e os gastos desnecessários devem ser evitados, diz Tebet

Publicado em 13 de fevereiro de 2023 por Tribuna da Internet

Simone Tebet, ministra do Planejamento. — Foto: JN

Simone Tebet está dando ao governo um tom de seriedade

Filipe Matoso
g1 — Brasília

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, afirmou nesta segunda-feira (13) que o déficit atualmente previsto para as contas públicas é “insustentável” e que, diante disso, o país precisa reavaliar políticas públicas e evitar gastos desnecessários.

Tebet deu a declaração ao discursar em um evento organizado pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), cujo tema foi “Agenda econômica do governo federal”.

DÉFICIT PREVISTO – O Orçamento de 2023, aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente Lula, prevê autorização para que as contas públicas registrem neste ano um déficit de até R$ 231,5 bilhões.

Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o governo buscará adotar medidas para reduzir em R$ 100 bilhões esse montante.

“Temos um déficit fiscal insustentável, de 2% do PIB, no Brasil. São R$ 230 bilhões negativos. Isto impede o crescimento sustentável e duradouro do Brasil”, disse Tebet.

DEVER DE CASA – “Então, além de fazer o dever de casa, de reduzir este déficit fiscal, nós temos que investir no social. E nós podemos investir no social não só com dinheiro público, podemos e vamos investir em linhas de financiamento e parcerias público privadas”, continuou ela.

A ministra afirmou ainda que o Brasil gasta muito e gasta mal o dinheiro público. “Temos que analisar caso a caso qual o impacto de cada programa, projeto, ação. Reavaliar as políticas públicas, evitar gastos desnecessários, evitar rotas de colisão”, acrescentou.

Ela também afirmou ser preciso “organizar as finanças” do governo e “modernizar” o orçamento público, discutindo eventuais mudanças com órgãos do governo e com o Congresso Nacional.

“GASTAR MAL” – Para a ministra do Planejamento, “pior que não gastar é gastar mal”. E acrescentou: “Quando você gasta mal, o dinheiro se foi”.

Ainda no evento, Simone Tebet afirmou ter visão “diferente” da do Ministério da Fazenda sobre o orçamento do governo, acrescentando que a revisão dos gastos públicos é necessária porque, se não houver responsabilidade fiscal, não haverá recursos para investir nos programas sociais.

“Precisamos cuidar do fiscal. Sem fiscal, não há social. Então, talvez seja esta a razão para que o presidente Lula tenha me chamado, sabendo que tenho uma visão um pouco diferente da visão da equipe econômica do Ministério da Fazenda”, disse.

QUALIDADE DOS GASTOS – “O orçamento público vai ser transparente enquanto eu for ministra, focado na qualidade dos gastos e pronto para ser revisto”, declarou. Segundo a ministra do Planejamento, o novo “arcabouço” fiscal do governo deve ser apresentado até abril.

Durante a campanha eleitoral do ano passado, então candidato Lula disse que, se eleito, iria propor medidas para revogar o chamado teto de gastos, regra constitucional que limita o crescimento das despesas da União à inflação do ano anterior.

“Vamos estar ao lado do ministro da Fazenda na elaboração do arcabouço fiscal, que vai contribuir e muito para a sustentabilidade da dívida pública. Este é o foco para a estabilidade econômica, o próximo passo, a ser entregue até abril”, afirmou. Na avaliação de Tebet, o novo “arcabouço” fiscal vai contribuir para a estabilidade da dívida pública e a estabilidade da própria economia.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Está indo bem a ministra, trabalhando com seriedade para reorganizar as finanças públicas. Certamente, Lula e Haddad não irão gostar das declarações de Simone Tebet, mas ela não recuará. Podem apostar(C.N.)


TSE intima Google a esclarecer dados falsos postados pelo PT na campanha

Publicado em 13 de fevereiro de 2023 por Tribuna da Internet

Após Facebook, Google também critica o PL das Fake News

PT pagou ao Google para divulgar as informações falsas

Bruna Lima
Metrópoles

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) intimou o Google Brasil a fornecer informações para subsidiar uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) movida por Jair Bolsonaro contra Lula, que tramita na corregedoria da corte.

O ex-presidente alega que a campanha de Lula patrocinou links no Google para que reportagens positivas sobre sua trajetória política aparecessem em primeiro lugar nas buscas do Google. A ação foi ajuizada quatro dias após o primeiro turno, no dia 6 de outubro de 2022.

ACESSO COMPRADO – “Os requerentes, ao acessarem o Google, constataram que pesquisas com os termos ‘Lula condenação’, ‘Lula Sergio Moro’, ‘Lula corrupção PT’ […] trouxeram como primeiras respostas o anúncio da própria campanha dos Investigados: ‘Lula foi absolvido – A farsa da Prisão de Lula’”, alegou a equipe jurídica de Bolsonaro.

A acusação considera que a prática é uma “manipulação da verdade” paga com dinheiro público. A equipe do ex-presidente alegou que foram gastos R$ 90 mil com os anúncios do Google Ads e que as reportagens do PT atingiram um público de 2,5 milhões de pessoas.

Sob pena de multa diária de R$ 10 mil, o corregedor do TSE, ministro Benedito Gonçalves, pediu para que a Google indique, tecnicamente, o alcance dos links patrocinados pela campanha de Lula, as taxas de conversão, de rejeição, quais palavras chaves foram relacionadas ao nome do atual presidente na propaganda e quanto a campanha gastou nos anúncios.

PT SE DEFENDE – A campanha de Lula alega que as reportagens impulsionadas com o Google Ads cumpriram todos os requisitos de promoção de conteúdo durante a campanha, e que as reportagens do PT estão à disposição do leitor, assim como os outros conteúdos não pagos.

“O conteúdo com priorização paga é colocado à disposição do eleitor, que o acessa por ato de vontade própria, sem que haja a exclusão de qualquer conteúdo diverso, o que, nos termos da jurisprudência deste Tribunal Superior Eleitoral, não causa influência indevida no eleitor, dotado de senso crítico que deve ser respeitado”, afirma a equipe jurídica de Lula.

O prazo para a manifestação do Google foi de três dias. Questionada pela coluna, a empresa não informou se já respondeu à intimação do TSE ou não. O espaço está aberto para manifestações.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– Como diria Ataulfo Alves, a desfaçatez dessa gente é uma arte. Usando recursos públicos do Fundo Eleitoral, o PT patrocinou importantes informações falsas no portal de busca do Google, para alegar que Lula jamais cometeu crime algum. Esse tipo de informação eleitoral mentirosa e distorcida deveria ser punido com o máximo rigor, mas aqui na Carnavália não vai dar em nada, rigorosamente nada(C.N.)

Em destaque

Cordel – 02 de Fevereiro, Dia de Iemanjá

  Cordel – 02 de Fevereiro, Dia de Iemanjá Por José Montalvão No dois de fevereiro O mar se veste em oração, É dia da Rainha d’Água, Da mais...

Mais visitadas