segunda-feira, novembro 21, 2022

Allan dos Santos: Alexandre de Moraes cancela passaporte do blogueiro bolsonarista

 Redação Notícias

Alexandre de Moraes ordenou cancelamento do passaporte de Allan dos Santos (foto) - Foto: REUTERS/Adriano Machado
Alexandre de Moraes ordenou cancelamento do passaporte de Allan dos Santos (foto) - Foto: REUTERS/Adriano Machado
  • Allan dos Santos teve o passaporte cancelado pelo ministro do STF Alexandre de Moraes

  • Situação deixa o bolsonarista sem documento nos EUA, onde ele vive

  • Influenciador também não poderá deixar o território norte-americano

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) ordenou o cancelamento do passaporte do influenciador Allan dos Santos, apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL), hoje residente nos Estados Unidos.

De acordo com informações da coluna de Rodrigo Rangel no portal Metrópoles, o Itamaraty foi informado sobre a decisão nesta segunda-feira (20) e a transmitiu à embaixada brasileira nos EUA.

Alexandre de Moraes ordenou, ainda, que o cancelamento seja relatado no Módulo Alerta e Restrição (MAR) do Sistema de Tráfego Internacional.

Com isso, Allan dos Santos está impedido de deixar o território norte-americano rumo a outros países. Além disso, fica com sua situação no país prejudicada, uma vez que não tem mais documento que o represente.

Influenciador condenado

O ministro do STF ordenou a prisão do blogueiro bolsonarista em outubro do ano passado por difundir fake news e fazer ameaças a integrantes do Tribunal.

Alexandre de Moraes também determinou que Bolsonaro pedisse a extradição de Allan dos Santos, mas houve pouca movimentação neste sentido e o influenciador permaneceu nos Estados Unidos.

Na semana passada, o blogueiro foi visto em Nova York participando de protestos de bolsonaristas contra os ministros do STF, que estavam na cidade para um evento.

YAHOO

General Ramos tenta arranjar “empregos” para ele e o genro no gabinete de novos senadores

Publicado em 21 de novembro de 2022 por Tribuna da Internet

Em depoimento, Ramos pede retificação e Heleno acha 'natural' escolha de  Ramagem

Ramos não se contenta com sua aposentadoria de marechal

Guilherme Amado
Metrópoles

O general Luiz Eduardo Ramos, ministro da Secretaria-Geral de Bolsonaro, tem se movimentado para tentar uma vaga e se empregas em algum dos futuros gabinetes dos senadores bolsonaristas eleitos neste ano.

A maior expectativa de Ramos é o gabinete de Jorge Seif, que foi secretário da Pesca e se elegeu em Santa Catarina.

Ramos não está interessado apenas em uma vaga para ele. Também tenta arrumar algo para o genro e atual ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Caramba, a que ponto chegamos… Um general do Exército, que recebe uma alta aposentadoria como marechal, inventada por Bolsonaro, está mendigando um encosto (não é trabalho) para ele e outro para o genro. Isso é uma vergonha para as Forças Armadas, não há dúvida. Eduardo Ramos, que é da linha frotista do Exército, deveria vestir logo o pijama e parar se encher a paciência de quem tenta trabalhar de verdade(C.N.)

Agrava-se o bloqueio em Mato Grosso, onde manifestantes estão até atirando em policiais

Publicado em 21 de novembro de 2022 por Tribuna da Internet

Atos fecham rodovias federais de Mto Grosso — Foto: Reprodução

Além de atirar, incendiaram uma concessionária e três carretas

Fausto Macedo
Estadão

Engrossando o pedido da Procuradoria da República em Mato Grosso e do Ministério Público do Estado, o procurador-geral da República, Augusto Aras, decidiu oficiar o governo de MT para que requisite apoio da Força Nacional visando a liberação das diversas rodovias tomadas por atos antidemocráticas.

O chefe do Ministério Público Federal compartilhou a informação nesta segunda-feira, 21, após ligar para o ministro da Justiça Anderson Torres e se reunir com a Comissão Permanente de Atuação Coordenada para a Prevenção e Resolução de Crises e Conflitos, em Brasília.

ATOS DE VIOLÊNCIA – A reunião da Comissão foi marcada por relatos de procuradores que acompanham os bloqueios em estradas do Pará, Paraná e Rondônia e de Mato Grosso, narrando inclusive casos de violência.

Em Mato Grosso, manifestantes tentaram explodir uma ponte no município de Pontes e Lacerda e atiraram contra agentes públicos federais no município de Sinop. Na noite deste sábado, 19, um grupo armado também atacou e incendiou uma base da concessionária Rota do Oeste, na BR-163, entre Lucas do Rio Verde e Nova Mutum.

Pelo menos três carretas foram incendiadas por vândalos, na BR-163, entre Sorriso e Itaúba, e na zona urbana de Sinop, nesta segunda-feira, após supostamente terem furado bloqueios feitos por manifestantes contrários à eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Há 16 trechos interditados no estado.

SOLICITAR APOIO – Segundo a PGR, Aras repassou as informações para Torres, destacando a situação de Mato Grosso. “O ministro nos assegurou que, mais uma vez, vai instar o governador do Estado para que solicite apoio da Força Nacional que está disponível para ajudar a desobstruir as rodovias”, pontou.

Já em relação a Rondônia, os procuradores informaram a Aras que há ‘pontos isolados’ de manifestações. O governo do Estado já pediu apoio da Força Nacional, que foi atendido pelo Ministério da Justiça. “Em contato há pouco, com o ministro (Anderson Torres), ele nos informou que vai mandar reforçar imediatamente o contingente em Rondônia”, frisou Aras.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – 
No desespero pelo fracasso do golpe, os fanáticos bolsonaristas ultrapassaram todos os limites em Mato Grosso, ao usar armas de fogo contra agentes federais e provocar incêndio em uma empresa particular. Ao que parece, o governo é conivente com esse estado de coisas e nada fará para impedir os atos antidemocráticos. A tal Força Nacional não significa mais nada e não intervém com o rigor que se faz necessário. E as Forças Armadas, que deveriam pelo menos expulsar os manifestantes que pressionam as unidades militares, inclusive o Forte Apache, quartel-general do Exército em Brasília, fingem que não têm nada a ver com isso. Mas que país é esse?, poderíamos perguntar a Francelino Pereira e Renato Russo, que responderiam em coro: “É o país da esculhambação!”. (C.N.)

Brasileiros presos em Miami | Polêmica Gleisi e Janones | Morte de atriz

 

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Segredo de Justiça

 Antonio Carlos de Oliveira *

A divulgação, pela imprensa, de casos que correm em segredo de Justiça envolvendo políticos e autoridades vem levantando a discussão sobre o direito dos cidadãos ao acesso de informações públicas e os limites do sigilo em processos judiciais.

Muitos juristas acham que, em casos de interesse público, mesmo havendo segredo de Justiça, a imprensa deve investigar denúncias e divulgar informações à população.

No Brasil, há jurisprudência favorável aos veículos de comunicação que noticiam casos que tramitam em segredo de Justiça. A tese que prevalece é a de que a proibição da divulgação violaria o princípio da liberdade de imprensa, assegurado constitucionalmente. Não se pode potencializar o segredo de Justiça em desfavor do interesse público que se sobrepõe ao interesse individual.

A Emenda Constitucional 45 (Reforma do Judiciário) fortaleceu o princípio da publicidade dos atos processuais e reduziu a possibilidade de decretação de segredo de Justiça apenas àqueles casos em que a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público.

A liberdade de informação deve se basear em três conceitos fundamentais relativos aos direitos dos cidadãos: o de informar, o de se informar e o de ser informado. O cidadão que pode ter acesso à informação tem o direito de se informar. O que não pode ter acesso tem o direito de ser informado. E o que pode informar deve fazê-lo. O artigo 14 da Constituição assegura a todos o acesso à informação pública.

Também de acordo com a Lei de Imprensa , não constituem abusos no exercício da liberdade de imprensa noticiar atos do Poder Legislativo, Executivo e Judiciário. A imprensa pode noticiar a decisão judicial, mesmo se o processo estiver sob segredo de Justiça, desde que não publique a sentença ou peculiaridades. O segredo de Justiça preserva o conteúdo do material, e não a notícia do seu resultado.

Para alguns especialistas, a divulgação de informações referentes a processos sob segredo de Justiça é válida quando há um trabalho de jornalismo investigativo, que muitas vezes faz o papel que o Judiciário ou a polícia ainda não realizou, ouvindo pessoas e obtendo provas. Na verdade, o grande culpado pela exposição de envolvidos em casos que estão tramitando em segredo de Justiça é o próprio Poder Judiciário, que é lento em suas decisões.

Levantamento do jornal Folha de S.Paulo, divulgado recentemente em matéria do repórter Alan Gripp, mostra que o segredo de Justiça foi evocado em 30 (29%) dos 105 inquéritos criminais abertos em 2008 no Supremo Tribunal Federal (STF). Ou seja, em cada quatro investigações contra autoridades, houve blindagem em pelo menos uma delas, fazendo com que, na prática, os processos deixassem de ser públicos, tendo acesso aos mesmos apenas os investigados.

Os números não só apontam maior uso do instrumento como também revelam uma divergência entre os ministros do Supremo Tribunal Federal. Enquanto Celso de Mello não recorreu nenhuma vez ao segredo de Justiça nos dois últimos anos, Ricardo Lewandowski o fez 17 vezes. Em 2008, nove dos dez inquéritos relatados por Lewandowski estavam sob sigilo.

O poder dado aos juízes de decretar o sigilo completo de processo ou investigação não é novo, remonta à ditadura de Getúlio Vargas (1937-1945), mas seu uso cada vez mais acentuado tem dividido advogados, juízes e promotores.

O ministro Março Aurélio Mello critica duramente o uso indiscriminado do segredo de Justiça. Para ele, a regra deve ser a publicidade e o uso sem justificativa do sigilo �"além de revelar uma visão míope, retrógrada �" é um ranço de uma época da qual não se sente saudade.

Não existe regulamentação para o uso do segredo de Justiça. As leis que tratam do tema dizem, em resumo, que ele só pode ser decretado em dois casos excepcionais previstos: 1) quando há risco de exposição pública de questões privadas do investigado ou réu, como relacionamentos amorosos e doenças; 2) quando o processo contém documentos sigilosos, como extratos bancários ou escutas telefônicas.

Para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a regra geral da publicidade vem sendo quebrada, especialmente nos processos que envolvem recursos públicos. No entendimento da entidade, os processos devem ser públicos, pois são de interesse público. A excepcionalidade tem que ser muito bem fundamentada para decretar o sigilo. Essa decisão, entretanto, tem ficado hoje no campo do subjetivismo.

A OAB enviou ao Supremo Tribunal Federal proposta de Súmula Vinculante �"instrumento pelo qual os ministros consolidam o entendimento sobre um tema, que deve ser aplicado por todos os juízes �" para que o tribunal se posicione oficialmente. O objetivo é impedir que advogados de réus continuem sendo impedidos de ter acesso aos processos sob segredo de Justiça.

O segredo de Justiça consiste em manter sob sigilo processos judiciais ou investigações policiais, que normalmente são públicos, por força de lei ou de decisão judicial. Assim, em determinadas situações, o interesse de possibilitar informações a todos cede diante de um interesse público maior ou privado, em hipóteses excepcionais.

No Brasil, há previsão nos artigos 5º , XII , XIV e XXXIII ; 93 , X ; e 136 , parágrafo 1º , I , b e c da Constituição Federal ; artigo 325 do Código Penal ; artigo 20 do Código de Processo Penal ; artigo 10 da Lei 9.296 /96; artigo 11 da Lei Complementar 10.300 /01; e artigo 155 do Código de Processo Civil , além de dispositivos em leis esparsas (p. ex., art.  , § 6º , da Lei 4.717 76).

Antonio Carlos de Oliveira é Jornalista, graduado pela Unisinos (RS), com Especialização em Comunicação na Universidade Javeriana de Bogotá (Colômbia) e Mestrado na Univeridade Autônoma de Puebla (México). Ex-repórter da jornal 'Zero Hora', de Porto Alegre, exerce atualmente o cargo de Assessor de Imprensa da OAB/MA.

Antonio Carlos de Oliveira é Jornalista, graduado pela Unisinos (RS), com Especialização em Comunicação na Universidade Javeriana de Bogotá (Colômbia) e Mestrado na Univeridade Autônoma de Puebla (México). Ex-repórter da jornal 'Zero Hora', de Porto Alegre, exerce atualmente o cargo de Assessor de Imprensa da OAB/MA.

Show de bola, os vereadores da oposição demonstraram qual principal função de um vereador, enquanto isso, os vereadores da situação devem pedir desculpas ao povo de Jeremoabo por ser omisso e prevaricador.


                                                       Foto Divulgação - Zap


Como diz o grande ator e dramaturgo Marcos Caruso, “trair e coçar, é só começar”.E os vereadores da oposição já estão se coçando, não para trair o provo, mas para exercer o cargo com dignidadem, sem trair a confiança do povo,

Quem escutou hoje o programa da Jeremoabo FM, deve ter tomado conhecimento do tamanho do rombo contra a administração municipamde Jeremoabo, apesar de se tratar de apenas uma amostra grátis, o grosso ainda estar para vir,

A maior cara de pau desse povo, foi num ato de CORRUPÇÃO ATIVA tentar comprar o silêncio do Presidente da Câmara para que o crime permanecesse impune.

Vivemos um momento difícil no cenário político brasileiro, onde a corrupção está presente nas três esferas de governo, seja no Legislativo, Executivo ou no Judiciário. A população está desacreditada em face de tantos escândalos. Porém, temos que deixar claro que não são somente os políticos que se acham envolvidos em corrupção. Existem pessoas de todas as classes, tanto do Poder Público ou da Iniciativa Privada.

A despeito disto e, infelizmente, qualquer tipo de corrupção que assola nosso País, recai primordialmente na figura do político, e pasmem senhores, o mais atingido é o Vereador. Seja este Vereador membro de uma Câmara Municipal de cidade de pequeno, médio ou grande porte, sempre é o Vereador o culpado. E por quê? Será que é por falta de informação da maioria da população, que não conhece o verdadeiro papel do Vereador? Ou porque o Vereador é visto como menor na estrutura política brasileira, quando, na verdade, este agente público deveria ser mais demandado? Não no sentido do clientelismo, mas pela possibilidade de contribuir na solução dos graves problemas que se avolumam nas cidades brasileiras. Ou será que é por falta de qualidade desses mesmos Vereadores? (Mario José Galavoti).

"Os vereadores, dentre outras funções, também são responsáveis pela fiscalização das ações tomadas pelo poder executivo, isto é, pelo prefeito, cabendo-lhes a responsabilidade de acompanhar a administração municipal, principalmente no tocante ao cumprimento da lei e da boa aplicação e gestão do erário; ou seja, do dinheiro público."

Vereador que não fiscaliza prevariaca, é como médico que não salva vidas.

Jeremoabo não aguenta mais esse bando de vereadores que por qualquer enteresse pessoal, qualquer migalha ou jogo sujo, não cumprem a obrigação Constituciona de fiscalizar os gastos do diheiro suado  e sofrido da população.

É importante cidadão de Jeremoabo, você saber que a ordem constitcional a ampla fiscalização por vereadores, sob pena de contravenção por omissão, os vereadores podem sim responder por improbidade administrativa ou prevaricação.

Eleitor e trabalhador de Jeremoabo, se você não faz o que tem que fazer no trabalho, é olha na rua. Pois vereador que não fiscaliza é como médico que não salva vida...advogado que não busca justiça,,,professor que não sabe ensinar.

Vereadores podem ser afastados e presos pelo crime de prevaricação caso não fiscalizem!

Havendo denúncia encaminhada por qualquer cidadão onde se comprove a omissão dos vereadores ao MP/MG, este, pode abrir processo de investigação que pode culminar no afastamento e prisão dos parlamentares.
https://jornaloespeto.com.br/2021/03/30/vereadores-podem-ser-afastados-e-presos-pelo-crime-de-prevaricacao-caso-nao-fiscalizem/


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